31/12/2025 Às vésperas da chegada de 2026, cresce a esperança de que o novo ano traga consigo paz, saúde, equilíbrio...
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Candidato ao governo do Rio de Janeiro pelo PSB, Marcelo Freixo é quem recebeu a maior parcela do fundo eleitoral do partido até o momento. A direção nacional da sigla já destinou R$ 53,1 milhões a políticos, segundo os registros da Justiça Eleitoral. Freixo ficou com R$ 8,8 milhões, mais até do que Danilo Cabral, que concorre ao governo do principal reduto do partido, Pernambuco, agraciado com R$ 5,7 milhões na primeira parcial das transferências.
Curiosamente, o terceiro da lista, por enquanto, é um petista: Fernando Haddad, candidato ao governo de São Paulo em aliança com o PSB, cujas receitas de campanha engordaram com R$ 5 milhões do fundo eleitoral pessebista. Ainda não há registro de transferência para Márcio França, tesoureiro do partido e concorrente ao Senado em São Paulo pela chapa.
Freixo ficou com R$ 8,8 milhões, mais até do que Danilo Cabral, que concorre ao governo do principal reduto do partido, Pernambuco
Valor
Outra ausência é a de Alessandro Molon, candidato a senador no Rio e presidente do partido em solo fluminense. A direção nacional impôs uma asfixia financeira a ele por causa da insistência do político em se manter na disputa. Molon foi o pivô do atrito com o PT durante a pré-campanha. O nome oficial da coligação para o Senado é o petista André Ceciliano.
Os demais candidatos a cargos majoritários que receberam até aqui recursos do partido foram Renato Casagrande, que tenta a reeleição ao governo do Espírito Santo, com R$ 3,5 milhões; João Azevêdo, postulante à reeleição na Paraíba, com o mesmo valor; e Flávio Dino, que busca uma cadeira no Senado pelo Maranhão e ficou com R$ 2,9 milhões. Além deles, 11 postulantes à Câmara dos Deputados receberam transferências.
A superlativa quantia destinada a Freixo alivia um discurso muito recorrente nos últimos meses, de que a direção nacional do PSB não o considerava um quadro genuíno do partido – ele seria um “infiltrado”, muito mais alinhado com o PT de Luiz Inácio Lula da Silva do que com o próprio partido.
Dos Estados mais populosos do país, contudo, o Rio de Janeiro é o único em que um candidato do PSB aparece com chances reais de vitória no cenário de hoje – ele está em empate técnico com o atual governador, Cláudio Castro (PL), em quase todos os levantamentos de intenção de voto.

PGR foi notificada pela Corte não só a acompanhar a operação que mirou empresários bolsonaristas, como também para sugerir outras diligências que considerasse necessárias O Supremo Tribunal Federal (STF) divulgou o comprovante de que a Procuradoria-Geral da República (PGR) foi comunicada previamente sobre a operação contra empresários bolsonaristas deflagrada hoje.
O documento é uma resposta à nota pública em que o procurador-geral da República, Augusto Aras, reclama do fato de o órgão não ter sido consultado de antemão pelo ministro Alexandre de Moraes.
O gabinete do ministro esclareceu que a decisão foi entregue à servidora da PGR Dayane da Silva, que atua na unidade de apoio ao Ministério Público localizada dentro do próprio Supremo, às 14h41 da segunda-feira.
A certidão anexada aponta, ainda, que uma cópia da decisão de Moraes foi encaminhada ao gabinete da vice-procuradora-geral, Lindôra Araújo, às 15h35, sendo efetivamente recebida às 16h40.
Segundo o gabinete do relator, a intimação ocorreu nos termos da lei complementar que regulamenta a atuação do Ministério Público da União. Aras havia alegado um suposto descumprimento dessa norma.
“Por fim, importante ressaltar que esse procedimento de intimação é rotineiro, a pedido da própria PGR, conforme demonstram inúmeros inquéritos e petições que tramitam nesse gabinete”, diz a nota divulgada pelo Supremo.
Mais cedo, Aras disse ter ficado sabendo do caso apenas hoje e afirmou que ainda não havia recebido os autos do caso para dar “ciência formal” da decisão. Ele lamentou que o STF tenha utilizado “procedimento não usual”.
De acordo com fontes que acompanham o processo, no entanto, a PGR foi notificada pela Corte não só a acompanhar a operação, como também para sugerir outras diligências que considerasse necessárias.
A operação mirou oito empresários ligados ao presidente Jair Bolsonaro e foi percebida pelo Palácio do Planalto como o fim da trégua que começava a se desenhar entre Moraes e o presidente da República.
Um desses empresários é Meyer Nigri, da Tecnisa, que é próximo de Aras a ponto de ter sido mencionado no discurso de posse do procurador-geral, que o definiu como “um amigo de todas as horas”.
Petição do STF encaminhada à PGR
Divulagação
As buscas foram pedidas pela Polícia Federal (PF) depois que o portal Metrópoles publicou mensagens em que os empresários defendem um golpe, caso Bolsonaro perca a eleição para o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Além dos mandados de busca e apreensão, expedidos no âmbito do inquérito das milícias digitais, houve o bloqueio de perfis nas redes sociais e quebras de sigilo bancário e telemático dos investigados. Não houve pedidos de prisão.
Nos bastidores do STF, o entendimento é o de que, como a PF também tem poder de investigar, Moraes não era obrigado a consultar a PGR previamente – mesmo assim, entendeu ser cabível notificá-la, para cumprir a praxe.
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Ação foi desencadeada por supostas mensagens em defesa de um golpe de Estado caso o presidente Jair Bolsonaro (PL) perca as eleições para o petista O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) informou na tarde desta terça-feira (23), por meio da assessoria de comunicação, que não vai se pronunciar sobre a operação da Polícia Federal (PF) contra oito empresários. A ação foi desencadeada por supostas mensagens em defesa de um golpe de Estado caso o presidente Jair Bolsonaro (PL) perca as eleições para o petista.
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Mais cedo, logo após a deflagração da operação, a presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, fez uma postagem nas redes sociais sem citar diretamente os envolvidos. “Atentar contra a democracia tem sérias consequências. Só assim que essa gente vai apreender”, escreveu.
Alguns senadores do PT se pronunciaram sobre a questão. “Tentativa de golpe é crime contra o Estado Democrático de Direito. Esses conspiradores não podem ficar impunes”, disse o senador Rogério Carvalho (PT-SE).
Ex-presidente Lula (PT) informou, por meio da assessoria de comunicação, que não vai se pronunciar sobre operação da Polícia Federal
Andre Penner/AP
“Uma parte do empresariado brasileiro, infelizmente, não aceita a democracia e tem horror à alternância republicana de poder entre partidos de esquerda, centro e direita que conquistamos por meio do voto popular soberano”, afirmou o senador Fabiano Contarato (PT-ES).
Por ordem do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), a PF cumpriu ordens de busca e apreensão contra os empresários em São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Ceará. O magistrado também autorizou a quebra do sigilo bancário, determinou bloqueio de contas e perfis nas redes sociais, além da tomada de depoimento deles.
Estão entre os alvos da operação desta terça-feira os empresários Luciano Hang (Havan), Afrâncio Barreira (Coco Bambu), José Issac Peres (Multiplan), Ivan Wrobel (W3 Engenharia), Marco Aurélio Raymundo (Mormai), José Koury (Barra World Shopping), André Tissot (Grupo Sierra Móveis) e Meyer Nigri (Tecnisa).
O caso foi revelado pelo colunista Guilherme Amado, do site “Metrópoles”. Ainda na semana passada, foram apresentados ao STF pedidos para que os empresários fossem investigados no inquérito das milícias digitais, que apura a existência de um grupo que atua para minar o Estado Democrático de Direito.
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O Dow Jones fechou em queda de 0,47%, a 32.909,59 pontos, enquanto o S&P 500 recuou 0,22%, a 4.128,73 pontos, e o Nasdaq fechou estável aos 12.381,30 pontos Os índices acionários de Nova York fecharam a sessão desta terça-feira (23) em queda com os investidores ainda tentando avaliar os temores sobre o aperto monetário do Federal Reserve (Fed), enquanto esperam pelos comentários do presidente do BC americano, Jerome Powell, na sexta-feira (26).
O Dow Jones fechou em queda de 0,47%, a 32.909,59 pontos, enquanto o S&P 500 recuou 0,22%, a 4.128,73 pontos, e o Nasdaq fechou estável aos 12.381,30 pontos.
Os índices americanos abriram em queda, mas reverteram temporariamente as perdas após a divulgação de uma série de dados econômicos negativos nos EUA, que reforçam a esperança de que o Fed será forçado a reduzir o ritmo da alta de juros. Porém, o Dow Jones e o S&P 500 voltaram a operar em terreno negativo ainda no começo da tarde, mas o Nasdaq se manteve positivo pela maior parte da sessão, zerando os ganhos apenas nos instantes finais do pregão desta terça.
Os dados econômicos americanos vieram bem piores do que o esperado, reforçando o argumento a favor de uma redução do ritmo do aperto monetário do Fed para evitar uma desaceleração econômica exagerada nos EUA. O PMI de serviços americano caiu a 44,1 pontos em agosto, de 47,3 da leitura anterior e contrariando a expectativa, que era de alta a 49 pontos, enquanto o PMI industrial recuou a 51,3 pontos, contra expectativa de leitura a 51,9 pontos.
As vendas de casas novas nos Estados Unidos caíram 12,6% em julho, para uma taxa anualizada de 511 mil unidades, ficando bem abaixo da expectativa de consenso, que era de queda de 2,7%, a 574 mil. Já o índice de atividade industrial do Fed de Richmond caiu a -8 em agosto, contra expectativa de leitura a -5 pontos.
“A economia americana está claramente desacelerando, mas os dados de hoje do PMI sugerem que ela pode estar enfraquecendo muito mais rápido do que se espera”, diz Edward Moya, analista sênior da Oanda, em nota. “O mercado de trabalho americano ainda parece forte, mas o setor privado parece posicionado para começar a demitir funcionários no começo do ano que vem.”
Os investidores seguem à espera dos comentários de Powell no Simpósio Anual de Jackson Hole, na sexta-feira. A expectativa é de que ele reafirme a postura mais “hawkish” (favorável ao aperto monetário) que os seus colegas no Fed adotaram na semana passada.
“Os mercados financeiros continuarão instáveis até o discurso de Powell na sexta-feira”, diz Moya. “A economia está claramente desacelerando, mas ainda é cedo para o Fed sinalizar que ele será menos agressivo com o aperto da política monetária.”
RJK BW CR/Associated Press

