07/01/2026 Após a sanção, portaria publicada hoje fixa o prazo de 5 de fevereiro para regularização O Ministério da Pesca...

Na Lotofácil, apostas de Aguaí e Pirassununga ganharam R$ 1,4 mil cada. Volante da Mega-Sena
Ana Marin/g1
Um bolão de Rio Claro (SP) acertou cinco números no concurso 2.510 da Mega-Sena, sorteado no sábado (13), e ganhou R$ 29.636,36.
Uma aposta simples de Leme e outra de Santa Cruz da Conceição também acertaram a quina e ganharam R$ 14.818,18 cada.
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Segundo a Caixa Econômica Federal, a aposta de Rio Claro foi feita na Lotérica Aparecida, a de Leme na Lotérica A Favorita e a de Santa Cruz da Conceição na Lotérica Santa Cruz.
Um bolão de Matão acertou quatro números e ganhou R$ 2.985,20. Em Rio Claro, um bolão ganhou R$ 2.985,30, outro levou R$ 2.487.68 e um terceiro faturou R$ 1.492,60.
Em São Carlos, um bolão ganhou R$ 1.492,53 e uma aposta simples com sete números faturou R$ 1.492,65.
No total, 90 apostas de 25 cidades da região acertaram a quadra e ganharam em média R$ 497, 55 (veja abaixo).
O prêmio principal saiu para Morretes (PR), Ponta Grossa (PR), Duque de Caxias (RJ) e Barueri (SP). Cada apostador vai receber R$ 6.670.155,67.
As dezenas sorteadas foram: 08 – 13 – 25 – 32 – 44 – 57.
O próximo sorteio da Mega-Sena ocorre na quarta-feira (17) com estimativa de prêmio de R$ 3 milhões.
Confira as apostas vencedoras da quadra na Mega:
Aguaí – uma aposta
Américo Brasiliense – quatro apostas
Araraquara – oito apostas
Araras – uma aposta
Brotas – uma aposta
Casa Branca – uma aposta
Conchal – três apostas
Descalvado – três apostas
Dourado – uma aposta
Ibaté – duas apostas
Leme – seis apostas
Matão – quatro apostas
Mococa – três apostas
Pirassununga – três apostas
Porto Ferreira – duas apostas
Rio Claro – 11 apostas
Santa Cruz das Palmeiras – duas apostas
Santa Gertrudes – três apostas
Santa Rita do Passa Quatro – duas apostas
São Carlos – 17 apostas
São João da Boa Vista – cinco apostas
São José do Rio Pardo – três apostas
Tambaú – uma aposta
Tapiratiba – uma aposta
Vargem Grande do Sul – duas apostas
Lotofácil
Bilhete da Lotofácil
Ana Marin/g1
Apostas de Aguaí e Pirassununga (SP) acertaram 14 dos 15 números do concurso 2.598 da Lotofácil, sorteado no sábado, e ganharam R$ 1.404,92 cada.
De acordo com a Caixa, a aposta de Aguaí foi feita na Lotérica Aguaí e a de Pirassununga na Lotérica Morumbi.
Ninguém acertou o prêmio principal. As dezenas sorteadas foram: 01 – 03 – 06 – 09 – 10 – 11 – 12 – 13 – 14 – 17 – 18 – 19 – 20 – 23 – 25.
O próximo sorteio da Lotofácil ocorre na segunda-feira (14) com estimativa de prêmio de R$ 4 milhões.
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A temporada de publicação de resultados do segundo trimestre tem seu último dia na segunda-feira (15) e, entre os destaques, algumas companhias importantes de diversos setores.
A Ânima Educação e a Omega Energia publicam seus números antes da abertura do mercado. Após o encerramento do pregão, Rede D’Or São Luiz e Vibra Energia estão entre os destaques.
Companhias como CSN, IRB Brasil e Yduqs também divulgam seus resultados amanhã.
Veja abaixo o calendário completo:

Movimentação de casas tradicionais em investimentos, como Abrdn, BlackRock, Schroders e Charles Schwab, sinaliza maior aceitação de ativos digitais Gestores de recursos de renome estão correndo para os ativos digitais, encontrando novas maneiras de monetizar o interesse dos investidores, mesmo com a queda dos volumes e preços de bitcoin e outras criptomoedas. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Segundo a concessionária Arteris Intervias, colisão envolvendo um carro e um caminhão aconteceu no km 175 da SP-330 neste domingo (14). Um acidente na Rodovia Anhanguera (SP-330) matou um motorista na manhã deste domingo (14) entre Araras e Leme.
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Segundo a concessionária Arteris Intervias, que administra o trecho da rodovia, o acidente envolvendo um carro e um caminhão aconteceu no km 175 da Anhanguera por volta das 6h30.
O motorista do caminhão sofreu ferimentos leves. Já o motorista do carro chegou a ser socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel (Samu) e pelo Resgate da concessionária, mas não resistiu aos ferimentos e morreu a caminho do hospital.
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Uma faixa da pista, no sentido capital – interior, precisou ser interditada para o socorro das vítimas.
A causa do acidente ainda não foi informada. A perícia da Polícia Civil foi acionada para o local.
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Como o preço dos veículos híbridos e totalmente elétricos ainda é elevado para o padrão brasileiro, as empresas que mais exploram esse mercado são as que só vendem modelos importados Os fabricantes de carros têm metas globais de descarbonização muito claras. A maioria já tem a data que deixará de produzir automóveis a combustão, e a eletrificação dos automóveis torna-se cada vez mais comum em diversas partes do mundo. No Brasil, no entanto, esse tema continua obscuro e, todas as vezes que os executivos se referem ao assunto, falta clareza nos detalhes e nos prazos.
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Das 13 montadoras de carros com fábricas no Brasil, duas – Toyota e CAOA Chery – já produzem híbridos localmente. Na CAOA Chery, uma das menores no país, a decisão é bem recente. Outras duas, as maiores do setor – Volkswagen e Stellantis – anunciaram a intenção de produzir híbridos a etanol no país. Mas não revelaram datas.
Já a General Motors é totalmente contra híbridos, mas não revela planos de descarbonização na produção local de veículos, que, no seu entendimento, deveria seguir a tendência dos carros 100% elétricos. Hoje todos os puramente elétricos vendidos no Brasil são importados.
Nas demais montadoras, a questão está ainda menos resolvida. O que prevalece, na maioria, é o discurso em torno das metas globais, o que dificulta prever o que vai acontecer no Brasil. Em outras palavras, os dirigentes das montadoras evitam a pergunta óbvia: até quando vão resistir, no Brasil, produzindo apenas carros a combustão?
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Arte/Valor
Ninguém põe em dúvida a capacidade, tanto do híbrido, como do elétrico, de atrair o interesse do consumidor. Mas como os preços desses veículos ainda são elevados para o padrão brasileiro, as empresas que mais exploram esse mercado são as que só vendem modelos importados.
Marcas de luxo, como Porsche e Volvo, entraram firme no segmento de híbridos, híbridos “plug-in” (que também são carregados na tomada) e elétricos. E oferecem a clientes abastados os mais recentes lançamentos da Europa. Nessa faixa, principalmente os 100% elétricos, chegam a preços a partir dos R$ 300 mil. CAOA Chery e Renault têm elétricos compactos mais em conta, a partir de R$ 145 mil.
Embora híbrido e elétrico convivam em harmonia no mercado brasileiro, nos bastidores do setor surgiu uma espécie de briga entre os executivos que são a favor de um e os que são favoráveis ao outro. Os que defendem a produção de híbridos no Brasil o apontam como a melhor forma de o país passar por uma fase intermediária, sem solavancos, antes de entrar na eletrificação pura.
Argumentam, ainda, que essa é a única maneira de salvar o parque industrial que montadoras e autopeças ergueram no país ao longo dos últimos 60 anos, além dos empregos no setor. O país já conta com a produção, embora tímida, de híbridos movidos a etanol — o veículo conta com dois motores, sendo um a combustão que ajuda a alimentar o elétrico.
Mais do que isso, os entusiastas destacam que, com esse tipo de veículo, nosso etanol poderia ganhar a uma posição de destaque no mapa global da descarbonização.
Na Stellantis – a supermontadora, que desde o início de 2021 juntou Fiat, Chrysler, Peugeot e Citroën -, equipes de engenharia e de desenvolvimento de produtos em todo o mundo têm trabalhado em busca de soluções para atingir a meta fixada pela companhia de reduzir a emissão de CO2 em 50% até 2030. Segundo revelou recentemente Antonio Filosa, presidente da empresa na América Latina, coube à equipe brasileira a missão de desenvolver o híbrido a etanol. “Somos, no mundo, os mais capazes para isso”, disse.
Do lado oposto, o presidente da General Motors na América do Sul, Santiago Chamorro, é um dos maiores defensores dos 100% elétricos. Nesse tipo de carro, feito com muito menos peças do que um a combustão, as baterias são carregadas em tomadas.
Para Chamorro, o Brasil deveria seguir a tendência dos países desenvolvidos. “As outras tecnologias são passageiras”, disse em recente entrevista ao Valor. Para ele, o Brasil poderá produzir carros elétricos quando o preço das baterias for mais acessível. Até lá a indústria continuaria a fabricar modelos a combustão mais econômicos. Essa decisão já foi tomada pela GM.
Algumas marcas, principalmente as de luxo, têm investido na instalação de pontos de recarga de elétricos em centros urbanos e algumas rodovias brasileiras. Enquanto isso, no mundo, avança o desenvolvimento de veículos movidos a célula de hidrogênio, uma tecnologia por meio da qual a energia elétrica é gerada no próprio veículo, sem a necessidade de carregamento em tomadas.
O debate híbrido versus elétrico também envolve discussões sobre qual dos dois oferece a maior vantagem em termos de emissões de poluentes. Os defensores do híbrido a etanol sustentam que a medição tem que ser feita pelo sistema chamado “do poço à roda”. Ou seja, o cálculo tem de incluir a pegada de carbono desde a produção do combustível (a plantação de cana de açúcar no caso do etanol), refino e transporte até a emissão no escapamento do veículo.
Esse, no entanto, será um assunto para o próximo governo. O consultor Cássio Pagliarini, da Bright Consulting, lembra que a atual legislação brasileira de emissões leva em conta apenas os gases que saem do escapamento do veículo.
Mas a partir do próximo ano, o programa automotivo Rota 2030 estabelecerá a necessidade uma nova etapa de medições, tanto de segurança veicular como de emissões. Isso pode favorecer os que defendem o modelo “do poço à roda”. “É preciso medir também o que provoca o efeito estufa, o aquecimento global”, destaca Pagliarini.
As montadoras que pretendem desenvolver carros híbridos movidos a etanol têm levado a discussão à equipe técnica da Secretaria de Desenvolvimento da Indústria, que já acenou positivamente nesse sentido.
Seja qual for a decisão, o próximo governo terá que definitivamente entrar nessa discussão, já que em todos os países que fizeram suas opções, a mudança de matriz energética nos veículos teve um direcionamento do poder público.

“Apaexonados pelo Meio Ambiente” espalhou 28 pontos de coleta do material pela cidade. Apae de Porto Ferreira faz campanha de conscientização sobre o descarte correto do vidro
Para incentivar o descarte correto de vidro, a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) de Porto Ferreira (SP) disponibilizou 28 pontos de coleta do material espalhados pela cidade.
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A iniciativa faz parte da campanha “Apaexonados pelo Meio Ambiente”. A ideia da ação é distribuir coletores pela cidade para reciclagem do material em parceria com uma empresa privada.
O dinheiro da venda do vidro reciclado é revertido para instituição em Porto Ferreira.
A lista de pontos de coleta pode ser encontrada no site Recicla Vidro. Os coletores também possuem um QR Code com o mapa de outros pontos na cidade.
Campanha arrecada garrafas para reciclagem em Porto Ferreira
Reprodução/ EPTV
Pode descartar nos pontos
Garrafas de vidro no geral
Cacos de vidro
Copos
Frascos de remédios
Embalagens em geral
Não pode descartar
Espelhos
Cristais
Utensílios de cerâmica
Porcelana
Pirex e similares
Lâmpadas
Blindex
Campanha da Apae de Porto Ferreira não aceita alguns tipos de vidros
Reprodução/ EPTV
Parceria
A campanha é uma parceria entre a Apae, a prefeitura e uma fabricante de embalagens de vidro do município. A parceria começou em 2017, com cinco coletores.
A empresa privada recolhe o material depositado nos pontos de coleta da associação, que pesa o vidro e converte o seu valor em dinheiro. A verba é doada para a Apae.
“Precisamos ampliar a cultura do descarte da forma correta. Antes o material era jogado no aterro sanitário e agora conseguimos adequar o melhor descarte”, afirmou Antônio Toffoli Neto, diretor da Apae.
Mensalmente, são descartadas cerca de 3 toneladas de vidro nos pontos. “Temos um levantamento que anualmente cada pessoa consome 10kg de vidro, e com o descarte correto podemos chegar a 10 toneladas com o decorrer do tempo”, disse Neto.
Interessados em ajudar a Apae de Porto Ferreira pode procurar as redes sociais da instituição ou pelo número (19) 3581-4117.
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