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Pesca Profissional Artesanal: um tipo de pesca caracterizada principalmente pela mão de obra familiar, com embarcações de pequeno porte, como canoas ou jangadas, ou ainda sem embarcações, como na captura de moluscos perto da costa. Sua área de atuação está nas proximidades da costa, nos rios, reservatórios, lagos/lagoas, estuários e açudes. Lei Federal 11.959 de 29/06/2009.

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As equipes de Fórmula 1 vivem um momento de valori...
Seu Jorge é uma das atrações da segunda noite da Tusca Seu Jorge foi “tuscalizado” na madrugada deste sábado (22).
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As equipes de Fórmula 1 vivem um momento de valori…


Seu Jorge é uma das atrações da segunda noite da Tusca
Seu Jorge foi “tuscalizado” na madrugada deste sábado (22). Esbanjando elegância e simpatia, não escondeu a felicidade de cantar para o público universitário. Primeiro a se apresentar na segunda noite da Tusca, em São Carlos (SP), o músico levou ao palco principal um repertório que misturou MPB, R&B, soul, samba e rock e conquistou os tusqueiros logo nos primeiros minutos.
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Com banda completa, o artista entrou com presença de estrela: terno preto retrô, look all black, óculos escuros e passinhos coreografados ao som da introdução instrumental. Abriu o show com “Mina do Condomínio” e recebeu um uníssono imediato, sinal de que o público já estava entregue.
Quebrando o protocolo, Seu Jorge cantou praticamente tudo no gogó, sem apoio de bases pré-gravadas. Entre passos coreografados e sorrisos, interagiu com a plateia pela primeira vez dizendo: “Aqui só tem campeão.”
Veja a cobertura da Tusca no g1 São Carlos:
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Fase disco, passinhos e simpatia
Seu Jorge na Tusca 2025, em São Carlos (SP)
Jéssica Campos/ g1
O show foi dividido em atos. Ao lado de Magary Lord e Peu Meurray, o primeiro deles teve clima “Brasil disco”, com as dançantes “Sábado à Noite” e “Gente Boa Se Atrai”, do álbum “Baile à la Baiana”, lançado em 2025, e que explora a musicalidade baiana.
Bem-humorado, o cantor brincou com objetos arremessados pela plateia e até interagiu com um lencinho vermelho atirado no palco.
A resposta veio em gritos coletivos de “Jorge, eu te amo!”, repetidos mais de uma vez. Antes de cantar a marcante “Carolina”, ele se declarou ao público: “Estou apaixonado, quero ficar aqui a noite toda”.
A banda também brilhou, e fez show a parte com destaque para solos de guitarra, flauta, cavaquinho e momentos instrumentais que fizeram a plateia dançar.
Dos clássicos aos virais
Seu Jorge na Tusca 2025, em São Carlos (SP)
Jéssica Campos/ g1
Com “Shok”, também do novo álbum, Seu Jorge colocou o público para pular em um ritmo que lembrou micareta. Entre uma música e outra, elogiou o público: “A galera do Tusca é tão linda.”
Mesmo sem a MTG de funk que a ressuscitou, o sucesso “Quem Não Quer Sou Eu”, uma das músicas mais ouvidas de 2024, manteve o brilho e gerou coro espontâneo. Em seguida, veio uma sequência com axé, batuque e flauta, até que os primeiros acordes de “Amiga da Minha Mulher” fizeram a arena explodir.
“Salve, Jorge” manteve a energia lá no alto e rendeu mais declarações de amor dos tusqueiros. Quando o show parecia terminar sem “Burguesinha”, a plateia protestou e Jorge fez suspense. Antes, entregou “Felicidade” e “Casinha de Sapê”, com direito a improviso rock e solo de guitarra.
Só então veio o hit. “Burguesinha” encerrou o show em coro, mas ainda não era o fim. Antes de ir embora, o cantor avisou que só deixaria o palco se todo mundo pulasse ao som de “Mas Que Nada”, clássico de Jorge Ben Jor, e a missão foi cumprida.
Intérpretes de LIBRAS roubaram a cena
Intérprete de LIBRAS marcou presença na Tusca 2025, no show de Seu Jorge
A presença de intérpretes de LIBRAS (Linguagem Brasileira de Sinais) no palco principal foi uma das novidades desta edição da Tusca. Pela primeira vez, o festival conta com uma equipe fixa atuando diretamente nos shows, garantindo acessibilidade para o público surdo durante toda a programação. A participação chamou atenção já na primeira noite e se consolidou como destaque de 2025.
No show do Seu Jorge, a intérprete Naiara Rodrigues ganhou um momento especial ao lado do seu ídolo, quando ele cantou ao lado dela.
A atriz e tradutora de 35 anos afirma que iniciativas como essa ainda são raras em eventos culturais de grande porte. Para ela, acessibilidade não deve ser vista como bônus, mas como direito. “A gente paga ingresso, está nos eventos, então é nosso direito estar em todos os lugares. Acessibilidade não é algo opcional”, disse.
Confira fotos do segundo dia de festa da Tusca 2025, em São Carlos
Jéssica Campos/ g1
O ator e intérprete Lucas Araújo, 24, reforça que estar no festival é resultado de anos de insistência, projetos e negociação com a organização. Segundo ele, a Tusca assume protagonismo ao incorporar acessibilidade no palco.
“Se estamos aqui hoje, é fruto de três anos de trabalho. Houve avanços, mas precisamos continuar cobrando para que isso se torne prática em todos os eventos”, afirmou.
Outras atrações da noite
Além de Seu Jorge, o segundo dia da Tusca também teve shows de GBR, Kayblack e Missiatto, que completaram a programação do palco principal na madrugada.
REVEJA VÍDEOS DA EPTV:
Veja mais notícias da região no g1 São Carlos e Araraquara


Intérprete de LIBRAS marcou presença na Tusca 2025, no show de Seu Jorge
Seu Jorge subiu no palco principal da Tusca 2025, em São Carlos (SP), nesta sexta-feira (21). O músico apresentou todo o seu repertório que mistura MPB, R&B, Soul e samba para o público universitário no interior de SP.
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Com o novo visual retrô adotado recentemente pelo artista, Seu Jorge movimentou a multidão, que cantou unida os principais clássicos da sua carreira e mais.
O segundo dia da Tusca ainda teve a presença de mais artistas, como kayblack e mais. Na primeira noite de festa, realizada na quinta-feira (20), o destaque ficou para a sertaneja Ana Castela, que tocou durante quase 1 hora e meia seus hits e os grandes clássicos da música sertaneja do anos 80 e 90.
Confira a cobertura completa do g1 no evento:
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Veja as fotos do show de Seu Jorge na Tusca 2025:
Seu Jorge na Tusca 2025, em São Carlos (SP)
Jéssica Campos/ g1
Seu Jorge na Tusca 2025, em São Carlos (SP)
Jéssica Campos/ g1
Confira fotos do segundo dia de festa da Tusca 2025, em São Carlos
Jéssica Campos/ g1
Seu Jorge na Tusca 2025, em São Carlos (SP)
Jéssica Campos/ g1
Seu Jorge na Tusca 2025, em São Carlos (SP)
Jéssica Campos/ g1
Seu Jorge na Tusca 2025, em São Carlos (SP)
Jéssica Campos/ g1
Seu Jorge na Tusca 2025, em São Carlos (SP)
Jéssica Campos/ g1
Seu Jorge na Tusca 2025, em São Carlos (SP)
Jéssica Campos/ g1
Seu Jorge na Tusca 2025, em São Carlos (SP)
Jéssica Campos/ g1
Seu Jorge na Tusca 2025, em São Carlos (SP)
Jéssica Campos/ g1
Seu Jorge na Tusca 2025, em São Carlos (SP)
Jéssica Campos/ g1
Seu Jorge na Tusca 2025, em São Carlos (SP)
Jéssica Campos/ g1
Seu Jorge na Tusca 2025, em São Carlos (SP)
Jéssica Campos/ g1
Seu Jorge na Tusca 2025, em São Carlos (SP)
Jéssica Campos/ g1
Seu Jorge na Tusca 2025, em São Carlos (SP)
Jéssica Campos/ g1
Seu Jorge na Tusca 2025, em São Carlos (SP)
Jéssica Campos/ g1
Seu Jorge na Tusca 2025, em São Carlos (SP)
Jéssica Campos/ g1
Seu Jorge na Tusca 2025, em São Carlos (SP)
Jéssica Campos/ g1
Seu Jorge na Tusca 2025, em São Carlos (SP)
Jéssica Campos/ g1
Seu Jorge na Tusca 2025, em São Carlos (SP)
Jéssica Campos/ g1
Seu Jorge na Tusca 2025, em São Carlos (SP)
Jéssica Campos/ g1
Seu Jorge na Tusca 2025, em São Carlos (SP)
Seu Jorge na Tusca 2025, em São Carlos (SP)
Seu Jorge na Tusca 2025, em São Carlos (SP)
Jéssica Campos/ g1
Seu Jorge na Tusca 2025, em São Carlos (SP)
Jéssica Campos/ g1
REVEJA VÍDEOS DA EPTV:
Veja mais notícias da região no g1 São Carlos e Araraquara


Seu Jorge é uma das atrações da segunda noite da Tusca
A Tusca entrou na sua segunda noite de festas em São Carlos (SP). As atrações de peso no palco principal da maior festa universitária da América Latina reuniram nomes como Kayblack e Seu Jorge.
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No palco eletrônico, destaque para DJ Marky, Badsista, Tessuto, entre outros destaques da cena nacional.
Na quinta-feira (20), a sertaneja Ana Castela foi o grande destaque e subiu ao palco pontualmente à meia-noite ao som do sucesso “Olha onde eu tô”. O modelito jovem e um pouco diferente da vestimenta de costume chamou a atenção e foi destaque no g1.
Veja como foi o show de Ana Castela na Tusca 2025.
Bastou o refrão do hit para que o público, ainda firme nas primeiras horas da madrugada, cantasse junto em coro. Ela também cantou clássicos que foram de Zezé Di Camargo a Los Hermanos, além de se divertir muito no palco.
O rock nacional também marcou presença com os Detonautas abrindo a noite de shows no palco do evento.
Veja as fotos da primeira noite de Tusca aqui.
Confira a galeria especial do g1 na cobertura da segunda noite da Tusca 2025:
Confira fotos do segundo dia de festa da Tusca 2025, em São Carlos
Jéssica Campos/ g1
Confira fotos do segundo dia de festa da Tusca 2025, em São Carlos
Jéssica Campos/ g1
Confira fotos do segundo dia de festa da Tusca 2025, em São Carlos
Jéssica Campos/ g1
Confira fotos do segundo dia de festa da Tusca 2025, em São Carlos
Jéssica Campos/ g1
Confira fotos do segundo dia de festa da Tusca 2025, em São Carlos
Jéssica Campos/ g1
Confira fotos do segundo dia de festa da Tusca 2025, em São Carlos
Jéssica Campos/ g1
Confira fotos do segundo dia de festa da Tusca 2025, em São Carlos
Jéssica Campos/ g1
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Jéssica Campos/ g1
REVEJA VÍDEOS DA EPTV:
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A Turquia e a Austrália firmaram um acordo para di…

Indígenas de todo o mundo questionam os encaminhamentos da COP30, de Belém. O grupo internacional Caucus Global Indígena criticou o esboço das decisões da Conferência do Clima da ONU, divulgado nesta sexta-feira (21).

Taily Terena, do povo Terena do Mato Grosso do Sul, representa os povos brasileiros nessa articulação mundial. Ela reclama da falta de diálogo entre a direção do evento e os povos indígenas:

“A gente tinha uma expectativa que o Brasil, tendo esse protagonismo na diplomacia mundial, tendo esse papel como o país que tem a maior região da Floresta Amazônica do mundo, esse reconhecimento que o Brasil tem uma diversidade com mais de 300 povos indígenas aqui no nosso país, não está sendo refletido. E de um ponto assim, que não só está sendo refletido no texto, como a gente não foi chamado para os diálogos com a presidência da COP.”

Taily defende também o financiamento direto para proteção das terras indígenas e questiona a criação de instrumentos que monetizam os territórios, como o Fundo Floresta Tropical para Sempre, o TFFF, uma iniciativa do governo Brasileiro.

“A natureza não devia estar sendo monetizada. Então, isso não é uma solução para nós. A gente vê aí o TFFF não como uma solução, mas como um grande problema. Justamente por isso, é a monetização da natureza, e um valor irrisório do que a gente tem feito de verdade. Então, falar que a gente vai ganhar 20% não é o suficiente se a gente poderia estar acessando esses fundos, primeiro, diretamente, porque se cria tantas condições, tantas regras, que, para nós, fica inacessível. Então, a gente queria que esse recurso chegasse diretamente para as nossas comunidades, sem ter tanto intermediador”, destaca.

A representante do povo Terena questiona ainda a falta de proteção das terras indígenas contra a mineração, principalmente para minerais chamados minerais críticos, fruto de intensa disputa geopolítica:

“A questão da transição justa, a gente tem um parágrafo que está falando sobre os nossos direitos, mas a gente queria algo mais forte, falando sobre a exploração de minerais críticos, porque os nossos territórios estão sendo usados para essa exploração desses minerais, mas também a questão dessa transição energética, que também afeta os nossos territórios, com usinas hidrelétricas, a questão das usinas de vento também, né, e que não está muito claro no texto”.

Mas Taily Terena reforça que, mesmo com essa falta de reconhecimento dos povos indígenas, a luta não termina com essa COP:

“A gente já sabe que tem algumas travas, a gente também não está na melhor situação na geopolítica, mas, uma coisa que eu aprendi com os nossos mais velhos é que a nossa luta não termina agora. A nossa luta termina quando o último cair. Enquanto isso, a gente vai estar lutando, a gente vai estar protestando, a gente vai estar conversando, dialogando, fazendo tudo que a gente pode fazer. Acho que foi muito importante o que aconteceu nas primeiras semanas, né, que foram essas manifestações dos nossos parentes, porque chacoalhou um pouco as estruturas daqui”.

Maior participação da história

A 30ª Conferência sobre as Mudanças Climáticas da ONU, a COP30, realizada em Belém, no Pará, teve a maior participação de povos originários e comunidades tradicionais da história desses eventos. Segundo o Ministério dos Povos Indígenas, mais de cinco mil indígenas estiveram presentes, sendo 900 na Zona Azul, a área de negociação oficial da conferência.

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Uma especialista em direitos humanos das Nações Un…

Enquanto as negociações em torno do documento final da COP30 ocorrem em Belém, representantes da sociedade civil criticaram a falta de ambição das nações para alcançar as metas climáticas previstas no acordo de Paris, que busca reduzir a temperatura do planeta.

Para o Observatório do Clima, a prévia do texto não avança na proposta do Brasil de uma rota do caminho para a transição dos combustíveis fósseis, o que atende aos interesses dos países petroleiros, os chamados LMDCs, sigla em inglês que significa Grupo de Países em Desenvolvimento com Pensamento Afins. Segundo Stela Herschmann, especialista em política climática do Observatório, a COP de Belém não será bem-sucedida se esses desequilíbrios permanecerem nas decisões da conferência:

“Não há menção a combustíveis fósseis em nenhum dos textos, o que torna qualquer resposta aqui insuficiente. Na parte sobre financiamento, porque ele cria o programa de dois anos, é sobre financiamento público, 9.1, que era o grande pleito dos árabes e LMDCs. Mas, como ele faz uma conexão com o artigo 9º como um todo, que era o pleito dos países desenvolvidos, a gente tem que esperar para ver a reação dos árabes e LMDCs para saber se isso vai ser suficiente.”

Desmatamento

Carolina Pasquali, diretora executiva no Greenpeace Brasil, ressalta a falta de ambição nas metas climáticas, principalmente para zerar o desmatamento:

“O pacote, o que a gente está chamando de uma resposta à falta de ambição nas NDCs, que são as metas dos países, que não entregam um caminho para a gente limitar o aquecimento global a 1,5 °C, isso não está presente, porque isso se traduz em dois mapas do caminho. Aquilo que o presidente Lula falou desde o primeiro dia: um mapa do caminho para superar os combustíveis fósseis e um mapa do caminho para chegar ao desmatamento zero até 2030, isso sumiu. A gente não tem nem caminho e nem mapa mais.”

Financiamento

Outro problema apontado pelos ambientalistas é a falta de empenho dos países ricos para o financiamento das nações em desenvolvimento. Mas Karen Oliveira, da Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura, considera um avanço a possibilidade de triplicar o valor dessa ajuda para a adaptação climática:

“O item de financiamento, que era um outro ponto bastante crítico durante essas duas semanas, segue sendo uma grande dúvida, inclusive dentro da agenda de adaptação, que nós tivemos, sim, um avanço, com a adoção dos 59 indicadores, mas nós sabemos que o financiamento para adaptação é uma grande necessidade. Há a expectativa do comprometimento de triplicar esse financiamento, e temos que aguardar as negociações.”

Nessa reta final da conferência, o Brasil buscou a criação de um mutirão para tentar destravar as negociações. Lembrando que é preciso o consenso de todos os 194 países participantes da COP30 para o encaminhamento final.

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