07/01/2026 Após a sanção, portaria publicada hoje fixa o prazo de 5 de fevereiro para regularização O Ministério da Pesca...

Professor explica como calcular a nota da 2ª fase da Unesp
A segunda fase do vestibular da Unesp recebe 2.911 candidatos neste domingo (7) e segunda (8) em Araraquara, Rio Claro e São João da Boa Vista. As provas também são realizadas em outras 32 cidades de São Paulo, além de Brasília (DF), Campo Grande (MS), Curitiba (PR) e Uberlândia (MG).
As provas da Vunesp têm duração de 5 horas. Os portões abrem às 13h, fecham às 13h40 e o início é às 14h.
A pedido do projeto Vestibulou do g1 e da EPTV, o diretor do Curso Pré-Vestibular Oficina do Estudante, Wander Azanha, explicou como a Unesp calcula a nota final. (veja no vídeo acima ou no texto abaixo).
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Em Araraquara a prova será na Unip e foram convocados 1.660 candidatos. Rio Claro aplica a prova para 832 estudantes no campus da Unesp, e São João da Boa Vista, também com prova na Unesp, recebe 419 vestibulandos.
Ao todo, foram convocados 32.835 alunos, o que representa 50,35% do total de inscritos no vestibular.
No domingo, serão aplicadas 24 questões de Ciências Humanas e Sociais Aplicadas, Ciências da Natureza e suas tecnologias, além de Matemática e suas tecnologias. Na segunda, serão 12 questões sobre Linguagens e suas tecnologias e uma redação.
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Wander Azanha, o diretor do Curso Pré-Vestibular Oficina do Estudante, explicando cálculo de nota da Vunesp
Vestibulou
Cálculo das notas da Unesp
1ª Fase: Prova de Conhecimentos Gerais
A nota da prova será obtida por: (nº de respostas certas x 100) ÷ 90. Nota máxima da prova: 100. Para o candidato que prestou o Enem em 2025, o desempenho da parte objetiva desse exame poderá ser aproveitado na nota da Prova de Conhecimentos Gerais do Vestibular da Unesp, de acordo com a seguinte fórmula: NF = [(4 x CG) + (1 X ENEM)] ÷ 5, se Enem> CG ou NF = CG, se ENEM ≤ CG, onde
CG: nota da Prova de Conhecimentos Gerais do Vestibular da Unesp (escala 0-100 pontos).
Enem: A nota do Exame Nacional do Ensino Médio será obtida pela nota bruta (sem a variação da Teoria da Resposta ao Item – TRI) das provas objetivas desta prova. Esta nota será convertida na escala de 0 a 100.
NF: nota final da Prova de Conhecimentos Gerais da Unesp (escala 0-100 pontos).
2ª Fase: Prova de Conhecimentos Específicos e Redação
Para correção das questões discursivas, as bancas estabelecerão critérios para atribuir a seguinte pontuação às respostas dadas a cada questão: 0,00 – 0,50 – 1,00 – 1,50 – 2,00. Nota máxima: 72.
A prova de redação terá, na sua correção, a atribuição de nota de 0 a 28 pontos. Nota máxima da prova: 100.
Cálculo da Nota Final
A nota final será a média aritmética simples das notas de todas as provas, dada por: [(Prova de Conhecimentos Gerais) + (Prova de Conhecimentos Específicos e Redação)] ÷ 2.
Para os cursos que exigem prova de habilidades, a nota dessa prova será atribuída numa escala de 0 a 100 e a nota final será igual à média aritmética simples das três notas: a da primeira fase, a da segunda fase e a da Prova de Habilidades
O candidato será desclassificado em uma das seguintes situações:
não comparecer a uma das provas;
obtiver nota inferior a 20 (vinte) na prova de Conhecimentos Gerais (primeira fase);
obtiver nota igual a 0 (zero) nas questões da prova de Conhecimentos Específicos (segunda fase);
obtiver nota 0 (zero) na Redação.
Em caso de empate na nota final, os critérios para desempate serão, pela ordem:
maior nota na segunda fase;
maior nota na Redação;
maior nota nos componentes Ciências da Natureza e suas Tecnologias e Matemática e suas Tecnologias da Prova de Conhecimentos Específicos, para candidatos dos cursos das áreas de Biológicas ou Exatas;
maior nota no componente Ciências Humanas e Sociais Aplicadas da Prova de Conhecimentos Específicos, para candidatos dos cursos da área de Humanas;
idade mais elevada, considerando-se os anos, meses e dias a partir do nascimento.
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Ministro oficializa criação do Assentamento Capão das Antas em São Carlos
O Ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira (PT), oficializou a criação do assentamento rural Capão das Antas, em São Carlos (SP), neste sábado (6).
A regularização fundiária era esperada há mais de 15 anos, e pelo menos 150 famílias serão beneficiadas. Em outubro, o município assinou um acordo de regularização fundiária com o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).
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Ministro da agricultura, Paulo Teixeira, esteve em São Carlos (SP) e oficializou a criação oficial do assentamento Capão das Antas
EPTV
Nos últimos 15 anos, famílias do assentamento conviveram com a possibilidade de ter que desocupar seus espaços em reintegrações de posse.
Em 2019, o próprio Incra entendeu que essa área deveria ser considerada de preservação ambiental, mas a partir de hoje, o medo de ter que sair daqui vai ficar para trás.
“As famílias foram cadastradas, vão ser selecionadas e vão ter um crédito habitacional. Algumas famílias já produzem alimentos aqui e vendem na cidade, aqui em São Carlos. Nós queremos que a Universidade de São Carlos, que conhece muito agroecologia, possa orientar esse assentamento no sentido de ser um assentamento exemplar do ponto de vista ambiental e de produção de alimentos agroecológicos”, disse o ministro.
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Terra nossa
Há 16 anos, presidente do assentamento Capão das Antas , Marli Mariano, saiu de Sinop (MT) e veio tocar o caminho de plantio e resistência nessa área rural de São Carlos. Marli sempre se considerou uma mulher que finca raízes e tem amor pela terra.
Marli vive principalmente das criações de galinhas e das hortas que cuida com tanto zelo e não mediu esforços para que a área fosse regularizada.
Finalmente, a colheita mais esperada está acontecendo, porque parte da terra dos acampamentos, também chamada de Fazenda Capão das Antas, pertence à prefeitura. A felicidade da Marli é proporcional ao tamanho da luta de tantos anos.
É muita alegria, muita felicidade você poder respirar o ar puro, você falar: “Eu consigo plantar, eu tô plantando, você ter tuas galinhas, você ter, né, é, ali o teu trabalho ali que você comer dele”. É muita, é um sonho mesmo, meu sonho. Hoje eu tô realizando, é muita alegria, muita felicidade”, comentou Marli.
Marli luta pela regularização do Assentamento Capão das Antas há mais de 15 anos
EPTV/Reprodução
Celebração no campo
Assim como ela, algumas famílias já vinham construindo essa trajetória mesmo em meio às inseguranças. O casal Eder Pereira e Camila Fernandes Fontes Pereira moram no Capão há 8 anos. E agora levam o dia 6 de dezembro como outra data marcante para eles.
” Hoje significa tudo, né? É uma terra que acolheu a minha família, me acolheu e tem muita gente boa aqui. É uma coisa única, né? E além de você trabalhar na terra, a criação das crianças dentro do campo, é é um negócio espetacular, sabe? , comentou Eder.
Camila também comentou da importância de criar os filhos na área rural em meio a liberdade.
“Aqui eles correm, sobem na árvore, então tem a liberdade total. Então, hoje para mim significa tudo, criar meus filhos no meio do mato”, disse.
Camila Pereira com a pequena Emily, de 3 meses no Capão das Antas em São Carlos
EPTV/Reprodução
Com o passar do tempo os filhos do Capão vão aumentando e a Emily com apenas 3 meses é uma das moradoras mais novas. No que depender da mãe Camila, a família ainda terá muitos capítulos no campo.
Espero que meus filhos criam seus filhos aqui também, quero que more tudo perto da gente, tudo aqui na terra perto da gente”, finalizou.
A superintendente regional do Incra em São Paulo, Sabrina Diniz, informou que a seleção das famílias para os assentamentos deve começar em janeiro de 2026. Segundo ela, a etapa permitirá que os selecionados sejam oficialmente assentados, recebam os contratos de concessão de uso da terra e passem a ter acesso aos créditos e benefícios oferecidos pelo governo federal.
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Um estudo divulgado pelo INPA mostra que manter a floresta Amazônica em pé é essencial para garantir a alimentação de povos indígenas e comunidades tradicionais. A pesquisa revela quanto a carne de animais silvestres representa na dieta dessas populações e como o desmatamento ameaça esse recurso.

De acordo com a pesquisa, florestas saudáveis garantem que povos amazônicos tenham acesso à carne de caça, uma das principais fontes de proteína dessas comunidades. O estudo analisou mais de 600 comunidades ao longo de quase 60 anos e mostrou que, em áreas preservadas, a caça tradicional fornece nutrientes essenciais, como proteína, ferro e vitaminas, fundamentais para a saúde dessas populações.
A pesquisa mostrou uma diversidade surpreendente de animais consumidos, envolvendo 490 espécies, sendo a paca a mais caçada na Amazônia.
Especialistas explicam que a carne silvestre, em algumas regiões, pode representar até metade da proteína consumida pelas famílias que vivem na floresta.
Mas o relatório traz um alerta: onde há desmatamento, há menos animais. Em áreas com mais de 70% de floresta perdida, que corresponde a cerca de 500 mil km², houve uma redução de 67% na quantidade de animais e da produtividade da carne, com impacto direto nas comunidades, de acordo com um dos autores do artigo, o ecólogo de fauna André Antunes.
“Em regiões que você tem uma maior degradação, principalmente pelo desmatamento, você passa a ter uma menor disponibilidade de animais de caça e isso, provavelmente, vai ter reflexo na própria segurança alimentar e nutricional dessas pessoas que passam a depender, de carnes domésticas. Provavelmente o frango, que é mais barato. Que, em geral é um tipo de carne que tem menor disponibilidade de nutrientes, quando você compara com carne de casa”, explica Antunes.
Ao todo, 59 pesquisadores de instituições nacionais e internacionais assinam o trabalho que tem também a coparticipação de pesquisadores indígenas de dez povos de toda a Amazônia.
Para Dzoodzo Baniwa, líder e pesquisador indígena do povo Baniwa, a participação dos povos indígenas na pesquisa é um passo importante para tornar a ciência mais inclusiva.
“Percebo que estamos contribuindo com a ciência, incorporando nossos manejos ancestrais sobre manejo sustentável da fauna. Não só da fauna, mas o manejo sustentável do território, fortalecendo a construção de um conhecimento verdadeiramente intercultural e sistêmico. Vejo como um movimento que traz justiça epistêmica”.
3:20

Mulher é presa com 10 kg de maconha em ônibus na Rodovia Washington Luís em Araraquara (SP)
Divulgação
Uma mulher de 30 anos foi presa em flagrante por tráfico de drogas transportando mais de 10 kg de maconha em um ônibus interestadual na Rodovia Washington Luís (SP-310), em Araraquara (SP), na manhã deste sábado (6) . A ação foi realizada pelo Tático Ostensivo Rodoviário (TOR) durante a Operação Ônibus.
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A abordagem ocorreu por volta das 10h10, no km 273 da pista Sul. O coletivo fazia o trajeto entre Cuiabá (MT) e São Paulo (SP).
De acordo com a Polícia Militar Rodoviária, a passageira ocupava a poltrona 1 e chamou atenção dos agentes por apresentar nervosismo. Após vistoriarem a bagagem dela, os policiais encontraram 10 tijolos de maconha, que somaram 10,48 kg.
Ainda segundo a corporação, a mulher confessou que receberia R$ 5 mil para transportar o entorpecente. Ela foi presa e encaminhada à cadeia feminina de São Carlos.
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Criticamente ameaçada de extinção, a árvore símbolo da história do Brasil, o Pau-Brasil, ganhou uma aliada em sua preservação.

A 20ª Reunião da Conferência das Partes (COP20) da Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies da Fauna e Flora Selvagens em Perigo de Extinção adotou, por consenso, uma resolução que aprimora a regulamentação internacional sobre o Pau-Brasil.
A decisão nessa sexta-feira (5), por iniciativa brasileira, distingue de forma mais precisa os usos comerciais e não-comerciais da árvore que dá origem ao nome do país.
Segundo o Ibama, a principal pressão sobre a espécie para exploração comercial da madeira, vem da fabricação de arcos de instrumentos musicais. A demanda persiste, principalmente, em mercados internacionais, como Europa e Estados Unidos.
A nova resolução esclarece, por exemplo, as condições para circulação internacional de instrumentos musicais fabricados a partir da madeira de pau-brasil; mantém a possibilidade de circulação de instrumentos produzidos antes da Convenção; e reforça a proibição do comércio de espécies silvestres.
Os países compradores têm também obrigações sobre o rastreamento e identificação dos estoques; além de pesquisas de espécies alternativas para a fabricação de instrumentos musicais.
De acordo com o Ministério das Relações Exteriores, a decisão avança na conservação do pau-brasil.
Por causa da extração ilegal, a espécie já perdeu 84% de sua população nos últimos 150 anos. Hoje são apenas 10 mil árvores, muitas delas isoladas e com baixa capacidade de regeneração.
1:32

Idosa de 71 anos morre após ser esfaqueada e queimada; agressor também morreu
Uma idosa de 71 anos morreu após ser esfaqueada e ter o corpo 100% queimado pelo companheiro em um incêndio no Bairro do Estádio, em Rio Claro (SP) na madrugada de sexta-feira (5). O autor do crime também morreu em consequência das queimaduras nesta madrugada de sábado (6). A tentativa de feminicídio aconteceu na noite de quinta-feira (4).
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As vítimas foram identificadas como Celina Aparecida Bortolin do Nascimento, de 71 anos, e Paulo Vitor Soares de Moura, de 64.
Vítima do feminicídio em Rio Claro (SP) foi identificada como Celina Aparecida Bortolin do Nascimento, de 71 anos.
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O crime
O crime aconteceu por volta das 22h na Avenida 25, no Bairro do Estádio. Segundo a Guarda Civil Municipal (GCM), que atendeu a ocorrência, vizinhos relataram que o homem montou uma barreira na parte interna do imóvel e iniciou o incêndio, impedindo a entrada de ajuda.
O Corpo de Bombeiros precisou arrombar a porta para acessar o local. O casal foi encontrado desacordado no interior da residência, ambos com queimaduras graves.
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) fez o resgate e levou o casal para a Santa Casa de Rio Claro.
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Violência extrema
Segundo o boletim de ocorrência, a equipe médica constatou que a idosa sofreu três golpes de faca (no tórax, na pélvis e na perna), além das queimaduras em todo o corpo. O autor do crime teve 80% do corpo queimado.
Os dois estavam inconscientes e sem condições de prestar depoimento. Paulo permaneceu internado sob escolta policial.
Durante o combate às chamas, os bombeiros resgataram um cachorro de pequeno porte que estava na casa. O animal apresentava grande dificuldade respiratória e recebeu ventilação por cerca de 20 minutos até a chegada de uma veterinária e do resgate animal, mas o cachorro não resistiu.
A Polícia Civil pediu exames necroscópicos ao Instituto Médico Legal (IML) e segue o caso.
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Homem morre prensado por caminhão no interior de SP; vítima não teria acionado o freio
Um homem de 42 anos morreu após ser prensado por um caminhão no bairro Cruzeiro do Sul, em São Carlos (SP), nesta manhã de sábado (6). A identidade da vítima não foi informada.
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Segundo o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), o veículo começou a se mover sozinho porque o freio não teria sido acionado pelo motorista.
Ao perceber que o caminhão descia, o homem tentou contê-lo, mas acabou sendo atingido e ficou preso.
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Homem morre após ser prensado por caminhão em São Carlos (SP)
Sarah Belline/acidadeon
De acordo com a equipe médica, a vítima sofreu afundamento de crânio, lesões graves no tórax e não resistiu aos ferimentos, morrendo no local.
O Corpo de Bombeiros também foi acionado para auxiliar na ocorrência. A área foi isolada para o trabalho da perícia, que deve apontar as causas exatas do acidente.
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Professor explica como calcular a nota da 2ª fase da Unesp
A segunda fase da Unesp 2026 é neste domingo (7) e segunda (8) e uma forma de se dar bem nas provas é usando estratégias simples que podem fazer a diferença.
Evitar ‘encher linguiça’ nas respostas, começar pelas questões que você têm maior afinidade no 1º dia e iniciar pela redação no 2º dia são algumas das orientações do professor Luís Felipe Tuon, coordenador do ensino médio do colégio Oficina do Estudante.
Organizar a revisão e cuidar do bem-estar também podem ajudar os candidatos. (veja mais detalhes abaixo).
“Nesse momento, o aluno que conseguiu ir para a segunda fase obteve uma grande conquista. Ele superou a maior parte dos concorrentes. Agora é necessário ser mais preciso nas respostas”, diz.
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No domingo, serão aplicadas 24 questões de Ciências Humanas e Sociais Aplicadas, Ciências da Natureza e suas tecnologias, além de Matemática e suas tecnologias. Na segunda, serão 12 questões sobre Linguagens e suas tecnologias e uma redação.
Em Araraquara a prova será na Unip e foram convocados 1.660 candidatos. Rio Claro aplica a prova para 832 estudantes, e São João da Boa Vista recebe 419 vestibulandos. Os dois municípios fazem a segunda fase nos campi da universidade.
O professor recomenda intensificar a revisão, reforçando os principais conteúdos e ajustando a rotina de estudos. “Dá pra intensificar porque agora é revisão, nada de aprender algo novo”, diz o professor.
O professor Luís Felipe Tuon, coordenador do ensino Médio do colégio Oficina do Estudante
Divulgação
Responder questões comentadas
Todos os recursos são válidos, desde videoaulas às anotações de caderno, mas uma dica de ouro é resolver questões comentadas dos últimos vestibulares.
As questões de provas ajudam o estudante a solidificar conhecimentos, identificar possíveis falhas, gerenciar o tempo (lembrando que a prova tem 5 horas de duração) e o mais importante: se familiarizar com a forma de como a Vunesp aborda o conteúdo do ensino médio.
“São questões que exigem mais conhecimento. Na Unesp especialmente, a questão da interdisciplinaridade que misturam conhecimentos de ciências da natureza com geografia, história”, disse o professor.
Por onde começar?
No primeiro dia, a orientação é ‘atacar’ as matérias que tiver mais afinidade. Resolver questões mais fáceis de início aumentam a sensação de confiança. Além disso, evita que a pressão do tempo ao final da prova prejudique a resolução de conteúdos que o aluno tem maior domínio. Deixe para o final as questões que julgar mais difíceis.
Cada aluno costuma ter sua maneira particular de encarar a prova do segundo dia, mas uma estratégia recomendada pelo professor é começar pela redação. “Ela tem um peso grande na nota e toma muito tempo. Pense direito nos argumentos. Garanta que ela será bem escrita”, orientou. (veja mais abaixo sobre a redação)
Uma dica valiosa é o gerenciamento do tempo na hora de resolver a prova. “Não demore mais do que uma hora e meia na redação”, recomenda o professor.
Seja objetivo
Outro ponto importante nas questões dissertativas é evitar a famosa “encheção de linguiça”.
“Tem aluno que quer escrever bastante para ver se consegue ganhar ponto. Isso não é válido. O corretor tem milhares de provas para corrigir e ele quer ver uma resposta objetiva. Escreva com coerência e bons argumentos”, diz o professor.
Se atualize para a redação
Estudantes fazem segunda fase da Unesp neste domingo e segunda
Pedro Amatuzzi/g1
Uma boa redação começa com bons argumentos. O professor Luís Felipe reforça a necessidade dos alunos se manterem atualizados com os assuntos que chamou mais atenção da opinião pública no mundo e no brasil ao longo do ano.
“Fazer uma boa redação é saber argumentar sobre esses assuntos. Continue se atualizando com os meios confiáveis”, orienta Luís.
Cuide da sua saúde
Com 5 horas de prova e concentração, a preparação física e psicológica também é importante.
Nesses dias que antecedem a segunda fase da Vunesp, o estudante deve reservar algum tempo para momentos de lazer, entretenimento ou atividade física de que gostar. Alimentação saudável e boas noites de sono também vão melhorar o desempenho na prova
Convocação
Os estudantes que participaram da primeira fase da Vunesp podem consultar o gabarito e seu desempenho no site da Vunesp.
A lista oficial de convocados para a segunda fase, bem como locais de prova, será divulgada no dia 28 de novembro. Apesar disso, a comparação da nota obtida no vestibular desse ano com a nota de corte da edição anterior pode indicar as chances do estudante integrar a lista oficial.
Segunda fase
As provas da Vunesp têm duração de 5 horas. Os portões abrem às 13h, fecham às 13h40 e a previsão de início é às 14h.
O conteúdo do primeiro dia (7 de dezembro) terá 24 questões de Ciências Humanas e Sociais Aplicadas (história, geografia, filosofia e sociologia); Ciências da Natureza e suas tecnologias (elementos de biologia, química e física); além de Matemática e suas tecnologias.
O segundo dia (8 de dezembro) de conhecimentos específicos aborda os temas de Linguagens e suas tecnologias (língua portuguesa e literatura, língua inglesa, educação física e arte), além de cobrar dos candidatos a confecção de uma redação dissertativa privilegiando a modalidade culta da língua.
Alguns cursos do Instituto de Artes (IA) de São Paulo e da Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação (FAAC) de Bauru também exigem provas de habilidades dos candidatos. Elas serão aplicadas entre os dias 16 e 22 de dezembro.
Região
A Unesp oferece 136 cursos de graduação (bacharelado e licenciatura). Eles estão presentes em 34 unidades de ensino em 24 cidades do Estado de São Paulo, incluindo os campi de Araraquara, Rio Claro e São João da Boa Vista.
As unidades da Unesp em Araraquara oferecem 678 vagas nos cursos de Administração Pública, Ciências Econômicas, Ciências Sociais, Engenharia de Bioprocessos e Biotecnologia, Engenharia Química, Farmácia, Letras, Odontologia, Pedagogia e Química.
Em Rio Claro são 373 vagas distribuídas pelos cursos de Ciências da Computação, Ciências Biológicas, Ecologia, Educação Física, Engenharia Ambiental, Física, Geografia, Geologia, Matemática e Pedagogia.
O campus de São João da Boa Vista vai receber 62 novos alunos de Engenharia Aeronáutica e Engenharia Eletrônica e de Telecomunicações.
Calendário Vunesp
7 e 8 de dezembro – Aplicação da prova de 2ª fase (14h);
16 a 22 de dezembro – Provas de habilidades do IA São Paulo;
21 de dezembro – Provas de habilidades da FAAC Bauru (13h);
30 de janeiro de 2026- Lista geral de classificação e convocação para matrícula dos aprovados (14h).
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Cachorrinha é resgatada após ficar com cabeça presa em buraco de muro no interior de SP
Uma filhotinha de cachorro sem raça definida (SRD) ficou com a cabeça presa em um muro de casa nesta sexta-feira (5), em Boa Esperança do Sul (SP). (Veja vídeo acima)
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A Defesa Civil fez o resgate e filmou a ocorrência. Apesar do susto, a cachorrinha Pandora não se machucou.
Nas imagens, a cachorrinha choraminga um pouco, mas é confortada pela equipe de Defesa Civil que rapidamente tirou a filhotinha do “enrosco”.
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Pandora ficou com a cabeça ‘presa’ em um buraco no muro de sua casa em Boa Esperança do Sul (SP)
Defesa Civil
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Juliano Aparecido Lúcio, de 44 anos, desapareceu após acidente em Boa Esperança do Sul
Reprodução
Há mais de 20 dias, a família do vendedor Juliano Aparecido Lúcio, de 44 anos, vive uma rotina de angústia e buscas na região de Araraquara (SP). Ele desapareceu após se envolver em um acidente na Rodovia Comendador João Ribeiro de Barros (SP-255), em Boa Esperança do Sul.
A colisão entre o carro que dirigia e um caminhão aconteceu no dia 12 de novembro e, desde então, Juliano não foi mais encontrado. A Polícia Civil investiga o caso.
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Segundo a esposa Joice Aparecida Galvão Lúcio, de 41 anos, Juliano trabalha como revendedor de refrigerantes e dirigia a trabalho no momento da colisão lateral.
“O motorista do caminhão disse que ele dirigia em zigue-zague e parecia estar de olhos fechados. Ele contou que após o acidente, o Juliano saiu andando para região de mata e foi em direção a um sítio próximo do local”, contou.
A família realizou buscas nas imediações, foi até o sítio e o proprietário também andou de trator pela propriedade, sem sucesso. O local fica próximo ao rio Jacaré-Guaçu.
Juliano deixou todos os documentos e cartão no carro, além de um tablet, certa quantidade de dinheiro e o celular da empresa. O celular dele não foi encontrado pela Polícia Civil.
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Incógnita
Joice informou que Juliano costumava enviar mensagens diariamente, mas no dia do desaparecimento não enviou nenhuma. O celular dele estava desligado desde as 9h, e o acidente foi registrado entre às 11h30 e 12h.
Ela comentou que ele costumava chegar em casa no máximo às 15h e como não apareceu, ela ligou na empresa que comunicou o acidente.
“Achei estranho ele não mandar mensagem nesse dia, eu trabalho como professora em outra cidade, e quando cheguei em casa vi que não estava. Liguei na empresa, avisaram que tinha tido acidente e me falaram que ele havia desaparecido. Ele nunca sumiu”, contou.
Juliano colidiu carro na lateral do caminhão na SP-255 em Boa Esperança do Sul
Arquivo pessoal
Quadro depressivo
Segundo a esposa, Juliano estava com depressão aguda e tinha começado um tratamento psiquiátrico na semana do acidente. O casal tem um filho de 13 anos.
“Faz um tempo notei que estava chorando à toa e sugeri que buscasse ajuda. O psiquiatra receitou remédio e disse que estava com depressão aguda. Mas nem deu tempo de tomar direito, sumiu na semana que tomou. O médico disse que o remédio iria acalmar e não causar nada assim, mas pode ter tido um surto e ficado sem memória”, comentou.
Joice disse que até agora não entende o motivo do desaparecimento e que parece viver um pesadelo.
“Eu estou desde dia do acidente vivendo em torno disso, parece até que não está acontecendo comigo, estou fazendo terapia para lidar. Fiquei duas semanas afastada do trabalho para ajudar nas buscas”, finalizou.
Juliano desapareceu no dia 12 de novembro após se envolver em um acidente em Boa Esperança do Sul
Arquivo pessoal
O que a Polícia Civil sabe
De acordo com o delegado da Polícia Civil, Edmar Piccolo Junior, responsável pela investigação, Juliano foi visto pela última vez caminhando às margens da rodovia logo após o acidente.
Testemunhas que trabalhavam no canteiro central afirmaram que ele abandonou o veículo, estava sem camisa, com a peça amarrada no braço e pedia carona para seguir em direção a Araraquara.
Imagens de câmeras de monitoramento da via chegaram a registrar uma pessoa passando pelo local, mas, segundo o delegado, não é possível confirmar se era o homem desaparecido.
O delegado explicou também que a empresa informou que o funcionário não deveria estar em deslocamento para Boa Esperança do Sul naquele dia e horário, indicando que ele havia saído da rota prevista.
A Polícia Civil aguarda dados do setor de inteligência que podem contribuir para esclarecer o caso. As buscas seguem ativas, e novas diligências estão sendo realizadas.
Informações sobre o paradeiro de Juliano podem ser repassadas para a família pelo telefone (16) 99731-2656 ou acionando a Polícia Militar pelo 190.
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“ Disse que ele dirigia em zigue-zague e parecia estar de olhos fechados”, contou.
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