31/12/2025 Às vésperas da chegada de 2026, cresce a esperança de que o novo ano traga consigo paz, saúde, equilíbrio...
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A decisão foi tomada em caráter abstrato, mas serve para o União Brasil, que reuniu as legendas DEM e PSL O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu, por unanimidade, que um partido resultante da fusão de outros dois “herda” a responsabilidade pelas sanções impostas às siglas originais. A decisão foi tomada em caráter abstrato, mas serve para o União Brasil, que reuniu as legendas DEM e PSL.
Ou seja, se a Corte Eleitoral vier a reprovar as contas do DEM ou do PSL referente a anos anteriores à fusão, caberá ao União Brasil arcar com as consequências, como a suspensão da distribuição ou do repasse dos recursos do Fundo Partidário.
Essa suspensão, entretanto, deverá ser proporcional à cota da legenda que cometeu a irregularidade, não atingindo a integralidade do montante de verba pública devida ao novo partido.
Prevaleceu o voto do presidente do TSE, ministro Alexandre de Moraes, relator do caso.
“Não é possível que uma eventual fusão resulte em anistia a sanções aplicadas pela Justiça Eleitoral”, afirmou, destacando que a prestação de contas é uma “exigência republicana de transparência”.
Sede do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em Brasília
Marcelo Camargo/Agência Brasil

Bolsonaro tentou articular uma aliança com o governador Romeu Zema (Novo), para fortalecer sua campanha em Minas Gerais. Mas não conseguiu acordo com o partido O candidato ao governo de Minas Gerais pelo PL, Carlos Viana, disse em sabatina realizada pelo site G1, que foi o plano B do presidente da República e candidato à reeleição Jair Bolsonaro (PL) para garantir um palanque no Estado.
“Tenho muita tranquilidade para dizer que sim”, disse o candidato, ao ser questionado se foi o plano B do presidente. “Porque quando o presidente me fez o convite para ir para o PL, ficou claro que a intenção era unir a direita em Minas Gerais. Mas o partido do atual governador [Novo] não quis o apoio”, afirmou Viana.
Bolsonaro tentou articular uma aliança com o governador Romeu Zema (Novo), para fortalecer sua campanha em Minas Gerais. Mas não conseguiu acordo com o Novo e decidiu apoiar a candidatura do senador Carlos Viana ao governo do Estado. A sua candidatura foi confirmada apenas duas semanas após a convenção estadual do PL.
Viana disse que o Novo surgiu com um discurso anti-política, mas não cumpriu o que pregou no discurso. “O Novo acabou fazendo [política] da pior forma, que é entregando os bens do Estado para o clube de milionários que fundou o Novo, ou para partidos políticos que estão usando a estrutura da máquina para o pedido de reeleição”, criticou o candidato.
O senador acusou o Novo de ter “virado as costas para Bolsonaro”. “O partido não quis o apoio do presidente, deram as costas. E olha que o presidente ajudou muito Minas Gerais. Eu sou testemunha da quantidade de vezes que o governador foi recebido no Palácio do Planalto. A dívida de Minas de R$ 460 bilhões, da qual R$ 120 bilhões são com o Tesouro, não foi cobrada, por conta do apoio político do presidente com o Estado”, disse Viana.
Carlos Viana no G1
Reprodução G1

A desistência silenciosa é o apelido recém-criado para quem quer fazer o mínimo possível de suas obrigações no trabalho O “quiet quiting” atingiu um ponto importante na cultura do mercado de trabalho americano. A expressão, que traduzida para o português significa desistência silenciosa, expressa mais tempo para amigos, família e atividades pessoais. Mas essa última tendência de carreira tem desvantagens para os profissionais.
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Por que muita gente resolveu pedir demissão de uma só vez?
O TikTok e o Twitter estão repletos de vídeos explicativos e interpretações infinitas. Apesar do que o nome sugere, o “quiet quiting” não significa entregar um pedido de demissão. Em vez disso, é um retiro furtivo da cultura que dominou a era pré-pandemia de desistir de tudo em busca de ambição. A desistência silenciosa é o apelido recém-criado para quem quer fazer o mínimo possível de suas obrigações no trabalho.
Entenda os prós e os contras do “quiet quiting”:
Zaid Khan, 24 anos, que criou um vídeo popular da desistência silenciosa no TikTok, disse que começou a explorar a “reforma do trabalho” e um fórum do Reddit durante um lockdown da pandemia de covid-19, quando seu trabalho se tornou muito desgastante.
“Percebi que não importa quanto trabalho eu coloque, não verei a recompensa que estou esperando”, disse Khan, desenvolvedor de software e músico, em entrevista. “O excesso de trabalho só leva você até certo ponto na América corporativa. E, como muitos de nós experimentamos nos últimos anos, a saúde mental e física realmente fica em segundo plano em relação à produtividade em muitos desses ambientes corporativos estruturados.”
De acordo com um relatório divulgado pela American Psychological Association em janeiro, o tipo de burnout e estresse que Khan encontrou atingiu recordes em todos os setores durante a pandemia.
O psicólogo organizacional Ben Granger, chefe de serviços de consultoria de experiência para funcionários na Qualtrics, disse que desistir silenciosamente pode ser uma maneira de proteger a saúde mental e física em um ambiente de trabalho tóxico. Mas ficar em um emprego miserável e trabalhar com o mínimo significa abrir mão da satisfação que pode vir de um bom emprego.
De sua parte, Khan acabou se demitindo de verdade e trocou o seu trabalho por um novo onde o gerente respeita seus limites de vida profissional. “Ele me diz o tempo todo, sua saúde vem em primeiro lugar”, disse.
Projetos de paixão
Antrell Vining, 25 anos, trabalha como gerente de projetos no setor financeiro. Como uma diversão após o expediente, ele cria conteúdo de mídia social sobre a indústria de tecnologia e a vida profissional dos millennials e da geração Z.
Depois de abandonar a faculdade de medicina para seguir uma carreira em tecnologia, ele trabalha para ajudar outras pessoas a fazer mudanças semelhantes na carreira. Com cerca de 30 mil seguidores no TikTok, Vining ganha dinheiro oferecendo serviços de consultoria de carreira. Para ele, a desistência silenciosa significa estabelecer limites para que se tenha tempo e energia para perseguir paixões.
Uma sequência de empreendedorismo coincidiu com a pandemia de covid-19 e um recorde de 5,4 milhões de novos negócios foram iniciados nos EUA no ano passado, segundo dados do Censo.
“Hoje em dia, todo mundo é um tipo de empreendedor e preferimos colocar essa energia extra em nossos próprios empreendimentos, fora do expediente”, disse Vining por e-mail. “Depois do expediente, eu respiro e começo a trabalhar em minhas próprias coisas ou passo um merecido tempo com amigos e familiares”, disse.
Não é para todos
Claro, nem todo mundo se sente confortável com a desistência silenciosa. Há muitas razões pelas quais as pessoas sentem a necessidade de manter seus empregos a todo custo – seja por conta da assistência médica, do salário fixo ou de qualquer outro benefício que os empregos corporativos tradicionais oferecem. Colocar isso em risco pode ser uma aposta muito grande.
Jha’nee Carter, 38 anos, que se autodenomina a Rainha do RH no TikTok, disse que desistência silenciosa aumentou os riscos para grupos marginalizados. “As minorias podem se dar ao luxo de fazer isso na América corporativa? Na minha opinião, não”, disse Carter, coach de negócios e criadora de conteúdo, em um vídeo.
Desigualdades estruturais permanecem em muitos setores nos Estados Unidos: as disparidades salariais de gênero e raça, bem como a escassez geral de diversidade no topo das empresas, estão bem documentadas.
“Se você está desistindo silenciosamente e não está indo além, infelizmente na América corporativa as minorias são mantidas em um padrão diferente”, disse ela. “Somos vistos de maneira diferente, ainda há um preconceito inconsciente e, portanto, temos que ir além para ter sucesso. Não podemos correr o risco de ser vistos como sem desempenho, se não atendermos a essas expectativas, somos os primeiros na hora de fazerem os cortes”.
Risco de recessão
A desistência silenciosa se tornou viral em um momento de profunda incerteza no mercado de trabalho dos EUA. Com uma guerra por talentos e mais empregos do que trabalhadores em toda a economia, os funcionários estão em vantagem sobre seus chefes. Mas uma recessão iminente e demissões em empresas de alto nível como Apple e Walmart indicam que o equilíbrio pode estar por um triz.
Uma nova pesquisa da PwC descobriu que metade das empresas nos EUA disse que está reduzindo o número de funcionários ou ao menos planeja fazer cortes. Um relatório de julho da Joblist, uma plataforma de busca de emprego, descobriu que 60% dos candidatos sentem mais urgência em encontrar uma vaga agora, antes que as condições econômicas mudem.
“As corporações estão demitindo as pessoas com rapidez”, acrescentou Carter em seu vídeo. “E então, se você decidiu desistir silenciosamente, eu realmente espero que você esteja silenciosamente fazendo com que um recrutador procure outro emprego para você.”

A Cielo informou que seu Conselho de Administração formalizou proposta de trabalho para Estanislau Bassols para ocupar a posição de Diretor-Presidente da Companhia, que a aceitou nesta data. Bassols tem vasta experiência na gestão de empresas, tendo atuado como diretor-presidente da SKY, da VR Benefícios e, mais recentemente, como presidente de divisão da Mastercard no Brasil, onde seguirá conduzindo seu processo de desligamento até o fim do mês.
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A decisão do novo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes, de se encontrar com o ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira, mostra uma diferença na postura em relação ao antecessor, Edson Fachin O novo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes, se reuniu hoje com o ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira. A avaliação da pasta foi que o encontro foi “positivo”, pois abriu o diálogo em torno das propostas apresentadas pelas Forças Armadas para alterações no sistema eleitoral.
A decisão de Moraes de se encontrar com Nogueira mostra uma diferença na postura em relação ao antecessor, Edson Fachin, que se recusou a receber o ministro da Defesa após as Forças Armadas começarem a endossar o discurso do presidente Jair Bolsonaro (PL), de questionar a segurança das urnas eletrônicas.
O palco dos embates com os militares foi a Comissão de Transparência Eleitoral, grupo criado ainda na gestão de Luís Roberto Barroso para discutir propostas para aperfeiçoar o processo eleitoral.
Com Moraes na presidência da corte, o governo espera que algumas sugestões apresentadas pelos militares – e que foram rejeitadas por Fachin – sejam reconsideradas, como mudanças no teste de integridade e a realização de teste de segurança das urnas modelo 2020.
Segundo interlocutores, o novo presidente do TSE de fato está mais aberto ao diálogo, mas terá pouco tempo para fazer grandes mudanças, já que o primeiro turno das eleições está marcado para 2 de outubro.
Nesta terça-feira, Moraes também se reuniu com o diretor-geral da Polícia Federal (PF), Márcio Nunes. Segundo uma fonte, tratou-se de uma “visita institucional”, para cumprimentar o ministro, que tomou posse como presidente do TSE na semana passada.
Desde segunda-feira, representantes da corporação estão na sede do tribunal realizando a inspeção dos códigos-fonte da urna eletrônica. O grupo é formado por 13 policiais, entre delegados, peritos e papiloscopistas. O trabalho está previsto para terminar na sexta-feira.
A PF e as Forças Armadas são entidades habilitadas para acompanhar desenvolvimento e fiscalizar os sistemas utilizados nas eleições de todo o país. Os militares concluíram a inspeção na última semana.
Militares inspecionam código-fonte das urnas eletrônicas no TSE
Antonio Augusto/TSE

Segundo os proprietários do diário — que, agora, só circula na versão digital —, o “confisco de fato” se concretizou com o anúncio do governo do presidente Daniel Ortega de que converteria as instalações do jornal em um “centro cultural” O governo da Nicarágua confiscou na segunda-feira (22) a sede e equipamentos do jornal “La Prensa”, denunciaram os proprietários do diário, que, agora, só circula na versão digital. O “confisco de fato” se concretizou com o anúncio do governo do presidente Daniel Ortega de que converteria as instalações do jornal em um “centro cultural”, dizem os donos do jornal.
“Há vários dias, funcionários do regime realizam obras e movimentam algumas máquinas e equipamentos na sede em Manágua”, afirmou o jornal. “Com essas ações, o regime Ortega-Murillo conclui o confisco de fato dos bens da planta industrial da Editorial La Prensa”, afirmou o meio de comunicação.
O jornal, um dos mais antigos da América Central e o mais longevo da Nicarágua, foi invadido há um ano por agentes do governo, depois que seu gerente, Juan Lorenzo Hollman Chamorro, foi acusado de lavagem de dinheiro. Em abril, ele foi condenado em um julgamento considerado politicamente motivado por organizações de direitos humanos.
As instalações de “La Prensa”, localizadas em uma área industrial de Manágua, estão nas mãos da Polícia Nacional desde 13 de agosto, quando as autoridades nicaragüenses alegaram que o estabelecimento teria sido usado para cometer crimes de “fraude alfandegária e lavagem de dinheiro”.
Hollman Chamorro é sobrinho da ex-presidente Violeta Chamorro. Os jornalistas que trabalhavam para o veículo preferiram exilar-se.
De acordo com a organização Jornalistas e Comunicadores Independentes da Nicarágua (PCIN), 120 jornalistas se exilaram desde que a crise política começou no país centro-americano em 2018. Na Nicarágua, nenhum jornal é impresso atualmente e os poucos meios de comunicação que ainda operam on-line o fazem clandestinamente, disse o PCIN.
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Ao todo, quatro homens foram presos pelo crime, entre eles o que teria efetuado os disparos que matou o empresário. Empresário é assassinado durante assalto em Matão
Reprodução/ Redes Sociais
A Polícia Civil de Matão (SP) prendeu, na tarde desta terça-feira (23), mais dois suspeitos de terem participado do latrocínio do empresário Vicente João Bernardi Neto, de 58 anos, dono de um posto de combustíveis, que foi morto quando levava um malote de dinheiro ao banco, na manhã de segunda-feira (22).
Os homens foram presos em Monte Alto (SP) e um deles é suspeito de ter efetuado os disparos que matou o empresário.
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Dois outros suspeitos haviam sido presos durante a manhã desta terça, em Matão. Eles teriam trocado de lugar com a dupla da motocicleta com objetivo facilitar a fuga dos criminosos e confundir os policiais.
Câmeras de monitoramento flagraram os ladrões parando a motocicleta poucos metros depois do local do crime para a troca de lugares. A Polícia apreendeu a moto e um veículo. A arma utilizada no assalto e o dinheiro roubado não foram encontrados.
O corpo de Vicente João Bernardi Neto, de 58 anos, foi enterrado na manhã desta terça, no Cemitério Municipal de Matão.
O dono de posto de combustíveis Vicente João Bernardi Neto foi morto durante assalto em Matão
Reprodução/Facebook
O crime
O crime aconteceu na manhã de segunda-feira (22) e foi registrado por testemunhas (veja o vídeo abaixo).
A vítima caminhava com um malote de dinheiro, em direção ao banco, quando foi abordada por dois criminosos que estavam em uma motocicleta.
Dono de posto de combustíveis é assassinado durante roubo em Matão
O garupa desceu da moto e tentou pegar o malote da vítima, que não quis entregar. O comerciante foi baleado duas vezes no peito. Socorrido para para o Hospital Carlos Fernando Malzoni, ele não resistiu aos ferimentos e morreu.
Segundo os funcionários do posto, o comerciante iria levar o malote para um banco que fica a cerca de 100 metros do comércio e que fazia o mesmo trajeto quase todos os dias.
O caso foi registrado como latrocínio, que é roubo seguido de morte.
Manifestação
Na noite de segunda-feira, manifestantes fizeram um protesto por causa do assassinato. Eles foram até a Câmara Municipal, acompanharam a sessão e pediram mais investimentos na segurança da cidade.
Trabalhador e dedicado
Frentista no posto de Matão (SP) há 15 anos, Washington Sena disse que comerciante era dedicado
Nilson Porcel/EPTV
Frentista no posto há 15 anos, Washington Sena disse que comerciante assassinado tinha um bom relacionamento com os funcionários. “Uma pessoa muito dedicada, não faltava, trabalhava igual os funcionários”, contou.
O motorista Luiz Botolani é cliente do posto e lembrou a forma com que a vítima atendia os clientes.
“Quando a gente vinha abastecer, ele era o primeiro a vir e perguntar se precisava de água, óleo ou limpar o para-brisa. Ele não parecia dono, mas um funcionário mesmo”, disse.
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