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NOTÍCIAS DA PESCA

Pesca Profissional Artesanal: um tipo de pesca caracterizada principalmente pela mão de obra familiar, com embarcações de pequeno porte, como canoas ou jangadas, ou ainda sem embarcações, como na captura de moluscos perto da costa. Sua área de atuação está nas proximidades da costa, nos rios, reservatórios, lagos/lagoas, estuários e açudes. Lei Federal 11.959 de 29/06/2009.

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21 de dezembro de 2023

Desejamos a todos os Pescadores e Pescadoras Profissionais, Amadores, Esportistas, Industriais! Boas Festas…! , Que a nossa fé, continue sendo o nosso leme, a nossa fé, ninguém rouba, e tem o poder de renovar nossas forças a cada dia, é quem nos faz aproximar do Criador do Universo. Agradecemos a todos os esforços e dedicação demonstrados à nossa atividade, quer seja nos rios, lagos, represas no mar, sempre...

8 de dezembro de 2023

Agentes cumprem mandados de prisão e busca e apreensão em São Paulo, no Pará e Maranhão. A Polícia Federal (PF) investiga a inserção de dados falsos de pescadores aos sistemas do Ministério da Pesca e Aquicultura para emissão de carteiras de pescador profissional. Nesta quinta-feira (7), agentes cumpriram, na operação Big Fish, nove mandados de busca e apreensão e duas pessoas foram presas preventivamente. Os mandados foram cumpridos...

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O grupo de 1% mais rico do mundo gastou a cota justa de emissões de carbono do ano inteiro em apenas dez dias. É o que aponta uma pesquisa da organização não-governamental Oxfam. O valor é calculado para manter o aquecimento global dentro do limite de 1,5 graus celsius.

A responsabilidade dos super-ricos na crise climática é imensa… e com o consumo desenfreado de carbono nos dez primeiros dias do ano, o dia 10 de janeiro ganhou o nome de “Dia dos Ricos Poluidores” pela Oxfam. Para se ter uma ideia, segundo a organização, as emissões de carbono geradas pela parcela do 1% mais rico pode causar 1,3 milhão de mortes relacionadas ao calor até o fim deste século.

A ostentação dos recursos como se fossem infinitos é dos super-ricos, mas quem paga o preço são todos, especialmente os mais pobres. Em países de baixa e média-renda, a estimativa é de que o impacto dos excessos das pessoas de altíssima renda leve a danos econômicos de US$ 44 trilhões até 2050.

A diretora-executiva da Oxfam Brasil, Viviana Santiago, exemplifica o estilo de vida dos super-ricos em relação a quem está na parcela do 1% mais pobre.

“O uso de um super iate, de super jatinho, por uma semana, equivale, em emissão de carbono, que uma pessoa que tá no 1% mais pobre, vai levar a vida inteira pra emitir. Isso, por si só, é um problema, porque essa pessoa do 1% mais pobre é a pessoa que, hoje, é significativamente mais afetada pelos efeitos das mudanças climáticas”.

O 1% mais rico precisaria reduzir as emissões de carbono em 97% até 2030 para se adequar à meta de 1,5 graus celsius. Viviana Santiago comenta que a tributação de imposto adicional sobre os super-ricos é uma forma justa de responsabilizar quem polui mais.

“É justo que essas pessoas que poluem mais sejam responsáveis por garantir recursos que possam contribuir pra conter os avanços dos impactos pra adaptar, pra mitigar, pra fazer uma transição energética justa”.

A concentração de riqueza e a emissão de carbono se relacionam ao mesmo problema: a desigualdade social. Ainda segundo o levantamento da Oxfam, além do estilo de vida, as pessoas com as maiores rendas também financiam indústrias poluentes: cada bilionário tem, em média, uma carteira de investimentos que impacta na emissão de 1,9 milhão de toneladas de gás carbônico por ano.

A influência do 1% mais rico também interfere nas políticas públicas, a Oxfam aponta que o número de lobistas de combustíveis fósseis na COP-30 foi maior do que qualquer delegação nacional, fora a do Brasil.

*Com produção de Marcella Nogueira

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