31/12/2025 Às vésperas da chegada de 2026, cresce a esperança de que o novo ano traga consigo paz, saúde, equilíbrio...

Estrutura do antigo teatro foi mantida para dar noção de temporalidade e transformação Uma casa contem-porânea em Barcelona guarda a alma das coxias de um antigo teatro. Os arquitetos do escritório Cadaval & Solà-Morales foram responsáveis pela reforma que expôs as paredes de tijolos e o esqueleto que dá suporte ao telhado, garantindo um visual de galpão ou loft.
Chamado de The Theatre, o projeto recebeu o estilo industrial. Apesar das inovações, o local foi construído no início do século XIX e também já funcionou como estábulo e armazém especializado em papéis. Por isso, o grande objetivo dos profissionais foi capturar e manter os valores da construção, para passar as ideias de temporalidade e transformação.
Toda a amplitude foi aproveitada, criando um pátio central que mistura o living e a área de lazer. A partir das paredes já existentes, os tijolos desgastados foram mantidos, relembrando a história do local. As vigas de madeira do teto também se mantêm fiéis aos tempos antigos.
Esquadrias de vidro e metal levam o verde e a luz natural ao interior. O pátio lateral dá naturalidade ao estilo industrial
SANDRA PEREZNIETO/DIVULGAÇÃO
A maior mudança aconteceu na parte da frente da casa, no térreo, onde dois estúdios de trabalho individuais tomam conta. Esquadrias de vidro e ferro também são responsáveis pela conexão entre os cômodos. Dessa forma, a claridade e a ventilação são favorecidas, e o verde de fora dá cor ao interior. Há também piscina revestida por concreto e duas redes para descanso no pátio.
Além disso, a garagem fica conectada à casa, para que os moradores, amantes de carros, possam agregar sua paixão à decoração. Para dar conforto em meio às paredes brutas, os móveis do living possuem texturas variadas. Sofás e poltronas amarelos e vermelhos aquecem o ambiente, enquanto os acabamentos de metal e superfícies polidas em tons sóbrios não fogem do industrial. A cozinha é conceitual, toda preta e com pouca iluminação. Por isso, a claridade, aproveitada através dos janelões, percorre todo o pé-direito sem interrupções.
Austrália cria museu à prova de inundações
Conceito construtivo renascentista foi usado para enfrentar mudanças climáticas
O museu foi inspirado em pontes de cavalete da Austrália rural: quando chove, a área abaixo da ponte se enche e canaliza a água
RORY GARDINER/DIVULGAÇÃO
Uma ponte de 160 metros de comprimento localizada na área rural da Austrália é, na verdade, um museu à prova de inundações. Comuns no Renascimento, as pontes habitáveis prometem agora ser uma alternativa às mudanças climáticas, que intensificam as intempéries e aumentam as chuvas torrenciais.
O projeto do escritório Kerstin Thompson Architects (KTA) para o Bundanon Art Museum custou R$ 103 milhões (US$ 20 milhões) e é dividido em dois prédios. O primeiro foi construído em uma colina para protegê-lo dos incêndios que assolam a região. O segundo fica na ponte que passa por cima de uma área de floresta propensa a inundações.
O Bundanon Art Museum foi inaugurado em março e funciona como um centro de aprendizagem criativa com 32 salas para aulas de artes, um café e um refeitório. “Nós poderíamos ter levantado e nivelado o edifício com equipamentos de terra-plenagem, mas isso teria destruído o lugar. É um conceito único pensar em um prédio como uma ponte”, disse Lloyd McCathie, arquiteto da KTA.
Para desenhar o projeto, os arquitetos se inspiraram nas pontes de cavalete da Austrália rural, que servem de passagem para trens sobre grandes cânions. Toda a estrutura é coroada com um dossel de metal corrugado e pontuado por passagens abertas, que oferecem vistas de um rio próximo.
Quando chove, a área abaixo da ponte do museu, situado a 15 metros do chão, fica cheia e canaliza a água para um trio de riachos próximos. Uma tela perfurada foi colocada sobre as janelas para evitar que as brasas de possíveis incêndios florestais entrem no edifício.
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Mercado que já representa 80% do segmento de aluguel nos Estados Unidos vem atraindo mais investidores internacionais ao país O conceito de moradia sob demanda, que propõe um novo jeito de morar com soluções tecnológicas e serviços sob medida para as necessidades dos clientes, começa a se consolidar no Brasil e vem despertando o interesse de investidores internacionais.
Conhecido como Build-to-Rent (BTR, ou “Construir para alugar”, em tradução livre), esse mercado representa 80% do segmento de aluguel no setor imobiliário americano e está em franco crescimento em todo o mundo, impulsionado pela mudança de comportamento das novas gerações, mais afeitas à cultura do compartilhamento.
Por aqui, esse mercado se desenvolve especialmente no segmento multifamily, por meio de parcerias de empresas brasileiras com fundos internacionais. É o caso da JFL Living, do grupo JFL Realty, que opera com dois fundos imobiliários, entre eles o JFL Living (JFLL11).
Fachada do SAO, na Avenida Rebouças, que será entregue no final de 2023
SKR/DIVULGAÇÃO
Criada em 2015, a marca tem no portfólio 11 empreendimentos em operação com mais de 600 unidades disponíveis e ocupação média de 90%, e outros 12 em negociação. O investimento global é de R$ 1 bilhão. Carolina Burg Terpins, CEO da JFL Living, informa que até o fim deste ano serão inaugurados mais dois empreendimentos: o JFL Faria Lima, na Ave-nida Rebouças, e o JFL Nações Unidas ( WTorre Carrefour).
Na avaliação dela, as perspectivas de crescimento são infinitas, e a tendência é de aumento significativo dos investimentos, especialmente com aporte de capital estrangeiro. “O setor imobiliário tem passado por transformações na oferta de moradia nos últimos tempos, e, para o investidor estrangeiro, é importante firmar parcerias com empresas que conheçam efetivamente o mercado local”, diz Carolina.
Do ponto de vista financeiro, observa ela, a opção por moradias do conceito multifamily pode ser ainda mais vantajosa, pois, além do valor do aluguel, inclui gastos com condomínio, IPTU e contas de luz e água e equipamentos mo-biliários e eletrodomésticos.
“Hoje é possível viver em um imóvel de alto padrão sem necessidade de adquirir o bem. Esse cliente procura localização estratégica e estar próximo daquilo de que pre-cisa e gosta de fazer”, afirma.
CONCEITO EM ALTA
Outro player do mercado BTR brasileiro, a SKR criou a marca Arquitetura Viva, em associação com o fundo canadense CCPIB Investments e a americana Greystar Partners. De acordo com Rubens Taragona, head de Asset e Property Management da SKR, três empreendimentos estão em desenvolvimento com foco nesse conceito. O VGV é de cerca de R$ 500 milhões.
O principal deles é o SAO 2222, localizado no coração da Avenida Rebouças, na região de Pinheiros, com previsão de entrega em dezembro de 2023. Com VGV estimado em R$ 210 milhões, o empreendimento terá apartamentos com áreas de 30 a 164 metros quadrados e um leque de serviços compartilhados: coworking, lavanderias, ferramentas e limpeza, entre outros.
Por meio de joint ventures com fundos internacionais, entre eles, o 7 Bridges Capital Partners, a Vitacon vem consolidando sua atuação no nicho multifamily. Os empreendimentos construídos para locação já representam 20% do portfólio da companhia. O ON Jardins é o mais recente lançamento da construtora no mercado BTR. São 180 unidades entre estúdios e apartamentos com até dois dormitórios.
“Nossa visão vai muito além do mercado tradicional. Oferecemos mais tempo e qualidade de vida”, afirma Ariel Frankel, CEO da Vitacon. A gama de serviços vai da administração de condomínios à gestão de ativos imobiliários para renda.
Para atuar no segmento voltado exclusivamente para os moradores, a incorporadora criou a Housi, primeira plataforma de serviços de moradia por assinatura no Brasil. Por meio da plataforma, é possível planejar o imóvel como investimento ou moradia.
Solidez do dólar é isca para empresas brasileiras
Investidores estão de olho na alta taxa de valorização dos imóveis em relação à inf lação e na proteção do patrimônio contra desvalorização
A startup Luggo é focada na administração de imóveis construídos exclusivamente para aluguel
LUGGO/DIVULGAÇÃO
Em movimento inverso, empresas e grupos brasileiros estão direcionando seus investimentos para o mercado de BTR nos Estados Unidos, mais especificamente para o bilionário segmento de multifamily. Responsável por praticamente 80% do volume de locação, esse segmento deverá receber até o fim deste ano 446 mil novas unidades, segundo o Harvard Joint Center for Housing Studies de 2021.
Os maiores atrativos são as excelentes perspectivas de ganhos oferecidas, em razão da alta taxa de valorização dos imóveis em relação à inflação. No caso dos investidores brasileiros, ainda representa um hedge cambial e proteção do patrimônio contra a desvalorização do real, com a imobilização em moeda forte.
A partir dos primeiros meses de 2021, os investimentos em propriedades multifamily, senior living e student living no merca-do BRT americano aumentaram 44%, chegando a US$ 83 bilhões, afirma André Rosa, diretor de Capital Markets da JLL. No Brasil, ele estima um volume de operações inferior a 10% do movimento global dos negócios de incorporação.
“Mas a tendência é de rápida expansão desse mercado, em sintonia com a mudança mundial de paradigma da moradia”, afirma Rosa. Segundo ele, no caso das grandes cidades, os empreendimentos multifamily, voltados basicamente para o segmento de alto padrão, também atrairão os consumidores de menor poder aquisitivo.
Um exemplo vem da MRV, que firmou acordo de investimentos com a canadense Brookfield Asset Management para a venda de empreendimentos pela Luggo. A startup do grupo é focada na administração de imóveis construídos exclusivamente para aluguel. Segundo divulgado no final de 2021, o VGV das operações totaliza R$ 1,26 bilhão.
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O ex-policial militar Ronnie Lessa, acusado de matar a vereadora Marielle Franco (PSOL), foi condenado pela acusação de comércio de arma de fogo em razão das 117 peças de fuzis apreendidas no dia de sua prisão, em março de 2019.
A pena estabelecida pela 40ª Vara Criminal foi de 13 anos e 6 meses de prisão. A defesa de Ronnie Lessa afirmou que vai recorrer da decisão.
As armas estavam escondidas na casa de Alexandre Motta de Souza, no Méier, zona norte do Rio de Janeiro. Ele foi absolvido pela juíza Alessandra Bilac, ao alegar que não sabia o que havia dentro das caixas entregues por Lessa, seu amigo de infância.
A defesa do ex-PM alegou que as peças seriam usadas para armas de airfsoft. A magistrada, porém, descartou os argumentos defensivos.
“O delegado da DESARME, em suas declarações em sede judicial, explicou que, apesar de as demais peças não serem exclusivas de fuzis, podendo ser utilizadas para a montagem de airsoft também, pela qualidade do material, pode-se afirmar que seriam utilizadas para a produção de fuzis reais. Isso porque, financeiramente, não compensaria comprar peças de qualidade e resistência suficientes para efetuar disparos com munição verdadeira, para montar fuzis de airsoft”, destacou um dos trechos da decisão.
O advogado Bruno Castro afirmou que vai recorrer “para buscar a justiça completa, que é a absolvição do Ronnie, pois a conduta imputada a ele não configura crime”. “Em pese a justiça em relação ao Alexandre, o qual foi acertadamente absolvido, não houve uma valoração jurídica correta em relação ao Ronnie.”
Lessa foi preso em março de 2019 sob acusação de matar a vereadora Marielle Franco e seu motorista Anderson Gomes, assassinados um ano antes. Ele está preso há três anos, mas ainda não há julgamento marcado para analisar a acusação de duplo homicídio.
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