No coração da Amazônia, veias têm sido abertas, cada vez em maior escala, com exploração de madeira, desmatamentos e queimadas. Essa destruição coloca em risco o bloco da floresta amazônica até então mais preservado. Leia mais (09/13/2021 – 17h13)

Motorista morre e passageiro fica ferido em acidente na SP-255
Um motorista de 21 anos morreu e uma passageira ficou ferida em uma grave colisão envolvendo um carro e dois caminhões na madrugada deste domingo (7), na Rodovia Comandante João Ribeiro de Barros (SP-255), em Boa Esperança do Sul (SP). A vítima foi identificada como Valnei Lobo Júnior, morador de Araraquara. As causas do acidente serão apuradas pelas autoridades.
O corpo da vítima foi velado nesta manhã de segunda-feira (8) no Velório da Funerária Bom Jesus e sepultado no Cemitério dos Britos.
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Vítima foi identificada como Valnei Lobo Júnior, de 21 anos e era morador de Araraquara (SP)
Redes sociais/CCI Artesp
Segundo o Centro de Controle Operacional (CCO) da Artesp, as duas vítimas estavam no mesmo carro, um Fiat/Uno, que bateu contra dois caminhões, um Ford/f4000, que trafegava no sentido capital, e uma Scania/p360, que dirigia no sentido interior.
Por motivos desconhecidos, o motorista do Uno bateu na traseira da Ford/f4000 que perdeu o controle e colidiu frontalmente contra a Scania. O acidente ocorreu na altura do km 116.
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O motorista do veículo morreu no local, enquanto a passageira, sua namorada, foi socorrida e encaminhada ao Pronto Socorro da cidade.
Devido a colisão, uma das faixas da rodovia foi interditada, e o tráfego flui no sistema “pare e siga”. A Polícia Militar Rodoviária e equipes da concessionária Arteris ViaPaulista atuaram na ocorrência.
Acidente foi registrado na SP-255 em Boa Esperança do Sul
CCI/Artesp
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Neste episódio, Aquecida e Desidratada, do S.O.S! Terra Chamando!, a narrativa se aprofunda na crise hídrica global, demonstrando como o aquecimento do planeta desequilibra o ciclo da água e ameaça a vida.

O episódio traz um testemunho dramático e crucial direto da linha de frente da crise. Manoel Cunha, representante do ICMBio na Reserva do Médio-Juruá (AM), relata a seca histórica que atingiu a Bacia Amazônica, a região com o maior volume de água doce do planeta.
“Nunca na história se viu esse rio [Juruá] tão seco perder condições de navegabilidade,” afirma Cunha.
Essa escassez, ligada ao desmatamento transfronteiriço e às mudanças climáticas, impacta diretamente a economia e a segurança alimentar das comunidades extrativistas, que perdem colheitas tanto pela seca quanto por cheias inesperadas.
Oceanos em risco e a luta pela humanidade
O aquecimento não afeta apenas os rios; ele atinge os 70% da superfície terrestre cobertos pela hidrosfera. O oceanógrafo Afonso Gonçalves volta ao podcast para reforçar que aquecer a atmosfera é, inevitavelmente, aquecer os oceanos, os grandes reguladores do clima.
“A questão do oceano é como uma grande bomba, que pulsa e que redistribui calor que torna a vida possível,” alerta Gonçalves, clamando pela preservação desse “ser” fundamental.
O episódio conclui com a urgência da conscientização e da justiça ambiental, citando a visão de Chico Mendes: “No começo pensei que estivesse lutando para salvar seringueiras… Agora, percebo que estou lutando pela humanidade.”
O Episódio 5: Aquecida e Desidratada já está disponível nas principais plataformas de áudio e é uma escuta fundamental para entender a interconexão da crise climática.
O podcast é uma parceria entre a Empresa Brasil de Comunicação (EBC) e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).
Além de conferir aqui na Radioagência Nacional, o podcast está disponível nas principais plataformas de áudio.
👉 Ouça agora e siga o podcast S.O.S! Terra Chamando!, no seu tocador favorito!
💻 Em breve com interpretação em Libras no canal da Rádio Nacional no YouTube.
💬 Você pode conferir, no menu abaixo, o roteiro base do episódio, a tradução em Libras e ouvir o podcast no Spotify.
S.O.S! Terra Chamando! – Episódio 5 – Aquecida e Desidratada
🎵 Abertura 🎵
🎵 Barulho hospital marcador de sinais vitais 🎵
Terra (Kailani Vinício): Me sinto desidratada…..
Dr. Cruz (Pablo Aguilar): Como é isso? Como é se sentir desidratada, Terra?
Terra : É assim doutor…nas minhas palavras, tá? Vai desculpando aí!
Dr. Cruz: Pode ficar à vontade…
Terra: É que parece que esse aquecimento maluco secou tudo em mim, sabe? Tô sem lágrimas até para chorar! (abatida)
Dr. Cruz: Eu entendo! Vamos seguir com o soro intravenoso e aumentar a hidratação. Mas, como falei, a senhora tem sintomas de esgotamento. O pulmão me preocupa e ainda tem essa febre que me deixa de orelha em pé. (preocupado)
Terra: Queria eu estar de pé…
Dr. Cruz: E, desidratada, a senhora perde a capacidade de regular a temperatura…
Terra: E tem mais, doutor!!! Não esquece da minha irritação! Irritada com a humanidade. Ah, que crise!!! (irritada)
🎵Sobe Som 🎵
Adrielen Alves: A Terra sabe tudo! E mais, sente tudo – tá a flor da pele! Mesmo sem dar “nome aos bois”, como diz o velho ditado, ela sabe que vive “a” crise. Crise planetária. Climática. Hídrica. Tudo junto.
A Terra, nossa personagem principal, vive uma mistura de sintomas: do aumento da temperatura à sensação de desidratação. Quem aí se identifica?
Dr. Cruz: A Terra já disse antes e eu reafirmo agora: está tudo interligado!
Adrielen: Polui lá, aquece aqui, altera o ciclo das águas ali. Está tudo interligado mesmo, como alerta o meu, o seu, o nosso Dr. Cruz.
Esse médico se diz de “orelhas em pé”, uma metáfora, né gente, não podia deixar de ser – para expressar preocupação com a saúde da Terra.
Terra: Pelo menos alguém nesse planeta todinho preocupado comigo!
Adrielen: Em nossa defesa, eu faço por mim e por você que me escuta agora, eu digo à Terra que não é só o Dr. Cruz que está preocupado. Viu Terra? Estamos todos aflitos com esse drama!
Passando da nossa radionovela, aqui para a vida real: tem uma galera ligada no movimento, sim, e preocupada, simmm, em salvar o planeta, que se chama Terra, mas poderia tranquilamente, se chamar: Planeta Água.
Eu sou Adrielen Alves, jornalista de ciência. Este é o episódio cinco da primeira temporada do podcast: S.O.S! Terra Chamando! Uma parceria da Empresa Brasil de Comunicação e da Casa de Oswaldo Cruz.
🎵Sobe Som 🎵
Adrielen: A situação é dramática! E o testemunho vem diretamente da Floresta Amazônica, com Manoel Cunha. Ele é representante do Instituto Chico Mendes na Reserva do Médio-Juruá, em Carauari, Amazonas.
Manoel Cunha: “Para você ter uma ideia, a situação dramática que está hoje no Rio Juruá nunca na história se viu esse rio tão seco perder condições de navegabilidade, está vinculado ao desmatamento que nós temos lá no Peru, lá na Bolívia. Como nós tivemos uma grande seca e a nascente do nosso rio está bastante desmatada por dois países que não é nem o Brasil então veja que está caindo sobre nós, diminuiu o curso de água do rio e volume de água do rio, também diminuiu a velocidade que essa água corre e começou a formar bancos de areia pelo meio do rio, como também começou a acumular tronco de madeira pelo meio do rio, furando os barcos e naufragando os barcos, e gerando o acidente de lancha e entre outros tipos de acidentes. Então o meio ambiente é completamente equilibrado e interligado.”
Adrielen: O extrativista, assim como a Terra lá no início do podcast, relata o impacto da seca, da escassez de água na região que tem a maior concentração…… (Terra interrompe)
Terra: Peraí, Adrielen! Fala bem devagar pra todo mundo entender
Adrielen: Ok, Terra…! Seu pedido é uma ordem! Vamos lá: estamos falando de escassez de água na região que tem a maior concentração de rios do planeta: a Bacia Amazônica. Que ironia do destino!
Dr. Cruz: É mesmo um grande paradoxo, e infelizmente real.
Adrielen: A Bacia Amazônica tem simplesmente o maior volume de água doce do globo terrestre e escoa um quinto dessa água. Os dados são do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima.
E é justamente nesse lugar do planeta…que a escassez de água não dá trégua, minha gente.
O Rio Juruá, por exemplo, que nasce lá no Peru e banha, no Brasil, o Acre e o Amazonas, teve, em 2024, uma seca histórica!
Mas, se um tempo é de seca, pode acreditar que tem também tempo de cheias… históricas, como relembra o Manoel.
Manoel Cunha: “Em 2021, nós tivemos uma cheia muito grande, que carregou todas as sementes que a gente coleta, nós somos fornecedor de matéria prima, de manteiga de murumuru, óleo de andiroba foi mais de um milhão de reais que as comunidades deixaram de receber, porque a água, se antecipou, levou todas as sementes deles. Quando foi em 2020, que nós tivemos um período de uma “alagação” muito longa, que matou bastante as ‘plantações’ de seringueiras, os seringueiros deixaram de produzir a quantidade certa que eles produziam, que já equilibrava, que já tinha como base do equilíbrio da sua família, diminuiu isso drasticamente. Quando agora que a gente tem uma seca dessa, que a comunidade não consegue fazer os seus manejos, a comunidade que tinha se organizado, contando com aquele recurso que era o oriundo do seu manejo da pesca, o manejo do pirarucu, que agora não vai chegar na família. Imagina como a família vai se reorganizar no seu processo financeiro, e as compras, e as contas que a família tinha feito pensando naquele dinheiro, como que vai ser? Então está tudo interligado!
Adrielen: É seca. É enchente. Tá explicado porque a Terra anda tão irritada e a humanidade tão afetada.
🎵 Sobe Som 🎵
Adrielen: Tem água. Falta água. Ora estiagem, ora inundação!
Da Amazônia ao Rio Grande do Sul. Do Brasil ao Afeganistão, as mudanças climáticas impactam o curso, fluxo, ciclo das águas que por sua vez impactam, lógico, a nossa vida.
E aproveitando o gancho do encontro das palavras “água” e “vida”, tudo na mesma frase, vamos ao clássico da astronomia, quando falamos em vida no universo:
“Se tem água, tem vida”, como bem nos explicou a astrônoma Simone Daflon, no primeiro episódio.
Simone Daflon: Porque a água é um dos ingredientes fundamentais para o desenvolvimento da vida como a gente conhece.
Adrielen: Esta composição química riquíssima está em tudo: compõe cerca de 70% dos nossos corpos e…pasmem…70% da superfície do planeta – a famosa hidrosfera, formada pelos rios, lagos, mares, oceanos e vapor de água
Terra: Olha como a gente dá match! É 70% meus e 70% seus!
Adrielen: Dos rios aos oceanos – o aquecimento das águas terá reflexo direto no nosso modo de estar no planeta. Foi o que ouvimos há pouco sobre os povos da floresta que perderam tudo – ora com a escassez, ora com as enchentes dos rios amazônicos.
O alerta vem também com Afonso Gonçalves, oceanógrafo que está de volta ao podcast.
Afonso Gonçalves: A gente está em crise, a crise climática, é real, causada pelo homem, existe, é importante, a gente tem que ficar preocupado com isso, porque põe em risco o modo de vida que a gente tem a nossa proximidade com os oceanos, com os nossos alimentos, da forma como se relaciona com a agricultura, a pecuária, com a pesca, tudo é influenciado por isso.
Adrielen: Se liga nessa equação (não é matemática, mas é equação de vida): Aquecer a atmosfera é aquecer os oceanos, um dos principais reguladores da temperatura do planeta.
Afonso Gonçalves: Nos oceanos, a gente tem essa regulação do clima muito fortemente gerida pelo oceano, a gente tem esse feedback muito forte entre o oceano e a atmosfera. Então os movimentos que acontecem há muitos anos, já há décadas. E a questão do oceano é como uma grande bomba, que pulsa e que redistribui calor, que absorve e redistribui calor que torna a vida possível. Então, assim como é fundamental, a gente pensar na temperatura do planeta, é fundamental pensar no oceano como um “ser”[0:26:44] que precisa ser preservado para que a gente consiga manter o nosso estilo de vida minimamente como a gente conhece.
Adrielen: Com tudo aquecido, com esse o aquecimento global o regime de chuvas muda, gente. Daí esse “modo alucicrazy”, que tem estiagem histórica em um ponto, e enchentes nunca vistas antes em outro ponto.
Pontos diferentes, mas tudo dentro do planeta, né Afonso?!!!
Afonso Gonçalves : A cultura nossa como humanidade está interligada ao oceano. Se quisermos usar os oceanos, usando o oceano como lazer, como fonte de alimento, como um local para transporte. E como biodiversidade mesmo, né? Porque tem essa questão da regulação do clima pelo oceano, a gente precisa manter o oceano mais próximo possível do original.(…) A gente polui os oceanos, isso impacta diretamente a saúde humana, a saúde ambiental, (…)a gente está alterando as paisagens na região costeira, a urbanização excessiva, mineração, extração de minerais nos oceanos, isso modifica o as paisagens, modifica o ecossistema. Isso tudo impacta em outro ponto muito importante, da perda de biodiversidade, a gente perde, porque a biodiversidade marinha nos ajuda. Retirando o gás carbônico da atmosfera, devolvendo oxigênio, servindo de alimentação para a gente, uma fonte de proteína muito importante. Então tem vários níveis, a gente tem que tentar preservar o máximo possível. E aí o ponto fundamental, das mudanças climáticas incide como a gente está afetando o oceano, a água está aquecendo, e as correntes estão tão mudando, e isso tudo, as mudanças climáticas têm um pezinho em todos esses pontos que a gente falou, da poluição, da alteração de paisagem, da perda de biodiversidade. Fundamental que a gente tenta voltar para ter o oceano mais próximo possível de como era antes de a gente começar a Revolução Industrial, começar essa loucura toda com toda de um uso exacerbado, com tanto impacto negativo.
Adrielen: O apelo das Nações Unidas vai no mesmo sentido. O aquecimento global, a crise hídrica, vão atingir em cheio os mais vulneráveis…mas, mais adiante, pode ficar tranquis ou não , vai atingir a todos.
Dr. Cruz: É Terra, trata-se mesmo de uma insegurança hídrica.
Terra: Mexeu comigo, mexeu com todos!
🎵Sobe Som 🎵
Adrielen: É! Mexeu com a Terra, mexeu com a gente! Mexeu comigo, que moro no Planalto Central! Contigo, que mora em outras partes do país: Onde você está? No litoral, no interior do país, ou na Floresta Amazônica, como o Manoel Cunha?
Manoel Cunha: Então, a mudança climática, eu sempre digo que ela é como a guerra, ela chega para fazer o mal em todos os aspectos da vida da pessoa. E é uma guerra difícil de encarar, porque se a gente olhar e comparar ela com a guerra, as nossas comunidades tradicionais, nós somos soldados da frente, quer dizer, é aquele que está com sua vida mais em risco. Mas nós não temos a caneta, nós não temos o poder de decisão de fazer algo que possa minimizar, que possa mitigar os impactos das mudanças climáticas. Então, eu sempre digo que nós estamos primeiro, soldado da frente, e sem arma. Não tem como nós se defender, porque as mudanças climáticas tão aí, não é por ação nossa, é por ação dos homens, mas não pelas ações das comunidades tradicionais que são conservadoras de meio ambiente, de floresta, de tudo que nós tem de riqueza natural.
Adrielen: Se tem uma coisa que temos nos empenhado nesse podcast é em diversificar as vozes das ciências, do meio ambiente, da vida! E há quase que uma unicidade de vozes quando a gente fala da Terra:
Colagem (Julianne Gouveia, Anita Lucchesi, Teresa Santos, Ana Elisa Santana): “Ainda dá tempo de salvar o planeta: a hora de mudar é agora”! “Precisamos frear as emissões de gases que agravam o Efeito Estufa!” “Água é vida! Floresta de pé é vida!” “Cada um faz a sua parte. Juntos, cuidamos do todo!”
Adrielen: Tem também, uma que gosto muito e que já ouvi por aqui na voz de André Felipe, pesquisador da Casa de Oswaldo Cruz: Bora conscientizar agora!
André Felipe: Então, nós precisamos também inclusive ser criativos nas formas como nós vamos organizar e nas formas como nós vamos responder a esses desafios. Então, eu acho que a gente precisa ser muito atento, inclusive, para um certo uso político desse discurso neoliberal que tem de jogar tudo nas costas do indivíduo. Então, você precisa economizar a água, você precisa fazer isso, fazer aquilo. Na verdade, é claro que isso é importante. De forma nenhuma, eu desaconselho esse tipo de medida. Mas se você vê, é importante não perder de vista. Quem usa, por exemplo, dois terços dos usos de água. Quem são os responsáveis por dois terços dos usos de água? Quem são os grandes responsáveis pelo desmatamento? E como isso te afeta? Qual é a cadeia de produção daquilo que você está consumindo? Então, eu acho que essa conscientização, ela precisa vir junto para a gente conseguir lidar com isso de uma maneira efetiva.
Adrielen: Está tudo conectado – modo socioeconômico, com política, com justiça e consciência ambiental. Pode até parecer que não, mas está, tá bem?
Vide Chico Mendes, uma das maiores lideranças ambientais do mundo, assassinado em 1988, em Xapuri, no Acre. Ele teve um insight brilhante, que compartilho na voz de Thiago Regotto.
Thiago Regotto: No começo pensei que estivesse lutando para salvar seringueiras, depois pensei que estava lutando para salvar a Floresta Amazônica. Agora, percebo que estou lutando pela humanidade.
🎵 Sobe Som 🎵
Dr. Cruz: Pelo menos mais alguns dias aqui na UTI, Terra! É pra sua segurança!
Terra: Doutor, quero sair daqui! E quem depende de mim, como fica?
Dr. Cruz: A senhora realmente está preocupada com ‘’o outro’’?
Terra: É que sei que se adoeço, todo mundo adoece…
🎵 Vinheta Encerramento 🎵
Adrielen: No sexto episódio:
Adrielen: O que será da humanidade com a Terra colapsada?
🎵 Sobe Som Trilha 🎵
Adrielen: Este é o S.O.S! Terra Chamando! O podcast sobre a saúde do planeta. Uma co-produção da Empresa Brasil de Comunicação e da Casa de Oswaldo Cruz.
Eu sou Adrielen Alves, responsável pela idealização, roteiro e apresentação. A pesquisa e a produção são de Anita Lucchesi e Teresa Santos.
A edição de conteúdo é da Julianne Gouveia.
A revisão é da Ana Elisa Santana.
Fazem parte da comissão técno-científica: Carlos Machado de Freitas da Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca; Carlos Henrique Assunção Paiva, Diego Vaz Bevilaqua, Dilene Raimundo do Nascimento, Magali Romero Sá, da Casa de Oswaldo Cruz; e Tereza Amorim Costa, do Museu da Vida Fiocruz, unidades da Fundação Oswaldo Cruz.
Os atores são Georgiana Góes e Pablo Aguilar, do Museu da Vida Fiocruz.
O apoio à produção em Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo, ficou por conta de Adriana Ribeiro, Mara Régia e Victor Ribeiro. A operação de áudio é de Álvaro Seixas, Thiago Coelho e Reynaldo Santos, Thales Santos e Reinaldo Shiro.
A locução de frase de Chico Mendes é do Thiago Regotto.
A edição final e a sonoplastia são da Pipoca Sound.
Este episódio usa áudios de Ana Elisa Santana, da TV Brasil., Anita Lucchesi, André Felipe, da Casa de Oswaldo Cruz; Afonso Gonçalves, do Instituto de Oceanos de Bermudas, nos Estados Unidos, Julianne Gouveia e Teresa Santos, do Museu da Vida Fiocruz, Manoel Cunha, representante do ICMBIO na Reserva Extrativista do Médio Juruá, no Amazonas, de Simone Daflon, astrônoma do Observatório Nacional, além do acervo da Empresa Brasil de Comunicação. Até a próxima!
🎵 Vinheta Encerramento 🎵
🎵 Som de fita voltando 🎵
Beatriz Arcoverde: Também contribuíram na Coordenação de Processos, implementação e publicação nas plataformas: Equipe da Radioagência Nacional – EBC, Interpretação em Libras: Equipe de tradução da EBC, na edição de vídeo para o youtube: Mateus Araújo e o responsável pela arte: Vinícios Espangeiro.
🎵 Vinheta de Encerramento 🎵
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20:02

Professor explica como calcular a nota da 2ª fase da Unesp
A segunda fase do vestibular da Unesp recebe 2.911 candidatos neste domingo (7) e segunda (8) em Araraquara, Rio Claro e São João da Boa Vista. As provas também são realizadas em outras 32 cidades de São Paulo, além de Brasília (DF), Campo Grande (MS), Curitiba (PR) e Uberlândia (MG).
As provas da Vunesp têm duração de 5 horas. Os portões abrem às 13h, fecham às 13h40 e o início é às 14h.
A pedido do projeto Vestibulou do g1 e da EPTV, o diretor do Curso Pré-Vestibular Oficina do Estudante, Wander Azanha, explicou como a Unesp calcula a nota final. (veja no vídeo acima ou no texto abaixo).
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Em Araraquara a prova será na Unip e foram convocados 1.660 candidatos. Rio Claro aplica a prova para 832 estudantes no campus da Unesp, e São João da Boa Vista, também com prova na Unesp, recebe 419 vestibulandos.
Ao todo, foram convocados 32.835 alunos, o que representa 50,35% do total de inscritos no vestibular.
No domingo, serão aplicadas 24 questões de Ciências Humanas e Sociais Aplicadas, Ciências da Natureza e suas tecnologias, além de Matemática e suas tecnologias. Na segunda, serão 12 questões sobre Linguagens e suas tecnologias e uma redação.
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Wander Azanha, o diretor do Curso Pré-Vestibular Oficina do Estudante, explicando cálculo de nota da Vunesp
Vestibulou
Cálculo das notas da Unesp
1ª Fase: Prova de Conhecimentos Gerais
A nota da prova será obtida por: (nº de respostas certas x 100) ÷ 90. Nota máxima da prova: 100. Para o candidato que prestou o Enem em 2025, o desempenho da parte objetiva desse exame poderá ser aproveitado na nota da Prova de Conhecimentos Gerais do Vestibular da Unesp, de acordo com a seguinte fórmula: NF = [(4 x CG) + (1 X ENEM)] ÷ 5, se Enem> CG ou NF = CG, se ENEM ≤ CG, onde
CG: nota da Prova de Conhecimentos Gerais do Vestibular da Unesp (escala 0-100 pontos).
Enem: A nota do Exame Nacional do Ensino Médio será obtida pela nota bruta (sem a variação da Teoria da Resposta ao Item – TRI) das provas objetivas desta prova. Esta nota será convertida na escala de 0 a 100.
NF: nota final da Prova de Conhecimentos Gerais da Unesp (escala 0-100 pontos).
2ª Fase: Prova de Conhecimentos Específicos e Redação
Para correção das questões discursivas, as bancas estabelecerão critérios para atribuir a seguinte pontuação às respostas dadas a cada questão: 0,00 – 0,50 – 1,00 – 1,50 – 2,00. Nota máxima: 72.
A prova de redação terá, na sua correção, a atribuição de nota de 0 a 28 pontos. Nota máxima da prova: 100.
Cálculo da Nota Final
A nota final será a média aritmética simples das notas de todas as provas, dada por: [(Prova de Conhecimentos Gerais) + (Prova de Conhecimentos Específicos e Redação)] ÷ 2.
Para os cursos que exigem prova de habilidades, a nota dessa prova será atribuída numa escala de 0 a 100 e a nota final será igual à média aritmética simples das três notas: a da primeira fase, a da segunda fase e a da Prova de Habilidades
O candidato será desclassificado em uma das seguintes situações:
não comparecer a uma das provas;
obtiver nota inferior a 20 (vinte) na prova de Conhecimentos Gerais (primeira fase);
obtiver nota igual a 0 (zero) nas questões da prova de Conhecimentos Específicos (segunda fase);
obtiver nota 0 (zero) na Redação.
Em caso de empate na nota final, os critérios para desempate serão, pela ordem:
maior nota na segunda fase;
maior nota na Redação;
maior nota nos componentes Ciências da Natureza e suas Tecnologias e Matemática e suas Tecnologias da Prova de Conhecimentos Específicos, para candidatos dos cursos das áreas de Biológicas ou Exatas;
maior nota no componente Ciências Humanas e Sociais Aplicadas da Prova de Conhecimentos Específicos, para candidatos dos cursos da área de Humanas;
idade mais elevada, considerando-se os anos, meses e dias a partir do nascimento.
REVEJA VÍDEOS DA EPTV:
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Ministro oficializa criação do Assentamento Capão das Antas em São Carlos
O Ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira (PT), oficializou a criação do assentamento rural Capão das Antas, em São Carlos (SP), neste sábado (6).
A regularização fundiária era esperada há mais de 15 anos, e pelo menos 150 famílias serão beneficiadas. Em outubro, o município assinou um acordo de regularização fundiária com o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).
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Ministro da agricultura, Paulo Teixeira, esteve em São Carlos (SP) e oficializou a criação oficial do assentamento Capão das Antas
EPTV
Nos últimos 15 anos, famílias do assentamento conviveram com a possibilidade de ter que desocupar seus espaços em reintegrações de posse.
Em 2019, o próprio Incra entendeu que essa área deveria ser considerada de preservação ambiental, mas a partir de hoje, o medo de ter que sair daqui vai ficar para trás.
“As famílias foram cadastradas, vão ser selecionadas e vão ter um crédito habitacional. Algumas famílias já produzem alimentos aqui e vendem na cidade, aqui em São Carlos. Nós queremos que a Universidade de São Carlos, que conhece muito agroecologia, possa orientar esse assentamento no sentido de ser um assentamento exemplar do ponto de vista ambiental e de produção de alimentos agroecológicos”, disse o ministro.
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Terra nossa
Há 16 anos, presidente do assentamento Capão das Antas , Marli Mariano, saiu de Sinop (MT) e veio tocar o caminho de plantio e resistência nessa área rural de São Carlos. Marli sempre se considerou uma mulher que finca raízes e tem amor pela terra.
Marli vive principalmente das criações de galinhas e das hortas que cuida com tanto zelo e não mediu esforços para que a área fosse regularizada.
Finalmente, a colheita mais esperada está acontecendo, porque parte da terra dos acampamentos, também chamada de Fazenda Capão das Antas, pertence à prefeitura. A felicidade da Marli é proporcional ao tamanho da luta de tantos anos.
É muita alegria, muita felicidade você poder respirar o ar puro, você falar: “Eu consigo plantar, eu tô plantando, você ter tuas galinhas, você ter, né, é, ali o teu trabalho ali que você comer dele”. É muita, é um sonho mesmo, meu sonho. Hoje eu tô realizando, é muita alegria, muita felicidade”, comentou Marli.
Marli luta pela regularização do Assentamento Capão das Antas há mais de 15 anos
EPTV/Reprodução
Celebração no campo
Assim como ela, algumas famílias já vinham construindo essa trajetória mesmo em meio às inseguranças. O casal Eder Pereira e Camila Fernandes Fontes Pereira moram no Capão há 8 anos. E agora levam o dia 6 de dezembro como outra data marcante para eles.
” Hoje significa tudo, né? É uma terra que acolheu a minha família, me acolheu e tem muita gente boa aqui. É uma coisa única, né? E além de você trabalhar na terra, a criação das crianças dentro do campo, é é um negócio espetacular, sabe? , comentou Eder.
Camila também comentou da importância de criar os filhos na área rural em meio a liberdade.
“Aqui eles correm, sobem na árvore, então tem a liberdade total. Então, hoje para mim significa tudo, criar meus filhos no meio do mato”, disse.
Camila Pereira com a pequena Emily, de 3 meses no Capão das Antas em São Carlos
EPTV/Reprodução
Com o passar do tempo os filhos do Capão vão aumentando e a Emily com apenas 3 meses é uma das moradoras mais novas. No que depender da mãe Camila, a família ainda terá muitos capítulos no campo.
Espero que meus filhos criam seus filhos aqui também, quero que more tudo perto da gente, tudo aqui na terra perto da gente”, finalizou.
A superintendente regional do Incra em São Paulo, Sabrina Diniz, informou que a seleção das famílias para os assentamentos deve começar em janeiro de 2026. Segundo ela, a etapa permitirá que os selecionados sejam oficialmente assentados, recebam os contratos de concessão de uso da terra e passem a ter acesso aos créditos e benefícios oferecidos pelo governo federal.
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Um estudo divulgado pelo INPA mostra que manter a floresta Amazônica em pé é essencial para garantir a alimentação de povos indígenas e comunidades tradicionais. A pesquisa revela quanto a carne de animais silvestres representa na dieta dessas populações e como o desmatamento ameaça esse recurso.

De acordo com a pesquisa, florestas saudáveis garantem que povos amazônicos tenham acesso à carne de caça, uma das principais fontes de proteína dessas comunidades. O estudo analisou mais de 600 comunidades ao longo de quase 60 anos e mostrou que, em áreas preservadas, a caça tradicional fornece nutrientes essenciais, como proteína, ferro e vitaminas, fundamentais para a saúde dessas populações.
A pesquisa mostrou uma diversidade surpreendente de animais consumidos, envolvendo 490 espécies, sendo a paca a mais caçada na Amazônia.
Especialistas explicam que a carne silvestre, em algumas regiões, pode representar até metade da proteína consumida pelas famílias que vivem na floresta.
Mas o relatório traz um alerta: onde há desmatamento, há menos animais. Em áreas com mais de 70% de floresta perdida, que corresponde a cerca de 500 mil km², houve uma redução de 67% na quantidade de animais e da produtividade da carne, com impacto direto nas comunidades, de acordo com um dos autores do artigo, o ecólogo de fauna André Antunes.
“Em regiões que você tem uma maior degradação, principalmente pelo desmatamento, você passa a ter uma menor disponibilidade de animais de caça e isso, provavelmente, vai ter reflexo na própria segurança alimentar e nutricional dessas pessoas que passam a depender, de carnes domésticas. Provavelmente o frango, que é mais barato. Que, em geral é um tipo de carne que tem menor disponibilidade de nutrientes, quando você compara com carne de casa”, explica Antunes.
Ao todo, 59 pesquisadores de instituições nacionais e internacionais assinam o trabalho que tem também a coparticipação de pesquisadores indígenas de dez povos de toda a Amazônia.
Para Dzoodzo Baniwa, líder e pesquisador indígena do povo Baniwa, a participação dos povos indígenas na pesquisa é um passo importante para tornar a ciência mais inclusiva.
“Percebo que estamos contribuindo com a ciência, incorporando nossos manejos ancestrais sobre manejo sustentável da fauna. Não só da fauna, mas o manejo sustentável do território, fortalecendo a construção de um conhecimento verdadeiramente intercultural e sistêmico. Vejo como um movimento que traz justiça epistêmica”.
3:20

Mulher é presa com 10 kg de maconha em ônibus na Rodovia Washington Luís em Araraquara (SP)
Divulgação
Uma mulher de 30 anos foi presa em flagrante por tráfico de drogas transportando mais de 10 kg de maconha em um ônibus interestadual na Rodovia Washington Luís (SP-310), em Araraquara (SP), na manhã deste sábado (6) . A ação foi realizada pelo Tático Ostensivo Rodoviário (TOR) durante a Operação Ônibus.
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A abordagem ocorreu por volta das 10h10, no km 273 da pista Sul. O coletivo fazia o trajeto entre Cuiabá (MT) e São Paulo (SP).
De acordo com a Polícia Militar Rodoviária, a passageira ocupava a poltrona 1 e chamou atenção dos agentes por apresentar nervosismo. Após vistoriarem a bagagem dela, os policiais encontraram 10 tijolos de maconha, que somaram 10,48 kg.
Ainda segundo a corporação, a mulher confessou que receberia R$ 5 mil para transportar o entorpecente. Ela foi presa e encaminhada à cadeia feminina de São Carlos.
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Criticamente ameaçada de extinção, a árvore símbolo da história do Brasil, o Pau-Brasil, ganhou uma aliada em sua preservação.

A 20ª Reunião da Conferência das Partes (COP20) da Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies da Fauna e Flora Selvagens em Perigo de Extinção adotou, por consenso, uma resolução que aprimora a regulamentação internacional sobre o Pau-Brasil.
A decisão nessa sexta-feira (5), por iniciativa brasileira, distingue de forma mais precisa os usos comerciais e não-comerciais da árvore que dá origem ao nome do país.
Segundo o Ibama, a principal pressão sobre a espécie para exploração comercial da madeira, vem da fabricação de arcos de instrumentos musicais. A demanda persiste, principalmente, em mercados internacionais, como Europa e Estados Unidos.
A nova resolução esclarece, por exemplo, as condições para circulação internacional de instrumentos musicais fabricados a partir da madeira de pau-brasil; mantém a possibilidade de circulação de instrumentos produzidos antes da Convenção; e reforça a proibição do comércio de espécies silvestres.
Os países compradores têm também obrigações sobre o rastreamento e identificação dos estoques; além de pesquisas de espécies alternativas para a fabricação de instrumentos musicais.
De acordo com o Ministério das Relações Exteriores, a decisão avança na conservação do pau-brasil.
Por causa da extração ilegal, a espécie já perdeu 84% de sua população nos últimos 150 anos. Hoje são apenas 10 mil árvores, muitas delas isoladas e com baixa capacidade de regeneração.
1:32

Idosa de 71 anos morre após ser esfaqueada e queimada; agressor também morreu
Uma idosa de 71 anos morreu após ser esfaqueada e ter o corpo 100% queimado pelo companheiro em um incêndio no Bairro do Estádio, em Rio Claro (SP) na madrugada de sexta-feira (5). O autor do crime também morreu em consequência das queimaduras nesta madrugada de sábado (6). A tentativa de feminicídio aconteceu na noite de quinta-feira (4).
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As vítimas foram identificadas como Celina Aparecida Bortolin do Nascimento, de 71 anos, e Paulo Vitor Soares de Moura, de 64.
Vítima do feminicídio em Rio Claro (SP) foi identificada como Celina Aparecida Bortolin do Nascimento, de 71 anos.
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O crime
O crime aconteceu por volta das 22h na Avenida 25, no Bairro do Estádio. Segundo a Guarda Civil Municipal (GCM), que atendeu a ocorrência, vizinhos relataram que o homem montou uma barreira na parte interna do imóvel e iniciou o incêndio, impedindo a entrada de ajuda.
O Corpo de Bombeiros precisou arrombar a porta para acessar o local. O casal foi encontrado desacordado no interior da residência, ambos com queimaduras graves.
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) fez o resgate e levou o casal para a Santa Casa de Rio Claro.
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Violência extrema
Segundo o boletim de ocorrência, a equipe médica constatou que a idosa sofreu três golpes de faca (no tórax, na pélvis e na perna), além das queimaduras em todo o corpo. O autor do crime teve 80% do corpo queimado.
Os dois estavam inconscientes e sem condições de prestar depoimento. Paulo permaneceu internado sob escolta policial.
Durante o combate às chamas, os bombeiros resgataram um cachorro de pequeno porte que estava na casa. O animal apresentava grande dificuldade respiratória e recebeu ventilação por cerca de 20 minutos até a chegada de uma veterinária e do resgate animal, mas o cachorro não resistiu.
A Polícia Civil pediu exames necroscópicos ao Instituto Médico Legal (IML) e segue o caso.
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Homem morre prensado por caminhão no interior de SP; vítima não teria acionado o freio
Um homem de 42 anos morreu após ser prensado por um caminhão no bairro Cruzeiro do Sul, em São Carlos (SP), nesta manhã de sábado (6). A identidade da vítima não foi informada.
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Segundo o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), o veículo começou a se mover sozinho porque o freio não teria sido acionado pelo motorista.
Ao perceber que o caminhão descia, o homem tentou contê-lo, mas acabou sendo atingido e ficou preso.
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Homem morre após ser prensado por caminhão em São Carlos (SP)
Sarah Belline/acidadeon
De acordo com a equipe médica, a vítima sofreu afundamento de crânio, lesões graves no tórax e não resistiu aos ferimentos, morrendo no local.
O Corpo de Bombeiros também foi acionado para auxiliar na ocorrência. A área foi isolada para o trabalho da perícia, que deve apontar as causas exatas do acidente.
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Professor explica como calcular a nota da 2ª fase da Unesp
A segunda fase da Unesp 2026 é neste domingo (7) e segunda (8) e uma forma de se dar bem nas provas é usando estratégias simples que podem fazer a diferença.
Evitar ‘encher linguiça’ nas respostas, começar pelas questões que você têm maior afinidade no 1º dia e iniciar pela redação no 2º dia são algumas das orientações do professor Luís Felipe Tuon, coordenador do ensino médio do colégio Oficina do Estudante.
Organizar a revisão e cuidar do bem-estar também podem ajudar os candidatos. (veja mais detalhes abaixo).
“Nesse momento, o aluno que conseguiu ir para a segunda fase obteve uma grande conquista. Ele superou a maior parte dos concorrentes. Agora é necessário ser mais preciso nas respostas”, diz.
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No domingo, serão aplicadas 24 questões de Ciências Humanas e Sociais Aplicadas, Ciências da Natureza e suas tecnologias, além de Matemática e suas tecnologias. Na segunda, serão 12 questões sobre Linguagens e suas tecnologias e uma redação.
Em Araraquara a prova será na Unip e foram convocados 1.660 candidatos. Rio Claro aplica a prova para 832 estudantes, e São João da Boa Vista recebe 419 vestibulandos. Os dois municípios fazem a segunda fase nos campi da universidade.
O professor recomenda intensificar a revisão, reforçando os principais conteúdos e ajustando a rotina de estudos. “Dá pra intensificar porque agora é revisão, nada de aprender algo novo”, diz o professor.
O professor Luís Felipe Tuon, coordenador do ensino Médio do colégio Oficina do Estudante
Divulgação
Responder questões comentadas
Todos os recursos são válidos, desde videoaulas às anotações de caderno, mas uma dica de ouro é resolver questões comentadas dos últimos vestibulares.
As questões de provas ajudam o estudante a solidificar conhecimentos, identificar possíveis falhas, gerenciar o tempo (lembrando que a prova tem 5 horas de duração) e o mais importante: se familiarizar com a forma de como a Vunesp aborda o conteúdo do ensino médio.
“São questões que exigem mais conhecimento. Na Unesp especialmente, a questão da interdisciplinaridade que misturam conhecimentos de ciências da natureza com geografia, história”, disse o professor.
Por onde começar?
No primeiro dia, a orientação é ‘atacar’ as matérias que tiver mais afinidade. Resolver questões mais fáceis de início aumentam a sensação de confiança. Além disso, evita que a pressão do tempo ao final da prova prejudique a resolução de conteúdos que o aluno tem maior domínio. Deixe para o final as questões que julgar mais difíceis.
Cada aluno costuma ter sua maneira particular de encarar a prova do segundo dia, mas uma estratégia recomendada pelo professor é começar pela redação. “Ela tem um peso grande na nota e toma muito tempo. Pense direito nos argumentos. Garanta que ela será bem escrita”, orientou. (veja mais abaixo sobre a redação)
Uma dica valiosa é o gerenciamento do tempo na hora de resolver a prova. “Não demore mais do que uma hora e meia na redação”, recomenda o professor.
Seja objetivo
Outro ponto importante nas questões dissertativas é evitar a famosa “encheção de linguiça”.
“Tem aluno que quer escrever bastante para ver se consegue ganhar ponto. Isso não é válido. O corretor tem milhares de provas para corrigir e ele quer ver uma resposta objetiva. Escreva com coerência e bons argumentos”, diz o professor.
Se atualize para a redação
Estudantes fazem segunda fase da Unesp neste domingo e segunda
Pedro Amatuzzi/g1
Uma boa redação começa com bons argumentos. O professor Luís Felipe reforça a necessidade dos alunos se manterem atualizados com os assuntos que chamou mais atenção da opinião pública no mundo e no brasil ao longo do ano.
“Fazer uma boa redação é saber argumentar sobre esses assuntos. Continue se atualizando com os meios confiáveis”, orienta Luís.
Cuide da sua saúde
Com 5 horas de prova e concentração, a preparação física e psicológica também é importante.
Nesses dias que antecedem a segunda fase da Vunesp, o estudante deve reservar algum tempo para momentos de lazer, entretenimento ou atividade física de que gostar. Alimentação saudável e boas noites de sono também vão melhorar o desempenho na prova
Convocação
Os estudantes que participaram da primeira fase da Vunesp podem consultar o gabarito e seu desempenho no site da Vunesp.
A lista oficial de convocados para a segunda fase, bem como locais de prova, será divulgada no dia 28 de novembro. Apesar disso, a comparação da nota obtida no vestibular desse ano com a nota de corte da edição anterior pode indicar as chances do estudante integrar a lista oficial.
Segunda fase
As provas da Vunesp têm duração de 5 horas. Os portões abrem às 13h, fecham às 13h40 e a previsão de início é às 14h.
O conteúdo do primeiro dia (7 de dezembro) terá 24 questões de Ciências Humanas e Sociais Aplicadas (história, geografia, filosofia e sociologia); Ciências da Natureza e suas tecnologias (elementos de biologia, química e física); além de Matemática e suas tecnologias.
O segundo dia (8 de dezembro) de conhecimentos específicos aborda os temas de Linguagens e suas tecnologias (língua portuguesa e literatura, língua inglesa, educação física e arte), além de cobrar dos candidatos a confecção de uma redação dissertativa privilegiando a modalidade culta da língua.
Alguns cursos do Instituto de Artes (IA) de São Paulo e da Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação (FAAC) de Bauru também exigem provas de habilidades dos candidatos. Elas serão aplicadas entre os dias 16 e 22 de dezembro.
Região
A Unesp oferece 136 cursos de graduação (bacharelado e licenciatura). Eles estão presentes em 34 unidades de ensino em 24 cidades do Estado de São Paulo, incluindo os campi de Araraquara, Rio Claro e São João da Boa Vista.
As unidades da Unesp em Araraquara oferecem 678 vagas nos cursos de Administração Pública, Ciências Econômicas, Ciências Sociais, Engenharia de Bioprocessos e Biotecnologia, Engenharia Química, Farmácia, Letras, Odontologia, Pedagogia e Química.
Em Rio Claro são 373 vagas distribuídas pelos cursos de Ciências da Computação, Ciências Biológicas, Ecologia, Educação Física, Engenharia Ambiental, Física, Geografia, Geologia, Matemática e Pedagogia.
O campus de São João da Boa Vista vai receber 62 novos alunos de Engenharia Aeronáutica e Engenharia Eletrônica e de Telecomunicações.
Calendário Vunesp
7 e 8 de dezembro – Aplicação da prova de 2ª fase (14h);
16 a 22 de dezembro – Provas de habilidades do IA São Paulo;
21 de dezembro – Provas de habilidades da FAAC Bauru (13h);
30 de janeiro de 2026- Lista geral de classificação e convocação para matrícula dos aprovados (14h).
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