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Pesca Profissional Artesanal: um tipo de pesca caracterizada principalmente pela mão de obra familiar, com embarcações de pequeno porte, como canoas ou jangadas, ou ainda sem embarcações, como na captura de moluscos perto da costa. Sua área de atuação está nas proximidades da costa, nos rios, reservatórios, lagos/lagoas, estuários e açudes. Lei Federal 11.959 de 29/06/2009.

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Daniel Lopes, que atuou nas empresas de fertilizantes Adufertil e Campo Rico, assumirá a função Daniel Lopes é o novo diretor financeiro (CFO) da distribuidora de insumos paranaense Belagrícola. Com 28 anos de carreira, sendo 18 no agronegócio, o executivo já exerceu essa função nas companhias de fertilizantes Adufertil (2016 a 2019) e Campo Rico (2020 a 2021). Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.


Eduardo Bolsonaro e Carla Zambelli são alguns dos que receberam entre R$ 500 mil e R$ 1 milhão do fundo eleitoral do PL Candidatos bolsonaristas que atacavam o uso de dinheiro público para bancar campanhas eleitorais receberam entre R$ 500 mil e R$ 1 milhão do fundo eleitoral do PL nos primeiros dias desta eleição, segundo dados repassados ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Estão nessa lista os deputados federais Eduardo Bolsonaro (SP), filho do presidente Jair Bolsonaro (PL), Carla Zambelli (SP) , coronel Tadeu (SP) e o deputado estadual Bruno Engler, de Minas Gerais.
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O presidente Jair Bolsonaro (PL) se elegeu em 2018 com um discurso contra o fundo eleitoral, criado um ano antes pelo Congresso após o Supremo Tribunal Federal (STF) proibir as doações de empresas para campanhas políticas. Em 2020, ano da eleição municipal, ele voltou a questionar os R$ 2 bilhões do Tesouro que iriam para os candidatos gastarem. “Lanço a campanha aqui: não vote em parlamentar que recebe fundão”, disse Jair Bolsonaro na época.

Este ano, contudo, parte de seus aliados mais próximos e até parentes está fazendo uso de dinheiro público para pagar cabos eleitorais, panfletos e propaganda nesta eleição. Eduardo Bolsonaro, que concorre à reeleição como deputado federal, declarou em sua prestação de contas que recebeu R$ 500 mil do PL. Até agora, é a única fonte de receita registrada por ele.
Carla Zambelli
Cleia Viana/Câmara dos Deputados
Ano passado, ao votar para manter o veto de seu pai aos R$ 5,7 bilhões para o “fundão”, o discurso no Twitter era outro e Eduardo dizia que cada parlamentar devia “satisfação a seus eleitores”. “Infelizmente perdemos e agora há a possibilidade da (sic) lei orçamentária enviar bilhões ao fundo eleitoral. Aos indignados resta cobrar seus parlamentares”, escreveu.

A aprovação do fundo eleitoral de R$ 5,7 bilhões inclusive causou confusão e pressão sobre os bolsonaristas. Ele, assim como outros colegas governistas, votou a favor da aprovação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2022 com o aumento do valor, enquanto outros parlamentares, contrários a isso, votaram contra todo o projeto. A emenda para excluir o fundo teve votação apenas simbólica e o partido dele na época, o PSL, não se manifestou.

Cobrado por eleitores, os bolsonaristas culparam o então vice-presidente do Congresso, deputado Marcelo Ramos (PSD-AM), por “atropela-los” ao fazer a votação simbólica. Foi o caso da deputada Carla Zambelli (PL-SP). “Sempre fui contra dinheiro público em campanha, inclusive tenho PLs [projetos de lei] contra isso. Não usei Fundão na minha”, escreveu no Facebook em 2021, ao divulgar um ofício posterior à aprovação da LDO se manifestando contra o fundo. Nesta campanha, porém, ela recebeu R$ 1 milhão do “fundão”.

Integrante da Comissão Mista de Orçamento (CMO), que aprovou em votação simbólica o aumento do fundo de R$ 2 bilhões em 2018 para R$ 5,7 bilhões nesta eleição, o deputado coronel Tadeu (PL-SP) gravou enfurecido um vídeo ano passado para cobrar que os partidos de esquerda que votaram contra a LDO devolvessem o dinheiro do fundo para os cofres públicos.

“Agora, o que vou exigir do PT: já que votaram contra o fundo eleitoral, que abram mão de R$ 600 milhões ano que vem. E para de ser safado! Aí vou acreditar que essa hipocrisia que eu vi ontem não é hipocrisia, é verdadeira”, disse Tadeu. “Por que falar lá, e depois não cumprir na prática quando chega as eleições, e sair distribuindo milhões de reais para fazer papelzinho de político para entregar na rua, aí eu não aceito”, completou.

Este ano, o coronel Tadeu recebeu R$ 500 mil para sua campanha à reeleição. O valor, segundo outros deputados do partido, é referente a cota para os deputados federais que concorrem à reeleição ou “apostas” da sigla. No caso de Zambelli, a cota é maior por ser mulher (os partidos precisam destinar pelo menos 30% do fundo para as candidatas).

O deputado estadual Bruno Engler (PL-MG) é uma dessas apostas. Em 2020, quando concorreu à Prefeitura de Belo Horizonte contra o favoritíssimo Alexandre Kalil (PSD), ele seguiu a orientação do “capitão” e divulgou nas redes sociais que não usaria o “fundão eleitoral” na campanha. “O respeito com dinheiro público é uma de nossas bandeiras”, escreveu na época. Agora, ao disputar a reeleição em Minas Gerais, ele ficou com R$ 500 mil do partido.

Procurada pelo Valor para comentar o uso de dinheiro público em sua campanha, Zambelli afirmou que recorreu aos recursos após obter o aval do seu público nas redes sociais. Em enquete feita em junho no Twitter, 69% dos seguidores concordaram que a deputada deveria usar o fundo “buscando paridade de armas”.

“Foi por isso que peguei o fundo. Simples. Eu votei contra, mas meu público, em sua grande maioria, me disse para pegar o fundo”, disse Zambelli. “Na vaquinha que fiz, obtive R$ 10,7 mil de doação. Não tem como fazer campanha voando numa vassoura, sem material e sozinha. Existe custo e eu não sou mais empresária, como era em 2018”, completou.

Já Coronel Tadeu explicou que, apesar de ser contrário ao fundo eleitoral, recorreu aos recursos para garantir paridade de condições em relação aos adversários.

“Eu sou contra [o fundão], mas uma vez que foi aprovado, aí a corrida é desleal. Então, uma coisa é você tentar barrar dentro da Câmara, mas isso ficou difícil. Agora não tem conversa não. Para a corrida ser igual, a gente vai ter que usar isso aí. Não vejo nada de incoerente nisso”, afirmou Tadeu ao Valor.

Na mesma linha, Derrite disse que utilizará os recursos para não competir em desvantagem. “Votei contra o fundão, porque gostaria de concorrer em uma eleição onde nenhum outro candidato tivesse esse benefício. Como, infelizmente, o fundão foi aprovado, contra minha vontade, não utilizá-lo seria competir em desvantagem contra os demais candidatos”.

Eduardo e Engler não responderam até a publicação desta reportagem.

Marcelo Ramos, que no ano passado se desentendeu com os bolsonaristas por causa da votação do fundo, o que levou ele a romper de vez com o governo Bolsonaro, disse ao Valor que as prestações de contas das campanhas ao TSE mostram que “a verdade é a arma mais poderosa que existe na vida pública”. “O tempo cuidou de mostrar que eu sempre estive com a verdade e que a luta deles contra o fundo era uma farsa”, acusou.

A lista pode ser ainda maior porque até agora o PL distribuiu menos de 10% dos R$ 286 milhões que recebeu do fundão. Entre os beneficiados até agora estão o ex-secretário nacional de Cultura Mário Frias, que recebeu R$ 500 mil para pagar os gastos de sua campanha a deputado federal por São Paulo, e o deputado federal capitão Derrite (PL-SP), que ano passado disse votar contra o fundo eleitoral para manter sua “coerência e correspondendo à expectativa de meus eleitores”, mas este ano também ficou com R$ 500 mil.

O próprio Jair Bolsonaro, até agora, não registrou nenhum centavo do fundo eleitoral, mas também não declarou nenhuma despesa, embora já tenha realizado viagens para vários Estados desde que foi efetivado candidato no começo de agosto. Por enquanto, ele informou receita de apenas R$ 75 mil em doações de pessoas físicas.

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A inflação alta, a escassez de matérias-primas, atrasos nas entregas e os aumentos das taxas de juros pesaram sobre a atividade empresarial A atividade econômica nos EUA, Europa e Japão encolheu em agosto, segundo novas pesquisas, apontando para uma grande desaceleração do crescimento da economia mundial à medida que os preços mais altos enfraquecem a demanda do consumidor e a guerra na Ucrânia atrapalha as cadeias de abastecimento.
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Fim dos programas de estímulo adotados na pandemia tirou do mercado um de seus compradores mais importantes, o que resulta em menos liquidez e mais volatilidade Os bônus do governo alemão registram suas maiores oscilações desde a crise da dívida da zona do euro, ocorrida há dez anos. Isso se deve à saída de cena do Banco Central Europeu (BCE), que tirou do mercado um de seus compradores mais importantes.
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Polo ficará no Parque Tecnológico São José dos Campos A Agrotools, de soluções digitais para o agronegócio, vai criar um polo de inovação para o setor em São José dos Campos (SP), informou a empresa ao Valor. A startup deve fazer o anúncio oficial amanhã, durante o PqTec Innovation Week, evento que acontece no município paulista. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.


Americanas ON disparou 15,91%, após a alta de mais de 22% na véspera A combinação entre uma recuperação pontual das commodities e dados econômicos fracos nos Estados Unidos, o que sugere uma necessidade menor de subir os juros por parte do Federal Reserve (Fed), deram espaço para que o Ibovespa registrasse sessão amplamente positiva nesta terça-feira. O papel mais pesado do índice, Vale ON saltou 6,41%, enquanto Americanas ON disparou 15,91%, após a alta de mais de 22% na véspera.

Ao final do dia, o referencial avançou 2,13%, aos 112.857 pontos, tocando os 110.503 pontos na mínima intradiária e os 112.965 pontos na máxima. No exterior, S&P 500 caiu 0,22%, aos 4.128 pontos, Dow Jones teve recuo de 0,47%, aos 33.909 pontos, e Nasdaq fechou estável, aos 12.381 pontos.
B3
Divulgação


O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera com folga a intenção de voto entre os eleitores do Piauí e tem vantagem de mais de 50 pontos porcentuais em relação ao presidente Jair Bolsonaro (PL), de acordo com pesquisa Ipec.
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Enquanto o petista está à frente com 69%, o atual mandatário aparece na segunda colocação e soma 15%.

Na terceira posição, Ciro Gomes (PDT) soma 7%, enquanto os demais candidatos registraram 1% ou menos.

Enquanto 5% indicaram que não sabem ou não responderam, 1% votará em branco ou anulará o voto.

O resultado indica que o ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira (PP), não tem conseguido ampliar o apoio do eleitorado piauiense ao atual chefe do Palácio do Planalto. Apesar disso, Silvio Mendes (União), candidato apoiado por Nogueira ao governo do Piauí, lidera com 38% das intenções de votos.

Na disputa pelo Senado, o ex-governador Wellington Dias (PT), próximo de Lula, está à frente da pesquisa, com apoio de 49% do eleitorado.