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Pesca Profissional Artesanal: um tipo de pesca caracterizada principalmente pela mão de obra familiar, com embarcações de pequeno porte, como canoas ou jangadas, ou ainda sem embarcações, como na captura de moluscos perto da costa. Sua área de atuação está nas proximidades da costa, nos rios, reservatórios, lagos/lagoas, estuários e açudes. Lei Federal 11.959 de 29/06/2009.

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A entrevista do candidato do PL encerrou nesta quinta-feira a série de encontros com os três principais postulantes ao governo
Para Marcelo Castro, como atual presidente, Bolsonaro tem poder de ação e já pode dizer qual será a fonte de
TRE-RJ indefere registro de candidatura de Wilson Witzel por unanimidade  Jovem PanTRE nega candidaturas de Witzel ao governo do Rio e
Hulk, Filipe Luís e mais: jogadores apoiam Arana, do Galo, após lesão grave  SuperesportesAtlético-MG: Guilherme Arana sofre grave lesão no joelho
São esperadas cerca de 5 mil pessoas por noite. Dupla Léo e Raphael é destaque nesta quinta. Léo e Raphael
Segundo Daniella Marques, presidente da Caixa, o crescimento é fruto das mudanças adotadas pelo programa para garantir que as famílias
O local escolhido pela rainha Elizabeth II para passar seus últimos dias é carregado de lembranças reais afetivas Nas últimas
"Está decidida a eleição no 1º turno. Não tem explicação o outro lado ganhar”, afirmou o presidente da República, que
"Está decidida a eleição no 1º turno. Não tem explicação o outro lado ganhar”, afirmou o presidente da República, que
Rosto da rainha Elizabeth II aparece hoje nas cédulas de 5, 10, 20 e 50 libras e em oito moedas

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A entrevista do candidato do PL encerrou nesta quinta-feira a série de encontros com os três principais postulantes ao governo de Minas Gerais
08/09/2022 – Sabatina do Valor, O Globo e CBN com Carlos Viana, candidato ao governo de Minas Gerais
Foto: Reprodução/Valor
Foto: Reprodução/Valor
A entrevista do candidato Carlos Viana (PL) encerrou nesta quinta-feira a série de encontros com os três principais postulantes ao governo de Minas Gerais produzida pelos jornais “O Globo”, Valor e a rádio CBN. O candidato Alexandre Kalil (PSD) foi o primeiro a participar, na segunda-feira, enquanto Romeu Zema (Novo) foi o entrevistado de terça-feira.
Carlos Viana defende ajustes no Regime de Recuperação Fiscal em Minas
‘Vai perguntar ao prefeito’, diz Viana sobre ‘orçamento secreto’
Vídeo: Veja como foi a entrevista com o candidato
Viana foi entrevistado pelas jornalistas Malu Gaspar (O Globo), Bárbara Vasconcelos (CBN) e Cibelle Bouças (Valor Econômico).

A equipe do Fato ou Fake checou algumas das principais declarações de Carlos Viana (PL). Leia:

“Minas é o único [Estado] que o Novo tem no país e morrem de medo de perder”

A declaração é #FATO. Veja por quê: O Novo conseguiu eleger somente um candidato a governador nas eleições de 2018. Foi Romeu Zema, em Minas Gerais. De acordo com dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o PT foi o partido que mais elegeu governador, em quatro estados, seguido pelo MDB, PSB, PSDB e PL, com três cada um.

“Outros candidatos não têm a popularidade que o presidente Bolsonaro tem”.

A declaração é #FAKE. Veja por quê: De acordo com a última pesquisa realizada pelo Datafolha, os candidatos mais conhecidos pela população são Lula, do PT, que é conhecido por 98% dos entrevistados, e Bolsonaro, por 97%. Ciro Gomes, do PDT, é conhecido por 89%.

De acordo com a última pesquisa feita pelo Datafolha, divulgada em 1º de setembro, Lula tem 45% das intenções de voto, seguido por Bolsonaro, com 32%. Na sequência aparecem Ciro Gomes (PDT), com 9% das intenções de voto, e Simone Tebet (MDB), com 5%.

Além disso, conforme levantamento do Ipec (ex-Ibope), Bolsonaro é reprovado por 57% dos eleitores e apenas 37% aprovam a gestão do presidente. De acordo com a última pesquisa feita pelo Ipec, Lula tem 44% das intenções de voto, seguido por Bolsonaro, com 31%, Ciro Gomes, com 8%, e Simone Tebet (MDB), com 4%.

“O menor IDH de Minas hoje está no Mucuri”.

A declaração é #FATO. Veja por quê: conforme o último levantamento feito pelo IBGE do IDH dos municípios mineiros, feito em 2010 e divulgado em 2013, das 15 cidades mineiras com o pior IDHM, sete são dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri.

“Entregaram o aeroporto da Pampulha por pouco mais de R$ 12 milhões para pagar em 12 anos”.

A declaração é #FAKE. Veja por quê: O Aeroporto da Pampulha foi concedido em outubro do ano passado ao Grupo CCR. A empresa arrematou o terminal em um leilão com um lance de R$ 34 milhões e não por R$ 12 milhões, conforme afirmou o candidato. Segundo informações da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Mobilidade, o valor foi pago em parcela única em 6 de janeiro de 2022.

“Você só tem 30% do esgoto em Minas que é recolhido e tratado, o restante é jogado todo em rio”.

#NÃOÉBEMASSIM. Veja por quê: Segundo a Pesquisa Nacional de Saneamento Básico, realizada pelo IBGE em 2017, apenas 39,3% dos municípios mineiros possuem tratamento de esgoto. Conforme a diretoria da Copasa (Companhia de Saneamento de Minas Gerais), 40% do esgoto produzido são tratados em Minas e não 30%, como afirmou Carlos Viana.

“Não há nenhuma irregularidade ligando o Bolsonaro a qualquer coisa”.

#NÃOÉBEMASSIM. Veja por quê: O presidente Jair Bolsonaro é atualmente investigado em cinco inquéritos em andamento no Supremo Tribunal Federal (STF) e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). As investigações dizem respeito a eventual interferência do presidente na Polícia Federal, a ataques às urnas eletrônicas, a vazamento de dados de inquérito sigiloso da Polícia Federal, a divulgação de notícia falsa relacionando as vacinas contra Covid-19 e um suposto risco ampliado de desenvolver Aids. No TSE, há um inquérito que apura ataques, sem provas, contra o sistema de votação eletrônico.

Em relação à compra de imunizantes contra covid-19, a Polícia Federal concluiu, em janeiro, que o presidente não praticou crime de prevaricação na negociação para compra da vacina indiana Covaxin. A Procuradoria-Geral da República pediu o arquivamento do inquérito. A relatora do caso no STF, ministra Rosa Weber, negou o pedido em um primeiro momento. Em abril, diante de uma nova solicitação, arquivou o inquérito por ausência de elementos para o processo, mas deixou aberta a possibilidade de reabertura das investigações se surgirem novas provas.

Existem investigações ainda andamento sobre suspeitas de corrupção no governo Bolsonaro. Em junho, o ex-ministro da Educação, Milton Ribeiro, foi preso pela suspeita da prática de tráfico de influência e corrupção na liberação de verbas do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), órgão ligado à pasta.

Há ainda, inquérito autorizado pela ministra Cármen Lúcia, do STF, para apurar se o então ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles obstruiu as investigações de um esquema de desmatamento ilegal na Amazônia.


Para Marcelo Castro, como atual presidente, Bolsonaro tem poder de ação e já pode dizer qual será a fonte de receitas que irá abastecer o programa de forma a garantir o reajuste prometido aos eleitores O relator do Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2023, senador Marcelo Castro (MDB-PI), criticou a promessa de campanha do presidente Jair Bolsonaro, divulgada hoje em seu programa eleitoral de rádio e televisão, de elevar para R$ 800 o valor mensal do Auxílio Brasil, programa de transferência de renda que substituiu o Bolsa Família.

Para Castro, como atual presidente da República, Bolsonaro tem poder de ação e já pode dizer qual será a fonte de receitas que irá abastecer o programa de forma a garantir o reajuste prometido aos eleitores.

“Vejo como palavras ao vento a nova promessa do presidente Jair Bolsonaro, candidato à reeleição, de aumentar para R$ 800 o Auxílio Brasil, a partir do próximo ano. Ele já havia prometido manter os R$ 600 do benefício, mas quando enviou a proposta orçamentária ao Congresso, no final de agosto, o valor foi mantido em R$ 400. Agora, ele vai além. Promete R$ 800 e não diz de onde vai tirar os recursos para esse acréscimo”, criticou o senador emedebista.

“Se ele fosse um candidato de oposição, poderia ficar só na promessa. Mas ele é o atual presidente, portanto, as palavras dele exigem também uma ação. Ele já pode apresentar ao Congresso a fórmula para pagar o Auxílio Brasil de 800 reais, a partir de janeiro de 2023. Ou mesmo, a partir de agora. Esperar por quê? Quem tem fome, tem pressa”, complementou.

Aliado de longa data do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, adversário de Bolsonaro na corrida eleitoral, Castro disse recentemente que não irá discutir nenhum aspecto do Orçamento neste momento. Pelo contrário, a ideia dele é aguardar a definição das eleições presidenciais para, então, sentar com integrantes de um possível novo governo.

A campanha à reeleição de Bolsonaro, por sua vez, destacou que a elevação do benefício é um incentivo ao trabalho, fazendo referência ao ditado de “não dar o peixe, mas ensinar a pescar”. Atualmente, quem recebe o benefício do Governo Federal e tem um emprego pode continuar recebendo por mais dois anos, desde que a renda familiar não ultrapasse R$ 525.

Bolsonaro vinha prometendo em campanha manter o Auxilio Brasil de R$ 600. No entanto, o governo federal encaminhou ao Congresso Nacional o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2023 com a previsão de pagamento do Auxílio Brasil no valor médio de R$ 405 para o ano que vem.

No anúncio, Bolsonaro não mencionou nenhuma contrapartida para o recebimento do novo valor ou a partir de quando a medida será implementada. O programa do presidente também criticou o Bolsa Família, afirmando que quem recebia o antigo programa não podia trabalhar.

A afirmação é falsa pois, assim como o Auxílio Brasil, o programa social criado no governo Lula (PT) tinha um período de permanência de dois anos para quem passasse a ter um emprego, além da regra de que a renda familiar per capita não ultrapassasse meio salário mínimo.

Fotos Públicas

  1. TRE-RJ indefere registro de candidatura de Wilson Witzel por unanimidade  Jovem Pan
  2. TRE nega candidaturas de Witzel ao governo do Rio e de Garotinho à Câmara  UOL Confere
  3. Wilson Witzel tem candidatura indeferida pelo TRE-RJ  Jovem Pan News – Bauru
  4. TRE-RJ indefere por unanimidade registro de candidatura de Wilson Witzel ao governo do RJ  Globo.com
  5. Candidatura de Wilson Witzel ao governo é impugnada pelo TRE-RJ  VEJA
  6. Ver cobertura completa no Google Notícias
  1. Hulk, Filipe Luís e mais: jogadores apoiam Arana, do Galo, após lesão grave  Superesportes
  2. Atlético-MG: Guilherme Arana sofre grave lesão no joelho e perde chance de ir à Copa do Mundo  Globo
  3. Como consegue dormir um jogador que tira outro da Copa de forma banal?  UOL Esporte
  4. URGENTE!!! INFORMAÇÃO EXCLUSIVA SOBRE A LESÃO DE ARANA!!!  Itatiaia
  5. Arana se pronuncia após lesão no Atlético-MG que adia sonho da Copa do Mundo: “Dor no coração”  Globo
  6. Ver cobertura completa no Google Notícias


São esperadas cerca de 5 mil pessoas por noite. Dupla Léo e Raphael é destaque nesta quinta. Léo e Raphael
Divulgação / Maurício Antonio
A Festa do Peão de Leme (SP) é destaque com shows, montaria, bailão e praça de alimentação até domingo (11). São esperadas cerca de 5 mil pessoas por noite. (confira a programação completa)
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Os ingressos custam R$ 100+ taxas (pista) e R$ 700+taxas (camarote open bar). Clique aqui para comprar. Os portões abrem às 20h e os shows começam por volta de 23h30. No domingo, a entrada é gratuita.
O evento acontece no Parque de Exposições Orlando Arrais Seródio, que fica na Avenida José Antunes de Lisboa. É obrigatório apresentar um documento de identificação com foto na entrada e proibida a entrada de menores de 18 anos desacompanhados.
Confira a programação de shows:
Quinta-feira (8): Léo e Raphael;
Sexta-feira (9): Eduardo Costa e dupla Luiz Miguel e Daniel;
Sábado (10): João Bosco e Vinícius e Leandro e Romário;
Domingo (11): Maria Cecília e Rodolfo. (entrada gratuita).
Veja mais notícias da região no g1 São Carlos e Araraquara


Segundo Daniella Marques, presidente da Caixa, o crescimento é fruto das mudanças adotadas pelo programa para garantir que as famílias possam acessar a política habitacional Daniella Marques, presidente da Caixa, informou que a contratação de financiamento habitacional no banco, por meio do programa Casa Verde e Amarela, foi de R$ 7,2 bilhões em agosto, valor 45,6% maior do que o registrado em igual mês do ano passado.
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O local escolhido pela rainha Elizabeth II para passar seus últimos dias é carregado de lembranças reais afetivas Nas últimas horas, a atenção do mundo voltou-se para o Castelo de Balmoral, em Aberdeenshire, Escócia. Apesar de ser menos famoso e glamouroso que o Castelo de Windsor, residência real localizada em Berkshire, e o suntuoso Palácio de Buckingham, em Londres, o local escolhido pela rainha Elizabeth II para passar seus últimos dias é carregado de lembranças reais afetivas.
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A logística da Operação London Bridge, também conhecido como os planos formais elaborados para os procedimentos que ocorrem após a morte do chefe de Estado, previam inclusive que o falecimento da Rainha Elizabeth II ocorresse no Castelo de Balmoral. Essa possiblidade foi considerada justamente porque Balmoral era um dos lugares favoritos de Elizabeth II.
O Castelo de Balmoral é uma grande propriedade em Royal Deeside, Aberdeenshire, na Escócia. Está localizado próximo da cidade de Crathie. Como Sandringham, o Castelo de Balmoral é uma residência privada da rainha e não uma residência real, pertencente à propriedade da Coroa.
Em 1952, Elizabeth II com os filhos Charles e Anne, nos terrenos do Castelo de Balmoral, na Escócia, onde veio a falecer
AP Photo, File
Segundo o jornal “The New York Times”, Balmoral é uma das residências da família real britânica desde 1852, quando a propriedade e seu castelo original foram comprados da família Farquharson pelo príncipe Albert, marido da rainha Vitória. A rainha se apaixonou pelo castelo, que chamava de “querido paraíso”.
Depois de comprar a propriedade, a rainha Victoria e o príncipe Albert construíram um novo castelo. Concluído em 1856, o castelo foi construído em granito no estilo renascentista baronial escocês, e apresenta duas alas com torres e torreões.
A propriedade serviu como residência real desde então, operando mais recentemente como um retiro de verão para a rainha Elizabeth II. A extensão da propriedade inclui a Birkhall, a casa escocesa do príncipe Charles e sua esposa, Camilla, entre outros edifícios.
Os terrenos de Balmoral se estendem por cerca de 50.000 acres nas margens do rio Dee, no nordeste da Escócia, em Aberdeenshire, cerca de 160 quilômetros ao norte de Edimburgo. Inserida no Parque Nacional Cairngorms, a propriedade possui florestas e terras agrícolas, bem como jardins luxuosos e uma variedade de animais, incluindo pássaros, gado e veados.
A rainha Elizabeth II passava a maior parte de seus verões em Aberdeenshire. Os membros da família real se hospedavam tradicionalmente em Aberdeenshire, de julho a setembro e outubro. Muitas memórias reais estão registradas em Aberdeenshire, incluindo churrascos familiares, onde o duque de Edimburgo cozinhava e a rainha lavava a louça.
Entre as cenas íntimas da família real com Balmoral como cenário principal, está a lua de mel de Philip e Elizabeth. Depois que Philip e a princesa Elizabeth se casaram em 1947, o casal elegeu um recanto específico. Eles passaram parte de sua lua de mel em Birkhall – um pavilhão de caça na propriedade de Balmoral comprado pelo príncipe Albert para a rainha Victoria em 1852 e transmitido por gerações de membros da realeza.


“Está decidida a eleição no 1º turno. Não tem explicação o outro lado ganhar”, afirmou o presidente da República, que questiona a confiabilidade do sistema eleitoral Presidente Bolsonaro discursando em trio elétrico em Brasília, em ato de 7 de setembro
CADU GOMES/Agência O Globo
O presidente Jair Bolsonaro reconheceu nesta quinta-feira que aproveitou os eventos comemorativos do Dia da Independência para fazer “um último apelo” à população sobre as eleições deste ano.
Bolsonaro é ameaça à democracia mesmo se perder eleição, diz ‘The Economist’
Estaremos juntos no 2º turno, diz Bolsonaro sobre governador de MG
Bolsonaro falta a evento com chefes de Poderes e passa manhã contando piadas

Em sabatina no jornal “Correio Braziliense”, Bolsonaro negou, entretanto, que tenha feito – com de fato fez – uma convocação para os atos, vistos por seus adversários como propaganda eleitoral.

“Fiz um apelo, sim, pela última vez, porque o povo foi à rua várias vezes, não houve convocação da minha parte, nem convite”, disse Bolsonaro, ao ser questionado sobre o uso eleitoral dos eventos.

Segundo o presidente, a população foi às ruas cobrar liberdade e respeito à Constituição. Ele também voltou a criticar os manifestos pela democracia assinados pela sociedade civil que reuniram mais de 1 milhão de apoiadores.

“Ser democrata não é assinar uma cartinha ao lado de gente que adora regimes totalitários; ser democrata é respeitar todos os artigos da Constituição”, afirmou Bolsonaro.
‘Está decidida a eleição no 1º turno’
Em mais uma demonstração de que poderá questionar o resultado das urnas, Bolsonaro disse que o número de pessoas nos atos promovidos por ele nas comemorações ao 7 de Setembro comprovam que ele vencerá o pleito no primeiro turno.
“Com que vimos pelo Brasil, aqui em Brasília, em São Paulo, no Rio de Janeiro, acho que está decidida a eleição no 1º turno. Não tem explicação o outro lado ganhar”, disse em sabatina no jornal Correio Braziliense.
“Alguém acha que Lula vai ganhar a eleição?”
Na live semanal, Bolsonaro questionou as pesquisas de intenção de voto que apontam Lula à frente na corrida presidencial. “Alguém acha que esse cara [Lula] vai ganhar a eleição?”, questionou.
O presidente mostrou-se indignado com sondagens que apontam a possibilidade de o petista vencer no primeiro turno. “O cara não consegue ir no bar tomar uma tubaína. E vai ganhar no primeiro turno? Esse cara tem 40% da intenção de voto? Datafolha, por exemplo, [diz que] pode ganhar no primeiro turno? Alguém acredita que, com eleições limpas, o Lula ganha?”, questionou.


“Está decidida a eleição no 1º turno. Não tem explicação o outro lado ganhar”, afirmou o presidente da República, que questiona a confiabilidade do sistema eleitoral Presidente Bolsonaro discursando em trio elétrico em Brasília, em ato de 7 de setembro
CADU GOMES/Agência O Globo
O presidente Jair Bolsonaro reconheceu nesta quinta-feira que aproveitou os eventos comemorativos do Dia da Independência para fazer “um último apelo” à população sobre as eleições deste ano.
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Estaremos juntos no 2º turno, diz Bolsonaro sobre governador de MG
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Em sabatina no jornal “Correio Braziliense”, Bolsonaro negou, entretanto, que tenha feito – com de fato fez – uma convocação para os atos, vistos por seus adversários como propaganda eleitoral.

“Fiz um apelo, sim, pela última vez, porque o povo foi à rua várias vezes, não houve convocação da minha parte, nem convite”, disse Bolsonaro, ao ser questionado sobre o uso eleitoral dos eventos.

Segundo o presidente, a população foi às ruas cobrar liberdade e respeito à Constituição. Ele também voltou a criticar os manifestos pela democracia assinados pela sociedade civil que reuniram mais de 1 milhão de apoiadores.

“Ser democrata não é assinar uma cartinha ao lado de gente que adora regimes totalitários; ser democrata é respeitar todos os artigos da Constituição”, afirmou Bolsonaro.
‘Está decidida a eleição no 1º turno’
Em mais uma demonstração de que poderá questionar o resultado das urnas, Bolsonaro disse que o número de pessoas nos atos promovidos por ele nas comemorações ao 7 de Setembro comprovam que ele vencerá o pleito no primeiro turno.
“Com que vimos pelo Brasil, aqui em Brasília, em São Paulo, no Rio de Janeiro, acho que está decidida a eleição no 1º turno. Não tem explicação o outro lado ganhar”, disse em sabatina no jornal Correio Braziliense.
Bolsonaro também voltou a criticar ministros do STF, especialmente Alexandre de Moraes e Luís Roberto Barroso. Durante a sabatina ele mencionou a decisão em que Moraes barrou a posse de Alexandre Ramagem, amigo da família do presidente, para a direção da Polícia Federal.
“Moraes falou ‘ele é amigo da família Bolsonaro e não pode ser chefe de polícia’. Moraes é amigo do (Michel) Temer, tanto é que foi indicado para o STF”, ironizou Bolsonaro. “Tem certa politização dentro do STF, tem gente que tem bronca ideológica comigo”, concluiu.


Rosto da rainha Elizabeth II aparece hoje nas cédulas de 5, 10, 20 e 50 libras e em oito moedas diferentes, com valores de um centavo a 2 libras Novas moedas e notas terão de ser projetadas e cunhadas ou impressas, com a efígie do rei Charles III. A imagem da rainha Elizabeth II aparece hoje nas cédulas de 5, 10, 20 e 50 libras e em oito moedas diferentes, com valores de um centavo a 2 libras.
De acordo com analistas, o rosto de Charles III ainda vai demorar algum tempo para começar a aparecer no dinheiro britânico. Além das providências técnicas, que envolvem desenho, aprovação e produção das notas e cédulas, a retirada de circulação das que trazem a efígie da rainha deve ser lenta.
Elizabeth II subiu ao trono em 1952, mas o rosto da monarca não apareceu nas notas até 1960, inicialmente nas cédulas de 1 libra. Quando as últimas notas de material sintético de 50 libras foram emitidas, o processo de substituição levou 16 meses, segundo o Banco da Inglaterra.