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Pesca Profissional Artesanal: um tipo de pesca caracterizada principalmente pela mão de obra familiar, com embarcações de pequeno porte, como canoas ou jangadas, ou ainda sem embarcações, como na captura de moluscos perto da costa. Sua área de atuação está nas proximidades da costa, nos rios, reservatórios, lagos/lagoas, estuários e açudes. Lei Federal 11.959 de 29/06/2009.

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  1. Ignorado por Moraes, Aras se irrita com operação contra empresários bolsonaristas  O Antagonista
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Questionado por Alan Severiano sobre como vai lidar com os seis partidos que compõem sua base aliada, candidato do PT ao governo de SP diz que prefere lidar com eles do que com o Centrão. Fernando Haddad (PT) responde a pergunta sobre o Centrão e aliança com 6 partidos
O candidato do PT ao governo de São Paulo, Fernando Haddad, afirmou em entrevista ao g1 nesta terça-feira (23), que, se puder, vai isolar o Centrão.
Questionado por Alan Severiano sobre como vai lidar com os seis partidos que compõem sua coligação, formada por PT, PC do B, PV, PSB, PSOL e Rede, Haddad diz que prefere lidar com eles do que com o Centrão.
Fernando Haddad, candidato do PT ao governo de SP, em entrevista ao g1
Celso Tavares/g1
“Eu acho que esses partidos que compõem a base, são seis partidos, eles estão no mesmo campo, campo do centro, centro-esquerda. Têm perspectivas aparentadas, embora não sejam as mesmas. Eu prefiro isso do que ter o Centrão na minha base. O Centrão é um grande mal para o país.”
“Está fazendo mal em Brasília, em São Paulo. Talvez seja tentador ter o Centrão, porque adere qualquer governo. Eu prefiro gastar mais tempo e fazer uma base aliada sem Centrão. Se eu puder isolar o Centrão, eu vou isolar. Porque eu não suporto mais o Centrão. O Centrão está destruindo esse país. Prejudicou o governo Fernando Henrique, prejudicou o governo Lula o quanto pode, e hoje ele é o governo Bolsonaro. É o momento de se livrar dessa turma. Deixa eles na oposição”, completou.
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Haddad avalia que PT e PSDB mudaram, defende piso salarial mais alto para policiais e quer rever a forma de comunicar sua gestão
Com política de despejo zero, Haddad diz que Boulos pode integrar governo
Ciente de que os partidos do Centrão participaram do governo federal do PT, Haddad falou: “E nós não vamos aprender com a história?”
Piso para policiais
Fernando Haddad (PT) responde a pergunta sobre metas para policiais
Haddad afirmou também que irá dialogar com os policiais e propor um piso salarial mais alto para a categoria, com uma progressão gradual.
“Precisamos discutir piso da categoria, chamar os policiais e discutir o piso da categoria, eu defendo um piso mais alto com progressão gradual. Pra quê fazer isso? Porque você atrai sangue novo para a carreira e nós precisamos disso, energizar, oxigenar a carreira.”
Entrevista
Haddad foi o segundo postulante ao Palácio dos Bandeirantes a ser entrevistado na série do g1, que teve início na segunda-feira (22).
Ao apresentador do SP1, Alan Severiano, o ex-prefeito da capital fez uma avaliação sobre as mudanças sofridas pelo seu partido e pelo PSDB, rival histórico em eleições.
Durante a entrevista, Haddad falou que pretende criar um piso salarial para os policiais, quer rever todos os contratos da área da saúde, que hoje é praticamente gerenciada por organizações sociais, com repasses do estado.
VÍDEOS: g1 entrevista Fernando Haddad, candidato do PT a governador de SP

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‘A baixa liquidez no mercado junto a uma menor demanda vai causar menor crescimento e trazer condições mais duras no mercado internacional para agentes econômicos da região”, disse o diretor da divisão de Desenvolvimento Econômico da entidade A economia na América Latina e Caribe no curto prazo vai manter a tendência vista na região no período pré-pandemia, com baixo crescimento trazendo pressões inflacionárias para os países, segundo a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal), em relatório divulgado nesta terça-feira. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.


Equipe foi ao local após ser acionada por vizinhos, que pediam para o animal ser contido. Bombeiros encontraram idosa caída dentro de casa ao atenderem ocorrência de cão barulhento.
ACidadeON Araraquara
Uma equipe do Corpo de Bombeiros de São Carlos encontrou uma idosa caída dentro de uma residência no Centro da cidade, após de ser acionado para conter um cachorro, que latia insistentemente, na tarde de segunda-feira (22).
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Os bombeiros foram acionados pelos vizinhos da vítima, que reclararam de um cão barulhento na Rua Conde do Pinhal. No local, encontraram o animal ao lado da idosa, que estava caída em um cômodo da casa.
Bombeiros são chamados socorrer cachorro que não parava de latir e encontram idosa caída
O cão não deixava ninguém chegar perto da tutora e parentes da idosa foram chamados para contê-lo, para que a mulher pudesse receber os primeiros socorros.
A vítima foi levada para a Santa Casa para atendimento médico e o cachorro foi deixado sob cuidados de parentes. O estado de saúde dela não foi informado.
Veja mais notícias da região no g1 São Carlos e Araraquara


Acionistas minoritários de empresa controlada por Ron Perelman querem assento na mesa “Meme” tornou-se praticamente um palavrão para os ouvidos de um grupo de acionistas minoritários da Revlon. Nesta semana, esses investidores pedirão a um juiz federal nos Estados Unidos para ter direito a voz formal no processo de recuperação judicial da fabricante de cosméticos. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.


Saiba como aproveitar as melhores oportunidades neste momento volátil Os próximos meses prometem ser desafiadores quando o assunto é investimento em ações. O cenário instável no Brasil é fruto de um conjunto de fatores: guerra na Europa, pandemia, temores de uma recessão global e, claro, as eleições por aqui.
A campanha eleitoral começou no último dia 16 de agosto e a batalha pela preferência do eleitor sempre se reflete nos ativos financeiros. Alguns podem encarar isso como um sinal vermelho para desacelerar. Outros, podem enxergar oportunidades.
Para falar mais sobre o tema, Isabella Carvalho, repórter da IF, conversou com Victor Natal, estrategista de ações do Research para pessoa física do Itaú BBA.
Enquanto isso, no Twitter…
O Manhã Inteligente desta terça (23) trouxe uma série de tweets feita pelo Giovanni. Na visão dele, quase nunca será uma boa ideia ficar de fora da bolsa aguardando a definição sobre quem irá vencer nas eleições.
Ele completa: “a verdade é que não adianta ficar querendo fazer previsões em relação as cotações. Mantenha o seu plano. Continue comprando bons ativos, a bons preços e que estejam de acordo com a sua estratégia de investimentos”.
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Afinal, qual a melhor estratégia para investir em ações em um ano de eleição? Descubra no Manhã Inteligente!
Acesse a plataforma Inteligência Financeira e conheça conteúdos de notícias e análises, nos formatos de texto, vídeos e podcasts. Inteligência Financeira é para quem quer investir melhor.
Trabalho e emprego: o que dizem os planos de governo dos candidatos à Presidência
‘Combo Lula’ e ‘combo Bolsonaro’: As ações preferidas dos gestores dependendo de quem ganhar as eleições
‘Lula ou Bolsonaro eleito tendem a beneficiar Bolsa, mas via ações diferentes’, diz Claudio Deulbrueck, da Solana Capital

  1. Haddad avalia que PT e PSDB mudaram, defende piso salarial mais alto para policiais e quer rever forma de comunicar sua gestão  Globo
  2. Haddad tem 32,4% em SP e Tarcísio, 23,5%, diz Paraná Pesquisas  Poder360
  3. Instituto Paraná: Haddad lidera em São Paulo com 32,4%  O Antagonista
  4. Haddad tem 32,4%, e Tarcísio, 23,4% na disputa pelo Governo de SP, diz Paraná Pesquisas  R7
  5. Haddad diz que aprendeu com a história e que, se puder, vai isolar Centrão: ‘É um grande mal para o país’  Globo
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Candidato do PT é o segundo entrevistado da série do g1 com os candidatos ao governo de SP. Ele afirmou que seu partido se abriu para formar um arco maior de alianças e que tucanos foram descaracterizados com a chegada do Doria à legenda. Fernando Haddad, candidato do PT ao governo de SP, dá entrevista ao g1
Celso Tavares/g1
Candidato do PT ao governo de São Paulo, Fernando Haddad foi o segundo a ser entrevistado na série do g1, que teve início na segunda-feira (22). Ao apresentador do SP1, Alan Severiano, o ex-prefeito da capital fez uma avaliação sobre as mudanças vividas pelo seu partido e pelo PSDB, adversário histórico em eleições.
Durante a entrevista, Haddad falou que pretende criar um piso salarial para os policiais, quer rever todos os contratos da área da saúde, que hoje é praticamente gerenciada por organizações sociais, com repasses do estado. Ele também disse que irá governar isolando o Centrão, grupo de partidos que ele considera responsável por “destruir” o país.
Nesta quarta (24), o entrevistado será o candidato do PSDB, Rodrigo Garcia (PSDB), e, na segunda (22), foi Tarcísio de Freitas (Republicanos). Os três tiveram 6% ou mais na pesquisa Ipec de 15 de agosto e, por isso, serão entrevistados ao vivo por Alan Severiano, apresentador do SP1, direto do estúdio do g1, em São Paulo.
Carol Vigliar (UP), Gabriel Colombo (PCB), Altino Júnior (PSTU), Antonio Jorge (DC), Vinicius Poit (Novo), Elvis Cezar (PDT) e Edson Dorta (PCO), demais postulantes ao Palácio dos Bandeirantes, participarão de entrevistas gravadas com o repórter Walace Lara, que serão exibidas de 29/8 a 6/9.
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Haddad diz que aprendeu com a história e que, se puder, vai isolar Centrão: ‘É um grande mal para o país’; trecho
Com política de despejo zero, Haddad diz que Boulos pode integrar governo; trecho
Centrão
Fernando Haddad (PT) responde a pergunta sobre o Centrão e aliança com 6 partidos
Questionado por Alan Severiano sobre como vai lidar com os seis partidos que compõem sua base aliada (PT, PC do B, PV, PSB, PSOL e Rede), Haddad diz que prefere lidar com eles do que com o Centrão.
“Eu acho que esses partidos que compõem a base, são seis partidos, eles estão no mesmo campo, campo do centro, centro-esquerda. Têm perspectivas aparentadas, embora não sejam as mesmas. Eu prefiro isso do que ter o Centrão na minha base. O Centrão é um grande mal para o país.”
“Está fazendo mal em Brasília, em São Paulo. Talvez seja tentador ter o Centrão, porque adere qualquer governo. Eu prefiro gastar mais tempo e fazer uma base aliada sem Centrão. Se eu puder isolar o Centrão, eu vou isolar. Porque eu não suporto mais o Centrão. O Centrão está destruindo esse país. Prejudicou o governo Fernando Henrique, prejudicou o governo Lula o quanto pode, e hoje ele é o governo Bolsonaro. É o momento de se livrar dessa turma. Deixa eles na oposição”, completou.
Ciente de que os partidos do Centrão participaram do governo federal do PT, Haddad falou: “E nós não vamos aprender com a história?”
Mudanças do PT e do PSDB
Na avaliação do candidato, tanto o PT quanto o PSDB sofreram mudanças simbólicas nos últimos anos e a chegada de João Doria, ex-governador de São Paulo, ao PSDB descaracterizou o partido.
“O PT mudou e o PSDB mudou demais com o Doria na carreira pública. A origem do PSDB era muito democrata. [Mário] Covas, o próprio Geraldo. O Doria empurrou o partido mais para a direita, apoiou o Bolsonaro em 2018 e trouxe o Rodrigo Garcia do DEM para o PSDB, o que fez a saída do Geraldo. Mudou muito o PSDB em virtude da alteração dos quadros”, afirmou.
Fernando Haddad (PT) responde a pergunta sobre o que esperar de diferente no governo de SP
Quanto ao próprio partido, ele defende o posicionamento mais diplomático incorporado pela legenda. “O PT abriu para alianças para o centro, que vai do PSOL passando pela Rede. Nossa aliança dá um conforto muito grande para fazermos mudanças com competências técnicas para governarmos o país.”
Piso para policiais
Fernando Haddad (PT) responde a pergunta sobre metas para policiais
Haddad afirma que irá dialogar com os policiais e propor um piso salarial mais alto para a categoria, com uma progressão gradual.
“Precisamos discutir piso da categoria, chamar os policiais e discutir o piso da categoria, eu defendo um piso mais alto com progressão gradual. Pra quê fazer isso? Porque você atrai sangue novo para a carreira e nós precisamos disso, energizar, oxigenar a carreira.”
“Eu vou sentar com a direção da polícia e nós vamos dar transparência e chamar especialistas para entender o que é razoável exigir do estado em quatro anos para a redução da criminalidade. O estabelecimento da carreira vai estar definido, o que vai ser pactuado é a progressão. Quanto o policial vai ganhar quando entrar na carreira nós vamos fixar já, no começo da carreira, a progressão é com base no desempenho pessoal de cada profissional”, completou.
Revisão de contratos com organizações sociais
Para Haddad, o modelo de gestão do estado em parceria com organizações sociais precisa ser revisto. Ele citou o que fez na área da saúde quando esteve à frente da prefeitura.
“Em São Paulo, eu revi todos os contratos com as OSs. Eu soltei editais públicos e nunca mais contratei por conveniência, como se faz. Aliás, o governo do estado faz por conveniência. Eu sempre fiz chamamento público. Solto o edital, convoca as OSs e faz as parcerias de acordo com critérios técnicos e transparência.”
Diplomacia
Durante a entrevista, ele também fez uma análise sobre a sua gestão à frente da Prefeitura de São Paulo.
“Eu acho que esperaria amadurecer mais a compreensão sobre a necessidade daquelas medidas. Quando falo sobre mortes de trânsito em São Paulo, morriam 1.500 pessoas e hoje morrem 750, quando dizia isso, eu tinha que esperar um pouco amadurecer essas ideias no conjunto da sociedade. Eu acredito na forma, menos no conteúdo, alteraria a maneira de comunicar.”
Embora defenda mudar a forma, ele acredita que a população, hoje, tem um melhor entendimento das propostas que ele tentava implementar em 2012.
“Eu creio que está tendo uma reavaliação da minha própria gestão. Eu vejo as pesquisas de opinião sobre aquele tempo e vejo que o paulistano está mais feliz com aquela gestão do que hoje, depois que o Doria assumiu. Houve uma compreensão das medidas que tomei. Na época, era contestável fazer faixa de ônibus na [Avenida] 23 de Maio, no corredor Norte e Sul, as pessoas tinham dúvida da necessidade de uma malha cicloviária, sobre hospitais Dia. Eu talvez mudaria a maneira de comunicar e dialogar para implantação das medidas.”
VÍDEOS: g1 entrevista Fernando Haddad, candidato do PT a governador de SP