31/12/2025 Às vésperas da chegada de 2026, cresce a esperança de que o novo ano traga consigo paz, saúde, equilíbrio...

Caso se confirme o terceiro mandato, Xi se tornará o líder mais longevo da China desde Mao Zedong O Partido Comunista da China vai aprovar uma emenda à Constituição do país que abre caminho para um terceiro e inédito mandato de Xi Jinping. A mudança deve ocorrer na reunião quinquenal do partido que vai ocorrer em outubro, segundo a agência de notícias estatal chinesa “Xinhua”.
O Politburo, que toma as principais decisões do partido, decidiu em uma reunião nesta sexta-feira “escrever os principais pontos de vista teóricos e o principal pensamento estratégico na Constituição do partido” no 20º Congresso do partido, segundo a “Xinhua”.
A última vez que a constituição da China foi alterada aconteceu no 19º Congresso do partido em 2017. A mudança foi feita para consagrar o “pensamento de Xi Jinping sobre o socialismo com características chinesas para uma nova era”.
Nenhum outro líder da China moderna além de Mao Zedong teve sua ideologia elevada ao nível de “pensamento”, que carrega um significado especial na propaganda do Partido Comunista.
Caso se confirme o terceiro mandato de Xi, ele se tornará o líder mais longevo da China desde Mao Zedong, que governou o país de 1949 até 1959.
Após a morte de Mao, o país estabeleceu um limite de dois mandatos de cinco anos para os presidentes do país, o que pode ser alterado na reunião do partido deste ano para garantir novo mandato a Xi Jinping.
Xi Jinping, presidente da China
Selim Chtayti/AP
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A humilhação de Michelle Bolsonaro pelo marido no palanque do 7 de setembro não parece ser atrativa para o público feminino, que é essencial para vitória nas urnas Presidente Jair Bolsonaro, durante a cerimônia de desfile de 7 de setembro em Brasília, retira a Faixa Presidencial ao lado da mulher dele, Michelle
CRISTIANO MARIZ/Agência O Globo
Uma data que marca 200 anos de algo como a criação de uma nação talvez merecesse um ano de comemorações, exposições, debates e assim vai. Ou, pelo menos, uma festa cívica. Mas o que vimos no Bicentenário da Independência do Brasil foi um grande palanque eleitoral.
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Diferente do 7 de setembro de 2021, o discurso do candidato Jair Bolsonaro esse ano foi menos radicalizado. O ataque às instituições foi sutil.
Aparecem na afirmação de que o Brasil conhece o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal (STF). Aparecem na crítica indireta feita a partir da presença de Luciano Hang (alvo de mandado de buscas e apreensões) ao lado de Bolsonaro, deslocando o presidente de Portugal, colocando Hang na posição que tradicionalmente é reservada a chefes de Estado no desfile militar em Brasília. De forma menos sutil, apareceu o desrespeito às leis eleitorais, no uso da máquina pública, da TV Brasil e das Forças Armadas em um evento claro de campanha.
Bolsonaro atendeu aos apelos dos organizadores da sua campanha: não falou sobre desrespeitar as decisões do STF, tampouco sobre possíveis fraudes no processo eleitoral; não colocou em pauta um possível golpe contra a democracia.
Atuou para garantir votos além dos seus apoiadores mais radicais. Mas também não deixou de animar sua plateia. Os animou com pausas eloquentes, que permitiam à plateia falar o que o candidato foi recomendado a não dizer. E gerou belas fotos de uma grande massa de apoiadores em Brasília, no Rio de Janeiro e em São Paulo. Em especial, os animou ao acusar os institutos de pesquisa de não serem um bom termômetro do resultado eleitoral.
A fala do candidato foi separada da posição de chefe do Estado apenas pela retirada da faixa presidencial e pela distância de algumas centenas de metros entre o carro de som e o palanque das autoridades no desfile cívico-militar. Bolsonaro ressaltou o que os organizadores da sua campanha entendem que gera votos. Falou sobre corrupção e ressaltou o papel das mulheres, através da Michelle Bolsonaro.
O tom elogioso que visa suavizar o caráter do discurso do candidato que desagrada às mulheres se dissolve quando usa o termo “princesa”, que causa reação em sua esposa. E depois pelo constrangimento que causa à mesma, ao sugerir o verdadeiro papel dela em sua vida, convocando a multidão a uma ode à virilidade do presidente.
A ausência dos chefes dos demais Poderes informa a desconfiança das instituições no candidato Bolsonaro. Nem mesmo o presidente da Câmara, Arthur Lira, apoiador de primeira hora do presidente, compareceu, o que, por sua vez, revela que a proximidade com Bolsonaro não tem o mesmo resultado eleitoral que teve em 2018.
Os Poderes da República abriram mão do dia 7 e comemoram os 200 anos da Independência no dia 8 de setembro, em uma sessão solene do Congresso Nacional. Aí sim, com a presença de diversas autoridades internacionais, incluindo o presidente de Portugal e de outras ex-colônias portuguesas, dos presidentes da Câmara dos Deputados, Congresso Nacional, presidente do STF, TSE e dois ex-Presidentes da República. Nesta cerimônia o presidente Jair Bolsonaro não compareceu.
Mas o que o 7 de setembro diz sobre as eleições? Na reta final, as pesquisas de opinião têm mantido certa estabilidade e podem desmotivar a militância dos candidatos que não estão em primeiro. Podem inclusive, incentivar o voto útil, provocando reposicionamento dos eleitores dos demais candidatos entre os dois mais bem colocados nas pesquisas. Isso poderia implicar no encerramento da disputa no primeiro turno, a depender da opção destes eleitores. Assim, a estagnação de Bolsonaro nas pesquisas poderia ter um efeito negativo nesta reta final da campanha.
O 7 de setembro resultou em boas imagens para a campanha de Bolsonaro, uma imagem de subordinação das Forças Armadas e outra de uma grande multidão. A ausência dos ataques à democracia, se não gera votos, não espanta os indecisos.
Mas, se um dos objetivos era convencer o eleitorado feminino, esse não deve se cumprir. A humilhação de Michelle Bolsonaro no palanque não parece ser atrativa para este público, que é essencial para vitória nas urnas.
As pesquisas de hoje e da próxima semana devem mostrar os resultados da fala do presidente sobre a intenção de voto das mulheres, apresentando um quadro mais claro sobre o rumo das eleições.
*Andréa Freitas é professora do Departamento de Ciência Política do IFCH-Unicamp e coordenadora do Núcleo de Estudos das Instituições Políticas e Eleições – Nipe/Cebrap

Ciro afirmou em junho que as Forças Armadas são coniventes com crimes praticados na região da Amazônia A 2ª Procuradoria de Justiça Militar de São Paulo instaurou esta semana um procedimento penal para apurar alegada prática de crime militar de difamação das Forças Armadas, atribuído pelo Ministério da Defesa ao candidato do PDT à Presidência, Ciro Gomes. Trata-se da notícia de fato número 120.2022.00162.
Terceiro colocado nas pesquisas de intenção de voto, Ciro afirmou em entrevista em junho que as Forças Armadas são coniventes com crimes praticados na região da Amazônia.
O Ministério da Defesa é um órgão do governo federal subordinado ao Executivo, poder chefiado pelo presidente Jair Bolsonaro (PL). A pasta acusou Ciro de incitação ao crime, delito previsto no artigo 286 do Código Penal, e de divulgar informações inverídicas e “capazes de ofender a dignidade ou abalar o crédito das Forças Armadas ou a confiança que estas merecem do público”. Esse segundo crime é previsto no artigo 21 do Código Penal Militar.
Ainda em junho, foi aberto um procedimento preliminar no Ministério Público Federal (MPF) em Brasília a pedido do Ministério da Defesa. A procuradoria da República do Distrito Federal se manifestou afirmando que não foram encontrados elementos suficientes para levar adiante a investigação por suposta incitação ao crime.
No início de setembro, o procedimento foi enviado ao Ministério Público Militar por meio de um “declínio de competência”. Como envolve uma denúncia de suposto ilícito no âmbito militar, a apuração foi encaminhada para a o Ministério Público Militar (MPM) de São Paulo, cidade onde Ciro Gomes mantém residência.
O responsável pela investigação é o promotor de Justiça Militar Luís Antonio Grigoletto, que atua no 2.o ofício da 2.a Procuradoria de Justiça Militar, instalado na Rua Peixoto Gomide, em São Paulo.
A função do MPM é atuar na apuração dos crimes militares, no controle externo da atividade de polícia judiciária militar e na instauração do inquérito civil.
O MPM também tem competência para requisitar investigações e instaurar o inquérito policial-militar — podendo acompanhá-lo e apresentar provas — além de promover a ação penal por meio do oferecimento de denúncia à Justiça Militar.
Procurada, a assessoria de imprensa de Ciro Gomes ainda não se manifestou.
Ciro Gomes
Cristiano Mariz/O Globo

Segundo os Bombeiros, colisão entre dois carros aconteceu por volta das 15h30. Pelo menos uma pessoa foi socorrida com vida para o Hospital de Caridade. Acidente na SP-215 deixa mortos em Vargem Grande do Sul
Reprodução/Gazeta de Vargem Grande
Um acidente deixou pelo menos 3 pessoas mortas e uma ferida no quilômetro 44 da Rodovia Hélio Moreira Sales (SP-215), que liga Casa Branca a Vargem Grande do Sul, na tarde desta sexta-feira (9).
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Segundo informações do Corpo de Bombeiros, o acidente aconteceu por volta das 15h30. Por motivos a serem apurados, dois carros de passeio colidiram. Três pessoas morreram na hora e, pelo menos, uma foi resgatada para o Hospital de Caridade.
Acidente deixa mortos em Vargem Grande do Sul
Reprodução/ Gazeta de Vargem Grande
Equipes da Polícia Rodoviária e dos Bombeiros estão no local trabalhando no resgate às vítimas.
Até a publicação desta reportagem, as autoridades que estão atendendo a ocorrência não informaram qual o número de integrantes de cada um dos veículos.
Acidente na SP-215 deixa vítimas fatais em Vargem Grande do Sul
Reprodução/Gazeta de Vargem Grande
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Principal índice da B3 acumula ganho de 1,30% na semana Acompanhando um maior apetite por risco nos mercados globais, o Ibovespa teve avanço firme de 2,17% hoje, aos 112.300 e em alta de 1,30% na semana, liderado pelos papéis ligados às commodities metálicas. Localmente, investidores analisaram ainda a leitura do IPCA de agosto.
O referencial tocou os 109.922 pontos na mínima intradiária e os 112.540 pontos na máxima. O volume financeiro negociado na sessão foi de R$ 19,50 bilhões no Ibovespa e R$ 24,54 bilhões na B3. No exterior, S&P 500 subiu 1,53%, aos 4.067 pontos, Dow Jones teve alta de 1,19%, aos 32.151 pontos e Nasdaq registrou ganhos de 2,11%, aos 12.112 pontos.
Sem grandes mudanças no cenário macro global, investidores utilizaram a sessão hoje para ajustar posições e assumir alguns riscos. Analistas do Citi afirmaram, durante a semana, que o cenário desenhado pelo mercado é tão pessimista que, sem grandes alterações no ambiente nos últimos dias, a ocorrência de um rebote em parte dos ativos de risco era bem possível. E ocorreu, mesmo que pontualmente.
No Ibovespa, as maiores altas vieram por parte de papéis ligados às commodities metálicas, que sofreram forte desvalorização nas últimas semanas. Na Bolsa de Commodity de Dalian (DCE), os contratos mais negociados de minério, para setembro, saltaram 3,1%, a 706 yuan por tonelada, diante de números de inflação abaixo do esperado na China e da maior confiança na recuperação do mercado imobiliário local. Com isso, CSN ON saltou 8,87%, Vale ON ganhou 7,81%, Usiminas PNA cresceu 3,83% e Gerdau PN subiu 3,81%.
Adicionalmente, papéis sensíveis à curva de juros e à economia local voltaram a subir após a divulgação do IPCA de agosto, mesmo sem o número agradar o mercado por completo. O índice registrou deflação de 0,36%, acima da mediana das expectativas coletadas pelo Valor Data, que era de deflação de 0,40%. Além disso, a média dos cinco núcleos monitorados pelo Banco Central avançou para 0,66%, ante 0,53% em julho, de acordo com a MCM Consultores.
“O IPCA de agosto mostrou deflação de 0,36%, acumulando alta de 8,73% em 12 meses. O dado veio em linha com o esperado por nós e pelo mercado. A queda nos preços foi explicada pelos recuos nós combustíveis e pela menor inflação dos alimentos no domicílio. No entanto, os núcleos do índice vieram acima do observado em relação ao mês anterior, o que evidencia o cenário desafiador para a inflação à frente”, diz Felipe Rodrigo de Oliveira, economista da MAG Investimentos. Americanas ON saltou 9,31%, Gol PN subiu 7,58%, Via ON avançou 6,89% e MRV ON recuperou 6,84%.
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