31/12/2025 Às vésperas da chegada de 2026, cresce a esperança de que o novo ano traga consigo paz, saúde, equilíbrio...
- ‘A intolerância tirou mais uma vida’, diz Lula sobre assassinato de petista por bolsonarista no MT Globo
- Bolsonarista acusado de matar colega já responde pelo crime de latrocínio RDNEWS
- Bolsonarista é preso em MT após matar apoiador de Lula em discussão política UOL
- ‘Intolerância não deve e não será admitida’, diz juiz ao impor preventiva a bolsonarista que matou petista em Mato Grosso Política Estadão
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Grupo CCR avalia participar de leilões com parceiros ou trazer acionistas minoritários à plataforma; divisão de mobilidade pode seguir modelo O grupo CCR estuda atrair sócios para investir em aeroportos e, possivelmente, em mobilidade urbana, segundo Gustavo Lopes, diretor de novos negócios da empresa. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

No acumulado de janeiro a junho, a empresa ainda apresentava queda de 3% na movimentação A CCR prevê uma retomada do fluxo de rodovias neste ano, com expectativa de chegar ao patamar de 2019, segundo Eduardo Camargo, presidente da CCR Rodovias. No acumulado de janeiro a junho, a empresa ainda apresentava queda de 3% na movimentação.
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- Ministro do TSE pede a retirada de publicações de Janones contra Bolsonaro Jovem Pan
- TSE manda apagar mentiras de Janones ligando Bolsonaro a piso da enfermagem UOL Confere
- Janones imita bolsonaristas antes de cumprir ordem do TSE Poder360
- Justiça determina que Janones apague mensagens contra Bolsonaro Revista Oeste
- TSE determina remoção de fake news publicada por Janones O Antagonista
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Governador de Nova York declara estado de emergência por causa do vírus da polio Globo
- Cruzeiro tem seu maior lucro com bilheteria na Série B em jogo com Criciúma Superesportes
- CRUZEIRO 1 X 0 OPERÁRIO-PR | MELHORES MOMENTOS | 29ª RODADA BRASILEIRÃO SÉRIE B 2022 | ge.globo ge
- Cruzeiro faz festa pré-acesso com bandeirão em campo e saudação viking em Mineirão lotado Globo
- PM realiza esquema especial de segurança para evitar invasões ao Mineirão O Tempo
- Árbitro se lesiona em partida entre Cruzeiro e Operário e precisa ser substituído BNews
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- Em encontro com evangélicos, Lula diz que Deus dirige seus passos Poder360
- Evento com Lula no RJ tem confusão com bolsonarista na porta UOL Confere
- Túlio Amâncio | PT escolhe porta-voz entre evangélicos Band Jornalismo
- “Não é aceitável um pastor, que diz falar em nome de Deus, mentir”, diz Lula Correio Braziliense
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Entre os mais graves estão os assassinatos ocorridos no último dia 7 de setembro e do guarda Marcelo de Arruda em Foz do Iguaçu Episódios de ameaças, ataques e tensão relacionados à disputa eleitoral têm se acumulado no Brasil desde a pré-campanha. Relembre os principais.
Bolsonarista é preso em MT após matar apoiador de Lula
Um homem que defendia o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi morto hoje por um apoiador do presidente Jair Bolsonaro (PL) após uma discussão em Confresa (a 1.160 km de Cuiabá).
O autor do crime passou por audiência de custódia, e a Justiça de Mato Grosso manteve a prisão preventiva de Rafael de Oliveira, 24. Ele confessou, segundo a polícia, ter matado a facadas o colega de trabalho Benedito Cardoso dos Santos, 44, depois de uma discussão política.
De acordo com a polícia, o autor tentou decapitar a vítima e, após o crime, ainda filmou o corpo. O assassinato ocorreu na madrugada em uma fábrica de cerâmica localizada na zona rural do município de 32 mil habitantes. A decisão da prisão preventiva foi assinada pelo juiz Carlos Eduardo Pinho Bezerra de Menezes e divulgada em audiência de custódia na tarde desta quinta.
Na decisão, o magistrado afirma haver, com base nos depoimentos dos policiais que realizaram a prisão e na confissão de Oliveira, “prova da materialidade e indícios suficientes” da autoria do crime.
Caminhada interrompida no Rio de Janeiro
Um ato político no Rio de Janeiro terminou com tensão no dia 16 de julho. Lideranças políticas e militantes de partidos de esquerda afirmam que um grupo encabeçado pelo deputado estadual bolsonarista Rodrigo Amorim (PTB) fez ameaças e interrompeu uma caminhada com a participação do deputado federal Marcelo Freixo (PSB). Freixo é pré-candidato ao governo estadual.
O caso ganhou repercussão nas redes sociais. Políticos e militantes dizem ter sido encurralados por Amorim e outros homens na Praça Saens Peña, na Tijuca, zona norte do Rio. O local foi escolhido como ponto de encontro da agenda com Freixo durante a manhã.
Houve relatos de empurrões e xingamentos. Apoiadores do pré-candidato ao governo estadual também disseram que homens armados estavam na praça e que bandeiras foram rasgadas.
Amorim afirmou via assessoria que não houve violência física no episódio. O parlamentar argumentou que estava na praça da Tijuca porque o local era ponto de partida para um evento do PTB em São Cristóvão, também na zona norte do Rio.
Militante petista assassinado
O militante petista Marcelo de Arruda foi assassinado no dia 9 de julho quando comemorava seu aniversário com uma festa de temática do PT, em Foz do Iguaçu, no Paraná. Ele foi baleado pelo policial penal federal bolsonarista Jorge José da Rocha Guaranho, que ficou ferido.
Em nota, o PT diz que ele foi vítima da “intolerância, do ódio e da violência política”.
O bolsonarista Jorge Guaranho em treinamento de tiro
Reprodução/Twitter
Arruda era tesoureiro do PT na cidade e foi candidato a vice-prefeito em Foz do Iguaçu nas eleições de 2020. No partido havia mais de dez anos, ele concorreu a vereador e a vice-prefeito pela sigla em eleições municipais recentes.
Segundo os relatos à polícia, Guaranho passou de carro em frente ao salão de festas dizendo “Aqui é Bolsonaro” e “Lula ladrão”, além de proferir xingamentos. Ele saiu após uma rápida discussão e disse que retornaria.
De acordo com as testemunhas, Arruda então foi ao seu carro e pegou uma arma para se defender.
Guaranho de fato retornou, invadiu o salão de festas e atirou em Arruda. O petista, já ferido no chão, também baleou o bolsonarista. Uma câmera de segurança registrou o crime.
Bomba caseira em ato de Lula
Um ato com apoiadores do ex-presidente Lula na Cinelândia, no centro do Rio de Janeiro, foi alvo na noite de 7 de julho de um artefato explosivo que agravou a tensão na pré-campanha do petista, alvo de seguidos episódios de ataques nos últimos meses.
A bomba caseira, aparentemente feita de garrafa PET, foi lançada do lado de fora da área isolada em frente ao palanque, antes da chegada de Lula.
O suspeito de ter jogado o artefato teve a prisão em flagrante convertida em preventiva no (9). André Stefano Dimitriu Alves de Brito, 55, disse em audiência de custódia que é pescador, ganha R$ 180 por pesca e não completou o ensino fundamental.
Ele também informou que reside no Recreio dos Bandeirantes, na zona oeste carioca, com a família.
À polícia ele havia afirmado que não possui inclinação política e que teria jogado a bomba caseira como forma de protesto a uma alegada polarização ideológica que prejudicaria o futuro do país.
Ataque a juiz
O juiz federal Renato Borelli, que decretou a prisão do ex-ministro Milton Ribeiro em junho, foi alvo de um ataque em 7 de julho.
O carro do juiz foi atingido por fezes de animais, ovos e terra, em Brasília. O ataque ocorreu enquanto Borelli dirigia o veículo, saindo de casa em direção ao trabalho.
O material foi arremessado no para-brisa. Mesmo com a visibilidade prejudicada, Borelli conseguiu seguir até um local seguro. Ele não se feriu.
O ataque foi relatado ao TRF-1 (Tribunal Regional Federal da 1ª Região). O caso foi revelado pelo site O Antagonista e confirmado pela Folha de S.Paulo.
Renato Borelli é juiz federal da 15ª Vara de Justiça Federal de Brasília. Foi ele quem autorizou a Operação Acesso Pago, da PF (Polícia Federal), que prendeu Milton Ribeiro e outros quatro, em 22 de junho, por suspeitas de corrupção no Ministério da Educação.
Logo após a prisão, Borelli recebeu centenas de ameaças de grupos de apoio ao governo Jair Bolsonaro (PL), que foram comunicadas à PF no dia seguinte à operação.
Protesto da esquerda impede palestra
O protesto que impediu o vereador paulistano Fernando Holiday e outros pré-candidatos do partido Novo de falar em evento na Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) trouxe à tona novamente o debate sobre quão tolerantes com opiniões divergentes são alguns setores da esquerda.
O grupo do Novo falaria em evento sobre cotas e financiamento organizado pela UJL (União Juventude e Liberdade), entidade estudantil liberal, no dia 29 de junho.
Sob o som de tambores e os dizeres “recua, fascista, recua, a Unicamp nunca vai ser sua”, estudantes ligados à UJC (União da Juventude Comunista) protestaram contra a presença dos palestrantes, que disseram ter sido agredidos e que tiveram o microfone cortado.
Após o tumulto, o evento acabou não acontecendo.
Procurada pela reportagem, a universidade condenou o ocorrido. “A Unicamp é historicamente reconhecida como um espaço aberto ao debate de ideias, onde as divergências sempre estiveram subordinadas ao respeito às diferenças”, disse a instituição em nota.
Ataque com drone a ato de Lula
O agropecuarista Rodrigo Luiz Parreira, 38, apontado como um dos autores do ataque com drone a um ato com o ex-presidente Luiz Inácio em Uberlândia, no Triângulo Mineiro, foi preso no início de julho a pedido do MPF (Ministério Público Federal), que investiga o caso.
A prisão ocorreu não diretamente por causa do uso do drone, mas pela aquisição irregular de armas de fogo identificada pelo MPF. Rodrigo está no Presídio Uberlândia 1, segundo a Sejusp (Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública).
O agropecuarista já tem condenação por estelionato em Minas Gerais e por roubo em Goiás.
O ato com Lula em Uberlândia aconteceu no dia 15 de junho e teve também a presença do ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PSD). Foi a primeira aparição conjunta depois do anúncio da aliança dos dois partidos em Minas Gerais para a disputa das eleições de 2022.
Rodrigo e outros dois homens utilizaram o drone para lançar um líquido que seria veneno para matar moscas sobre militantes que aguardavam o início do ato. O produto é utilizado no meio rural em estábulos, por exemplo. Atingidos afirmaram que o líquido tinha cheiro de fezes e urina.
Os três foram detidos em flagrante no dia do ato por uso irregular de drone e liberados depois de assinarem um termo circunstanciado de ocorrência. Não havia licença para a operação do aparelho, que foi apreendido.
Invasão de bolsonaristas
Em junho, o ato de lançamento das diretrizes do programa de governo da chapa Lula e Geraldo Alckmin, em São Paulo, foi marcado pelo protesto de bolsonaristas que entraram no local.
O manifestante Caíque Mafra, pré-candidato a deputado estadual em São Paulo pelo Republicanos, entrou no salão do evento, em um hotel nos Jardins (região central), durante os minutos finais da fala de Lula e chamou o ex-presidente de corrupto. O petista foi surpreendido, mas não deu resposta.
O bolsonarista também gritou em direção a Alckmin uma frase sobre “voltar para a cena do crime”, em alusão a uma fala do ex-governador sobre o PT quando ainda era adversário.
O grupo de manifestantes era formado por outros dois detratores do petista. Eles foram encaminhados para a delegacia.
Em uma rede social, Mafra confirmou que era ele na cena e escreveu: “Questionei o corrupto do Lula e o Alckmin por sua fala e também chamei o corrupto de corrupto”.
Após o protesto, os manifestantes foram retirados por assessores e seguranças, e a polícia foi chamada. Lula chegou a interromper sua fala e abreviou seu discurso. Alckmin ficou em silêncio, com o semblante sério. “Eu nem sei o que…”, disse o petista sobre a situação, virando-se para o vice.
Bolsonaristas cercam carro de Lula
Em maio, o carro em que estava o ex-presidente Lula foi cercado por bolsonaristas na cidade de Campinas, interior de São Paulo.
Usando camisetas da seleção brasileira de futebol e segurando bandeiras do Brasil, o grupo xingou o petista enquanto o veículo em que ele estava tentava passar.
A manifestação ocorreu em frente a um condomínio onde Lula esteve no local para um almoço. O incidente ocorreu no momento em que ele deixava o local.
Nas imagens, o momento mais agitado ocorre quando um dos seguranças de Lula retira uma faixa que estava pendurada em um carro estacionado. Na faixa estava escrito “Lula Lixo”. Alguns manifestantes perseguiram o segurança com xingamentos, o que elevou a tensão.

A Comissão Europeia apresentará na próxima semana propostas de instrumentos de intervenções emergenciais para enfrentar a crise energética Os ministros de energia da Europa sinalizaram nesta sexta-feira (09) apoio a um limite temporário no preço das importações de gás, incluindo as da Rússia, e uma taxa extraordinária sobre os produtores de energia para lidar com custos “astronômicos” para empresas e consumidores.
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Enfraquecimento da moeda chinesa em relação ao dólar aumenta os custos para importadores, deprimindo a demanda e forçando a queda de preços A rápida queda no valor do yuan se somou à lista de desafios enfrentados pelos mercados globais de commodities.
A China, maior importadora de muitas matérias-primas, já viu a demanda diminuir com confinamentos contra o vírus, crise imobiliária e faltas de energia que afetam a atividade econômica. E, embora a energia cara mantenha preços globais em alta, o consumo está caindo à medida que a economia mundial se desacelera.
Como o resto do planeta, a China costuma comprar matérias-primas em dólares. Com isso, o enfraquecimento do yuan aumenta os custos para importadores, deprimindo a demanda e forçando a queda de preços.
É um vento contrário para commodities como petróleo e cobre, e mais ainda em mercados onde os importadores chineses respondem pela maior parte da demanda, como minério de ferro e soja.
O impacto imediato de um yuan mais fraco por enquanto deve ser moderado porque grande parte das compras da China são feitas por meio de acordos de longo prazo, disse Jia Zheng, chefe de operações e pesquisa de commodities da Shanghai Dongwu Jiuying Investment Management. Mas uma desvalorização mais duradoura afetará os contratos futuros e os mercados à vista que a China usa para complementar o fornecimento, disse ela.
Notas de yuan
Tomohiro Ohsumi/Bloomberg
A moeda chinesa caiu cerca de 3% em relação ao dólar em um mês, e amarga queda de mais de 8% no ano.
O tombo do yuan também pode ser um problema para o financiamento de commodities, nos casos em que os operadores chineses tomaram empréstimos em dólar para fazer suas compras e agora ficarão com custos de dívida elevados.
Em alguns mercados, os importadores devem absorver os custos cambiais, o que é mais fácil quando as compras são feitas por empresas estatais.
Operadores do mercado de gás natural, por exemplo, não serão impedidos de adquirir mais combustível se o governo ordenar que eles garantam o fornecimento para o inverno. As geradoras de energia podem estar na mesma situação, já que a demanda por carvão de alto teor calórico supera a produção local.
Os laços estreitos que Pequim tem com Moscou também podem permitir preços com desconto através de uma série de produtos energéticos, desde petróleo a gás e carvão, e a possibilidade de evitar o dólar por meio de transações em rublos ou yuan.
Os exportadores chineses de commodities, por sua vez, devem ser impulsionados pela moeda mais fraca, embora haja menos mercados onde eles são um fornecedor dominante para o resto do mundo. Mas os exemplos incluem alumínio, terras raras — usadas em ímãs, eletrônicos e armas — e energia limpa, especialmente painéis solares.
(Colaboraram Serene Cheong, Alfred Cang e Kathy Chen)

