31/12/2025 Às vésperas da chegada de 2026, cresce a esperança de que o novo ano traga consigo paz, saúde, equilíbrio...
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Em reunião com empresários do setor da construção civil, hoje, em São Paulo, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) prometeu que, se eleito novamente, irá relançar o programa habitacional Minha Casa Minha Vida e apresentar um grande pacote de investimentos em infraestrutura já em janeiro de 2023.
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O pacote irá mesclar a retomada de construções paradas pelo país – ele não citou quais – com uma seleção de obras que serão apontadas como prioritárias pelos governadores recém-empossados.
“Dinheiro bom é em obras”, disse o ex-presidente depois de afirmar que não tem “medo” de dívidas originárias de investimentos e pregar que um governo só não pode se endividar para despesas de custeio.
Lula deus essas declarações após repetir diante dos empresários que um governo bem sucedido na economia precisa ter credibilidade e garantir previsibilidade e estabilidade. O político também falou da importância de atração de investimentos externos e explicou que não basta o presidente viajar ao exterior para pedir dinheiro a investidores. Isso só vai dar certo, prosseguiu, se o país oferecer garantia jurídica, estabilidade e boa expectativa de retorno.
O petista afirmou ainda que pretende usar bancos públicos para “ajudar a garantir que as casas voltem a ser construídas”.
Participaram do encontro com Lula os empresários José Carlos Martins, presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), José Romeu Ferraz Neto, presidente da Federação Internacional Imobiliária (Fiabci), Rodrigo Luna, presidente do Secovi-SP, Romeu Chap Chap, ex-presidente do Secovi-SP, e Yorki Estefan, vice-presidente do Sinduscon-SP.
O ex-governador Geraldo Alckmin (PSB), candidato a vice-presidente na chapa petista, e o ex-ministro Aloizio Mercadante, coordenador do programa de governo de Lula, também estavam presentes.
Alckmin foi elogiado por Lula, que exaltou a experiência acumulada pelo antigo rival em quatro mandatos como governador de São Paulo. Com ele e Alckmin no comando do governo, afirmou, “o país vai deixar de discutir coisa secundária e discutir aquilo que interessa ao povo”.
Lula mencionou ainda a necessidade de aprovação de uma reforma tributária “que desonere os investimentos e que possa garantir mais justiça no Imposto de Renda”.
Durante o encontro, os empresários entregaram a Lula um documento com diagnóstico e sugestões de medidas para o setor. O mesmo documento, segundo eles, será entregue a todos os candidatos a presidente da República.

Segundo o levantamento do consórcio de veículos de imprensa, a média móvel de mortes nos últimos sete dias é de 159 por dia, um recuo de 27% em relação aos óbitos registrados em 14 dias O Brasil registrou 195 mortes por covid-19 nas últimas 24 horas, segundo o levantamento do consórcio de veículos de imprensa feito hoje junto às secretarias estaduais de Saúde do país nesta terça-feira (23). Com isso, o total de óbitos pelo novo coronavírus subiu para 682.941.
A média móvel de mortes nos últimos sete dias é de 159 por dia, um recuo de 27% em relação aos óbitos registrados em 14 dias, indicando tendência de queda do dado pelo oitavo dia seguido.
Acre, Alagoas, Amapá, Distrito Federal, Maranhão, Mato Grosso, Piauí, Roraima, Sergipe e Tocantins não registraram mortes nas últimas 24 horas.
De acordo com o balanço fechado às 20h, o número de novos casos conhecidos de covid-19 de ontem para hoje foi de 19.863, elevando o total de infectados para 34.309.601.
A média móvel de casos do novo coronavírus nos últimos sete dias foi de 15.792 por dia, um recuo de 34% em relação aos casos registrados em 14 dias.
Os dados divulgados pelo consórcio de imprensa foram obtidos após uma parceria inédita entre G1, “O Globo”, “Extra”, “O Estado de S.Paulo”, “Folha de S.Paulo” e UOL, que passaram a trabalhar de forma colaborativa desde o dia 8 de junho de 2020 para reunir as informações necessárias nos 26 Estados e no Distrito Federal.

Executivo assumirá a posição em 1º de setembro, no lugar de Estanislau Bassols, que vai para a Cielo A Mastercard anunciou nesta terça-feira Marcelo Tangioni como novo presidente para a operação brasileira. O executivo assumirá a posição em 1º de setembro, no lugar de Estanislau Bassols, que vai para a Cielo.
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Segundo a prefeitura, até dezembro de 2019, 57 linhas em 91 ônibus circulavam pela cidade e, atualmente, são operados 37 trechos, com 72 veículos. Moradores de São Carlos reclamam da falta de ônibus na cidade
Moradores de São Carlos (SP) estão reclamando da falta de linhas de ônibus na cidade e dos atrasos dos veículos. Segundo a prefeitura, durante o período de isolamento social na pandemia, houve a diminuição de 20 linhas e 19 ônibus foram retirados de circulação e não têm previsão de retorno.
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A administração municipal justificou que a Suzantur, empresa responsável por operar o transporte urbano, retirou as linhas devido à diminuição de passageiros no período de restrição de circulação.
Mas, mesmo com o retorno das atividades econômicas as linhas não voltaram. Atualmente, de acordo com a prefeitura, 38 mil pessoas utilizam o serviço de transporte diariamente.
Procurada pela reportagem, a Suzantur não quis se manifestar e disse que os questionamentos deveriam ser direcionados à Secretaria Municipal de Transporte e Trânsito.
LEIA MAIS: Empresa que pertence à Suzantur é a única habilitada em licitação para transporte coletivo em São Carlos
Moradores de São Carlos sofrem com problemas no transporte coletivo
Reprodução/ EPTV
Retirada de linhas
Segundo a prefeitura, até dezembro de 2019, havia 57 linhas e 91 ônibus circulavam pela cidade. Atualmente, são 72 veículos divididos em 37 linhas, sendo que alguns trajetos foram retirados e outros incorporados em outras linhas.
Sobre a possibilidade de reativar linhas suspensas, a prefeitura informou que isso só vai ocorrer se um estudo técnico comprovar que houve aumento do número de passageiros.
“Através das solicitações de usuários é feito um estudo técnico para levantar a demnada de passageiros e em quais horáros e, em caso de confirmação de demanda, é incluída nova linha e veículos adequados em itinerários existentes em outras linhas”, disse a prefeitura em nota.
A administração municipal não informou de que forma os usuários podem fazer as solicitações pelas linhas.
Moradores de São Carlos sofrem com problemas no transporte coletivo
Reprodução/ EPTV
Espera
Usuários do transporte coletivo também reclamam da demora pela passagem dos ônibus. A dona de casa Sandra Borges disse que a espera no ponto de ônibus é grande e por isso, às vezes vai a pé para casa.
“O tempo que eu gasto da Vila Prado para cá [Centro] é uns 15 minutos andando, às vezes compensa vir a pé”, afirmou.
Sandra Borges sofre com problemas no transporte coletivo de São Carlos
Reprodução/ EPTV
O auxiliar administrativo Lucas Marino se sente prejudicado, já que necessita do transporte para chegar aos locais de trabalho e estudo.
“Estou perdendo muitas aulas por causa do atraso do ônibus”, disse.
Moradores de São Carlos sofrem com problemas no transporte coletivo
Reprodução/ EPTV
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A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) vai usar a medição da qualidade da conexão da rede de quinta geração da telefonia móvel (5G) feita por usuários por meio de aplicativo oficial do órgão, o “EAQ”, para mapear “áreas de sombra” ou instabilidade de sinal e cobrar maior eficiência das operadoras. A informação é do superintendente de obrigações da agência, Gustavo Borges, que concedeu entrevista nesta terça-feira ao Valor.
“O aplicativo já está disponível para qualquer usuário no Brasil. O mais interessante é que, ao mesmo tempo em que informa o usuário sobre a velocidade da conexão em determinada região, também remete os dados para a fiscalização da Anatel, que vai definir um selo de qualidade para cada operadora em cada cidade do país”, disse o técnico da Anatel.
Borges explicou que a coleta de dados pela Anatel para que seja atribuída uma nota para cada prestadora já estava previsto na atual fase de implementação do regulamento de qualidade dos serviços, o Rqual, o que também será aplicado a outros serviços, como banda larga fixa e TV por assinatura.
“O aplicativo era da regulamentação anterior, mas não era utilizado como medição oficial da agência. A primeira medição está acontecendo neste segundo semestre, o que coincide com a chegada do 5G”, afirmou o superintendente. “Cada teste de rede vai alimentar a base de dados da agência. Depois, isso vai gerar um mapa de calor, indicando qual região está melhor ou pior”, completou.
Borges afirma que os técnicos da Anatel trabalham para melhorar o desempenho do EAQ. Hoje, o aplicativo registra a nota 3,1 na Play Store, na loja de aplicativos para smartphones com sistema operacional Android, do Google. As notas variam de 0 a 5.
A Anatel recomenda a instalação do aplicativo oficial de medição da qualidade de rede por ser de “fácil manuseio” e oferecer a opção de funcionamento sem consumo da franquia de dados durante os testes — função “zero rating”. Mesmo sem crédito no celular pré-pago, o aplicativo faz os registros. É necessário, porém, fazer essa opção nas configurações após a instalação. “Um teste de conexão 5G com outros aplicativos vai consumir 1 gigabyte”, alerta Borges.
O técnico da Anatel afirmou que a coleta de dados, além de ajudar a atribuir um selo de qualidade para cada prestadora definido pelos níveis A, B, C, D ou E, vai ser usada no trabalho de notificação das empresas, para haja melhora de desempenho das redes. Segundo ele, se isso não tiver resultado, a agência parte para instrução de processo sancionatório, com aplicação de multa.
Borges reconhece que o grande desafio da tecnologia 5G no Brasil é a cobertura. Segundo ele, a velocidade média da conexão 5G é “bastante satisfatória”. Para ele, a ampliação do alcance do sinal exige da agência mais do que a tarefa de “contar antenas” instaladas por cada operadora, o que é basicamente a única obrigação expressa do leilão atrelada à qualidade do serviço. O técnico da agência considera que o arcabouço de normas da Anatel, em especialmente o Rqual, fornece meios necessários para exigir das operadoras a entrega de serviços com qualidade.
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Advogados dos empresários e, em alguns casos, os próprios alvos da operação de busca e apreensão da Polícia Federal dessa terça-feira (23) enviaram notas alegando que não defendem golpe militar e que são a favor da democracia. Eles são investigados dentro do chamado inquérito das milícias digitais, após vazamento de conversas de Whatsapp em que supostamente se posicionaram a favor da volta da ditadura, caso o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ganhe a eleição.
A ação que teve como alvo oito empresários foi determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), após o caso ser revelado pelo colunista Guilherme Amado, do site “Metrópoles”.
Dono da Coco Bambu, Afrânio Barreira afirmou por nota que está absolutamente tranquilo, “pois não posso ser acusado por participar de um grupo de WhattsApp. Não há uma única frase de minha autoria sobre esse assunto. Confio na justiça e vamos provar que sempre fui totalmente favorável à democracia. Nunca defendi, verbalizei, pensei ou escrevi a favor de qualquer movimento anti-democrático ou de ‘golpe’. Assim, sou a favor da liberdade, democracia e de um processo eleitoral justo.”
Luciano Hang, da Havan, também disse por nota que segue tranquilo “pois estou ao lado da verdade e com a consciência limpa. Desde que me tornei ativista político prego a democracia e a liberdade de pensamento e expressão, para que tenhamos um país mais justo e livre para todos os brasileiros.”
Ação da Polícia Federal tendo como alvo 8 empresários foi determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal
Abdias Pinheiro/Secom/TSE
Ele ainda ressalta que faz parte de um grupo de 250 empresários, de diversas correntes políticas, e que cada um tem o seu ponto de vista. “Que eu saiba, no Brasil, ainda não existe crime de pensamento e opinião. Em minhas mensagens em um grupo fechado de WhatsApp está claro que eu nunca, em momento algum falei sobre Golpe ou sobre STF. Eu fui vítima da irresponsabilidade de um jornalismo raso, leviano e militante, que infelizmente está em parte das redações pelo Brasil”.
O advogado Miguel da Costa Carvalho Vidigal, que assessora o empresário Ivan Wrobel, dono da W3 Engenharia, afirma que o cenário não mudou, desde a publicação do site “Metrópoles”, em 18 de agosto, sobre as conversas no grupo de Whatsapp.
Segundo nota enviada na época, “a matéria fabricou um contexto em algumas frases do Sr. Ivan, acusando-o falsamente de defender uma ruptura institucional no país”. Segundo ele, a reportagem não buscou conhecer a biografia e o pensamento de Ivan Wrobel antes de atacá-lo, uma vez que ele é descendente de família polonesa judia que “sempre soube o perigo que as ditaduras podem causar”.
Nessa terça-feira (23), o advogado reafirmou esse posicionamento: “o Sr Ivan tem um histórico de vida completamente ligado à liberdade. Em 1968 foi convidado a se retirar do IME por ser contrário ao AI5. Nada na vida dele pode fazer crer que o posicionamento daquele momento tenha mudado. Colaboraremos com o que for preciso para demonstrar que as acusações contra ele não condizem com a realidade dos fatos”.
A advogada Luana Aguiar, que assessora a Mormaii e Marco Aurelio Raymundo, informou por nota que a operação envolve “Morongo” (Marco Aurélio Raymundo, fundador da Mormaii), e não a empresa. “Ele, o Morongo, foi contatado pela Polícia Federal, mas ainda desconhecemos o inteiro teor do inquérito. De qualquer forma ele se colocou e segue à disposição de todas autoridades para esclarecimentos”, afirma.
A assessoria de imprensa do Sierra Movéis informou que não vai se manifestar.
Documento do Senado americano cita aumento de ameaça de óvnis e pede departamento específico Globo

