31/12/2025 Às vésperas da chegada de 2026, cresce a esperança de que o novo ano traga consigo paz, saúde, equilíbrio...

Medidas fiscais podem ser tomadas para sustentar as economias da região contra os elevados preços de energia A alta nos juros anunciada nesta quinta-feira (8) pelo Banco Central Europeu (BCE) de 0,75 ponto percentual para 0,75% na zona do euro pode não ser suficiente para controlar a inflação nos próximos meses e medidas fiscais podem ser tomadas para sustentar as economias da região contra os elevados preços de energia, principal motor da alta da inflação.
Leia mais: Banco Central Europeu eleva juros em 0,75 ponto percentual pela 1ª vez desde 1999
Wolfgang Bauer, gerente de renda fixa de fundos da M&G, disse ter dúvidas se a alta nos juros de hoje vai ter algum efeito na inflação. “Os crescentes custos de energia e outras commodities estão entrando no núcleo da inflação à medida que os custos de insumos mais altos estão sendo repassados – pelo menos em parte – para os consumidores”, disse ele, em nota.
Segundo Bauer, a inflação largamente provocada por choques de oferta é muito difícil de combater com instrumentos de política monetária. “E até a mais ambiciosa alta nos juros do BCE não irá reabrir o Nord Stream 1”, disse ele, sobre o gasoduto da estatal russa Gazprom que fornece gás para a Europa.
Shweta Singh, economista-sênior da Cardano, disse que a inflação prevista para 2022 do BCE, mesmo revista para cima a 8,1%, ainda está baixa demais e sugere que algum tipo de teto para preços de energia pode ser adotado. Segundo ele, o cenário está indo em direção a mais medidas fiscais para apoiar as economias dos altos preços de energia.
“Qualquer custo fiscal adicional deixará a inflação mais elevada no médio prazo em meio a um mercado de trabalho apertado e muitos gargalos na cadeia de abastecimento”, disse ela. Segundo a economista, os bancos centrais serão chamados a ser agressivos em sua alta nos juros, para evitar que as expectativas de inflação fiquem desancoradas. Singh acredita que a alta desta quinta feita pelo BCE pode criar um precedente para o Banco da Inglaterra (BoE).
Para Sebastian Galy, estrategista do Nordea Asset, o BCE reconheceu que a desvalorização do euro contribui para a inflação elevada e que será difícil para o banco europeu sustentar a moeda.
“O BCE não tem meta cambial mas ele poderá precisar ter uma para valorizar o euro e reduzir os preços do petróleo e gás natural (denominados em dólar)”, disse ele. Entretanto, o estrategista ressalta que é uma coisa muito difícil de fazer, porque as diferenças de juros são muito estreitas para convencer o mercado a apostar em um dólar mais forte por meio de posições compradas. “O que o BCE precisa é convencer o mercado que ele quer um euro mais forte sem fazer muitas altas de juros”, disse.
Krisztian Bocsi/Bloomberg
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O presidente do Supremo Tribunal Federal, Luiz Fux, disse nesta quinta-feira (8) que, desde a Independência do Brasil, há 200 anos, o país tem exercido uma “invejável capacidade de aprendizagem no seu processo de amadurecimento” e evoluindo “permanente”. Na avaliação dele, a nação se tornou um país “democrático”, “fraterno” e “com sólidas instituições que se relacionam harmoniosamente”.
O discurso ocorreu durante solenidade, nessa quinta-feira, no Legislativo, em comemoração ao Bicentenário da Independência. Apesar da citação à harmonia, o evento estava previsto para contar com a participação do presidente Jair Bolsonaro (PL), mas o chefe do Executivo decidiu faltar à cerimônia sem apresentar justificativas.
A ausência foi vista como retaliação ao fato de que tanto o presidente do Congresso Nacional, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), como o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e o próprio Fux deixaram de ir ao desfile cívico-militar do 7 de Setembro, isolando Bolsonaro.
“Nestes 200 anos, a nação tem exercido uma invejável capacidade de aprendizagem no seu processo de amadurecimento, constituindo obra de edificação contínua e evolução permanente. Nessa aventura histórica, a nação enfrentou e superou graves adversidades, consolidando-se, duzentos anos depois, como um país democrático, fraterno e com sólidas instituições que se relacionam harmoniosamente”, afirmou Fux.
O discurso do ministro também enfatizou a celebração do Bicentenário com a participação dos Três Poderes, apesar de o ministro das Relações Exteriores, Carlos França, ser um dos poucos representantes do Executivo na cerimônia.
“Hoje, os Três Poderes celebram juntos dois séculos da emancipação da nação. Uma demonstração eloquente do avanço civilizatório das instituições democráticas dos dois países que não admitem retrocessos. Como mencionei no início dessa fala, comemorar é relembrar juntos. Desse modo, as comemorações do Bicentenário da Independência reafirmam o compromisso das duas nações com os elevados valores da democracia e da liberdade”, finalizou.
Além de Pacheco, Lira e Fux, também compareceram à solenidade os ex-presidentes da República José Sarney e Michel Temer. Os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva, Dilma Rousseff e Fernando Collor de Melo também foram convidados, mas não puderem comparecer e enviaram justificativas sobre isso.
O Bicentenário da Independência contou ainda com a presença dos presidentes de Portugal, Marcelo Rebelo; de Cabo Verde, José Maria Neves; e de Guiné Bissau, Umaro El Mokhtar Sissoco. Um representante do presidente de Moçambique, Filipe Nyusi, também foi enviado ao evento. Todos, assim como o Brasil, são ex-colônias portuguesas, mas só tiveram a independência reconhecida um século e meio depois, na década de 1970.

Ele aproveitou para alfinetar o mandatário, que transformou o ato cívico do dia da independência em ato político pela reeleição, e disse que o 7 de Setembro é uma data a ser celebrada por todos os brasileiros, e não por “uma facção” Após declarações machistas do presidente Jair Bolsonaro (PL) durante o desfile oficial do 7 de Setembro, o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), presidente da comissão do bicentenário, listou nesta quinta-feira, durante sessão solene do Congresso em homenagem aos 200 anos da Independência, nomes de mulheres que tiveram papel de destaque na independência, entre elas, a imperatriz Maria Leopoldina.
O parlamentar da oposição destacou o papel de protagonismo de Leopoldina para a independência do país.
Ontem, Bolsonaro, tentou fazer um gesto ao eleitorado feminino, que sustenta um dos maiores índices de resistência ao chefe do Poder Executivo, ao fazer elogios à primeira-dama Michelle Bolsonaro, mas escorregou ao fazer comentários machistas.
Após afirmar que Michelle é “uma mulher ativa na minha vida, não é ao meu lado, não, muitas vezes ela está é na minha frente”, Bolsonaro disse aos homens solteiros que todos deveriam se casar. “E eu tenho falado para os homens solteiros, para os solteiros que estão cansados de ser infelizes. Procure uma mulher, uma princesa, se casem com ela, para serem mais felizes ainda.”
Na cerimônia do Congresso, Randolfe pediu desculpas aos chefes de estados de outros países presentes à solenidade, como o presidente português Marcelo Rebelo, pela ausência de Bolsonaro, que desmarcou minutos antes do início da sessão.
“Peço desculpas pela ausência e pelo não encaminhamento de nenhuma mensagem do atual magistrado da nação”, disse o senador da Rede.
Ele aproveitou para alfinetar o mandatário, que transformou o ato cívico do dia da independência em ato político pela reeleição, e disse que o 7 de Setembro é uma data a ser celebrada por todos os brasileiros, e não por “uma facção”.
“A celebração do 7 de Setembro é de todos, não de uma facção, não de uma parte. Não podemos aceitar a cooptação dessas celebrações, elas são de todos os brasileiros”, destacou Randolfe.
Randolfe Rodrigues
Jefferson Rudy/Agência Senado

Resultado ficou bem acima da projeção de alguns economistas Os estoques americanos de petróleo subiram 8,8 milhões de barris na semana encerrada no dia 2 de setembro, para 427,2 milhões de barris, de acordo com dados divulgados nesta quinta-feira pelo Departamento de Energia (DoE, na sigla em inglês). A alta superou com folga a expectativa de alguns analistas, de aumento de 300 mil barris no período.
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A BayPine tem como alvo empresas com ganhos de US$ 50 milhões a US$ 300 milhões que precisam melhorar suas capacidades digitais e tecnológicas A BayPine, uma empresa de private equity fundada por veteranos da Silver Lake e Blackstone Inc., levantou US$ 2,2 bilhões de investidores institucionais para o seu primeiro fundo. A empresa tem cerca de US$ 3 bilhões de capital, incluindo coinvestimentos, que usará para adquirir participações em empresas de médio porte estabelecidas e ajudá-las a reformular suas estratégias digitais, disse a BayPine, com sede em Boston, em comunicado enviado por e-mail.
A empresa, fundada em 2019, é liderada por David Roux, 65 anos, cofundador e ex-diretor executivo da Silver Lake e Anjan Mukherjee, 48, anteriormente diretor administrativo sênior da Blackstone. A nova empresa tem como alvo empresas com ganhos de US$ 50 milhões a US$ 300 milhões que precisam melhorar suas capacidades digitais e tecnológicas.
“Estamos comprando empresas analógicas, esperançosamente a preços analógicos, e estamos transformando-as em empresas mais habilitadas para tecnologia e vendendo-as a preços digitais”, disse Mukherjee, que também foi consultor do Departamento do Tesouro dos EUA durante o governo Obama.
A empresa já concluiu três aquisições, incluindo a Mavis Tire Express Services e a Pinnacle Dermatology Management.
O BayPine ajuda as empresas de seu portfólio a usar a tecnologia para melhorar suas vendas e experiência do cliente, alocar recursos e fazer outras melhorias operacionais.
Investir em empresas “prontas para a batalha”, como um varejista de pneus e uma empresa de serviços médicos, isolará a BayPine em meio a um clima econômico desafiador, já que a empresa vê uma recessão iminente, disse Mukherjee.
A BayPine levantou o fundo em um momento em que está ficando mais difícil para as empresas de private equity levantar capital adicional de investidores institucionais.
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Levantamento da ONU contradiz o presidente da Rússia, Vladimir Putin, que declarou que maior parte dos embarques tinha a UE como destino Dados da Organização das Nações Unidas (ONU) mostram que 75% das cargas de grãos que deixaram a Ucrânia até o dia 27 de agosto seguiram para países que não integram a União Europeia. A informação contradiz o presidente da Rússia, Vladimir Putin, que declarou que a maior parte dos grãos ucranianos estaria abastecendo membros do bloco, e não países em desenvolvimento. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

