31/12/2025 Às vésperas da chegada de 2026, cresce a esperança de que o novo ano traga consigo paz, saúde, equilíbrio...

O Stoxx Europe 600 avançou 0,50%, o FTSE 100, índice de referência da bolsa de Londres, subiu 0,33% e o CAC 40, de Paris, também ganhou 0,33% As bolsas europeias fecharam em alta nesta quinta-feira (8), em dia marcado pela decisão de política monetária do Banco Central Europeu (BCE), que optou por um aperto monetário mais agressivo, e pelo discurso do presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, que sinalizou que o banco central americano deve ir pelo mesmo caminho em sua próxima reunião.
O Stoxx Europe 600 fechou em alta de 0,50%, a 414,09 pontos. Entre os índices setoriais do índice, o setor de energia fechou com a maior queda, registrando retração de 3,06%. Na parte dos ganhos, o segmento de automóveis e peças teve valorização de 1,04%.
O FTSE 100, índice de referência da bolsa de Londres, subiu 0,33%, a 7.262,06 pontos, e o CAC 40, de Paris, ganhou 0,33%, a 6.125,90 pontos. O FTSE MIB, de Milão, avançou 0,88%, a 21.678,08 pontos, enquanto o Ibex 35, de Madri, valorizou 0,78%, a 7.916,80 pontos. Na contramão de seus pares, o DAX, de Frankfurt, recuou 0,09%, a 12.904,32 pontos.
Na manhã desta quinta, o BCE elevou sua taxa referencial de juros em 0,75 ponto percentual, de zero para 0,75%. Segundo o BC da zona do euro, novas altas de juros serão necessárias para “reduzir a demanda e evitar o risco de uma alta persistente nas expectativas de inflação”.
A autoridade monetária reiterou, em comunicado, que a decisão de hoje foi tomada — e que novas altas virão — porque a inflação permanece muito elevada, em níveis recordes, e deverá permanecer acima da meta de 2% por um longo período. Com a alta de 0,75 ponto, a taxa referencial ficou em 0,75%, a taxa de refinanciamento em 1,25% e a taxa overnight em 1,50%.
Após a divulgação da decisão, a presidente do BCE, Christine Lagarde, reiterou que novas altas nos juros serão necessárias para combater a inflação e levá-la de volta à meta de 2%. Questionada sobre o tamanho das próximas altas, Lagarde disse que “quanto mais longe estivermos da taxa final, maiores terão que ser os passos”, sugerindo que novas altas de 0,75 ponto percentual podem ser realizadas.
“O BCE mostrou forte determinação em mover a política monetária para uma postura mais normal e indo além disso para desacelerar a demanda. Lidar com a alta inflação é a principal razão para a mudança agressiva do banco central”, afirmou o economista-chefe do Julius Baer, David Kohl.
O analista apontou que o banco suíço espera que o Banco Central Europeu aumente as taxas em 0,50 ponto percentual em sua próxima reunião e continue aumentando as taxas em dezembro e fevereiro de 2023 em 0,25 ponto percentual, em cada reunião.
Já, nos EUA, o presidente do Fed participou da conferência anual de política monetária do Cato Institute na manhã de hoje e afirmou que o BC americano não pode afrouxar a política monetária cedo demais, sinalizando que o Fed continuará agindo de maneira agressiva para controlar a inflação.
Bloomberg

Investidores avaliam que as manifestações do 7 de Setembro não trouxeram novos episódios de tensões políticas e apontam para uma corrida eleitoral apertada Os juros futuros operam em queda firme no pregão de hoje, em movimento desencadeado por fatores locais e externos. Segundo participantes do mercado, as taxas se ajustam ao recuo observado nos rendimentos dos títulos públicos globais na véspera, dinâmica provocada também pela forte baixa nos preços do petróleo. Adicionalmente, investidores avaliam que, diferente do que ocorreu no ano passado, as manifestações do 7 de Setembro não trouxeram novos episódios de tensões políticas e apontam para uma corrida eleitoral apertada.
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Assim, perto das 13h15, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2024 caía de 13,10% para 13,065%; a do DI para janeiro de 2025 recuava de 11,93% para 11,82%; a do DI para janeiro de 2026 cedia de 11,695% para 11,545%; e a do DI para janeiro de 2027 passava de 11,625% para 11,47%.
Ao longo da semana, dirigentes do Banco Central endureceram o tom dos discursos em relação à política monetária local, fato que provocou uma forte reprecificação de alta nas taxas dos juros futuros na véspera do feriado. Além disso, a tensão com a proximidade das manifestações agendadas para o 7 de Setembro provocavam cautela nos agentes.
Hoje, portanto, ocorre uma retirada dos prêmios de risco relacionados às manifestações que, na avaliação dos investidores, ocorreram conforme o esperado e não devem ter efeitos de aprofundar ainda mais a tensão política que predomina no país. Por outro lado, segundo eles, denotam força de mobilização do candidato à presidência da República, Jair Bolsonaro, e ainda apontam para uma corrida eleitoral parelha.
“Não houve o mesmo ímpeto nos ataques contra outras instituições e os eventos ficaram muito mais restritos ao foco da reeleição do presidente. Nesse sentido, não houve nenhuma escalada de tensão e os mercados, nesta volta do feriado, devem registrar algum otimismo – refletindo o alívio com os atos do 7 de setembro”, afirmam os estrategistas da Levante.
Adicionalmente, no cenário local, o Tesouro Nacional informou que vendeu, em leilão tradicional de títulos públicos, a totalidade do lote de 7,5 milhões de Letras do Tesouro Nacional (LTN) para três vencimentos e 93,70% do lote de 650 mil Notas do Tesouro Nacional série F (NTN-F) para dois vencimentos. O volume total da emissão foi de R$ 6,14 bilhões.
Ao mesmo tempo, fatores externos contribuem para o movimento. Ontem, o petróleo Brent terminou o dia em queda de 5,20%, negociado a US$ 88 o barril, com receios de desaceleração na economia global. O contexto desencadeou também um movimento de baixa nos rendimentos dos Treasuries. Como os mercados locais estavam fechados ontem, há também um ajuste hoje.
Hoje, o Banco Central Europeu (BCE) elevou suas taxas de referência em 0,75 ponto percentual, possibilidade que vinha ganhando corpo nos últimos dias, e a presidente da instituição, Christine Lagarde, na conferência de imprensa que sucedeu a decisão, deixou a porta aberta para ajustes da mesma magnitude nas próximas reuniões.
Já o presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, voltou a combater as expectativas de um início prematuro do ciclo de flexibilização monetária nos Estados Unidos. “A história soa um forte alerta sobre os riscos de afrouxar a política monetária cedo demais”, afirmou Powell, ao explicar que, quanto mais tempo a inflação permanece elevada, maior fica o risco de que as expectativas de inflação do público fiquem ancoradas em níveis mais elevados.
Neste contexto, o Goldman Sachs e o Jefferies revisaram suas projeções de curto prazo para as taxas de juros nos EUA e passaram a esperar uma alta de 0,75 ponto percentual na próxima reunião do Federal Reserve. O Goldman Sachs elevou também sua estimativa de taxa de juro para a faixa entre 3,75% e 4% no fim do ano, enquanto o Jefferies manteve sua projeção de taxa terminal entre 4% e 4,25%.
Com isso, os rendimentos de curto prazo dos títulos públicos globais avançam. O juro da T-note de 2 anos sobe de 3,443% para 3,497%, enquanto a taxa do título alemão de mesmo prazo avança a 1,345%, de 1,092%. Já o juro da T-note de 10 anos sobe de 3,267% para 3,292%, enquanto o bund alemão de mesmo vencimento avança de 1,575% para 1,728%.
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Desempenho refletiu a queda dos preços dos fertilizantes e a valorização das commodities agrícolas, segundo a empresa O Índice de Poder de Compra de Fertilizantes elaborado pela Mosaic, uma das líderes do setor no país, fechou em 1,50 em agosto, um recuo de 19% em relação a julho, quando o indicador chegou a 1,85. Quanto menor o índice, maior é o poder de compra do agricultor brasileiro, segundo a companhia. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

Candidato do PT ao governo de SP participou de agenda de campanha na Unesp, na manhã desta quinta-feira (8). Márcio França, que concorre ao senado, também esteve na cidade. Candidato ao governo de São Paulo, Fernando Haddad visita a Unesp de Rio Claro nesta quinta-feira (8/9/2022)
Gabriela Ferraz/EPTV
Fernando Haddad, candidato do PT ao governo de São Paulo, participou de uma agenda de campanha no campus da Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Rio Claro (SP), na manhã desta quinta-feira (8). Márcio França (PSB), que concorre ao senado, também esteve na cidade.
Durante discurso a apoiadores, Haddad afirmou que todos os dias é necessário acordar e pensar com quem vai falar para tentar ‘virar o voto’ nas eleições presidenciais.
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“Vamos à luta, todo dia, falar com alguém. Todo dia você tem acordar e pensar ‘com quem que eu vou falar hoje?’ aquela tia que tava em dúvida, aquele tio do churrasco que só fala bobagem. Uma boa conversa, traz um voto a mais”, declarou Haddad.
O candidato também disse aos apoiadores que não dá para repetir o que aconteceu em 2018, se referindo ao tempo que a militância usou para ‘virar o voto’.
“Nós temos 20 e poucos dias para a eleição e não tem essa de deixar para virar voto na última semana. Nós vimos em 2018, nós saímos pra rua faltando duas semanas, a gente começou a virar voto, mas faltou 10 dias. Isso não pode acontecer de novo. Não importa esse negócio de conservador, não existe isso. Todo ser humano quer mudar para melhor, todo ser humano quer progredir”, afirmou.
Haddad ainda disse que acredita que a eleição é um plebiscito sobre o governo, mas que, esse ano, o que está sendo discutido é um projeto de país.
“Em geral, eleição é um plebiscito sobre o governo, sobre quem está no poder. Mas nessa eleição não é isso que está acontecendo. Nessa eleição nós estamos fazendo uma opção sobre o regime que a gente quer para o nosso país”, declarou.
Agenda cancelada por ameaças
Em Cordeirópolis (SP), onde o candidato também cumpriu agenda na manhã desta quinta, Haddad comentou sobre o cancelamento da agenda do dia anterior por conta de ameaças – em Presidente Prudente, o candidato daria entrevista a uma rádio. Haddad chegou a registrar boletim de ocorrência sobre o caso.
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“Como havia grupos de Whatsapp que estavam fomentando atos de violência, em função de uma única atividade, ir até Prudente, colocando minha equipe em risco, militância em risco, no 7 de setembro, nós avaliamos e achamos que não era o caso. Prudência não vai fazer mal a ninguém”, afirmou.
Durante a caminhada dos candidatos no centro de Cordeirópolis, pelo menos três pessoas foram atingidas por ovos que foram lançados aos integrantes da caminhada. Um deles é cinegrafista de um canal de televisão e outras duas pessoas são apoiadoras de Haddad.
Segundo testemunhas, os ovos teriam partido de uma residência. Ninguém foi detido ou identificado.
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Com lucros prestes a encolher, múltiplos de preço ainda altos e uma possível contração econômica, o cenário fundamental para as ações é desafiador, disseram estrategistas do Deutsche Bank Aumentam os riscos para uma recuperação sustentada das ações americanas, e elas podem cair mais 25% se a economia entrar em recessão, segundo estrategistas do Deutsche Bank.
Com lucros prestes a encolher, múltiplos de preço ainda altos e uma possível contração econômica, o cenário fundamental para as ações é desafiador, disseram estrategistas liderados por Binky Chadha em nota. Mesmo assim, o posicionamento dos investidores em renda variável é baixo, acrescentaram.
“No caso de entrarmos em recessão, a liquidação ainda terá muito fôlego”, disse Chadha, reiterando que o índice S&P 500 pode cair para até 3.000 pontos em seu pior cenário — quase 25% abaixo do fechamento de quarta-feira. Se a recessão for evitada, “esperamos que o mercado suba acentuadamente para os picos anteriores”, disse. Seu cenário-base ainda é de alta até o final do ano.
Entre os principais riscos para as ações estão os múltiplos altos em meio a “lucros elevados de final de ciclo”, escreveram os estrategistas do Deutsche. Embora a temporada de balanços do segundo trimestre tenha sido mais forte do que o esperado, isso se deve principalmente aos preços mais altos do petróleo que beneficiaram as empresas de energia, disse Chadha, acrescentando que o crescimento dos lucros pode desacelerar a partir daqui ou até cair.
Seth Wenig/AP
Essa visão é consistente com as do Goldman Sachs e do Morgan Stanley, que alertou esta semana que as ações poderiam deslizar para novas mínimas em meio à desaceleração do crescimento econômico. O S&P 500 já apagou cerca de metade da alta de verão que começou em meados de junho, à medida que o otimismo sobre lucros murchou e os investidores ficaram mais preocupados que o Federal Reserve vai permanecer hawkish por mais tempo.
Chadha disse, no entanto, que com o posicionamento baixo do mercado em renda variável e a menor probabilidade de os dados de inflação surpreenderem para pior, o S&P 500 pode ter espaço para ganhos em outubro.
Ele manteve sua previsão de fim de ano de 4.750 pontos para o índice de referência americano – um aumento de 19% em relação aos níveis atuais.
“Os principais indicadores são consistentes com uma queda em recessão, mas não sinalizam que já estejamos em uma”, acrescentou.
(Colaboraram Michael Msika)
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