07/01/2026 Após a sanção, portaria publicada hoje fixa o prazo de 5 de fevereiro para regularização O Ministério da Pesca...

Apoiador declarado do presidente Jair Bolsonaro (PL), Guaranho é réu por homicídio duplamente qualificado pela morte de Marcelo Arruda A Justiça revogou nesta sexta-feira (12) a prisão domiciliar do policial penal Jorge Guaranho e determinou que ele seja transferido para o Complexo Médico Penal (CMP) de Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC). A informação foi confirmada à RPC, afiliada à TV Globo. A defesa do réu ainda não se manifestou.
Apoiador declarado do presidente Jair Bolsonaro (PL), Guaranho é réu por homicídio duplamente qualificado pela morte do tesoureiro do PT de Foz do Iguaçu, Marcelo Arruda. O crime foi em julho. Ao ser baleado, o petista revidou e também atirou no policial. Guaranho ficou um mês internado.
Na quarta-feira (10), quando o policial recebeu alta, ele deveria ser transferido para o CMP. Contudo, um ofício do próprio complexo disse que o local não tinha estrutura para atender às necessidades médicas que o réu precisaria, por isso, ele ele ficou em prisão domiciliar e usando tornozeleira eletrônica.
Jorge Guaranho em treinamento de tiro: apoiador declarado de Jair Bolsonaro, Guaranho é réu por homicídio duplamente qualificado
Reprodução/Twitter
Em nova decisão nesta sexta (12), o juiz Gustavo Germano Francisco Arguello disse que a Secretaria de Segurança Pública (Sesp) informou que o Complexo Médico Penal, diferente de argumentação inicial, “apresenta plenas condições estruturais e humanas de custodiar o réu”.
O despacho destaca, ainda, que um documento juntado aos autos do processo diz que o Complexo Penal “possui condições de garantir a manutenção diária das necessidades básicas do custodiado com supervisão contínua… levando em consideração as informações do Relatório de Evolução Médica do paciente”.
Na quarta (10), o juiz Arguello definiu pela prisão domiciliar, determinando que Guaranho permaneceria em casa até que fosse possível “eventual remanejamento do réu para estabelecimento adequado, ainda que em outro Estado da Federação”.
O advogado Ian Vargas, que defende a família de Arruda, disse que a decisão era fundamental. “Entendemos que essa decisão era fundamental, uma vez que era obrigação do Estado fornecer acolhimento dele [Guaranho] no Complexo Médico Penal […] Além disso, a permanência dele em domiciliar era uma afronta a Justiça, uma vez que o réu cometeu um crime hediondo”.
A primeira recusa
Guaranho foi para prisão domiciliar após o juiz Arguello atender a pedido da defesa do policial diante dos cuidados médicos necessários do réu.
Diante da resposta de que unidades prisionais ou o CMP não têm condições de prestar o atendimento médico necessário ao preso, o juiz determinou a prisão domiciliar, “sem desprezar a prova da existência do crime e indícios suficientes de autoria e, sequer, a gravidade do suposto delito pelo qual o requerente está sendo processado”.
Na ocasião, o magistrado criticou a demora do Estado ao informar não ter condições de abrigar Guaranho.
“Não bastasse a absurda situação de se constatar a total incapacidade técnica do Estado em cumprir a ordem judicial que decretou a prisão preventiva do réu, tem-se a inacreditável omissão em comunicar tempestivamente a sua inaptidão. Criou-se, com tal demora, uma situação teratológica que estarrece: o réu encontra-se em alta hospitalar (aparentemente desde o início da tarde deste dia), todavia, não está inserido em nenhuma unidade prisional”, destaca o juiz.
O juiz determinou que, ainda, que durante a prisão domiciliar, Guaranho só poderia sair de casa em caso de necessidade médico-hospitalar. No despacho, o magistrado também pediu que o Departamento de Polícia Penal do Estado do Paraná (Deppen) seja notificado a pedir uma vaga para Guaranho no sistema prisional federal.

A empresa reverteu prejuízo de cerca de R$ 13 milhões, anotado no mesmo período de 2021 A Saraiva, em recuperação judicial, registrou lucro líquido de R$ 20 milhões no segundo trimestre deste ano, revertendo prejuízo de pouco menos de R$ 13,4 milhões anotado no mesmo período de 2021.
A receita líquida caiu 4,6% no comparativo trimestral, para R$ 18,8 milhões. As lojas físicas registraram alta de 9,8% na receita, para R$ 18 milhões, enquanto a operação on-line viu o faturamento cair 81,4% entre os trimestres, para R$ 600 mil.
A Saraiva afirma que o fraco desempenho reflete “problemas estruturais na solução”, e que o site será totalmente reformulado e relançado em setembro.
Em sua divulgação de resultados, a empresa aponta que foi homologado o segundo aditamento ao plano de recuperação judicial, que reduzirá R$ 239,4 milhões em dívidas da companhia com credores. A companhia destaca também a venda da loja Shopping Ibirapuera e de direitos creditórios.
O Ebitda foi de R$ 115,8 milhões entre abril e junho, revertendo resultado negativo de R$ 1,5 milhão no mesmo período de 2021. No critério ajustado, o resultado antes de juros ficou negativo em R$ 9,7 milhões no último trimestre, melhora de 49% ante o mesmo período do ano passado.
Veja tudo sobre o balanço da Saraiva e outros indicadores financeiros, além de todas as notícias sobre a companhia, no Valor Empresas 360
Em recuperação judicial, a Saraiva registrou lucro líquido de R$ 20 milhões no segundo trimestre de 2022
Reprodução

Entre as atrações gratuitas estão apresentações musicais, palestras e exposições. 84ª Semana Euclidiana homenageia escritor Euclides da Cunha em São José do Rio Pardo
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São José do Rio Pardo (SP) realiza 84ª edição da Semana Euclidiana até segunda-feira (15). O evento, iniciado na terça-feira (9) é gratuito e traz uma programação para homenagear o jornalista e escritor Euclides da Cunha, autor da obra “Os Sertões” (veja a programação abaixo).
Após dois anos sendo realizando de forma online, por conta das restrições impostas para controlar a pandemia de Covid-19, o evento retorna ao modo presencial e irá receber estudantes de mais de 40 escolas de várias regiões do Brasil.
O tema desta edição é “Euclides da Cunha e o Modernismo: antes e depois Semana de Arte Moderna de 1922”.
São José do Rio Pardo realiza Semana Euclidiana com diversas atividades
Euclides da Cunha em São José do Rio Pardo
Euclides da Cunha morou em São José do Rio Pardo entre 1898 e 1901. Localizado na Avenida Euclides da Cunha, 145, no Centro, o Recanto Euclidiano foi o local que o jornalista escreveu parte da sua obra mais conhecida: “Os Sertões”, que retrata a Guerra de Canudos.
No local , uma cúpula preserva a cabana que o autor utilizou para projetar, como engenheiro, a ponte metálica sobre o Rio Pardo. Seus restos mortais estão enterrados às margens do rio.
A publicação da obra “Os Sertões” lhe rendeu uma vaga na Academia Brasileira de Letras (ABL) e outra no Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB).
Semana Euclidiana em São José do Rio Pardo homenageia escritor e jornalista Euclides da Cunha
Reprodução/ EPTV
Programação
Exposições Culturais
Exposição “Universo Modernista”
Segunda-feira a Sexta-feira até 26 de agosto
Local: Museu rio-pardense “Arsênio Frigo”
Horário: 8h às 17h
Exposição “Devoracidade”
Artista Plástico: Douglas Guerini
Segunda-feira a sexta-feira até 31 de agosto
Local: Fábrica de Expressão
Horário: 8h às 17h
Exposição “O que é uma ponte?” (Participantes do Concurso de Desenho Infanto-juvenil)
Segunda-feira a sexta-feira até 19 de agosto
Local: Fábrica de Expressão
Horário: 8h às 17h
Feiras Culturais
Artesão em Ação
13/08
Local: Área de Lazer, das 15h às 18h30
Local: Praça XV de Novembro, das 17h às 22h
14/08
Local: Área de Lazer, das 10h às 22h
Local: Praça XV de Novembro, das 17h às 22h
15/08
Local: Praça XV de Novembro, das 17h às 22h
I Feira do Vinil – 13/08, das 9 às 17h, no Mercado Cultural
Feira da Terra – 13/08, a partir das 10h, na Praça do Mercado Cultural
Feira Associação de Artesanato Rio-pardense – até 15 de agosto, das 15h às 22h, na Praça XV de Novembro
Programação geral
13/08 – Sábado
8h30 – Ciclos de Estudos Euclidianos – Local: Rua Jorge Tibiriçá (FEUC)
14h – III Encontro Feminista – Bate-papo: A evolução feminina de 1922 a 2022, com a convidada Luiza Lourencini – Local: Centro Cultural Ítalo Brasileiro
17h – Sarau do Sertão à beira do rio Pardo: Coração Caipira, com o convidado: Jackson Antunes – Local: Recanto Euclidiano (Avenida Euclides da Cunha, s/nº)
19h30 – Peça “ O que vem depois de ser feliz”, adaptação Clarice Lispector, com Núcleo Cênico da Fábrica de Expressão – Local: Fábrica de Expressão
21h – Jordan Silvério e Banda – Local: Recanto Euclidiano
14/08 – Domingo
8h30 – Ciclos de Estudos Euclidianos – Local: Rua Jorge Tibiriçá (FEUC)
14h – Lançamento do livro “ Por detrás da porta” – Autora: Rachel Aparecida Bueno – Local: Casa Euclidiana
VIRADA CULTURAL EUCLIDIANA
Das 9h às 17h – Recreação – na Área de Lazer
10h – Apresentação Cultural Edu Cunha
10h30 – Contando Histórias com todas as cores – no Recanto Euclidiano
14h – Contando Histórias com todas as cores – no Recanto Euclidiano
14h – Apresentação Cultural Well Souza – na praça de Alimentação
14h – Apresentação Cultural Caio Hernandes – na Ilha São Pedro
14h – Apresentação Cultural Eduardo Aguiar
15h30 – Espetáculo Circense – no Recanto Euclidiano
19h – Conferência Oficial – conferencista: Jason Tércio – Tema: “ Euclides da Cunha e Mário de Andrade – Conexões entre “Os sertões” e “Macunaíma” – Local: Centro Cultural Ítalo Brasileiro (Rua Treze de Maio, 195)
20h30 – Samba do Chicão – Local: Recanto Euclidiano
15/08 – segunda-feira
8h – 83ª Maratona Intelectual Euclidiana – Local: Rua Jorge Tibiriçá (FEUC)
VIRADA CULTURAL EUCLIDIANA
Das 09 às 17h – Recreação com o Tio Juninho – na Área de Lazer
10h – Apresentação Cultural João Dimas – na Ilha São Pedro
10h30 – V Concurso Nacional de Poesia – no Recanto Euclidiano
14h – Apresentação Cultural Danila Moreno – na Área de Lazer
14h – Apresentação Cultural Ronaldo Alves – na praça de Alimentação
14h – Apresentação Cultural Telma Linsk – na Ilha São Pedro
14h30 – Romaria Cívica – Local de saída: Casa de Cultura Euclides da Cunha até o Recanto Euclidiano
15h – Apresentação Jogral: Trabalho resultante da Oficina poética realizada durante a Semana Euclidiana – Local: Recanto Euclidiano
15h30 – Apresentação dos Grupos de Música de Câmara do Polo do Conservatório de Tatuí em São José do Rio Pardo – Local: Recanto Euclidiano
17h – Encerramento – Convidado: Zé Celso Martinez Corrêa – Tema: Euclides da Cunha e “Os Sertões” – Local: Recanto Euclidiano
Veja mais notícias da região no g1 São Carlos e Araraquara.

Eurodeputado Claude Gruffat pediu uma moratória na importação de madeira, soja e ouro após saber que o desmatamento na Amazônia se manteve acima dos 8.500 km² de agosto de 2021 até julho de 2022 “Estou pedindo uma moratória [suspensão] na importação de madeira, soja e ouro até que as regras da lei estejam estabelecidas e os direitos humanos e do ambiente sejam respeitados.”
Essa foi a primeira reação do eurodeputado Claude Gruffat, 64, ao saber dos números do último ano de desmatamento da Amazônia, divulgados nesta sexta (12) pelo Deter, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). De agosto de 2021 até julho de 2022, foram derrubados 8.590,33 km² do bioma, a terceira maior taxa do histórico recente da medição.
“Chegaremos um ponto sem retorno se nós, europeus, não colocarmos um fim na importação de bens provenientes do desmatamento. É o único jeito”, afirmou o eurodeputado francês à reportagem.
Membro do comitê para assuntos econômicos e da delegação para relações com o Mercosul do Parlamento Europeu, Gruffat esteve por dez dias na floresta no mês passado, em viagem com as também eurodeputadas Michèle Rivasi (francesa) e Anna Cavazzini (alemã).
Foi a primeira visita de Gruffat ao Brasil, que recebeu os novos números “com tanta desolação” como a que viu na Amazônia. “Vi todo o sistema de Bolsonaro: sem fiscalização, só entregando mais e mais poder para o crime. E um desejo de destruir os povos indígenas e a floresta tropical”, disse.
“Meu voo sobre a região me fez entender melhor a importância do problema: de 8.000 a 9.000 km² por ano, e isso é um acréscimo. Se os importadores não fizerem nada, esse número não vai cair porque nós vimos, em Santarém [Pará], que há muito trabalho a fazer a respeito da importação de madeira, cuja maioria vem do corte ilegal.
Questionado sobre possíveis sanções internacionais ao Brasil, Gruffat diz que seu papel não é criar penalidades. “Por outro lado, não queremos ser cúmplices desse desmatamento massivo que causa dano ao planeta.”
“Num momento em que o problema climático é tão urgente, é apenas coerente não querer contribuir para a redução de uma floresta que é uma das mais importantes redutoras de carbono do planeta.”
Apreensão de madeira fruto de extração ilegal no Estado do Pará
Ascom/Semas PA
Mas o que os deputados verdes do Parlamento planejam fazer?
Segundo o político francês, neste segundo semestre de 2022 a parlamentar Rivasi vai trabalhar em regulamentações contra a importação de madeira proveniente de desmatamento e na preservação dos povos indígenas.
“Enquanto isso, eu e Anna Cavazzini vamos aumentar a fiscalização de empresas europeias operando na Amazônia, especialmente das que trabalham com bens primários”, conta.
Gruffat diz que trabalhará para fazer as vozes indígenas serem escutadas -dentro do Parlamento e fora dele, com atuação na imprensa, em eventos e nas redes sociais. “Agora que eu vi o problema com meus próprios olhos e falei com as pessoas, sinto que é minha responsabilidade contribuir na luta para melhorar essa situação.”
Na visita ao Brasil , Gruffat se disse “chocado” com algumas situações que presenciou. “Vi envenenamento do ambiente pelo uso de pesticidas que estão banidos da Europa há cerca de 20 anos. Eu farei tudo ao meu alcance para acabar com a exportação por empresas europeias de produtos banidos na Europa.”
Ele também afirma ter ficado “profundamente entristecido com o envenenamento de crianças indígenas pelo mercúrio usado na extração de ouro ilegal.”
Por fim, Gruffat enumerou quatro conclusões a que chegou após a visita: “1) o crime organizado é generalizado; 2) as leis que se aplicam são as de pirataria em alto-mar; 3) povos indígenas e comunidades locais estão sofrendo; 4) países da União Europeia e a China produzem um enorme impacto por meio de suas empresas que fazem negócios com a máfia local”.
“No entanto, tenho esperanças: 1) na forma como povos indígenas e comunidades locais estão se organizando e lutando contra o governo e a máfia; 2) na próxima eleição brasileira; 3) e de que a União Europeia tenha forças para acabar com essa tragédia.”

A Inepar Indústria e Construções, em recuperação judicial, reportou prejuízo atribuído aos controladores de R$ 67 milhões no segundo trimestre, revertendo lucro de R$ 24,4 milhões de igual período do ano anterior. Em termos consolidados, o prejuízo somou R$ 68,3 milhões. Os dados foram divulgados nessa sexta-feira (12) na Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
O desempenho mais fraco é atribuído às correções dos passivos financeiros, principalmente à dívida com o BNDES, bem como à correção do passivo tributário consolidado através da Transação Tributária, o que representou um total de R$ 112 milhões, afirma a empresa em comentários que acompanham o informe financeiro.
Na mesma base de comparação, a receita líquida da Inepar diminuiu de R$ 2,4 milhão para R$ 1,6 milhão. No período, a empresa ainda registrou um resultado operacional negativo de R$ 2,7 milhões devido, principalmente, ao baixo nível de receita.
Inepar: desempenho mais fraco é atribuído às correções dos passivos financeiros, principalmente à dívida com o BNDES, bem como à correção do passivo tributário
Reprodução/Inepar

Apesar do resultado operacional recorde no intervalo, com destaque para o forte desempenho da Raízen, despesas financeiras mais elevadas pesaram na última linha do balanço A Cosan, um dos maiores conglomerados brasileiros, encerrou o segundo trimestre com prejuízo líquido de R$ 125,3 milhões, comparável a lucro de R$ 996,6 milhões um ano antes. Apesar do resultado operacional recorde no intervalo, com destaque para o forte desempenho da Raízen, despesas financeiras mais elevadas pesaram na última linha do balanço.
Desconsiderando-se efeitos pontuais, o grupo encerrou o trimestre com lucro líquido ajustado de R$ 53,6 milhões, queda de 94,6% frente ao mesmo período de 2021.
De abril a junho, a receita líquida da Cosan totalizou R$ 42,78 bilhões, alta de 69,4%. O resultado antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado, por sua vez, alcançou R$ 4,14 bilhões, com crescimento de 34,5%.
O resultado, inédito na história da Cosan, reflete o forte desempenho operacional em todos os negócios do grupo, em particular na Raízen, com volumes de venda e margens elevadas no período.
O resultado financeiro, por sua vez, foi afetado pelo aumento das taxas de juros, que eleva o custo da dívida, e pelo impacto negativo da valorização do real sobre o endividamento em moeda estrangeira e ficou negativo em R$ 2,44 bilhões, comparável a despesa financeira líquida de R$ 353,5 milhões um ano antes.
No trimestre, o grupo registrou consumo de caixa de R$ 331 milhões, contra geração de caixa livre de R$ 794 milhões um ano antes, na esteira da aceleração dos investimentos e da variação de capital de giro na Raízen.
Em junho, a alavancagem financeira da Cosan estava em 2,4 vezes, comparável a 2 vezes em março.
Em comentário que acompanha o balanço, o presidente do grupo, Luis Henrique Guimarães, afirma que o trimestre foi marcado por “importantes conquistas”, em meio a um cenário ainda mais complexo. “Superamos a metade do ano entregando crescimento consistente em todo o portfólio, consolidando nossa presença líder nos segmentos em que atuamos, onde o Brasil possui claras vantagens competitivas”, diz.
Veja tudo sobre o balanço da Cosan e outros indicadores financeiros, além de todas as notícias sobre as companhias no Valor Empresas 360
Cosan/Raízen
Reprodução / Facebook Cosan
Prejuízo líquido no período reverte o lucro de R$ 14,5 milhões do segundo trimestre do ano passado No segundo trimestre, a Brisanet, provedora regional de internet com atuação no Nordeste, reportou prejuízo líquido de R$ 1,2 milhão, revertendo lucro de R$ 14,5 milhões do mesmo período do ano passado.
Na mesma base de comparação, a receita líquida cresceu 39%, para R$ 236,6 milhões, impulsionada pela expansão geográfica orgânica da companhia, que ao longo do trimestre entrou em 10 novas cidades e adicionou à sua base 68 mil clientes de forma orgânica.
Entre abril e junho, o número de assinantes da Brisanet saltou 33%, de 736.580 para 977.229, com aumento também da participação dos pacotes de maior valor na base de clientes.
A Brisanet elevou o número de cidades atendidas, passando de 100 para 149 em um ano. O ARPU (ticket médio) do B2C cresceu 4% no comparativo anual, para R$ 92,01.
Já o lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações (Ebitda, na sigla em inglês) alcançou R$ 96,6 milhões de abril a junho, alta de 117,5% na base anual, com margem de 40,8%, 14,7 pontos percentuais (p.p.) acima do visto um ano antes.
Ao fim de junho, a provedora de internet tinha dívida líquida de R$ 717,9 milhões, com alavancagem de 2,3 vezes, queda de 0,13 em relação ao final do trimestre anterior.
Veja tudo sobre o balanço da Brisanet e outros indicadores financeiros, além de todas as notícias sobre a companhia no Valor Empresas 360

A fabricante de massas e biscoitos M. Dias Branco reportou lucro líquido de R$ 233,5 milhões no período, superando as expectativas do mercado; a receita somou R$ 2,49 bilhões A fabricante de massas e biscoitos M. Dias Branco, dona das marcas Piraquê, Adria e Vitarella, superou a expectativa do mercado e reportou um lucro líquido de R$ 233,5 milhões no segundo trimestre, 64% acima do registrado no mesmo período de 2021. O resultado ficou 72% acima da média das projeções de analistas.
O bom desempenho veio puxado pela receita recorde, que somou R$ 2,49 bilhões, 26% acima do segundo trimestre do ano passado. “Ela não apenas cresceu mais, cresceu melhor, com preços maiores e mix melhor”, disse Gustavo Theodozio, vice-presidente de investimentos da M. Dias Branco.
No período a companhia intensificou suas ações de precificação, especialmente na categoria de biscoitos, na qual também fez reduções de embalagens. “Eu vendo a mesma quantidade de pacotes, mas, em quilos, eu vendo menos. Eu diminuo a embalagem e diminuo o preço, mas não na mesma proporção. Então isso vira lucro e ainda permite que o consumidor continue tendo acesso ao produto”, diz Theodozio.
O preço médio total dos produtos ficou em R$ 6 por quilo, um avanço de 36% ante o ano anterior e 19% contra o primeiro trimestre deste ano.
Esse movimento fez com que o volume da companhia recuasse 7% na base anual, para 419 milhões de toneladas, e a companhia perdesse 2 pontos percentuais em participação de mercado de biscoitos, ficando com 29,9%. Em farinha e massas secas, porém, os reajustes não impediram a companhia de ficar estável ou ampliar sua participação. Em massas, a participação é de 31%, apenas 0,3 ponto percentual a menos do que um ano antes e, em farinha, de 9,2%, 3,7 pontos percentuais a mais na mesma base de comparação.
Embora o preço da matéria-prima tenha crescido 17% no período, o lucro líquido avançou 56%, alcançando uma margem bruta de 34,3%, resultado do maior preço médio e da gestão de compras, estoques e hedge dos insumos.
Estoques
A companhia, explica Fabio Cefaly, diretor de Relações com Investidores e Novos Negócios, aumentou seus estoques de insumos justamente para garantir custos competitivos no terceiro trimestre. Os estoques aumentaram em R$ 580,4 milhões, também com aumento de produtos acabados, o que ajuda a companhia a atender melhor o varejo, explicam os executivos.
A companhia continuou contendo despesas gerais e administrativas, que permaneceram na casa de 20% da receita líquida. Esse desempenho permitiu que o lucro líquido antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) crescesse 113%, para R$ 357,1 milhões, com a margem chegando a 14,3%.
“Com portfólio mais rico, capturando muita margem e reduzindo embalagem, eu ganhei 5,8 pontos de margem Ebitda”, afirma Theodozio.
Veja tudo sobre o balanço da M. Dias Branco e outros indicadores financeiros, além de todas as notícias sobre a companhia, no Valor Empresas 360
Massas da marca Adria, da M. Dias Branco
Reprodução

A receita líquida dobrou no mesmo período, para R$ 187 milhões A incorporadora RNI, especializada no padrão econômico no interior do país, mais do que triplicou seu lucro líquido atribuído ao controlador no segundo trimestre, na comparação anual. O valor reportado em seu balanço foi de R$ 6 milhões, alta de 336%. A receita líquida dobrou no mesmo período, para R$ 187 milhões.
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Entre abril e junho, a Cyrela lançou R$ 2,3 bilhões, 21% mais do que há um ano, ao mesmo tempo em que o indicador de venda sobre oferta (VSO) dos últimos 12 meses caiu de 55,4% para 43,2% A Cyrela apresentou no segundo trimestre um aumento de quase 50% no valor do seu estoque, as unidades lançadas que não foram vendidas. O indicador somava R$ 8,1 bilhão ao final de junho.
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