BLOG NEWS

NOTÍCIAS DA PESCA

Pesca Profissional Artesanal: um tipo de pesca caracterizada principalmente pela mão de obra familiar, com embarcações de pequeno porte, como canoas ou jangadas, ou ainda sem embarcações, como na captura de moluscos perto da costa. Sua área de atuação está nas proximidades da costa, nos rios, reservatórios, lagos/lagoas, estuários e açudes. Lei Federal 11.959 de 29/06/2009.

No Posts Found!

No Posts Found!

LIVROS/REVISTAS

Block
Rio Mogi Guaçu

NewsBrasil

Comentário foi motivado pelo corte no fornecimento de combustíveis por parte da Rússia em reação às sanções impostas contra o
Presidente da Câmara é aliado de Bolsonaro, que faltou à cerimônia pelo Bicentenário da Independência Após participar da sessão solene
Varejo, construção e aéreas puxam altas da bolsa; frigoríficos lideram as baixas  InfoMoneyFique por dentro das 5 principais notícias do mercado
Metalúrgicos aprovam paralisação na Mercedes após anúncio de 3.600 demissões no ABC  UOLTrabalhadores da Mercedes-Benz param produção no ABC em protesto
Ex-assessor de Trump é acusado de liderar um esquema de fraude de doações ligado a uma organização sem fins lucrativos
Levantamento foi feito por pesquisadores da USP na Avenida Atlântica, no Rio Maioria branca, do sexo masculino, de classe média,
Escalação do Corinthians: Vítor Pereira pode ter mais três reforços contra o São Paulo  Globo.comJoia BRILHA na Seleção | Corinthians com
Ainda não está confirmado se a solenidade vai reunir Bolsonaro e o ex-presidente Lula como aconteceu quando o ministro Alexandre
Bolsonaro promete Auxílio Brasil de R$ 800 e salário a quem arrumar emprego  O TempoNa TV, Bolsonaro promete Auxílio Brasil de
Naufrágio deixa ao menos 11 mortos no Pará  UOLVer cobertura completa no Google Notícias

No Posts Found!

Get To Know More!

Demesne far hearted suppose venture excited see had has. Dependent on so extremely delivered by. Yet no jokes worse her why. Bed one supposing breakfast day fulfilled off depending questions.

You have been successfully Subscribed! Ops! Something went wrong, please try again.

Contact Info

Quick Links

Testimonials

Pricing

Single Project

Single Prost

Portfolio

Support Links

Single Prost

Pricing

Single Project

Portfolio

Testimonials

Information

Pricing

Testimonials

Portfolio

Single Prost

Single Project

© 2023 Created with Royal Elementor Addons

No Posts Found!

Find Beauty All Over The World

Bed sincerity yet therefore forfeited his certainty neglected questions. Pursuit chamber as elderly amongst on. Distant however warrant farther.


Comentário foi motivado pelo corte no fornecimento de combustíveis por parte da Rússia em reação às sanções impostas contra o país O secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), Jens Stoltenberg, disse nesta quinta-feira (8) que a Ucrânia e seus aliados enfrentarão um inverno difícil nos próximos meses, devido aos cortes no fornecimento de combustíveis por parte da Rússia em reação às sanções impostas contra o país e ao prolongamento da guerra, que já dura mais de seis meses.

Stoltenberg pediu para que os países que apoiam a Ucrânia para manter a fé em seus esforços, dizendo que a guerra está em um ponto crítico, pois a Rússia começa a perder territórios.
Leia mais: Ucrânia retoma territórios ocupados pela Rússia no leste

“Precisamos, pelo menos, estar preparados para este inverno, porque não há sinal de que a Rússia desista de seu objetivo de dominar a Ucrânia”, disse Stoltenberg à Associated Press, durante uma reunião de apoiadores da Ucrânia liderada pelos EUA, em Ramstein, no sudoeste da Alemanha.

“A guerra na Ucrânia está se aproximando de um momento crucial, com a ofensiva russa em Donbas deixando de avançar. Vemos que os ucranianos conseguiram revidar e recuperar algum território”, disse o secretário-geral da Otan.

Stoltenberg falou que, após mais de seis meses de conflito, os combates se tornaram uma guerra de desgaste e que será preciso coordenação e mais ajuda para a Ucrânia para que sobrevivam ao inverno.

“O inverno está chegando e o inverno será difícil no campo de batalha na Ucrânia. Sabemos que o tamanho do exército ucraniano é agora cerca de três vezes maior do que era no inverno passado”, disse Stoltenberg. “Eles precisam urgentemente de mais uniformes de inverno, de geradores que gerem eletricidade, calor e também, claro, tendas e outras coisas que possam ajudá-los no inverno.”

Stoltenberg também disse que a Otan está trabalhando com a indústria de defesa de seus membros para buscar maneiras de aumentar a produção de armamentos para atender às necessidades da Ucrânia e reabastecer os arsenais aliados.

“Vimos que durante a crise da covid-19 que a indústria conseguiu aumentar a produção de vacinas e agora precisamos ter, até certo ponto, a mesma abordagem; aumentar rapidamente a produção de armas e munições”, disse ele à “AP”.

O secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), Jens Stoltenberg
Bernat Armangue/AP


Presidente da Câmara é aliado de Bolsonaro, que faltou à cerimônia pelo Bicentenário da Independência Após participar da sessão solene do Congresso em homenagem ao bicentenário da independência, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), saiu das dependências do Congresso sem falar com a imprensa e sem esclarecer o motivo da ausência do presidente Jair Bolsonaro (PL), de quem é um dos principais aliados no Congresso Nacional.
Leia mais:
Fux exalta harmonia entre Poderes, em cerimônia sem Bolsonaro
PDT pede ao TSE cassação e inelegibilidade de Bolsonaro por uso eleitoral do 7 de Setembro
A empresários, Lula diz que Estado terá papel importante na reindustrialização do país

A aliados, Lira minimizou o discurso protocolar feito por ele durante a solenidade. O deputado alagoano teria afirmado que a sessão solene era um ato institucional e não era ambiente adequado para fazer política.

Diferente de Lira, o presidente do Congresso, Rodrigo Pacheco (PSD-MG) fez um discurso recheado de recados. Ele destacou que a Constituição de 1988 serviu e continuará servindo para enfrentar “retrocessos antidemocráticos” e eventuais “ataques ao Estado de Direito e à democracia”, o que ele classificou como “irreversível”. Pacheco disse ainda que o direito ao voto não pode ser exercido com “desrespeito”, “em meio ao discurso de ódio”, “com violência ou intolerância”.

O evento estava previsto para contar com a participação de Bolsonaro, mas o chefe do Executivo decidiu faltar à cerimônia sem apresentar justificativas. A ausência foi vista como retaliação ao fato de que tanto Lira e Pacheco, quanto o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luiz Fux, deixaram de ir ao desfile cívico-militar do 7 de setembro na quarta-feira.

O presidente da Câmara explicou, nos bastidores, que estava em Alagoas fazendo campanha para ser reeleito pelas urnas.

A interlocutores, Lira não explicou a falta do mandatário e teria dito que Pacheco, como anfitrião da solenidade, foi o responsável por convidar e receber as respostas das autoridades.

Segundo apurou o Valor, a ausência dos chefes dos outros Poderes ao desfile oficial de 7 de setembro na Esplanada incomodou Bolsonaro, já que acabou sustentando a percepção de que o presidente vem enfrentando um isolamento político. As ruas lotadas, porém, diminuíram esse sentimento e foram vistas como mais um atrativo para que políticos busquem uma aliança na reta final da disputa eleitoral.

A falta do mandatário à sessão do Congresso teria sido, segundo fontes, muito mais para que ele evitasse um ambiente hostil por suas declarações durante o dia da Independência. Apenas o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), aliado do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), criticou mais abertamente as posições dadas pelo chefe do Poder Executivo durante o desfile oficial.

  1. Varejo, construção e aéreas puxam altas da bolsa; frigoríficos lideram as baixas  InfoMoney
  2. Fique por dentro das 5 principais notícias do mercado desta quinta-feira Por Investing.com  Investing.com Brasil
  3. Bolsas operam sem direção definida antes do BCE; fala de Powell, reação aos ADRs e mais assuntos do mercado hoje  InfoMoney
  4. Bolsa vai testar fama de “imbrochável” após discurso de Bolsonaro e com BCE e Powell pela frente; veja outras sete notícias que mexem com seus investimentos hoje  Seu Dinheiro
  5. Ver cobertura completa no Google Notícias
  1. Metalúrgicos aprovam paralisação na Mercedes após anúncio de 3.600 demissões no ABC  UOL
  2. Trabalhadores da Mercedes-Benz param produção no ABC em protesto contra anúncio de 3,6 mil demissões  Terra
  3. Funcionários da Mercedes paralisam a produção até o próximo domingo – 08/09/2022  Diário do Grande ABC
  4. Ver cobertura completa no Google Notícias


Ex-assessor de Trump é acusado de liderar um esquema de fraude de doações ligado a uma organização sem fins lucrativos que previa a criação de um muro na fronteira entre os Estados Unidos e o México Steve Bannon, ex-assessor do ex-presidente dos EUA, Donald Trump, foi acusado de lavagem de dinheiro, conspiração e outros crimes relacionados a um esquema de fraude de doações ligado a uma organização sem fins lucrativos que previa a criação de um muro na fronteira entre os Estados Unidos e o México.
Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.


Levantamento foi feito por pesquisadores da USP na Avenida Atlântica, no Rio Maioria branca, do sexo masculino, de classe média, com ensino superior completo e católica. As 64 mil pessoas que foram a Copacabana no 7 de setembro misturado com comício do presidente e candidato à reeleição pelo PL, Jair Bolsonaro, também já passaram, em média, dos 50 anos e são amplamente favoráveis a uma intervenção militar se entenderem que o resultado foi fraudado. Os dados são de uma pesquisa quantitativa da Universidade de São Paulo (USP) feita nessa quarta-feira, na Avenida Atlântica.
Leia mais:
Bolsonaro falta a evento com chefes de Poderes e passa manhã contando piadas a apoiadores
Quaest/Genial: Entre eleitores de SP, Bolsonaro tem 37% no 1º turno e Lula, 36%
Para especialistas, atos do 7/9 não impactam pesquisas
Entre o meio-dia e 16h30m, pesquisadores do Monitor do Debate Político, da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da USP, fizeram 614 entrevistas distribuídas proporcionalmente ao longo do ato a favor do presidente sob a coordenação dos pesquisadores Pablo Ortellado e Marcio Moreto, da USP, e José Szwako, da Uerj, com assistência de Luiza Foltran (USP).

O 7 de setembro eleitoral de Bolsonaro reflete algumas das dificuldades que o presidente enfrenta neste momento nas pesquisas. Maior faixa do eleitorado brasileiro, quem ganha até dois salários mínimos representava somente 11% do público presente. Na última pesquisa Datafolha, esse estrato dava ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ampla vantagem de 54% a 25% sobre Bolsonaro. A margem de erro do estudo da USP é de quatro pontos percentuais para mais ou menos dentro de um intervalo de confiança de 95%.

Na Atlântica, 7% estudaram até o ensino fundamental. No Brasil, segundo o Datafolha, 56% dessa faixa vota em Lula e 26%, em Bolsonaro. O perfil branco, de renda elevada e com educação superior completa que foi à Praia de Copacabana nesta quarta-feira votou em Bolsonaro em 2018 na quase totalidade (91%), e a ampla maioria (69%) é favorável a uma “intervenção militar constitucional se as eleições forem fraudadas”.

A média de 50 anos deixa claro que esses manifestantes já votaram muitas vezes. Mesmo assim, 71% deles dizem não confiar no resultado das urnas eletrônicas, prova da grande adesão a uma desconfiança patrocinada pelo próprio presidente nos últimos meses e que, neste momento, esteve fora dos discursos oficiais. Outros 15% afirmam crer nas máquinas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). No lado mais moderado do público, um contingente um pouco maior, de 25%, diz não ser favorável a uma intervenção militar em caso de fraudes nas urnas.

“O apoio a uma intervenção militar, caso se entenda que há fraude nas eleições, foi bastante alto, na casa dos 70%. Esse também foi o patamar de desconfiança no resultado das urnas eletrônicas. Uma alegação de fraude por Bolsonaro pode gerar apoio a uma ruptura institucional, pelo menos entre a população mobilizada nas ruas. Como a mobilização do 7 de setembro foi muito grande, esses resultados são preocupantes”, analisa Ortellado.

O sentimento antipetista é predominante (77%), sinal da força que Bolsonaro tem em um sentimento que surgiu bem antes da campanha de 2018 que o elegeu. Em Copacabana, eram 11% os que se diziam “nada antipetistas” e 9% os “um pouco antipetistas”. Por outro lado, 0% era de esquerda e 82% assumiam perfil de direita. Uma minoria de 5% era de centro, mas um contingente maior, de 12%, evita rótulos e respondia a opção “nada disso”. Ao dizer se desgosta ou gosta muito de petistas em uma escala de zero a dez, a média foi de 1,7, com 70% escolhendo entre zero e dois, os números mais perto do “desgosta muito” dos simpáticos e integrantes do partido de Lula.

Diferentemente do eleitorado nacional de Bolsonaro, o público de Copacabana era 44% católico. Nesse grupo, Lula tem ampla vantagem no país (51% a 28% no Datafolha), este um sinal de que os manifestantes de Copacabana também diferem da média nacional. Na Atlântica, outros 31% eram evangélicos. No Brasil, 48% dos eleitores desse segmento hoje afirmam votar em Bolsonaro contra 32% de Lula.

Conservadorismo aberto

Se existe uma corrida entre Lula e Bolsonaro pelo baixíssimo estoque de votos indecisos para presidente (apenas 17% na pesquisa espontânea no Datafolha), o público de Copacabana certamente não era o mais indicado. A ampla maioria do público se dizia “muito conservador” (80%) sinal de que, pelo menos ontem em Copacabana, existe um orgulho sobre esse posicionamento ideológico. Outros 17% eram pouco conservadores e 1%, nada conservador, além dos 2% que não sabiam responder.

A manifestação concentrou mais homens (57%) do que mulheres (43%). A maioria branca foi de 51%, enquanto 31% eram pardos e 11%, pretos. E os manifestantes com ensino superior somavam 63%, contra 30% que foram até o ensino médio e 7% pararam no fundamental.

  1. Escalação do Corinthians: Vítor Pereira pode ter mais três reforços contra o São Paulo  Globo.com
  2. Joia BRILHA na Seleção | Corinthians com TIME MISTO contra São Paulo? | Quarteto EMPOLGA no CT  Meu Timão
  3. Força máxima? VP vive dilema para montar Corinthians para o clássico  UOL Esporte
  4. Corinthians vê departamento médico desinchar perto de clássico contra o São Paulo  Terra
  5. Quarteto treina com bola no Corinthians e vive expectativa para encarar o São Paulo, no domingo  Meu Timão
  6. Ver cobertura completa no Google Notícias


Ainda não está confirmado se a solenidade vai reunir Bolsonaro e o ex-presidente Lula como aconteceu quando o ministro Alexandre de Moraes assumiu a presidência do TSE A ministra Rosa Weber convidou o presidente Jair Bolsonaro (PL) e todos os candidatos à Presidência para a sua posse no comando do Supremo Tribunal Federal (STF) na segunda-feira (12).

Ainda não está confirmado se a solenidade vai reunir Bolsonaro, candidato à reeleição, e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), como aconteceu quando o ministro Alexandre de Moraes assumiu a presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Leia mais:
Bolsonaro cancela ida à solenidade do Bicentenário da Independência no Congresso
Bolsonaro deve enfrentar ofensiva no TSE após atos do 7 de setembro
Quaest/Genial: Entre eleitores de SP, Bolsonaro tem 37% no 1º turno e Lula, 36%
A ministra vai substituir Luiz Fux no cargo. Ela estará à frente do Tribunal durante as eleições de outubro.

Ao todo, foram convidadas 1,3 mil pessoas, entre elas a cúpula do Congresso, presidentes dos tribunais superiores e parlamentares.

De perfil mais reservado, a ministra não dará a tradicional festa da posse, que costuma ser patrocinada por entidades de magistrados.
Rosa Weber
Rosinei Coutinho/STF

  1. Bolsonaro promete Auxílio Brasil de R$ 800 e salário a quem arrumar emprego  O Tempo
  2. Na TV, Bolsonaro promete Auxílio Brasil de R$ 800, mesmo sem ter orçamento  UOL Economia
  3. BOLSONARO quebra silêncio e faz declaração surpreendente sobre o AUXÍLIO BRASIL  Notícias Concursos
  4. Auxílio Brasil vai mudar de valor em 2023?  Seu Crédito Digital
  5. Lula é apontado como mais capaz de manter Auxílio em R$ 600, diz Quaest  UOL Confere
  6. Ver cobertura completa no Google Notícias

Naufrágio deixa ao menos 11 mortos no Pará  UOLVer cobertura completa no Google Notícias