07/01/2026 Após a sanção, portaria publicada hoje fixa o prazo de 5 de fevereiro para regularização O Ministério da Pesca e Aquicultura aplicou a sanção de advertência a 956.217 pescadores e pescadoras artesanais profissionais que não enviaram o Relatório Anual de Exercício da Atividade Pesqueira (REAP) dentro do prazo determinado de 31 de dezembro de 2025. A decisão foi publicada hoje no Diário Oficial da União, por meio...
A Polícia Civil deflagrou uma operação na manhã desta terça-feira (13) contra um grupo suspeito de movimentar cerca de R$ 97 milhões com exploração de jogos de azar no interior de São Paulo.
Mandados de busca e apreensão foram cumpridos em Ribeirão Preto (SP), Santa Rosa de Viterbo (SP), São João da Boa Vista (SP) e na capital paulista. Até a última atualização desta reportagem, não havia informações sobre prisões.
Dentre as apreensões estão dispositivos eletrônicos, instrumentos de apostas, veículos de luxo e valores em espécie.
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A investigação, que é da Divisão Especializada em Investigações Criminais (Deic) de Piracicaba (SP), identificou uma rede de lavagem de capitais que operava há décadas em cidades paulistas e mineiras.
Segundo a polícia, o grupo contava com gerentes e operadores financeiros que pulverizavam milhões de reais por meio de transferências e depósitos fracionados, prática conhecida como “smurfing”. Para ocultar a movimentação financeira das atividades criminosas, o grupo utilizava empresas de fachada e “laranjas”.
Ainda de acordo com a Polícia Civil, relatórios de inteligência revelaram movimentações financeiras “estratosféricas e totalmente incompatíveis com a capacidade econômica declarada dos investigados”, como a quantia de mais de R$ 25 milhões movimentada pelo líder do grupo apenas em um único semestre de 2024.
Também como parte da estratégia de esconder a origem dos valores, a quadrilha utilizava-se de transações imobiliárias em espécie e aquisição de ativos em nome de terceiros, apontou a apuração.
A operação desta terça-feira, nomeada de “Quebrando a Banca”, mirou o líder da organização criminosa e os outros integrantes, além do braço empresarial, que servia como destino para as transferências bancárias.
Os suspeitos devem responder por lavagem ou ocultação de bens, associação Criminosa e exploração de jogos de azar. Os nomes deles não foram divulgados.
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Polícia Civil realiza operação contra organização criminosa voltada à lavagem de dinheiro
A Polícia Civil realiza, na manhã desta terça-feira (13), a operação Quebrando a Banca com objetivo de desarticular a organização criminosa denominada Pavão de Ouro, voltada à lavagem de dinheiro. Os mandados de busca e apreensão são cumpridos em São João da Boa Vista, Ribeirão Preto, Santa Rosa do Viterbo e São Paulo.
A ação coordenada pela Polícia Civil de Piracicaba identificou uma complexa rede de lavagem de capitais que operava há décadas em cidades paulistas e mineiras, usando empresas de fachada e uma rede de laranjas para ocultar as vantagens obtidas da exploração de jogos de azar.
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A operação fundamentou-se em relatórios financeiros que revelaram movimentações bancárias incompatíveis com a capacidade econômica declarada pelos investigados.
O principal líder da organização movimentou mais de R$ 25 milhões em um semestre de 2024, além de ter histórico de transações milionárias em períodos anteriores.
A cúpula do grupo usava transações imobiliárias em espécie e aquisição de ativos em nome de terceiros para dissimular a origem ilícita dos recursos.
A estrutura operacional contava com gerentes e operadores financeiros que pulverizavam milhões de reais por meio de transferências via Pix e depósitos em espécie.
A operação também mirou um grupo empresarial de apostas, que possui capital social declarado de R$36.000.000,00 e servia como destino para vultosas transferências efetuadas pela liderança.
Movimentações bancárias
A Polícia Civil informou que a soma das movimentações bancárias atípicas realizadas pela quadrilha representa R$ 97.295.634,27.
Durante o cumprimento de mandados de busca e apreensão, foram apreendidos dispositivos eletrônicos, instrumentos de apostas, veículos e valores em espécie.
A Polícia Civil esclareceu que as investigações seguem para identificar a extensão da organização criminosa.
Operação da Polícia Civil mirou organização criminosa voltada à lavagem de dinheiro no interior de SP
DEIC 9 – Piracicaba
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Como a tecnologia brasileira da Legun reduz lodo, emissões e custos operacionais – Crédito: Divulgação
A busca por soluções de saneamento mais eficientes e com menor impacto ambiental tem aproximado o setor de princípios antes restritos à área industrial. É o caso da Ecologia Industrial, abordagem que propõe integrar processos produtivos a partir da lógica dos ecossistemas naturais: tudo o que é resíduo em um ponto vira insumo em outro.
No Brasil, uma tecnologia desenvolvida pela Legun Biotecnologia aplica esses mesmos princípios no tratamento de efluentes, ainda que sem rotulá-los formalmente como Ecologia Industrial. O resultado é um processo mais limpo, com uso reduzido de recursos, menos transporte, menor geração de lodo e emissões significativamente inferiores às práticas tradicionais de manejo.
“Quando reduzimos o lodo dentro da própria estação, estamos aplicando na prática a lógica da ecologia industrial: menos resíduo, menos transporte e mais eficiência ambiental”, afirma Carlos Laia, diretor da Legun Biotecnologia.
Ciclos internos mais eficientes: o “metabolismo industrial” das ETEs
Um dos pilares da Ecologia Industrial é o conceito de metabolismo, no qual fluxos de matéria e energia são recirculados para diminuir perdas.
Nas Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs), a tecnologia da Legun faz algo semelhante ao acelerar a degradação biológica do lodo por meio de microrganismos autóctones selecionados.
Esse processo transforma a matéria orgânica em gás, água e biomassa estável, reduzindo drasticamente o volume acumulado ao longo dos anos. A maior parte do ciclo ocorre dentro da própria lagoa ou reator, reduzindo a necessidade de intervenções mecânicas ou remoção externa.
Menos caminhões nas ruas: simbiose industrial com os municípios
Outra característica central da Ecologia Industrial é a simbiose, quando diferentes sistemas cooperam para reduzir custos e impactos.
No saneamento, isso significa que, ao diminuir o lodo, a tecnologia reduz também a quantidade de caminhões necessários para transporte até aterros sanitários. Esse é um dos pontos de maior custo e maior emissão de CO₂ no ciclo de vida das ETEs.
A consequência é direta:
menos CO₂ emitido,
menos tráfego de veículos pesados,
menor pressão sobre aterros,
menor risco ambiental associado ao transporte de resíduos.
Para municípios, essa simbiose representa alívio orçamentário e ambiental.
Ciclos de matéria mais eficientes e menos dragagem
O acúmulo de lodo é um dos principais desafios de pequenas e médias ETEs no Brasil. Quando o volume atinge limites operacionais, torna-se necessária a dragagem, um processo caro, complexo e especialmente poluente.
Ao acelerar a decomposição da matéria orgânica, a metodologia da Legun retarda ou elimina a necessidade de dragagem, melhorando a eficiência dos ciclos internos da própria estação.
Esse efeito é um exemplo direto da lógica de ciclagem de materiais defendida na Ecologia Industrial: menos matéria residual, menos energia gasta para retirá-la e mais circularidade dentro do próprio sistema de saneamento.
Economia circular aplicada ao saneamento: menos lodo e mais eficiência
Na Ecologia Industrial, o conceito de desmaterialização é fundamental: produzir mais usando menos recursos.
No saneamento, isso se traduz em uma redução significativa do volume de lodo gerado ao longo do processo de tratamento. Em muitos municípios, a diminuição pode chegar a 70% ou até 80% do volume original, um impacto direto em custos operacionais, ambientais e estruturais.
Como a tecnologia brasileira da Legun reduz lodo, emissões e custos operacionais – Crédito: Divulgação
Essa redução aproxima o saneamento da lógica da economia circular, permitindo que o sistema opere com menor demanda por insumos externos e menor produção final de resíduos.
Conexão com os ODS e as metas climáticas globalmente discutidas
A metodologia está alinhada a compromissos internacionais assumidos pelo Brasil, especialmente no contexto da Agenda 2030 da ONU. Entre os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) diretamente atendidos estão:
ODS 6 – Água potável e saneamento
ODS 7 – Energia limpa e acessível
ODS 9 – Indústria, inovação e infraestrutura
ODS 11 – Cidades e comunidades sustentáveis
ODS 12 – Consumo e produção responsáveis
ODS 13 – Ação contra a mudança climática
A atuação da Legun mostra como inovações biotecnológicas nacionais podem contribuir para metas de redução de emissões, eficiência de recursos e resiliência climática.
Uma transição silenciosa, mas decisiva
Embora o setor de saneamento nem sempre apareça nos debates de inovação, soluções como a da Legun mostram que a Ecologia Industrial já está presente no Brasil, em escala municipal, diária e com impacto mensurável.
Ao transformar lodo em ciclos internos mais eficientes, reduzir emissões e alavancar economia circular, tecnologias desse tipo apontam para um futuro em que o saneamento deixa de ser apenas tratamento de resíduos e passa a integrar sistemas produtivos, ambientais e climáticos.

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