31/12/2025 Às vésperas da chegada de 2026, cresce a esperança de que o novo ano traga consigo paz, saúde, equilíbrio...

Comentário foi motivado pelo corte no fornecimento de combustíveis por parte da Rússia em reação às sanções impostas contra o país O secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), Jens Stoltenberg, disse nesta quinta-feira (8) que a Ucrânia e seus aliados enfrentarão um inverno difícil nos próximos meses, devido aos cortes no fornecimento de combustíveis por parte da Rússia em reação às sanções impostas contra o país e ao prolongamento da guerra, que já dura mais de seis meses.
Stoltenberg pediu para que os países que apoiam a Ucrânia para manter a fé em seus esforços, dizendo que a guerra está em um ponto crítico, pois a Rússia começa a perder territórios.
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“Precisamos, pelo menos, estar preparados para este inverno, porque não há sinal de que a Rússia desista de seu objetivo de dominar a Ucrânia”, disse Stoltenberg à Associated Press, durante uma reunião de apoiadores da Ucrânia liderada pelos EUA, em Ramstein, no sudoeste da Alemanha.
“A guerra na Ucrânia está se aproximando de um momento crucial, com a ofensiva russa em Donbas deixando de avançar. Vemos que os ucranianos conseguiram revidar e recuperar algum território”, disse o secretário-geral da Otan.
Stoltenberg falou que, após mais de seis meses de conflito, os combates se tornaram uma guerra de desgaste e que será preciso coordenação e mais ajuda para a Ucrânia para que sobrevivam ao inverno.
“O inverno está chegando e o inverno será difícil no campo de batalha na Ucrânia. Sabemos que o tamanho do exército ucraniano é agora cerca de três vezes maior do que era no inverno passado”, disse Stoltenberg. “Eles precisam urgentemente de mais uniformes de inverno, de geradores que gerem eletricidade, calor e também, claro, tendas e outras coisas que possam ajudá-los no inverno.”
Stoltenberg também disse que a Otan está trabalhando com a indústria de defesa de seus membros para buscar maneiras de aumentar a produção de armamentos para atender às necessidades da Ucrânia e reabastecer os arsenais aliados.
“Vimos que durante a crise da covid-19 que a indústria conseguiu aumentar a produção de vacinas e agora precisamos ter, até certo ponto, a mesma abordagem; aumentar rapidamente a produção de armas e munições”, disse ele à “AP”.
O secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), Jens Stoltenberg
Bernat Armangue/AP

Presidente da Câmara é aliado de Bolsonaro, que faltou à cerimônia pelo Bicentenário da Independência Após participar da sessão solene do Congresso em homenagem ao bicentenário da independência, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), saiu das dependências do Congresso sem falar com a imprensa e sem esclarecer o motivo da ausência do presidente Jair Bolsonaro (PL), de quem é um dos principais aliados no Congresso Nacional.
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A aliados, Lira minimizou o discurso protocolar feito por ele durante a solenidade. O deputado alagoano teria afirmado que a sessão solene era um ato institucional e não era ambiente adequado para fazer política.
Diferente de Lira, o presidente do Congresso, Rodrigo Pacheco (PSD-MG) fez um discurso recheado de recados. Ele destacou que a Constituição de 1988 serviu e continuará servindo para enfrentar “retrocessos antidemocráticos” e eventuais “ataques ao Estado de Direito e à democracia”, o que ele classificou como “irreversível”. Pacheco disse ainda que o direito ao voto não pode ser exercido com “desrespeito”, “em meio ao discurso de ódio”, “com violência ou intolerância”.
O evento estava previsto para contar com a participação de Bolsonaro, mas o chefe do Executivo decidiu faltar à cerimônia sem apresentar justificativas. A ausência foi vista como retaliação ao fato de que tanto Lira e Pacheco, quanto o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luiz Fux, deixaram de ir ao desfile cívico-militar do 7 de setembro na quarta-feira.
O presidente da Câmara explicou, nos bastidores, que estava em Alagoas fazendo campanha para ser reeleito pelas urnas.
A interlocutores, Lira não explicou a falta do mandatário e teria dito que Pacheco, como anfitrião da solenidade, foi o responsável por convidar e receber as respostas das autoridades.
Segundo apurou o Valor, a ausência dos chefes dos outros Poderes ao desfile oficial de 7 de setembro na Esplanada incomodou Bolsonaro, já que acabou sustentando a percepção de que o presidente vem enfrentando um isolamento político. As ruas lotadas, porém, diminuíram esse sentimento e foram vistas como mais um atrativo para que políticos busquem uma aliança na reta final da disputa eleitoral.
A falta do mandatário à sessão do Congresso teria sido, segundo fontes, muito mais para que ele evitasse um ambiente hostil por suas declarações durante o dia da Independência. Apenas o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), aliado do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), criticou mais abertamente as posições dadas pelo chefe do Poder Executivo durante o desfile oficial.
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Ex-assessor de Trump é acusado de liderar um esquema de fraude de doações ligado a uma organização sem fins lucrativos que previa a criação de um muro na fronteira entre os Estados Unidos e o México Steve Bannon, ex-assessor do ex-presidente dos EUA, Donald Trump, foi acusado de lavagem de dinheiro, conspiração e outros crimes relacionados a um esquema de fraude de doações ligado a uma organização sem fins lucrativos que previa a criação de um muro na fronteira entre os Estados Unidos e o México.
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Levantamento foi feito por pesquisadores da USP na Avenida Atlântica, no Rio Maioria branca, do sexo masculino, de classe média, com ensino superior completo e católica. As 64 mil pessoas que foram a Copacabana no 7 de setembro misturado com comício do presidente e candidato à reeleição pelo PL, Jair Bolsonaro, também já passaram, em média, dos 50 anos e são amplamente favoráveis a uma intervenção militar se entenderem que o resultado foi fraudado. Os dados são de uma pesquisa quantitativa da Universidade de São Paulo (USP) feita nessa quarta-feira, na Avenida Atlântica.
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Entre o meio-dia e 16h30m, pesquisadores do Monitor do Debate Político, da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da USP, fizeram 614 entrevistas distribuídas proporcionalmente ao longo do ato a favor do presidente sob a coordenação dos pesquisadores Pablo Ortellado e Marcio Moreto, da USP, e José Szwako, da Uerj, com assistência de Luiza Foltran (USP).
O 7 de setembro eleitoral de Bolsonaro reflete algumas das dificuldades que o presidente enfrenta neste momento nas pesquisas. Maior faixa do eleitorado brasileiro, quem ganha até dois salários mínimos representava somente 11% do público presente. Na última pesquisa Datafolha, esse estrato dava ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ampla vantagem de 54% a 25% sobre Bolsonaro. A margem de erro do estudo da USP é de quatro pontos percentuais para mais ou menos dentro de um intervalo de confiança de 95%.
Na Atlântica, 7% estudaram até o ensino fundamental. No Brasil, segundo o Datafolha, 56% dessa faixa vota em Lula e 26%, em Bolsonaro. O perfil branco, de renda elevada e com educação superior completa que foi à Praia de Copacabana nesta quarta-feira votou em Bolsonaro em 2018 na quase totalidade (91%), e a ampla maioria (69%) é favorável a uma “intervenção militar constitucional se as eleições forem fraudadas”.
A média de 50 anos deixa claro que esses manifestantes já votaram muitas vezes. Mesmo assim, 71% deles dizem não confiar no resultado das urnas eletrônicas, prova da grande adesão a uma desconfiança patrocinada pelo próprio presidente nos últimos meses e que, neste momento, esteve fora dos discursos oficiais. Outros 15% afirmam crer nas máquinas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). No lado mais moderado do público, um contingente um pouco maior, de 25%, diz não ser favorável a uma intervenção militar em caso de fraudes nas urnas.
“O apoio a uma intervenção militar, caso se entenda que há fraude nas eleições, foi bastante alto, na casa dos 70%. Esse também foi o patamar de desconfiança no resultado das urnas eletrônicas. Uma alegação de fraude por Bolsonaro pode gerar apoio a uma ruptura institucional, pelo menos entre a população mobilizada nas ruas. Como a mobilização do 7 de setembro foi muito grande, esses resultados são preocupantes”, analisa Ortellado.
O sentimento antipetista é predominante (77%), sinal da força que Bolsonaro tem em um sentimento que surgiu bem antes da campanha de 2018 que o elegeu. Em Copacabana, eram 11% os que se diziam “nada antipetistas” e 9% os “um pouco antipetistas”. Por outro lado, 0% era de esquerda e 82% assumiam perfil de direita. Uma minoria de 5% era de centro, mas um contingente maior, de 12%, evita rótulos e respondia a opção “nada disso”. Ao dizer se desgosta ou gosta muito de petistas em uma escala de zero a dez, a média foi de 1,7, com 70% escolhendo entre zero e dois, os números mais perto do “desgosta muito” dos simpáticos e integrantes do partido de Lula.
Diferentemente do eleitorado nacional de Bolsonaro, o público de Copacabana era 44% católico. Nesse grupo, Lula tem ampla vantagem no país (51% a 28% no Datafolha), este um sinal de que os manifestantes de Copacabana também diferem da média nacional. Na Atlântica, outros 31% eram evangélicos. No Brasil, 48% dos eleitores desse segmento hoje afirmam votar em Bolsonaro contra 32% de Lula.
Conservadorismo aberto
Se existe uma corrida entre Lula e Bolsonaro pelo baixíssimo estoque de votos indecisos para presidente (apenas 17% na pesquisa espontânea no Datafolha), o público de Copacabana certamente não era o mais indicado. A ampla maioria do público se dizia “muito conservador” (80%) sinal de que, pelo menos ontem em Copacabana, existe um orgulho sobre esse posicionamento ideológico. Outros 17% eram pouco conservadores e 1%, nada conservador, além dos 2% que não sabiam responder.
A manifestação concentrou mais homens (57%) do que mulheres (43%). A maioria branca foi de 51%, enquanto 31% eram pardos e 11%, pretos. E os manifestantes com ensino superior somavam 63%, contra 30% que foram até o ensino médio e 7% pararam no fundamental.
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Ainda não está confirmado se a solenidade vai reunir Bolsonaro e o ex-presidente Lula como aconteceu quando o ministro Alexandre de Moraes assumiu a presidência do TSE A ministra Rosa Weber convidou o presidente Jair Bolsonaro (PL) e todos os candidatos à Presidência para a sua posse no comando do Supremo Tribunal Federal (STF) na segunda-feira (12).
Ainda não está confirmado se a solenidade vai reunir Bolsonaro, candidato à reeleição, e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), como aconteceu quando o ministro Alexandre de Moraes assumiu a presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
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A ministra vai substituir Luiz Fux no cargo. Ela estará à frente do Tribunal durante as eleições de outubro.
Ao todo, foram convidadas 1,3 mil pessoas, entre elas a cúpula do Congresso, presidentes dos tribunais superiores e parlamentares.
De perfil mais reservado, a ministra não dará a tradicional festa da posse, que costuma ser patrocinada por entidades de magistrados.
Rosa Weber
Rosinei Coutinho/STF
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