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Pesca Profissional Artesanal: um tipo de pesca caracterizada principalmente pela mão de obra familiar, com embarcações de pequeno porte, como canoas ou jangadas, ou ainda sem embarcações, como na captura de moluscos perto da costa. Sua área de atuação está nas proximidades da costa, nos rios, reservatórios, lagos/lagoas, estuários e açudes. Lei Federal 11.959 de 29/06/2009.

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A convidada desta semana do Ilustríssima Conversa é Alessandra Devulsky, professora do programa de mestrado em direito da Universidade do
Idelber Avelar, professor de literatura latino-americana na Universidade Tulane, em Nova Orleans (EUA), é o convidado desta semana. No livro
Nesta semana, o Ilustríssima Conversa recebe Christian Dunker, psicanalista e professor titular da USP, que acaba de lançar "Uma Biografia
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Blitz educativa em Poconé orienta sobre pesca profissional, esportiva e amadora - mt.gov.br - Site  INDEA
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Em “Arrancados da Terra”, o jornalista e escritor Lira Neto apresenta uma biografia coletiva dos judeus de Portugal que, no final
Em outubro de 1973, um mês depois do golpe militar que derrubou Salvador Allende, agentes da ditadura brasileira foram despachados

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Retrocesso —esta é a palavra a que mais de 40 autores de uma coletânea recém-lançada recorrem para sintetizar o que aconteceu no Brasil nos dois primeiros anos do governo Bolsonaro.

No episódio desta semana, o repórter Eduardo Sombini recebe os cientistas políticos Fábio Kerche, professor da Unirio, e Marjorie Marona, professora da UFMG, organizadores, com Leonardo Avritzer, do livro “Governo Bolsonaro: Retrocesso Democrático e Degradação Política” (Autêntica).

Eles discutiram a contradição entre o bolsonarismo como movimento político, que demanda a radicalização do discurso para engajar suas bases, e a construção da governabilidade do presidente, que requer a negociação com outros Poderes e partidos.

Os convidados também falaram sobre as ameaças do presidente ao STF e a indicação do ministro Kassio Nunes Marques, a corrosão da autonomia do MPF com a nomeação de Augusto Aras, as relações com os militares e as perspectivas para a segunda metade do mandato de Bolsonaro.

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Nesta semana, o Ilustríssima Conversa discute o processo tortuoso de reconhecimento dos direitos das pessoas LGBTI+ no Brasil.

O repórter Eduardo Sombini recebe Regina Facchini e Isadora Lins França, professoras da Unicamp e organizadoras do livro “Direitos em Disputa: LGBTI+, Poder e Diferença no Brasil Contemporâneo”.

A coletânea narra a construção de políticas de afirmação da cidadania desses grupos nos anos 1990 e 2000 e analisa a ofensiva conservadora da última década que, na avaliação das convidadas, vem promovendo um desmonte da agenda de gênero e de sexualidade no país.

Na conversa, as pesquisadoras abordaram as transformações do vocabulário do movimento LGBTI+ nas últimas décadas e discutiram a força política da chamada ideologia de gênero, que teve um papel fundamental na campanha de Jair Bolsonaro. Elas consideram o termo um factoide, usado para criar pânico moral e viabilizar um projeto que transforma o gênero e a sexualidade em tabus.

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A convidada desta semana do Ilustríssima Conversa é Alessandra Devulsky, professora do programa de mestrado em direito da Universidade do Québec em Montréal, no Canadá.

No livro “Colorismo” (Jandaíra), a autora discute o funcionamento desse sistema de hierarquização racial, ligado à ideia de supremacia branca, que discrimina os negros de acordo com a tonalidade de pele e de outros traços físicos associados à origem africana.

Na conversa com o repórter Eduardo Sombini, a pesquisadora defendeu que é essencial discutir as engrenagens do colorismo para entender o racismo no país —para ela, falar sobre os diferentes tipos de preconceito que negros de pele clara e de pele escura sofrem pode ajudar a construir uma unidade na luta antirracista.

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Idelber Avelar, professor de literatura latino-americana na Universidade Tulane, em Nova Orleans (EUA), é o convidado desta semana.

No livro “Eles em Nós: Retórica e Antagonismo Político no Brasil do Século XXI”, o autor discute, a partir da análise do discurso, os principais movimentos da política brasileira nas últimas duas décadas e examina o uso de categorias retóricas como hipérbole, eufemismo e tautologia.

Na conversa com Eduardo Sombini, Avelar tratou da ruptura que junho de 2013 instaurou na política nacional e dos significados da Operação Lava Jato, além de expor sua leitura da ascensão de Jair Bolsonaro. O autor aponta uma retroalimentação entre lulismo e bolsonarismo, mas rejeita a ideia de que os dois campos são equivalentes —só o bolsonarismo é extremista e ameaça a democracia, afirma.

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Nesta semana, o Ilustríssima Conversa recebe Christian Dunker, psicanalista e professor titular da USP, que acaba de lançar “Uma Biografia da Depressão”.

No livro, Dunker narra como a depressão, que por muitas décadas ocupou uma posição de irmã esquecida no imaginário sobre os transtornos mentais, se tornou, a partir dos anos 1970, a grande protagonista dos discursos sobre o sofrimento psíquico.

Para o autor, esse processo está relacionado ao desenvolvimento de uma nova geração de antidepressivos —Dunker questiona até que ponto esses remédios tratam a depressão e até que ponto as patologias que são tratadas por esses remédios passaram a ser chamadas de depressão.

Na conversa com Eduardo Sombini, o psicanalista abordou os principais marcos da história do conceito e e discutiu como o pensamento neoliberal transformou o enquadramento dos transtornos mentais.

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Rio Tejo: Proibição de pesca lúdica no Tejo: “É ridículo! Não faz sentido” (C/ÁUDIO)  Antena Livre

Blitz educativa em Poconé orienta sobre pesca profissional, esportiva e amadora – mt.gov.br – Site  INDEA

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Em “Arrancados da Terra”, o jornalista e escritor Lira Neto apresenta uma biografia coletiva dos judeus de Portugal que, no final do século 15, receberam um ultimato para abandonar o reino. Para evitar o desterro, teriam que se converter ao catolicismo ou poderiam ir parar nas fogueiras da Inquisição.

O livro segue os passos dos sefarditas, que, depois da fuga de Portugal, fundaram uma comunidade em Amsterdã e, de lá, cruzaram o Atlântico com a utopia de construir, no Recife conquistado pelos holandeses, uma Jerusalém dos trópicos.

Na conversa com Eduardo Sombini, Lira Neto explica a intolerância que os sefarditas enfrentaram em Pernambuco e discute a viagem, em 1654, de 23 judeus que, de acordo com evidências, deixaram o Recife logo depois da queda do governo holandês e aportaram na ilha de Manhattan.

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Em outubro de 1973, um mês depois do golpe militar que derrubou Salvador Allende, agentes da ditadura brasileira foram despachados para Santiago, capital do Chile.

Os oficiais tinham a missão de trabalhar com militares do regime, comandado por Augusto Pinochet, no Estádio Nacional, que tinha sido transformado em um campo de prisioneiros.

Entre os milhares de chilenos e estrangeiros que passaram pelo estádio, pelo menos 52 eram brasileiros —e, abandonados à própria sorte pelo Itamaraty, muitos foram torturados pelos seus concidadãos, de acordo com relatos de presos.

O episódio é uma das muitas cenas que Roberto Simon recompõe no livro “O Brasil contra a Democracia: a Ditadura, o Golpe no Chile e a Guerra Fria na América do Sul”.

Neste episodio, Simon explica como a ditadura brasileira tentou minar o governo de Allende, patrocinou sua derrubada e apoiou o novo regime militar em várias frentes.

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