31/12/2025 Às vésperas da chegada de 2026, cresce a esperança de que o novo ano traga consigo paz, saúde, equilíbrio...
Sérgio Augusto, um dos ícones do jornalismo cultural brasileiro, publicou recentemente o livro “Vai Começar a Sessão” (Objetiva), reunião de ensaios sobre cinema que Sérgio Augusto publicou nos últimos 20 anos no jornal O Estado De S. Paulo. O livro leva o leitor a uma viagem saborosa pela história do cine, dos filmes mudos aos lançamentos recentes. Nas imagens criadas por cineastas genais, como Hitchcock, Renoir, Lubitch, Kubrick e Dino Risi, entre outros citados no livro, ele encontra um alívio para os tempos turbulentos que vivemos. Já com rela��o ao cinema recente, no qual predominam as adapta��es de HQs, ele anda uma tanto desaminado. O cinema se infantilizou e perdeu seu encanto, diz. E seguirá um rumo incerto com o abalo na experiência coletiva de ver um filme, uma decorrência do fechamento das salas após a eclosão do coronavírus.
Sérgio Augusto, um dos ícones do jornalismo cultural brasileiro, publicou recentemente o livro “Vai Começar a Sessão”, reunião de ensaios sobre cinema que Sérgio Augusto publicou nos últimos 20 anos no jornal O Estado de S. Paulo.
O livro leva o leitor a uma viagem saborosa pela história do cine, dos filmes mudos aos lançamentos recentes. Nas imagens criadas por cineastas genais, como Hitchcock, Renoir, Lubitch, Kubrick e Dino Risi, entre outros citados no livro, ele encontra um alívio para os tempos turbulentos que vivemos.
Já com relação ao cinema recente, no qual predominam as adaptações de HQs, ele anda uma tanto desaminado. O cinema se infantilizou e perdeu seu encanto, diz. E seguirá um rumo incerto com o abalo na experiência coletiva de ver um filme, uma decorrência do fechamento das salas após a eclosão do coronavírus.
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No episódio desta semana, o repórter Eduardo Sombini conversa com o historiador Sidney Chalhoub, professor da Universidade Harvard e autor de “Cidade Febril: Cortiços e Epidemias na Corte Imperial” (Companhia das Letras). Chalhoub discute linhas de continuidade entre a saúde pública do Rio de Janeiro em meados do século 19 e a situa��o do Brasil de 2020, paralisado pela pandemia de coronavírus, e afirma que a estigmatiza��o de negros e pobres perdura até hoje, fazendo com que se tornem mais vulneráveis à Covid-19. O historiador trata também de episódios de politiza��o de epidemias no passado, como a resistência a medidas de quarentena.
No episódio desta semana, Eduardo Sombini conversa com o historiador Sidney Chalhoub, professor da Universidade Harvard e autor de “Cidade Febril: Cortiços e Epidemias na Corte Imperial“.
Chalhoub discute linhas de continuidade entre a saúde pública do Rio de Janeiro em meados do século 19 e a situação do Brasil de 2020, paralisado pela pandemia de coronavírus, e afirma que a estigmatização de negros e pobres perdura até hoje, fazendo com que se tornem mais vulneráveis à Covid-19.
O historiador trata também de episódios de politização de epidemias no passado, como a resistência a medidas de quarentena.
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Pesca profissional artesanal está liberada em Guaratuba. Confira as regras. Correio do Litoral
O podcast Ilustríssima Conversa fará uma pausa nos dois próximos sábados (11 e 18 de abril), em razão dos feriados da Páscoa e de Tiradentes (21), e voltará com entrevista inédita em 25 de abril.
Até lá e um grande abraço a todos!
O podcast Ilustríssima Conversa fará uma pausa nos dois próximos sábados (11 e 18 de abril), em razão dos feriados da Páscoa e de Tiradentes (21), e voltará com entrevista inédita em 25 de abril.
Até lá e um grande abraço a todos!
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No episódio desta semana do podcast Ilustríssima Conversa, a médica Rita Barradas Barata comenta as políticas de enfrentamento ao coronavírus.
Autora de estudos sobre a histórias das epidemias, ela afirma que colocar a popula��o inteira em quarentena não é a solu��o mais correta contra a atual pandemia da Covid-19 e defende um isolamento mais restrito, focado em grupos de risco, doentes e pessoas que tiveram contato com infectados.
Professora do departamento de saúde coletiva e epidemiologia da Faculdade de Medicina da Santa Casa, Rita compara o cenário atual a outros momentos de ameaça à saúde, como a gripe espanhola.
No episódio desta semana do podcast Ilustríssima Conversa, a médica Rita Barradas Barata comenta as políticas de enfrentamento ao coronavírus.
Autora de estudos sobre a histórias das epidemias, ela afirma que colocar a população inteira em quarentena não é a solução mais correta contra a atual pandemia da Covid-19 e defende um isolamento mais restrito, focado em grupos de risco, doentes e pessoas que tiveram contato com infectados.
Professora do departamento de saúde coletiva e epidemiologia da Faculdade de Medicina da Santa Casa, Rita compara o cenário atual a outros momentos de ameaça à saúde, como a gripe espanhola.
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João Cezar de Castro Rocha, professor de literatura comparada da Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro), comenta o legado intelectual de José Guilherme Merquior, diplomata e ensaísta que foi um dos principais símbolos do liberalismo no Brasil nos anos 1970 e 1980. Coordenador das reedi��es da obra do autor na editora É Realiza��es, Castro Rocha analisa o livro “O Argumento Liberal” (1983), que volta agora às livrarias, e aponta as diferenças do pensamento liberal de Merquior em rela��o às ideias em voga agora no Brasil.

