31/12/2025 Às vésperas da chegada de 2026, cresce a esperança de que o novo ano traga consigo paz, saúde, equilíbrio...

Corte na previsão de exportações de milho foi de 8% As exportações brasileiras de soja devem somar 5,5 milhões de toneladas neste mês, segundo as novas projeções da Associação Nacional de Exportadores de Cereais (Anec), que atualiza suas estimativas semanalmente. O volume é 4,2% inferior à previsão divulgada na semana passada e 5% menor do que as 5,79 milhões de toneladas de agosto de 2021. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

A empresa tem trabalhado com fornecedores para acelerar a fabricação do novo iPhone na Índia e diminuir o atraso na produção, que foi de seis a nove meses em lançamentos anteriores A Apple planeja começar a fabricar o iPhone 14 na Índia cerca de dois meses após o lançamento inicial do novo aparelho na China, o que diminui a desfasagem entre os dois países sem eliminá-la completamente, como alguns previam. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
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“Hoje em dia o risco fiscal reflete a incerteza no futuro”, observa o presidente do Banco Central O presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, afirmou nesta terça-feira que, no Brasil, sempre há incerteza fiscal em troca de governos. “Tivemos momentos de taxa de juros mais baixa, quando o fiscal estava muito controlado”, disse. “Agora temos o debate sobre qual será a estrutura fiscal que vamos ter, o que acontecerá no próximo ano”, ressaltou. “Hoje em dia o risco fiscal reflete a incerteza no futuro”, acrescentou.
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Campos reforçou ainda que todo banco central tenta evitar dois erros, de elevar demais os juros, ou de não promover aperto suficiente.
“Um é, depois do ciclo, olhar para trás e perceber que fez [juros] demais, que poderia ter controlado a inflação penalizando menos o país. Esse é um erro que você não quer cometer. O outro é não fazer o suficiente e perceber que a inflação está desancorada e você tem que pagar um custo mais alto. No Brasil, quando pagamos o custo foi uma grande recessão”, ressaltou.
Segundo ele, o processo de decisão de política monetária está relacionado à dinâmica do país. “Se seu país é como o Chile, que tem inflação baixa por muito tempo, talvez você tome mais risco e pode esperar um pouco mais pensando que a inflação é temporária”, disse.
“No caso do Brasil, temos uma memória inflacionária muito viva. Então estamos tentando evitar o risco de fazer muito pouco e ter que pagar com recessão maior”, ponderou.
Billy Boss/Câmara dos Deputados

O setor fechou julho com um faturamento de R$ 987 milhões, 1,8% maior (sem considerar o IPCA) do que o apurado no mesmo mês de 2019, apontou a Abracorp O setor de viagens corporativas fechou julho com um faturamento de R$ 987 milhões, 1,8% maior do que julho de 2019, em que registrou R$ 969 milhões. Com esse número, o segmento superou pela primeira vez o pré-pandemia desde o início do caos sanitário, em 2020. Os dados foram divulgados pela Associação Brasileira de Agência de Viagens Corporativas (Abracorp), nesta terça-feira (23), e levam em conta o desempenho de 11 setores.
Considerando os números ajustado pelo IPCA, entretanto, o resultado de julho deste ano ainda representa uma queda de 17% na comparação com o fechamento de igual mês de 2019.
No acumulado do ano, o faturamento foi de R$ 5,78 bilhões, ainda 11% abaixo de 2019, com R$ 6,53 bilhões, mas 226% acima do valor obtido em 2021, de R$ 1,77 bilhão.
O destaque em julho foi o segmento aéreo, que faturou R$ 644 milhões, alta de 2,82% em relação ao valor obtido em julho de 2019 — o modal responde por 65% do total da receita do setor.
“Porém, se olharmos no número de transações, o mês de julho deste ano é inferior 28% em relação ao mesmo período de 2019. Uma das formas de analisar esses dados é considerar que o perfil do viajante doméstico mudou um pouco”, avalia Gervásio Tanabe, presidente executivo da Abracorp.
Conforme Tanabe, trechos como Congonhas/Santos Dumont e Congonhas/Brasília registraram queda de 30% em bilhetes emitidos, comparando julho deste ano com o mesmo mês de 2019. Os valores das tarifas, ao contrário, apresentarem aumento de 27%. Por outro lado, a redução média geral em bilhetes emitidos ficou menor em 15%. “Assim, concluímos que, em alguns trechos corporativos, o movimento de retomada está mais lento que em outros.”
Viagens internacionais
Outro destaque no perfil de viagens corporativas é o volume de vendas internacionais. “Embora a demanda esteja crescente, o viajante corporativo ainda não retomou o fluxo das viagens internacionais registradas em 2019, parte em função da alta do dólar”, diz Tanabe.
O segmento hoteleiro, o segundo maior em faturamento dentre os 11 setores analisados pela Abracorp, apontou um faturamento de R$ 250 milhões, 0,30% acima do pré-pandemia em julho — sem considerar a inflação.
Segundo a Abracorp, os resultados do mês confirmam a previsão de fechar o ano com faturamento 20% acima de 2019.
Um dos principais desafios pela frente, segundo Tanabe, é conseguir trazer de volta os trabalhadores. O setor de agências de viagens chegou a perder em torno de 50% dos empregos entre 2019 e 2021, em razão da retração das viagens corporativas.
“A mão de obra das agências de viagens é especializada, especialmente no que se refere ao consultor. A tecnologia melhorou muito a usabilidade para o cliente, mas quanto maior a oferta na internet, mais confusa é a comparação de produtos e serviços, fazendo com que o conhecimento técnico do agente de viagens torne-se relevante”, diz Tanabe.
Pixabay
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“Vamos ter plena capacidade de competir com as fintechs, em nível de tecnologia estaremos equiparados a elas com agilidade para se movimentar”, disse o executivo O Itaú Unibanco espera chegar ao fim de 2022 com 50% dos seus sistemas de tecnologia na nuvem e, entre um ano e meio e dois, a expectativa é que a transição esteja completa, segundo Roberto Setubal, co-presidente do conselho de administração do conglomerado financeiro. “Vamos ter plena capacidade de competir com as fintechs, em nível de tecnologia estaremos equiparados a elas com agilidade para se movimentar”, disse, ao participar de live da Kinea Investimentos, gestora de recursos alternativos, na qual o banco é sócio.
No fim de 2020, o maior banco privado brasileiro anunciou contrato de dez anos com a Amazon Web Services (AWS) para a prestação desse serviço. Foi uma resposta à ebulição das novatas de tecnologia financeira que vinham surgindo apoiadas em estruturas mais leves, sem agências, pouco capital, alugando sistemas de amarzenamento de terceiros.
“Chegou um cara novo, com agilidade, capacidade de crescer rapidamente com uma postura agressiva e conseguindo atrair investimentos mesmo sem lucro”, afirmou Setubal. “Foi um choque, mexeu muito, e a gente foi entender a tecnologia. Foi compreender o fenômeno tecnológico, até que começou a incomodar, num dado momento adquiriram certo tamanho e a gente resolveu se mexer.”
Trata-se de uma transição complexa, prosseguiu Setubal, porque são milhares de sistemas que foram construídos nos últimos 30 anos e que têm que ser refeitos na nova infraestrutura. “É preciso reformular tudo para usufruir da vantagem que a tecnologia propõe com uso de dados e interação com o banco.” Ele descreveu que na base legada há sistemas de crédito imobiliário, de financiamento de veículos ou da corretora que não se conversavam. “Não havia a visão do cliente, cada sistema do banco tinha um cadastro. Ele telefonava para agência, mudava o endereço, mas essa informação não chegava na corretora.”
Setubal também falou das oportunidades de aquisições após a união com o Unibanco, em 2008, de Pedro Moreira Salles. Ele citou que ao avaliar a compra da XP, atravessando o caminho para a oferta pública inicial (IPO) que a plataforma de investimentos fundada por Guilherme Benchimol planejava em 2017, ficou claro que aquele era um modelo de oferta de investimentos eficiente, que “conseguia atingir o não cliente de forma espetacular, tinha custo operacional baixo comparado à estrutura de agências.”
Enquanto muitos torciam o nariz pelo negócio escalado pelo atendimento dos agentes autônomos, ele comentou que essa foi uma análise sem preconceito, fria e racional, buscando identificar valor na operação, e que não era unânime no conselho do banco. “O valor que se falava no IPO era altíssimo, e no fundo foi o que pagamos. O pensamento era: aqui tem valor porque tem cliente, a velocidade de aquisição de cliente é grande e isso vai crescer muito, não vai parar por aqui”, disse Setubal.
O executivo lembrou ainda que a ideia inicial era adquirir a XP toda, a negociação na época foi feita considerando esse caminho ao longo do tempo, com o direito de comprar o controle. Mas o regulador vetou esse plano. “Fizemos um negócio que foi bom para ele [Benchimol] e para nós, financeiramente também, embora eu tivesse preferido o ‘deal’ original, mas o Banco Central não aprovou.”
Roberto Setubal
Ana Paula Paiva/Valor
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O iate Axioma, de cinco decks e 72 metros, foi colocado à venda após o JPMorgan cobrar um empréstimo de 20,5 milhões de euros (US$ 20,4 milhões) atrelado à embarcação Um iate de luxo que pertenceu ao bilionário russo sancionado Dmitry Pumpyansky atraiu 63 ofertas em Gibraltar, no primeiro leilão de um bem apreendido desde o início da guerra na Ucrânia.
O iate Axioma, de cinco decks e 72 metros, foi colocado à venda após o JPMorgan cobrar um empréstimo de 20,5 milhões de euros (US$ 20,4 milhões) atrelado à embarcação. O palácio flutuante, que possui uma piscina infinita e um cinema 3D, foi apreendido em março pelas autoridades do território britânico na entrada do Mar Mediterrâneo.
É o primeiro superiate a ser leiloado publicamente desde que a invasão da Ucrânia pela Rússia pressionou as autoridades a confiscar navios de luxo em portos ao redor do mundo. O valor das propostas e os detalhes do licitante são confidenciais, disse o órgão responsável pelo leilão nesta terça-feira (23). Assim que a transação for concluída, as informações sobre a venda serão divulgadas em aproximadamente duas semanas.
O JPMorgan forneceu o empréstimo em dezembro de 2021, de acordo com documentos judiciais, com Pumpyansky nomeado como fiador. No entanto, apenas alguns dias após a invasão, o bilionário transferiu suas ações de uma holding para outro indivíduo.
Pumpyansky foi sancionado pela União Europeia em 10 de março e pelo Reino Unido cinco dias depois. Como outros magnatas atingidos por sanções, ele procurou reestruturar seus principais ativos. Ele abriu mão da sua participação na TMK PJSC, maior fabricante de tubos de aço da Rússia, e deixou seu conselho de administração.
O Reino Unido estima o patrimônio de Pumpyansky em £ 1,8 bilhão (US$ 2,1 bilhões). O JPMorgan não quis comentar.

