Adjacente a uma parede rochosa, uma série de canais de madeira desgastados conduziu nosso grupo de caminhada por penhascos a uma altitude de 1.200 m. Leia mais (09/01/2021 – 20h00)

Tanques usados como reatores de bioaumentação nas estações onde a Legun opera.– Crédito: Divulgação
Com a intensificação dos eventos climáticos extremos, como enchentes, secas e aumento das temperaturas, o mundo inteiro tem voltado os olhos para tecnologias que reduzam impactos ambientais e preparem as cidades para o futuro. No Brasil, onde 4 em cada 10 pessoas ainda vivem sem acesso à coleta e tratamento de esgoto, o desafio é duplo: garantir saúde pública e enfrentar a crise climática.
É nesse cenário que a Legun Biotecnologia surge como uma alternativa nacional, eficiente e sustentável para o tratamento de efluentes. A empresa desenvolveu uma metodologia biológica de ponta, baseada em microrganismos autóctones, que reduz drasticamente a geração de lodo, que é o principal resíduo do saneamento convencional, e ao mesmo tempo diminui em até 30 vezes as emissões de CO₂.
Tanques usados como reatores de bioaumentação nas estações onde a Legun opera – Crédito: Divulgação
Uma resposta brasileira à crise climática
Durante os debates da COP e nas diretrizes globais da Agenda 2030, o setor de saneamento é constantemente citado como um dos pilares para o enfrentamento das mudanças climáticas. E não é à toa: o tratamento e transporte do lodo gerado nas estações de esgoto convencionais responde por um volume considerável de emissões de gases de efeito estufa.
A proposta da Legun é simples e poderosa: tratar o efluente de forma biológica, no local onde ele é gerado, aproveitando microrganismos já presentes no próprio esgoto, sem necessidade de dragagens, caminhões, químicos ou grandes obras.
“Quando reduzimos o lodo, evitamos o uso de combustíveis fósseis, diminuímos os custos operacionais e ainda preservamos o meio ambiente”, explica o diretor técnico da Legun. “É um ganho triplo: ambiental, econômico e social.”
O Marco Legal do Saneamento exige inovação
A Lei nº 14.026/2020, que atualizou o Marco Legal do Saneamento, estabeleceu metas ambiciosas: até 2033, 99% da população deve ter acesso à água potável e 90% à coleta e tratamento de esgoto. Para cumprir esse cronograma, será necessário adotar soluções mais rápidas, eficazes e de menor custo, especialmente nas regiões mais afastadas ou carentes de infraestrutura.
A metodologia da Legun responde exatamente a esse desafio. Com baixos custos de implantação e alta eficiência comprovada em municípios por todo o Brasil, a empresa já atua em diferentes contextos urbanos e rurais, com forte capacidade de escalabilidade.
Saneamento é saúde: os impactos que vão além do esgoto
Tratar o esgoto com eficiência não é apenas uma ação ambiental. É uma medida de saúde pública. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, cada real investido em saneamento gera uma economia de até R$ 4 em saúde. Isso porque o contato com esgoto sem tratamento é responsável pela disseminação de doenças como hepatite A, leptospirose, diarreias, dengue e outras arboviroses.
Com o uso da biotecnologia da Legun, comunidades inteiras passaram a viver em ambientes mais limpos, livres de odores e sem o risco de transbordamento de lagoas de esgoto, especialmente em períodos chuvosos, que têm se tornado mais intensos com o avanço das mudanças climáticas.
Aplicação da biotecnologia Legun diretamente na calha Parshall – Crédito: Divulgação
Ciência brasileira a serviço do futuro
A Legun possui laboratório próprio, onde uma equipe multidisciplinar desenvolve, testa e acompanha o desempenho dos microrganismos utilizados no processo de bioaumentação. Todos os tratamentos são acompanhados por laudos certificados de acordo com o INMETRO, além de análises laboratoriais e batimetrias, garantindo total controle de eficiência, segurança e conformidade com os órgãos ambientais.
Mais do que uma solução, a Legun representa um novo paradigma para o saneamento no Brasil: descentralizado, natural, econômico e inteligente. E, principalmente, comprometido com um futuro onde clima, saúde e inovação caminham juntos.

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