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Pesca Profissional Artesanal: um tipo de pesca caracterizada principalmente pela mão de obra familiar, com embarcações de pequeno porte, como canoas ou jangadas, ou ainda sem embarcações, como na captura de moluscos perto da costa. Sua área de atuação está nas proximidades da costa, nos rios, reservatórios, lagos/lagoas, estuários e açudes. Lei Federal 11.959 de 29/06/2009.

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Comércio de São Carlos tem horário especial de Natal O comércio de rua das principais cidades da região central de
Motociclista de 32 anos morre após bater em caminhão em Divinolândia Um motociclista de 32 anos morreu na manhã desta
Dinossauro que viveu em Araraquara vira desenho animado e tem até brinquedo oficial Uma descoberta científica brasileira ultrapassou os limites
Morador de Corumbataí guarda mais de 30 anos de anotações do tempo e das chuvas Você já ouviu falar em
Temas da Unesp 2026: 2ª fase aborda Platão, cálculo de mol e ativismo ambiental O primeiro dia da segunda fase
A segunda fase do vestibular da Unesp movimentou Araraquara (SP) a manhã e começo da tarde deste domingo (7), onde
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Comércio de São Carlos tem horário especial de Natal
O comércio de rua das principais cidades da região central de São Paulo entra em ritmo de Natal nesta semana, com horário de funcionamento estendido para atender os consumidores nas compras de fim de ano (veja abaixo como fica a programação).
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Em São Carlos (SP), Araraquara e Rio Claro, as lojas passam a funcionar até as 22h durante os dias de semana a partir desta segunda-feira (8) ou datas próximas.
A programação especial inclui também abertura aos domingos e horários diferenciados nas vésperas de feriados.
Confira abaixo os horários detalhados de funcionamento do comércio na região:
São Carlos
feriado prolongado da Sexta-Feira Santa, Páscoa e Tiradentes altera os horários de funcionamento do comércio em São Carlos
Fabio Rodrigues/g1
O horário especial começa a valer a partir do dia 8 de dezembro.
Segunda a sexta-feira: das 9h às 22h
Sábados: das 9h às 17h
Domingos (14 e 21/12): das 9h às 17h
Véspera de Natal (24/12): das 9h às 18h
Dia 30/12: das 9h às 13h
Araraquara
Araraquara, São Carlos e Rio Claro terão alterações de horários de comércio e serviço no feriado
Arquivo/EPTV, ODrone, Fabio Rodrigues/g1
Lojas abrem até mais tarde a partir do dia 8.
Segunda a sexta-feira: das 9h às 22h
Sábados: das 9h às 17h
Domingos (7 e 21/12): das 9h às 15h
Véspera de Natal (24/12): das 9h às 18h
Natal (25/12): Fechado
Dia 26/12: Reabertura após as 13h
Dia 30/12: das 9h às 13h
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TEMPO: Idoso de Corumbataí faz anotações do clima e das chuvas há mais de 30 anos
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CIÊNCIA: Dinossauro que viveu em Araraquara vira desenho animado e tem até brinquedo oficial
Rio Claro
O calendário sofre alterações ao longo do mês.
Dias 8 a 12, 15 a 19, 22 e 23/12: das 9h às 22h
Sábados (6, 13 e 20/12): das 9h às 18h
Domingos (14 e 21/12): das 9h às 15h
Véspera de Natal (24/12): das 9h às 18h
Natal (25/12): Fechado
Dia 26/12: das 12h às 18h
Dia 27/12: das 8h às 15h
Dia 28/12: Fechado
Dias 29 e 30/12: das 8h às 18h
Véspera de Ano Novo (31/12): das 9h às 15h
Outras cidades da região
Confira a programação em Araras (SP), Leme (SP), Matão (SP), Mococa (SP), Pirassununga (SP), Porto Ferreira (SP) e São José do Rio Pardo (SP):
Araras
Segunda a sexta (5 a 23/12): 9h às 22h
Sábados (6, 13 e 20/12): 9h às 18h
Domingos (14 e 21/12): 10h às 16h
Vésperas (24 e 31/12): até as 16h
Leme
Segunda a sexta (5 a 23/12): 9h às 22h
Sábados: 9h às 17h
Domingos (7 e 21/12): 9h às 14h15
Dia 24/12: 9h às 17h
Dia 31/12: 9h às 13h
Matão
Segunda a sexta: 9h30 às 22h
Sábados: 9h30 às 17h
Veja o que é destaque no g1:
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Mococa
Segunda a sexta (8 a 23/12): 9h às 22h
Sábados (13 e 20/12): 9h às 18h
Domingo (21/12): 9h às 17h
Domingos (14 e 28/12): Fechado
Pirassununga
Segunda a sexta: atendimento até 22h em diversas datas a partir do dia 9.
Sábados (6, 13 e 20/12): até 17h
Domingo (21/12): 9h às 13h
Véspera de Natal (24/12): até 17h
Dias 26/12 e 02/01: 12h às 18h15
Dias 29 e 30/12: 9h às 18h
Dia 31/12: 9h às 13h
Comércio fechado nos dias 14/12, 25/12, 28/12 e 01/01.
Porto Ferreira
Segunda a sexta: das 9h às 22h (nas semanas de 8 a 12, 15 a 19 e dias 22 e 23).
Sábados (13 e 20/12): 9h às 17h
Domingos (14 e 21/12): 9h às 13h
Dia 24/12: 9h às 17h
Dia 26/12: 12h às 18h15
Dia 31/12: 9h às 13h
São José do Rio Pardo
Segunda a sexta (8 a 23/12): 9h às 22h
Sábados (13 e 20/12): 9h às 18h
Domingo (21/12): 9h às 17h
Vésperas (24 e 31/12): até as 18h
Lojas fechadas nos domingos 14 e 28/12.
REVEJA VÍDEOS DA EPTV:
Veja mais notícias da região no g1 São Carlos e Araraquara


Motociclista de 32 anos morre após bater em caminhão em Divinolândia
Um motociclista de 32 anos morreu na manhã desta segunda-feira (8) após colidir contra um caminhão na Rodovia SP-344, em Divinolândia (SP). O acidente ocorreu por volta das 7h35, na altura do km 276.
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A vítima foi identificada como Felipe Riboli Mengali. Ele estava a caminho do trabalho no momento da colisão.
Felipe Riboli Mengali, de 32 anos, morreu em grave acidente em Divinolândia
Gui Burger / De Olho São José do Rio Pardo/ Redes sociais
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OBSERVADOR: Idoso de Corumbataí faz anotações do clima e das chuvas há mais de 30 anos
De acordo com as primeiras informações apuradas pelo g1, o motorista do caminhão, de 51 anos, seguia pela rodovia quando passou da entrada de acesso que pretendia utilizar. Ao tentar retornar, ele teria realizado uma conversão em local proibido.
O motociclista não conseguiu frear a tempo e atingiu a lateral da carroceria do veículo. Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram acionadas, mas a vítima não resistiu aos ferimentos e morreu no local.
Motociclista de 32 anos morre após bater em caminhão no interior de SP
Gui Burger / De Olho São José do Rio Pardo
O motorista do caminhão entrou em estado de choque e precisou de atendimento médico. Após ser liberado, ele foi conduzido à Delegacia de São Sebastião da Grama (SP) para prestar esclarecimentos.
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Dinossauro que viveu em Araraquara vira desenho animado e tem até brinquedo oficial
Uma descoberta científica brasileira ultrapassou os limites da academia e ganhou as telas e as prateleiras mundiais. O icnogênero Farlowichnus, descrito por paleontólogos da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), tornou-se um dos novos personagens da série animada “Jurassic World: Teoria do Caos”, da Netflix.
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Além da presença na produção de streaming, que é uma continuação direta de “Acampamento Jurássico”, a descoberta também foi transformada em brinquedo pela Mattel, integrando a linha oficial da franquia prevista para 2025.
Ilustração mostra como seria espécie de dinossauro que viveu na região de Araraquara
Aline Chilardi
A descoberta em Araraquara
O dinossauro foi descrito a partir de um tipo de pegada fóssil registrada na Formação Botucatu, em Araraquara (SP). O animal era um pequeno dinossauro corredor que habitou a região há mais de 130 milhões de anos, em um ambiente que, na época, era formado por dunas.
As pegadas originais estão preservadas no acervo do Departamento de Ecologia e Biologia Evolutiva (DEBE) da UFSCar e também podem ser vistas no Museu da Ciência Professor Mário Tolentino, em São Carlos (SP).
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Características do animal
O paleontólogo e professor Marcelo Adorna Fernandes da UFScar participou da descoberta de uma nova espécie de dinossauro
Rodrigo Sargaço/EPTV
Segundo Marcelo Adorna Fernandes, paleontólogo da UFSCar e um dos autores do estudo, as pegadas pertencem a um animal ágil, possivelmente um ancestral de grupos como os noassaurídeos e os velociraptorídeos — parentes do famoso Velociraptor.
“O predomínio do terceiro dedo indica uma locomoção quase monodáctila, ou seja, um modo de corrida em que o animal se apoiava principalmente em um único dedo”, explica Fernandes.
Essa característica evidencia uma adaptação rara a ambientes desérticos, permitindo que esses animais se movessem com eficiência nas dunas dos paleodesertos.
Pesquisa ficou parada por décadas
Nova espécie de dinossauro é descoberta a partir de pegadas em calçadas de Araraquara
A descoberta dos dinossauros em Araraquara aconteceu em 1976, quando o paleontólogo italiano Giussepe Leonardi passeava por uma praça da cidade e viu as pegadas nas pedras de arenito que compunham a calçada.
Por quase 50 anos, os vestígios ficaram guardados sem identificação em universidades e museus do Rio de Janeiro e do interior de São Paulo, entre eles o Museu da Ciência de São Carlos
Somente com o retorno ao Brasil de Leonardi é que a pesquisa foi concluída.
Pegadas de dinossauro em arenito descoberto em Araraquara
Rodrigo Sargaço/EPTV
“Essas pegadas nos contam histórias. História da vida, da evolução, de registros que até então não tinham sido identificados para o Brasil. Então esse novo dinossauro carnívoro, predador, corredor das areias do deserto, nos mostram com eles evoluíram nesse ambiente, se alimentavam do quê, bebendo água talvez em oásis que existiam pela região”, afirmou Fernandes (em matéria divulgada pelo g1 em 2023, conforme vídeo no início).
Da ciência à cultura pop
Cena do trailer de Jurassic World: Teoria do Caos
Reprodução/ Divulgação/ Netflix
A descrição científica do icnogênero foi publicada em 2023 na revista Cretaceous Research. O nome Farlowichnus é uma homenagem ao paleontólogo americano James Farlow, especialista em locomoção de dinossauros.
A partir desse estudo, a Mattel adaptou o conceito científico para criar um dinossauro completo para a série e para a linha de brinquedos, classificado como “Danger Pack” (Pacote de perigo).
Brinquedo do dinossauro produzido pela Mattel
divulgação
Para os pesquisadores, a inserção do dinossauro na cultura pop reforça a importância da paleontologia brasileira.
“Para nós, a descoberta e a descrição de Farlowichnus em solo brasileiro dão um brilho especial à ideia de que o país tem um papel vivo na história dos dinossauros. Esses registros acabam influenciando até produções internacionais de entretenimento”, afirma o pesquisador da UFSCar.
O artigo “Farlowichnus rapidus new ichnogen., new ichnosp.: A speedy and small theropod in the Early Cretaceous Botucatu paleodesert (Paraná Basin), Brazil” é assinado por:
Marcelo Adorna Fernandes (UFSCar)
Giuseppe Leonardi (UFRJ)
Ismar de Souza Carvalho (UFRJ)
Julia Beatrice Schutzer (UFSCar)
Rafael Costa da Silva (Museu de Ciências da Terra – RJ)
A pesquisa contribui para o entendimento da evolução e adaptação de dinossauros no território que hoje corresponde ao Brasil, ampliando o conhecimento sobre a fauna do antigo supercontinente Gondwana.
REVEJA VÍDEOS DA EPTV:
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Morador de Corumbataí guarda mais de 30 anos de anotações do tempo e das chuvas
Você já ouviu falar em Observador do Tempo? Essa nomenclatura é para poucos. Nesse grupo seleto está o aposentado Mário José Galdini, de 82 anos, morador da área rural de Corumbataí (SP). Ele é especialista em clima e chuvas.
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Um verdadeiro guardião do ecossistema, há 30 anos ele mede diariamente a temperatura e anota em cadernos resistentes ao tempo. Um verdadeiro guia da mudança climática.
“Todo dia a minha missão é fazer isso aqui e faço de gosto isso. Eu chego aqui, vejo a temperatura, a máxima, vejo a mínima, aí eu aperto o botão aqui, ele zera e daí ele começa a formar para outro dia de novo a temperatura do dia, da máxima e da mínima. Amanhã cedo já tá vai tá diferente”, disse.
Mário José Galdini, de 82 anos, é especialista em clima e chuvas.
EPTV/Reprodução
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Observador do tempo
Para realizar a medição, Mário até recebeu autorização do Departamento Estadual de Águas e Energia Elétrica e se tornou oficialmente um observador do tempo.
Além da temperatura, ele mede os milímetros da chuva através de um pluviômetro, com todo critério e persistência. Nas anotações, ele compara os milímetros e se recorda de uma chuva histórica que levou a ponte da cidade.
“Tem gente que fala que não chove mais igual antigamente. Em questão de milímetros, tá mais ou menos. Aqui Corumbataí está aí chove de 1.200 a 1.600 milímetros por ano. É a média isso aí. Só um ano 1983 que choveu 2.298 mm. A maior chuva que deu aqui foi 07/01/99, com 154.6 mm no dia. Foi o dia que levou nossa ponte, o rio transbordou e levou nossa ponte”, lembrou.
Seu Mário mede a chuva com o pluviometro e a temperatura com um termômetro climático há mais de 30 anos em Corumbataí
EPTV/Reprodução
Consciência ambiental
Em sua propriedade de pouco mais de 2 hectares, a biodiversidade é um refúgio há 56 anos. Mas o amor pelo meio ambiente precisou ser lapidado.
Ao longo dos anos, ele foi amadurecendo e criou consciência ambiental, além do olhar carinhoso e diário para o meio ambiente, um compromisso faz parte da rotina a mais de 30 anos.
“Eu era um cara destruidor da natureza. Não podia haver um passarinho, uma pomba, uma seriema que eu ia matar. Hoje a seriema vem aqui comer”
Esperança nas crianças
Para seu Mário, o futuro do meio ambiente depende muito das novas gerações, e ele acredita, e muito, na criançada.
“O bom seria que fosse todos assim, né? Aí não tinha problema. Aí a natureza tinha vida longa. Mas eu tenho notado interesse da juventude no meio ambiente. Tenho esperança nas crianças”, finalizou.
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Temas da Unesp 2026: 2ª fase aborda Platão, cálculo de mol e ativismo ambiental
O primeiro dia da segunda fase da Unesp 2025, neste domingo (7), trouxe questões variadas e, segundo candidatos de Araraquara (SP), um nível de dificuldade considerado alto em áreas específicas. (Veja abaixo as opiniões de candidatos e de professores sobre a prova).
VEJA AQUI O CADERNO DE PROVA DO 1º DIA DA 2ª FASE DA UNESP 2026
Os candidatos tiveram 5 horas para responder 24 questões de Ciências Humanas e Sociais Aplicadas, Ciências da Natureza e suas tecnologias, além de Matemática e suas tecnologias. Na segunda, serão 12 questões sobre Linguagens e suas tecnologias e uma redação.
Em humanas, apareceram temas como o conflito entre Índia e Paquistão pelo controle de recursos hídricos na Caxemira; uma charge sobre voto de cabresto, ativismo ambiental de Chico Mendes e demarcação indígena, e um mapa da América Latina invertido, associado ao contexto geopolítico da Segunda Guerra Mundial.
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EXEMPLO: Com 4 faculdades, idoso de 66 anos tenta vaga em Letras na Unesp: ‘estudar faz bem pra cabeça’
FOTOS: veja galeria do dia de prova da 2ª fase da Unesp em Araraquara
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Já nas áreas de exatas e biológicas, estudantes relataram perguntas envolvendo cálculo de mol (Química), porcentagem e juros do setor financeiro (Matemática) e cadeia alimentar (Biologia). Em Filosofia, Kant e Platão foram os principais referenciais cobrados, enquanto História abordou elementos do Brasil Colônia e da Independência.
Entre expectativas, incertezas e apontamentos sobre lacunas na formação escolar, os candidatos concordam que a diversidade de conteúdos marcou o primeiro dia da segunda fase. A aposta agora é no desempenho nas áreas de Linguagens e Redação para equilibrar o resultado final na segunda-feira (8).
O diretor do cursinho Oficina do Estudante afirmou que a prova, no geral, cobrou do candidato conhecimento prévio, e o aluno tinha que ter base teórica. “As questões exigiam que os candidatos soubessem algo da matéria, do conteúdo, para ser aplicado na prova e dialogar com as questões. Questões que exigiam do candidato, uma leitura atenta, alguns itens A e B com vários comandos dentro do mesmo item, o que elevava o tempo para se fazer a questão. No geral, uma prova típica ao Unesp, do jeito que o Unesp tem cobrado nos últimos anos”, afirmou. (veja abaixo opiniões de professores por área).
Veja alguns temas abordados na prova:
Chico Mendes, conflito na caxemira e relevo brasileiro estão entre os temas da segunda fase da Unesp 2026
Reprodução, Mukesh Gupta/Reuters e Reprodução
Revolução Industrial inglesa – condições de trabalho e erosão de padrões de vida.
Transformações econômicas no Brasil (1808–1822) – chegada da Corte portuguesa e impactos na independência.
Charge política de 1946 – reforma da lei eleitoral e contexto político pós‑Estado Novo.
Arte latino-americana (Torres-García, 1943) – Escola do Sul e significados da América Latina.
Conflito Índia–Paquistão – origem histórica, disputa religiosa e questão hídrica na Caxemira.
Déficit habitacional no Brasil – políticas públicas e regularização fundiária.
Relevo brasileiro (Planalto da Borborema) – definição de planalto e efeitos orográficos no clima.
Chico Mendes – luta dos seringueiros, defesa ambiental e criação das reservas extrativistas.
Definição de filosofia – diversidade de conteúdos e atitude filosófica.
Democracia e política – Platão (sofocracia) e Byung-Chul Han (infocracia digital).
Ética kantiana – imperativo categórico versus imperativo hipotético.
Epistemologia moderna – empirismo de John Locke e oposição ao inatismo.
Processo Haber-Bosch – produção de fertilizantes nitrogenados e impactos ecológicos.
Fototropismo em plantas – ação do hormônio AIA e efeito da luz unilateral.
Envelhecimento ovariano – fatores críticos, aneuploidia e síndrome de Down.
Química do alumínio – reações da bauxita, sulfato de alumínio e eletrólise ígnea.
Gasogênio na Segunda Guerra Mundial – produção de “gás de água” e equilíbrio químico.
Ibuprofeno – função orgânica, fórmula molecular e titulação com NaOH.
O que os estudantes acharam da prova
Para muitos candidatos, o nível de dificuldade variou conforme a formação escolar. Beatriz Rosa Azevedo, 17 anos, aluna de escola estadual e candidata a Psicologia em Bauru, disse ter sentido o impacto da falta de disciplinas como Filosofia e Geografia em sua grade curricular.
“Achei bem difícil, porque não fiz cursinho e algumas matérias eu não tive aula. Matemática, física e química deu para responder mais tranquilo, mas filosofia e geografia foram complicadas”, afirmou.
Sobre História, contou que conseguiu se apoiar na interpretação dos textos, mas reconheceu dificuldade ao se deparar com itens sobre economia do Brasil Colônia e pós-Independência. Apesar da primeira prova, mantém boas expectativas para o segundo dia e aposta em um tema de redação ligado a redes sociais ou internet.
A candidata Rebeca Fornazari Lastori, 18 anos, que presta Direito em Franca, avaliou que a parte de humanas estava “bem tranquila”, mas encontrou maior obstáculo nas questões de exatas.
“Eu tive que inventar algumas respostas porque não sabia. Química caiu bastante, principalmente orgânica, e biologia trouxe cadeia alimentar”, relatou.
Candidatos avaliaram a prova da 2ª fase da Unesp Araraquara
Douglas Braz/g1
Para ela, a esperança está no segundo dia, quando aparecem Linguagens e Redação, área em que diz ter mais domínio. Ainda assim, afirma não conseguir prever o tema deste ano.
Já Gabriel Henrique de Oliveira, 18 anos, candidato a Relações Internacionais na Unesp Franca, destacou que o início da prova parecia mais acessível, mas o nível aumentou na parte de exatas.
Ele também mencionou a presença marcante de conteúdos filosóficos: “Falou bastante sobre Kant e outros pensadores”.
O estudante admitiu que não estudou tanto quanto planejava, devido ao acúmulo de provas ao longo do ano, o que acabou elevando a sensação de dificuldade.
Destaques
Já para os amigos Maria Clara Libório, 17 anos, candidata a medicina veterinária em Jaboticabal, e Bruno Rossini, 25, que presta Letras, duas questões da prova se destacaram.
A primeira tratava do ativismo ambiental de Chico Mendes, relacionando sua atuação com a demarcação de terras indígenas e episódios de violência no campo.
A segunda, de filosofia e sociologia, fazia referência a “A República”, de Platão, e abordava debates sobre democracia e redes sociais, especialmente a postura acrítica que, segundo o enunciado, pode levar à alienação, à idolatria de líderes e à transformação da população em massa de manobra.
Veja o que disseram professores do Oficina do Estudante sobre o 1º dia da 2ª fase da Unesp:
Gabriel Gamberini, professor de física:
“Tivemos, no primeiro dia da prova da Unep, a questão 19 trazendo no item A, energia mecânica, uma questão bem tranquila, e o item B, resultante sem tripla, também bem tranquila. A questão 20 cobrou do candidato espelho plano, puxando ali para a ótica geométrica, talvez com alguma relação de triângulos para resolver. E, na questão 21, vimos uma questão de potência elétrica, que envolve a segunda Lei de Ohm. Então, foi uma prova um pouco mais puxada para aplicação de fórmula, mais direta: praticamente aplicar a fórmula e calcular o resultado”.
Victor Rysovas, professor de história:
“A prova foi bastante equilibrada, com uma questão de história geral, duas questões de história do Brasil, uma questão de contexto de América Latina. São temas interessantes, falando de trabalho, como é sempre esperado, falando de voto, participação política, que também é um tema clássico: falar das constituições, a participação política.
E eu acho que outra coisa interessante de dizer é que a Unesp usou um mapa que normalmente se trabalha na geografia para contextualizar o momento de produção do mapa, então isso é interessante. Trouxe uma questão de Brasil, começo do século 19, também é um tema interessante. Revolução Industrial, Brasil no século 19, com texto de produção de um mapa na década de 1940. Essa é uma pergunta um pouco menos previsível, mas também interessante. E depois, a questão do voto. Então, uma prova equilibrada, não é uma prova trivial: exige atenção, tem interpretação de charge, tem interpretação de texto. Então, uma prova bastante bonita, bastante equilibrada, que a gente tem na prova de história”.
Sebastian Fuentes, professor de geografia:
“Quatro questões de geografia, bem atualizada, não tão bem distribuída, teve uma questão de geografia geral e três de geografia do Brasil. A questão mais complexa foi a questão 7, que era uma questão muito específica de geologia, então que os órgãos precisariam, de fato, lembrar sobre determinado tema. Ao mesmo tempo, a prova abordou temas em que era possível o aluno poder dialogar com muitas discussões atuais, por exemplo, a questão fundiária dentro da parte urbana, ao mesmo tempo sobre conflitos envolvendo a Índia e o Paquistão, e por último, um tema bem interessante, pediu para o aluno relembrar sobre a questão do Chico Mendes e tudo relacionado ao Chico Mendes”.
Fábio Vilar de Menezes, professor de biologia:
“A Unesp foi muito feliz na elaboração da prova da 2 fase de seu vestibular 2026. Vários temas da biologia foram contemplados: ecologia, com entrofização e ciclo do nitrogênio; biologia molecular, com ácidos nucleicos; fisiologia vegetal, com auxinas; citologia e ciclo menstrual. Portanto, dentro das 3 questões propostas para a biologia, trouxe uma boa abrangência, além de excelente coerência com os tópicos certamente estudados pelos candidatos.”
Silvio Sawaya, professor de humanidades:
“A prova de Humanidades da Unesp foi bem tranquila. Foram quatro questões ligadas ao que foi estudado durante o ano. Ela pedia alguns conceitos estudados, então não estava tudo no texto: era necessário que o candidato tivesse domínio sobre a matéria. Caiu uma questão sobre filosofia e atitude filosófica; uma sobre democracia, ligando a democracia grega antiga com Platão e a democracia, hoje, ligada aos meios digitais e ao consumo; uma questão sobre epistemologia do John Locke; e uma de ética do Kant.
São questões em que o candidato tinha que utilizar o texto, mas, ao mesmo tempo, inserir os conceitos e mostrar que tinha domínio sobre o assunto. A questão mais difícil foi a questão sobre a democracia. Para nós aqui, a da democracia de Platão e a democracia hoje, essa comparação, exigia dos alunos um pouco mais de domínio daquilo que eles aprenderam em filosofia”.
Carlos André de Aguiar Vitorino, professor de química:
“A prova de Química veio dentro do esperado, é uma prova tranquila de fazer. É um pouco extensa em relação à quantidade de coisas que devem ser respondidas, porque, embora sejam três questões, o item A e o item B, cada um tem três ou duas coisas a serem respondidas. As coisas não são de aprofundamento elevado.
A prova teve uma gama grande de conteúdos a serem explorados: falou desde distribuição eletrônica, tratamento de água, reações inorgânicas, eletrólitos… como são muitos itens a serem respondidos, a banca acaba abrangendo uma quantidade muito grande de conteúdos. Mas, de novo, nada que o estudante não seja preparado para fazer”.
Rodrigo do Carmo Silva, professor de matemática:
“Tivemos uma prova com nível de dificuldade de médio para difícil, mas que manteve a similaridade com os anos anteriores. Tivemos questões cobrando: uma questão de geometria espacial envolvendo tronco de pirâmides e cubos; uma questão envolvendo porcentagem e juros compostos, com ênfase no item B, que trabalha poder de compra (ganho ou perda real frente à inflação); e uma questão envolvendo análise combinatória, com os agrupamentos formados em cadeados codificados”.
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Veja mais notícias da região no g1 São Carlos e Araraquara


A segunda fase do vestibular da Unesp movimentou Araraquara (SP) a manhã e começo da tarde deste domingo (7), onde os candidatos chegaram cedo aos locais de prova tomados pela ansiedade e pela expectativa. (Veja fotos abaixo)
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Ao todo, 2.911 inscritos prestam o exame na cidade e em outros dois polos da região — Rio Claro e São João da Boa Vista — enquanto avaliações também ocorrem em 32 municípios paulistas e em capitais de outros estados.
Em Araraquara, o clima era de atenção redobrada e mistura de nervosismo e confiança. Muitos estudantes relataram ter intensificado a preparação nas últimas semanas e afirmaram que a responsabilidade desta etapa final pesa, mas também motiva.
Com portões abertos às 13h e provas iniciadas às 14h, os candidatos aproveitaram os minutos anteriores ao fechamento às 13h40 para revisar conteúdos e mentalizar estratégias para enfrentar as cinco horas de avaliação aplicadas pela Vunesp.
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Ansiedade e confiança marcam expectativa de candidatos para a 2ª fase da Unesp em Araraquara
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A expectativa tomou conta dos candidatos que chegaram cedo aos locais de prova da segunda fase da Unesp em Araraquara (SP), neste domingo (7). Entre nervosismo, confiança e o peso da responsabilidade, estudantes relataram as estratégias e os desafios enfrentados até aqui , e o que esperam do decisivo dia de avaliações.
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O primeiro a chegar aos portões da Unip, um dos locais de aplicação das provas, foi João Eduardo Benvindo Almeida, de 22 anos, morador de Matão. Para evitar atrasos, ele pegou o ônibus das 8h e chegou às 10h. A antecedência, segundo ele, traz tranquilidade na hora de encarar a prova.
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João disputa uma vaga em Biologia na Unesp de Jaboticabal e está confiante: fez 30 pontos na primeira fase, frente a uma nota de corte de 18. Apesar disso, admite apreensão com a prova de química. “Sempre gostei de ciências, desde criança. Ainda nem sabia que o nome era biologia”, contou.
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Com 4 faculdades, idoso de 66 anos tenta vaga em Letras na Unesp Araraquara
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Expectativas
A matemática é o ponto de maior preocupação para Filipe Norcia, de 17 anos. “Tenho medo dessa parte. É complicado pra mim”, disse.
Estudante do SESI e participante do cursinho popular CUCA, oferecido pela Unesp de Araraquara, Filipe tenta uma vaga em Pedagogia. Ele afirma que sempre se imaginou trabalhando com crianças. “É o que eu quero para minha vida.”
Miguel Almeida Dias, 18 anos, também aposta no apoio do CUCA para conquistar o ingresso no ensino superior. Morador de Araraquara, ele tenta novamente uma vaga em Ciências Econômicas na Unesp local.
Por questões financeiras, Miguel só pode prestar vestibular na própria cidade. É a segunda vez que concorre pelo sistema de cotas raciais, no ano passado, ficou na 21ª colocação.
“Dessa vez me preparei melhor. Estou mais seguro com o que estudei”, afirmou.
Entre os candidatos das áreas de Exatas, Bianca de Andrade Joaquim, 17 anos, disputa uma vaga em Engenharia de Bioprocessos.
Ela admite nervosismo e reconhece que precisa melhorar o desempenho nesta fase para garantir o acesso à universidade. Bianca fez 29 pontos na primeira etapa, oito acima da nota de corte.
A estudante defende mudanças no formato da segunda fase.
“A Vunesp deveria cobrar nas específicas só as matérias de Exatas, dentro da área de conhecimento”, argumentou.
Para a prova de redação, apostou em temas ligados a Meio Ambiente ou Tecnologia. “Queria muito que fosse Meio Ambiente. Me sinto mais preparada, com mais repertório”, contou.
Mesmo com medos distintos , química, matemática, desempenho ou concorrência, todos compartilham o mesmo sentimento: a esperança de transformar esforço em aprovação.
A segunda fase continua nesta segunda-feira (8), quando os candidatos concluem a última etapa antes da tão esperada lista de convocados.
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Com 4 faculdades, idoso de 66 anos tenta vaga em Letras na Unesp Araraquara
Com quatro cursos superiores, ele não se cansa de estudar e adquirir conhecimento. O aposentado Paulo César Dolfini, 66 anos, de Boa Esperança do Sul (SP), está na 2ª fase da Vunesp e tenta uma vaga em Letras na Universidade Estadual Paulista ( Unesp) de Araraquara (SP). Ele é formado em Ciências Contábeis, Comércio Exterior, Administração de RH e Logística.
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“Fui bem na primeira fase e estou confiante. Eu poderia ficar em casa, mas optei em estudar porque estudar faz bem pra cabeça da gente, estimula a mente, a criatividade, e desenvolvemos mais o raciocínio, a saúde mental fica melhor . A melhor coisa que tem no mundo é estudar, melhora o psicológico, social, é tudo de bom”, disse.
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O aposentado Paulo César Dolfini, 66 anos, de Boa Esperança do Sul (SP), está na 2ª fase da Vunesp.
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Conhecimento nunca é demais
Paulo se formou em Ciências Contábeis neste ano na Unip de Araraquara, e afirma estar iniciando um novo capítulo da vida acadêmica. Paulo quer usar o curso de Letras para se qualificar a produzir textos das suas áreas de interesse.
O idoso conta que se sempre se dedicou à família. O último parente morreu em novembro de 2024, um tio ao 95 anos.
“Não gosto de parar, ficar em casa pensando coisa errada. Na faculdade eu faço amizades, ganho conhecimento”, comentou.
A segunda fase recebe 2.911 candidatos em Araraquara, Rio Claro e São João da Boa Vista. As provas também são aplicadas em outras 32 cidades paulistas, além de Brasília (DF), Campo Grande (MS), Curitiba (PR) e Uberlândia (MG). Com duração de cinco horas, os exames seguem o cronograma da Vunesp: portões abertos às 13h, fechamento às 13h40 e início às 14h.
A segunda fase do vestibular continua até segunda-feira (8), quando os candidatos encerram as provas dissertativas rumo às vagas da Universidade Estadual Paulista.
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Motorista morre e passageiro fica ferido em acidente na SP-255
Um motorista de 21 anos morreu e uma passageira ficou ferida em uma grave colisão envolvendo um carro e dois caminhões na madrugada deste domingo (7), na Rodovia Comandante João Ribeiro de Barros (SP-255), em Boa Esperança do Sul (SP). A vítima foi identificada como Valnei Lobo Júnior, morador de Araraquara. As causas do acidente serão apuradas pelas autoridades.
O corpo da vítima foi velado nesta manhã de segunda-feira (8) no Velório da Funerária Bom Jesus e sepultado no Cemitério dos Britos.
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Vítima foi identificada como Valnei Lobo Júnior, de 21 anos e era morador de Araraquara (SP)
Redes sociais/CCI Artesp
Segundo o Centro de Controle Operacional (CCO) da Artesp, as duas vítimas estavam no mesmo carro, um Fiat/Uno, que bateu contra dois caminhões, um Ford/f4000, que trafegava no sentido capital, e uma Scania/p360, que dirigia no sentido interior.
Por motivos desconhecidos, o motorista do Uno bateu na traseira da Ford/f4000 que perdeu o controle e colidiu frontalmente contra a Scania. O acidente ocorreu na altura do km 116.
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O motorista do veículo morreu no local, enquanto a passageira, sua namorada, foi socorrida e encaminhada ao Pronto Socorro da cidade.
Devido a colisão, uma das faixas da rodovia foi interditada, e o tráfego flui no sistema “pare e siga”. A Polícia Militar Rodoviária e equipes da concessionária Arteris ViaPaulista atuaram na ocorrência.
Acidente foi registrado na SP-255 em Boa Esperança do Sul
CCI/Artesp
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Neste episódio, Aquecida e Desidratada, do  S.O.S! Terra Chamando!, a narrativa se aprofunda na crise hídrica global, demonstrando como o aquecimento do planeta desequilibra o ciclo da água e ameaça a vida.

O episódio traz um testemunho dramático e crucial direto da linha de frente da crise. Manoel Cunha, representante do ICMBio na Reserva do Médio-Juruá (AM), relata a seca histórica que atingiu a Bacia Amazônica, a região com o maior volume de água doce do planeta.

“Nunca na história se viu esse rio [Juruá] tão seco perder condições de navegabilidade,” afirma Cunha.

Essa escassez, ligada ao desmatamento transfronteiriço e às mudanças climáticas, impacta diretamente a economia e a segurança alimentar das comunidades extrativistas, que perdem colheitas tanto pela seca quanto por cheias inesperadas.

Oceanos em risco e a luta pela humanidade

O aquecimento não afeta apenas os rios; ele atinge os 70% da superfície terrestre cobertos pela hidrosfera. O oceanógrafo Afonso Gonçalves volta ao podcast para reforçar que aquecer a atmosfera é, inevitavelmente, aquecer os oceanos, os grandes reguladores do clima.

“A questão do oceano é como uma grande bomba, que pulsa e que redistribui calor que torna a vida possível,” alerta Gonçalves, clamando pela preservação desse “ser” fundamental.

O episódio conclui com a urgência da conscientização e da justiça ambiental, citando a visão de Chico Mendes: “No começo pensei que estivesse lutando para salvar seringueiras… Agora, percebo que estou lutando pela humanidade.”

O Episódio 5: Aquecida e Desidratada já está disponível nas principais plataformas de áudio e é uma escuta fundamental para entender a interconexão da crise climática.

O podcast é uma parceria entre a Empresa Brasil de Comunicação (EBC) e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Além de conferir aqui na Radioagência Nacional, o podcast está disponível nas principais plataformas de áudio.

👉 Ouça agora e siga o podcast S.O.S! Terra Chamando!, no seu tocador favorito! 

💻 Em breve com interpretação em Libras no canal da Rádio Nacional no YouTube.

💬 Você pode conferir, no menu abaixo, o roteiro base do episódio, a tradução em Libras e ouvir o podcast no Spotify.

S.O.S! Terra Chamando! –  Episódio 5 – Aquecida e Desidratada

🎵 Abertura 🎵

🎵 Barulho hospital marcador de sinais vitais 🎵

Terra (Kailani Vinício): Me sinto desidratada…..

Dr. Cruz (Pablo Aguilar): Como é isso? Como é se sentir desidratada, Terra?

Terra : É assim doutor…nas minhas palavras, tá? Vai desculpando aí!

Dr. Cruz: Pode ficar à vontade…

Terra: É que parece que esse aquecimento maluco secou tudo em mim, sabe? Tô sem lágrimas até para chorar! (abatida)

Dr. Cruz: Eu entendo! Vamos seguir com o soro intravenoso e aumentar a hidratação. Mas, como falei, a senhora tem sintomas de esgotamento. O pulmão me preocupa e ainda tem essa febre que me deixa de orelha em pé. (preocupado)

Terra: Queria eu estar de pé…

Dr. Cruz: E, desidratada, a senhora perde a capacidade de regular a temperatura…

Terra: E tem mais, doutor!!! Não esquece da minha irritação! Irritada com a humanidade. Ah, que crise!!! (irritada)

🎵Sobe Som 🎵

Adrielen Alves: A Terra sabe tudo! E mais, sente tudo – tá a flor da pele! Mesmo sem dar “nome aos bois”, como diz o velho ditado, ela sabe que vive “a” crise. Crise planetária. Climática. Hídrica. Tudo junto.

 A Terra, nossa personagem principal, vive uma mistura de sintomas: do aumento da temperatura à sensação de desidratação. Quem aí se identifica?

Dr. Cruz: A Terra já disse antes e eu reafirmo agora: está tudo interligado!

Adrielen: Polui lá, aquece aqui, altera o ciclo das águas ali. Está tudo interligado mesmo, como alerta o meu, o seu, o nosso Dr. Cruz.

 Esse médico se diz de “orelhas em pé”, uma metáfora, né gente, não podia deixar de ser – para expressar preocupação com a saúde da Terra.

Terra: Pelo menos alguém nesse planeta todinho preocupado comigo!

Adrielen: Em nossa defesa, eu faço por mim e por você que me escuta agora, eu digo à Terra que não é só o Dr. Cruz que está preocupado. Viu Terra? Estamos todos aflitos com esse drama!

Passando da nossa radionovela, aqui para a vida real: tem uma galera ligada no movimento, sim, e preocupada, simmm, em salvar o planeta, que se chama Terra, mas poderia tranquilamente, se chamar: Planeta Água.

Eu sou Adrielen Alves, jornalista de ciência. Este é o episódio cinco da primeira temporada do podcast: S.O.S! Terra Chamando! Uma parceria da Empresa Brasil de Comunicação e da Casa de Oswaldo Cruz.

🎵Sobe Som 🎵

Adrielen: A situação é dramática! E o testemunho vem diretamente da Floresta Amazônica, com Manoel Cunha. Ele é representante do Instituto Chico Mendes na Reserva do Médio-Juruá, em Carauari, Amazonas.

Manoel Cunha: “Para você ter uma ideia, a situação dramática que está hoje no Rio Juruá nunca na história se viu esse rio tão seco perder condições de navegabilidade, está vinculado ao desmatamento que nós temos lá no Peru, lá na Bolívia. Como nós tivemos uma grande seca e a nascente do nosso rio está bastante desmatada por dois países que não é nem o Brasil então veja que está caindo sobre nós, diminuiu o curso de água do rio e volume de água do rio, também diminuiu a velocidade que essa água corre e começou a formar bancos de areia pelo meio do rio, como também começou a acumular tronco de madeira pelo meio do rio, furando os barcos e naufragando os barcos, e gerando o acidente de lancha e entre outros tipos de acidentes. Então o meio ambiente é completamente equilibrado e interligado.”

Adrielen: O extrativista, assim como a Terra lá no início do podcast, relata o impacto da seca, da escassez de água na região que tem a maior concentração…… (Terra interrompe)

Terra: Peraí, Adrielen! Fala bem devagar pra todo mundo entender

Adrielen: Ok, Terra…! Seu pedido é uma ordem! Vamos lá: estamos falando de escassez de água na região que tem a maior concentração de rios do planeta: a Bacia Amazônica. Que ironia do destino!

Dr. Cruz: É mesmo um grande paradoxo, e infelizmente real.

Adrielen: A Bacia Amazônica tem simplesmente o maior volume de água doce do globo terrestre e escoa um quinto dessa água. Os dados são do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima.

E é justamente nesse lugar do planeta…que a escassez de água não dá trégua, minha gente.

O Rio Juruá, por exemplo, que nasce lá no Peru e banha, no Brasil, o Acre e o Amazonas, teve, em 2024, uma seca histórica!

Mas, se um tempo é de seca, pode acreditar que tem também tempo de cheias… históricas, como relembra o Manoel.

Manoel Cunha: “Em 2021, nós tivemos uma cheia muito grande, que carregou todas as sementes que a gente coleta, nós somos fornecedor de matéria prima, de manteiga de murumuru, óleo de andiroba foi mais de um milhão de reais que as comunidades deixaram de receber, porque a água, se antecipou, levou todas as sementes deles. Quando foi em 2020, que nós tivemos um período de uma “alagação” muito longa, que matou bastante as ‘plantações’ de seringueiras, os seringueiros deixaram de produzir a quantidade certa que eles produziam, que já equilibrava, que já tinha como base do equilíbrio da sua família, diminuiu isso drasticamente. Quando agora que a gente tem uma seca dessa, que a comunidade não consegue fazer os seus manejos, a comunidade que tinha se organizado, contando com aquele recurso que era o oriundo do seu manejo da pesca, o manejo do pirarucu, que agora não vai chegar na família. Imagina como a família vai se reorganizar no seu processo financeiro, e as compras, e as contas que a família tinha feito pensando naquele dinheiro, como que vai ser? Então está tudo interligado!

Adrielen: É seca. É enchente. Tá explicado porque a Terra anda tão irritada e a humanidade tão afetada.

 🎵  Sobe Som  🎵

Adrielen: Tem água. Falta água. Ora estiagem, ora inundação!

 Da Amazônia ao Rio Grande do Sul. Do Brasil ao Afeganistão, as mudanças climáticas impactam o curso, fluxo, ciclo das águas que por sua vez impactam, lógico, a nossa vida.

 E aproveitando o gancho do encontro das palavras “água” e “vida”, tudo na mesma frase, vamos ao clássico da astronomia, quando falamos em vida no universo:

 “Se tem água, tem vida”, como bem nos explicou a astrônoma Simone Daflon, no primeiro episódio.

Simone Daflon: Porque a água é um dos ingredientes fundamentais para o desenvolvimento da vida como a gente conhece.

Adrielen: Esta composição química riquíssima está em tudo: compõe cerca de 70% dos nossos corpos e…pasmem…70% da superfície do planeta – a famosa hidrosfera, formada pelos rios, lagos, mares, oceanos e vapor de água

Terra: Olha como a gente dá match! É 70% meus e 70% seus!

Adrielen: Dos rios aos oceanos – o aquecimento das águas terá reflexo direto no nosso modo de estar no planeta. Foi o que ouvimos há pouco sobre os povos da floresta que perderam tudo – ora com a escassez, ora com as enchentes dos rios amazônicos.

O alerta vem também com Afonso Gonçalves, oceanógrafo que está de volta ao podcast.

Afonso Gonçalves: A gente está em crise, a crise climática, é real, causada pelo homem, existe, é importante, a gente tem que ficar preocupado com isso, porque põe em risco o modo de vida que a gente tem a nossa proximidade com os oceanos, com os nossos alimentos, da forma como se relaciona com a agricultura, a pecuária, com a pesca, tudo é influenciado por isso.

Adrielen: Se liga nessa equação (não é matemática, mas é equação de vida): Aquecer a atmosfera é aquecer os oceanos, um dos principais reguladores da temperatura do planeta.

Afonso Gonçalves: Nos oceanos, a gente tem essa regulação do clima muito fortemente gerida pelo oceano, a gente tem esse feedback muito forte entre o oceano e a atmosfera. Então os movimentos que acontecem há muitos anos, já há décadas. E a questão do oceano é como uma grande bomba, que pulsa e que redistribui calor, que absorve e redistribui calor que torna a vida possível. Então, assim como é fundamental, a gente pensar na temperatura do planeta, é fundamental pensar no oceano como um “ser”[0:26:44] que precisa ser preservado para que a gente consiga manter o nosso estilo de vida minimamente como a gente conhece.

Adrielen: Com tudo aquecido, com esse o aquecimento global o regime de chuvas muda, gente. Daí esse “modo alucicrazy”, que tem estiagem histórica em um ponto, e enchentes nunca vistas antes em outro ponto.

Pontos diferentes, mas tudo dentro do planeta, né Afonso?!!!

Afonso Gonçalves : A cultura nossa como humanidade está interligada ao oceano. Se quisermos usar os oceanos, usando o oceano como lazer, como fonte de alimento, como um local para transporte. E como biodiversidade mesmo, né? Porque tem essa questão da regulação do clima pelo oceano, a gente precisa manter o oceano mais próximo possível do original.(…) A gente polui os oceanos, isso impacta diretamente a saúde humana, a saúde ambiental, (…)a gente está alterando as paisagens na região costeira, a urbanização excessiva, mineração, extração de minerais nos oceanos, isso modifica o as paisagens, modifica o ecossistema. Isso tudo impacta em outro ponto muito importante, da perda de biodiversidade, a gente perde, porque a biodiversidade marinha nos ajuda. Retirando o gás carbônico da atmosfera, devolvendo oxigênio, servindo de alimentação para a gente, uma fonte de proteína muito importante. Então tem vários níveis, a gente tem que tentar preservar o máximo possível. E aí o ponto fundamental, das mudanças climáticas incide como a gente está afetando o oceano, a água está aquecendo, e as correntes estão tão mudando, e isso tudo, as mudanças climáticas têm um pezinho em todos esses pontos que a gente falou, da poluição, da alteração de paisagem, da perda de biodiversidade. Fundamental que a gente tenta voltar para ter o oceano mais próximo possível de como era antes de a gente começar a Revolução Industrial, começar essa loucura toda com toda de um uso exacerbado, com tanto impacto negativo.

Adrielen: O apelo das Nações Unidas vai no mesmo sentido. O aquecimento global, a crise hídrica, vão atingir em cheio os mais vulneráveis…mas, mais adiante, pode ficar tranquis ou não , vai atingir a todos.

Dr. Cruz: É Terra, trata-se mesmo de uma insegurança hídrica.

Terra: Mexeu comigo, mexeu com todos!

🎵Sobe Som 🎵

Adrielen: É! Mexeu com a Terra, mexeu com a gente! Mexeu comigo, que moro no Planalto Central! Contigo, que mora em outras partes do país: Onde você está? No litoral, no interior do país, ou na Floresta Amazônica, como o Manoel Cunha?

Manoel Cunha: Então, a mudança climática, eu sempre digo que ela é como a guerra, ela chega para fazer o mal em todos os aspectos da vida da pessoa. E é uma guerra difícil de encarar, porque se a gente olhar e comparar ela com a guerra, as nossas comunidades tradicionais, nós somos soldados da frente, quer dizer, é aquele que está com sua vida mais em risco. Mas nós não temos a caneta, nós não temos o poder de decisão de fazer algo que possa minimizar, que possa mitigar os impactos das mudanças climáticas. Então, eu sempre digo que nós estamos primeiro, soldado da frente, e sem arma. Não tem como nós se defender, porque as mudanças climáticas tão aí, não é por ação nossa, é por ação dos homens, mas não pelas ações das comunidades tradicionais que são conservadoras de meio ambiente, de floresta, de tudo que nós tem de riqueza natural.

Adrielen: Se tem uma coisa que temos nos empenhado nesse podcast é em diversificar as vozes das ciências, do meio ambiente, da vida! E há quase que uma unicidade de vozes quando a gente fala da Terra:

Colagem (Julianne Gouveia, Anita Lucchesi, Teresa Santos, Ana Elisa Santana): “Ainda dá tempo de salvar o planeta: a hora de mudar é agora”! “Precisamos frear as emissões de gases que agravam o Efeito Estufa!” “Água é vida! Floresta de pé é vida!” “Cada um faz a sua parte. Juntos, cuidamos do todo!”

Adrielen: Tem também, uma que gosto muito e que já ouvi por aqui na voz de André Felipe, pesquisador da Casa de Oswaldo Cruz: Bora conscientizar agora!

André Felipe: Então, nós precisamos também inclusive ser criativos nas formas como nós vamos organizar e nas formas como nós vamos responder a esses desafios. Então, eu acho que a gente precisa ser muito atento, inclusive, para um certo uso político desse discurso neoliberal que tem de jogar tudo nas costas do indivíduo. Então, você precisa economizar a água, você precisa fazer isso, fazer aquilo. Na verdade, é claro que isso é importante. De forma nenhuma, eu desaconselho esse tipo de medida. Mas se você vê, é importante não perder de vista. Quem usa, por exemplo, dois terços dos usos de água. Quem são os responsáveis por dois terços dos usos de água? Quem são os grandes responsáveis pelo desmatamento? E como isso te afeta? Qual é a cadeia de produção daquilo que você está consumindo? Então, eu acho que essa conscientização, ela precisa vir junto para a gente conseguir lidar com isso de uma maneira efetiva.

Adrielen: Está tudo conectado – modo socioeconômico, com política, com justiça e consciência ambiental. Pode até parecer que não, mas está, tá bem?

Vide Chico Mendes, uma das maiores lideranças ambientais do mundo, assassinado em 1988, em Xapuri, no Acre. Ele teve um insight brilhante, que compartilho na voz de Thiago Regotto.

Thiago Regotto: No começo pensei que estivesse lutando para salvar seringueiras, depois pensei que estava lutando para salvar a Floresta Amazônica. Agora, percebo que estou lutando pela humanidade.

🎵  Sobe Som 🎵

Dr. Cruz: Pelo menos mais alguns dias aqui na UTI, Terra! É pra sua segurança!

Terra: Doutor, quero sair daqui! E quem depende de mim, como fica?

Dr. Cruz: A senhora realmente está preocupada com ‘’o outro’’?

Terra: É que sei que se adoeço, todo mundo adoece…

🎵 Vinheta Encerramento 🎵

Adrielen:  No sexto episódio:

Adrielen: O que será da humanidade com a Terra colapsada?

🎵 Sobe Som Trilha 🎵

Adrielen: Este é o S.O.S! Terra Chamando! O podcast sobre a saúde do planeta. Uma co-produção da Empresa Brasil de Comunicação e da Casa de Oswaldo Cruz.

Eu sou Adrielen Alves, responsável pela idealização, roteiro e apresentação. A pesquisa e a produção são de Anita Lucchesi e Teresa Santos.

 A edição de conteúdo é da Julianne Gouveia.

 A revisão é da Ana Elisa Santana.

Fazem parte da comissão técno-científica: Carlos Machado de Freitas da Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca; Carlos Henrique Assunção Paiva, Diego Vaz Bevilaqua, Dilene Raimundo do Nascimento, Magali Romero Sá, da Casa de Oswaldo Cruz; e Tereza Amorim Costa, do Museu da Vida Fiocruz, unidades da Fundação Oswaldo Cruz.

Os atores são Georgiana Góes e Pablo Aguilar, do Museu da Vida Fiocruz.

 O apoio à produção em Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo, ficou por conta de Adriana Ribeiro, Mara Régia e Victor Ribeiro. A operação de áudio é de Álvaro Seixas, Thiago Coelho e Reynaldo Santos, Thales Santos e Reinaldo Shiro.

A locução de frase de Chico Mendes é do Thiago Regotto.

A edição final e a sonoplastia são da Pipoca Sound.

Este episódio usa áudios de Ana Elisa Santana, da TV Brasil., Anita Lucchesi, André Felipe, da Casa de Oswaldo Cruz; Afonso Gonçalves, do Instituto de Oceanos de Bermudas, nos Estados Unidos, Julianne Gouveia e Teresa Santos, do Museu da Vida Fiocruz, Manoel Cunha, representante do ICMBIO na Reserva Extrativista do Médio Juruá, no Amazonas, de Simone Daflon, astrônoma do Observatório Nacional, além do acervo da Empresa Brasil de Comunicação.  Até a próxima!

🎵 Vinheta Encerramento 🎵

🎵 Som de fita voltando 🎵

Beatriz Arcoverde: Também contribuíram na Coordenação de Processos, implementação e publicação nas plataformas: Equipe da Radioagência Nacional – EBC,  Interpretação em Libras: Equipe de tradução da EBC, na edição de vídeo para o youtube: Mateus Araújo e o responsável pela arte: Vinícios Espangeiro.

🎵 Vinheta de Encerramento 🎵

Em breve


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margin-bottom: 4px;
}

/* Style the buttons that are used to open and close the accordion panel */
.accordion {
background-color: #005bab;
color: #ffffff;
cursor: pointer;
padding: 9px 18px;
width: 100%;
text-align: left;
border: none;
outline: none;
transition: 0.4s;
font-size: 16px;
font-family: “tipobrasil_rounded700SBd”, sans-serif;
font-weight: 700;
display: flex;
align-items: center;
position: relative;
letter-spacing: 1px;
}

.accordion:focus {
outline: none;
}

.accordion span {
margin-left: 8px;
}

/* Add a background color to the button if it is clicked on (add the .active class with JS), and when you move the mouse over it (hover) */
.active, .accordion:hover{
background-color: #004581;
color: #a3a3a3;
}

/* Style the accordion panel. Note: hidden by default */
.panel {
padding: 0 18px;
background-color: transparent;
max-height: 0;
overflow: hidden;
transition: max-height 0.2s ease-out;
}

.accordion:after {
content: ‘002B’; /* Unicode character for “plus” sign (+) */
font-size: 24px;
flex-shrink: 0;
border-radius: 5px;
color: #a3a3a3;
background-color: white;
position: absolute;
right: 18px;
margin-left: 5px;
width: 24px;
height: 24px;
display: flex;
align-items: center;
justify-content: center;
font-family: arial;
}

.active:after {
content: “-“; /* Unicode character for “minus” sign (-) */

}

.panel table {

border-collapse: separate;
border-spacing: 10px;
border: none
}

.panel table tbody tr:after {
content: “”;
width: 100%;
height: 1px;
background-color: #777;
display: block;
max-height: none;
}

.panel table tbody td {
border: none;
background-color: white;
}

.panel table tbody td:last-child {
font-weight: bold;
}

@media screen and (max-width: 768px) {
/* Estilos para telas menores */
.accordion {
font-size: 16px
}
}

/*–>*/

/*–>*/


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