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Pesca Profissional Artesanal: um tipo de pesca caracterizada principalmente pela mão de obra familiar, com embarcações de pequeno porte, como canoas ou jangadas, ou ainda sem embarcações, como na captura de moluscos perto da costa. Sua área de atuação está nas proximidades da costa, nos rios, reservatórios, lagos/lagoas, estuários e açudes. Lei Federal 11.959 de 29/06/2009.

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O prédio, uma estrutura metálica de 2.700 m2 toda envidraçada, coloca docentes e alunos em contato direto com a mangueira,
Para analisas, o ether pós-Merge se assemelhará mais a um ativo financeiro tradicional que paga juros, como um título ou
Senadora pelo PDT abre a série de sabatinas com postulantes ao cargo A senadora Leila Barros (PDT), conhecida como Leila
Cidade está na 71ª posição entre as 100 maiores áreas geográficas ao redor do mundo com a maior densidade de
Autoridades monetárias se movimentam para oferecer o melhor uso e regulamentação desses recursos Getty Image Nem o “inverno cripto” foi
Bolsonaristas tentam impedir show de João Gomes após polêmica no Rock in Rio  Brasil 247Após críticas a Bolsonaro, João Gomes tem
Instituições financeiras consultadas pelo Valor Data esperavam alta de 0,1% no período O volume de vendas no varejo registrou queda
Com a efetivação do projeto, a capacidade total do polo petroquímico será de 20 mil toneladas de cloro e 22
De acordo com a companhia, o segundo poço deverá entrar em operação em seguida e, até o fim de setembro,
Poucos analistas esperam contratempos relevantes com as aplicações hospedadas na blockchain do ethereum O bitcoin e o ether, as duas

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O prédio, uma estrutura metálica de 2.700 m2 toda envidraçada, coloca docentes e alunos em contato direto com a mangueira, outras plantas do terreno e, ao mesmo tempo, com o movimento da rua A pedagogia Waldorf, segundo a qual as crianças devem estar longe de celulares e computadores e perto da natureza e de atividades artísticas, vem crescendo nestes tempos de escolas tomadas por tecnologia. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.


Para analisas, o ether pós-Merge se assemelhará mais a um ativo financeiro tradicional que paga juros, como um título ou um certificado de depósito Investidores estão retirando dinheiro de produtos negociados em bolsa vinculados ao ether, a segunda criptomoeda mais valiosa do mundo, antes da tão esperada atualização de sua blockchain Ethereum, que deve ocorrer ainda nesta quarta.
Levando à atualização, apelidada de “Merge”, o 3iQ CoinShares Ether ETF (ticker ETHQ), com quase US$ 20 milhões em ativos, teve três dias consecutivos de resgates no valor de cerca de US$ 66 milhões – o maior volume de saques em uma semana entre os ETPs de criptoativos.
“Isso provavelmente está relacionado à Merge da ETH”, disse Stephane Ouellette, executivo-chefe da FRNT Financial Inc, uma corretora de criptomoedas. “Existem vários benefícios em manter ETH físico antes da Merge que não necessariamente existem ao manter um produto ou derivativo ETH.”
Fundos vinculados ao ethereum registraram saques de cerca de US$ 105 milhões no mês passado. Enquanto isso, o ether está caindo pelo segundo dia consecutivo, recuando até 8,6% para cerca de US$ 1.576 nesta quarta.
Para os investidores, o ether pós-Merge se assemelhará mais a um ativo financeiro tradicional que paga juros, como um título ou um certificado de depósito, o que pode atrair fundos de hedge, gestores de ativos e indivíduos de alto patrimônio que permaneceram à margem das criptomoedas até agora.
“É amplamente esperado que haja um ‘fork’ em que os detentores de ETH spot receberão tanto a nova cadeia de POS quanto um token POW ‘bifurcado'”, disse Ouellette, referindo-se à Merge tomando o software de PoW (Proof of Work) existente e mudando para PoS (Prova de Participação), criando duas versões diferentes do ethereum.
“Com a cadeia mudando para o PoS, os detentores físicos de tokens ETH agora poderão apostar seu ETH – o que deve fornecer um rendimento em espécie de cerca de 4% a 8%”, acrescentou.
É improvável que a maioria dos produtos derivativos e ETPs dê aos detentores exposição ao fork POW ou aos rendimentos apostados após a Merge, disse Ouellette. Isso explica por que mais traders de criptomoedas estão vendendo ether no mercado de derivativos, mostram dados recentes.
“Até que tenhamos alguma estabilidade nos mercados, o que significa inflação direcional em queda, Fed pausando o aperto, prova de estabilidade contínua dos lucros, o sentimento de risco continuará e impactará os fluxos de fundos relacionados a criptomoedas”, disse Sylvia Jablonski, CEO e diretora de investimentos da Defiance. “Eles são essencialmente agrupados nesse perfil de ativos de alto crescimento e risco, e os investidores estão parando lá.”


Senadora pelo PDT abre a série de sabatinas com postulantes ao cargo A senadora Leila Barros (PDT), conhecida como Leila do Vôlei, será a primeira entrevistada pelo Valor, “O Globo” e a rádio CBN na série com candidatos ao governo do Distrito Federal. A sabatina começa às 10h30 e terá uma hora e meia de duração.
É possível acompanhar a entrevista pelo perfil do YouTube do Valor:
Na quinta-feira (15) será a vez do empresário Paulo Octávio (PSD), e, na sexta-feira (16), será ouvido o governador Ibaneis Rocha (MDB), candidato à reeleição.
As entrevistas serão veiculadas ao vivo nos sites e redes sociais dos três veículos, além da transmissão pela rádio CBN. As sabatinas serão conduzidas pelas jornalistas Andrea Jubé e Bela Megale, e pelo apresentador da CBN, Brunno Melo.
A série de sabatinas realizada pelo Valor, “O Globo” e CBN foi iniciada no dia 15 de agosto com os três primeiros colocados na corrida pelo governo de São Paulo: Fernando Haddad (PT), Tarcísio de Freitas (PL) e Rodrigo Garcia (PSDB). Também foram ouvidos os três primeiros no Rio (Cláudio Castro, do PL; Marcelo Freixo, do PSB, e Rodrigo Neves, do PDT) e os três primeiros de Minas Gerais (Romeu Zema, do Novo; Alexandre Kalil, do PSD; e Carlos Viana, do PL).


Cidade está na 71ª posição entre as 100 maiores áreas geográficas ao redor do mundo com a maior densidade de inventores e autores científicos A cidade de São Paulo fica em 71ª posição entre os 100 maiores clusters de ciência e tecnologia (C&T) globalmente – ou seja, as áreas geográficas ao redor do mundo com a maior densidade de inventores e autores científicos, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (14) pela Organização Mundial de Propriedade Intelectual (OMPI).
Isso significa para São Paulo perda de cinco posições em relação à 66ª que ocupava no relatório de 2021 e que já representava baixa também de cinco posições em relação ao ano precedente. Os clusters de ciência e tecnologia são estabelecidos através da análise da atividade de registro de patentes e publicação de artigos científicos.
O Brasil, através de São Paulo, é de toda maneira o único país na América Latina entre os 100 maiores clusters de C&T. O ranking é dominado pelo leste da Ásia — um no Japão (Tóquio) e na Coréia do Sul (Seul), dois na China (Shenzen/Hong Kong/Guangzhou e Pequim) — e o quinto nos EUA (San Jose-San Francisco).

Em proporção à população, o cluster paulista fica na 98 posição entre os 100 mais intensivos em C&T, enquanto Cambridge (Reino Unido) e Eindhoven (Holanda/Bélgica) são os líderes nesse caso. A intensidade C&T foi maior nos casos em que a atividade de patenteamento impulsionou a produção de um cluster, de forma que 20 dos 25 maiores clusters derivaram a maior parte de sua produção de patentes.
“Os clusters locais de inovação são essenciais para a vitalidade dos ecossistemas nacionais de inovação, portanto identificá-los nos ajudará a entender onde e como a inovação está acontecendo, e promover a atividade inovadora como um poderoso catalisador para empregos, investimentos e crescimento”, afirmou o diretor-geral da OMPI, Daren Tang, em comunicado.

“Além dos clusters de excelência há muito identificados nos EUA, Europa, Japão e Coreia do Sul, vemos novos focos de C&T na Ásia Oriental, particularmente na China, mas também em outras economias de renda média, inclusive no Brasil, Índia, Irã, Turquia e em outros lugares”, acrescentou Tang.
A OMPI menciona também clusters no Rio de Janeiro e Porto Alegre, mas sem determinar o ranking exato.
Pela primeira vez, a China tem tantos cluster de C&T quanto os EUA (21 cada) entre os 100 com maior produção científica. A Índia tem quatro, a Turquia tem dois e a Rússia, um.
O Índice Global de Inovação será publicado integralmente no dia 29 pela OMPI.

ckstockphoto/Pixabay


Autoridades monetárias se movimentam para oferecer o melhor uso e regulamentação desses recursos
Getty Image
Nem o “inverno cripto” foi capaz de diminuir o interesse global por criptoativos. De acordo com o The Global Payments Report (2022), da Worldpay from FIS, que examina tendências atuais, comportamentos de diferentes gerações e pagamentos em 41 países e em cinco regiões, as criptomoedas vieram para ficar.
Entre as conclusões, as gerações Z e Y/Millennials são as mais propensas a usar novas tecnologias de pagamentos em todos os países analisados. Um dos destaques é a aderência destes públicos ao uso de criptomoedas, com 34% e 40% dos entrevistados, respectivamente, interessados em adotá-las como método de pagamento.
Para o provedor de pagamentos cripto CoinsPaid, o inverno cripto não afeta a perspectiva positiva para as criptomoedas e deve continuar a atrair o interesse de mais pessoas.
“Podemos fazer um paralelo do que acontece neste momento com a bolha da internet que vivemos no início dos anos 2000, quando houve uma grande especulação econômica em relação às empresas de tecnologia e vimos uma disparada no valor deste tipo de ação”, diz Estefano Debernardi, gerente de Desenvolvimento de Negócios da CoinsPaid para a América Latina. “No entanto, após o estouro da ‘bolha’, tivemos uma revolução digital e as criptomoedas passaram por um momento semelhante”, completa.
No segundo trimestre deste ano, a CoinsPaid registrou um recorde no número de transações alcançando um volume de mais de 2,8 bilhões de euros processados na plataforma, sendo cerca de 1 bilhão de euros apenas em maio de 2022.
“Por muito tempo, apenas ouvíamos falar sobre a valorização dos ativos e pouco sobre as possibilidades de uso das moedas. Esse movimento parece estar mudando e um número cada vez maior de pessoas começa a utilizar criptomoedas como forma de pagamento”, conclui Debernardi.
Com um valor agregado de mercado que ultrapassava US$ 2 trilhões na primeira quinzena de agosto deste ano (lembrando que o recorde foi em novembro de 2021, quando fechou em US$ 3 trilhões), as criptomoedas representam uma tendência que não é nada passageira. A marca foi alcançada após o bitcoin, moeda digital mais popular e valiosa do mundo cripto, subir para quase US$ 70 mil em novembro do ano passado.
O pico de baixa do bitcoin aconteceu em junho deste ano quando chegou a valer US$ 18.732, patamar mais baixo desde dezembro de 2020.
Bancos centrais aceleram lançamento de CBDCs
Os Bancos Centrais do mundo todo estão na corrida para lançar uma CBDC (Central Bank Digital Currency ou Moeda Digital Emitida por Banco Central, em tradução livre) totalmente funcional que também possa transacionar com outras criptomoedas do mercado – de modo seguro para todos os players, principalmente os consumidores que ainda não entendem muito o tema.
Segundo o Banco de Compensações Internacionais, só no ano passado 86% dos bancos centrais estavam pesquisando ativamente as moedas digitais.
O dinheiro digital já provou que pode ser uma solução para movimentar ativos pelo mundo em segundos. Isso sem falar nos custos, infinitamente mais baratos quando comparados com os métodos fiduciários tradicionais, como, por exemplo, a transferência bancária.
No Brasil, ainda existem as barreiras legais como uma lei que regule os criptoativos que também vai facilitar a interoperabilidade e adoção do Real Digital, que deve ser lançado em 2024, segundo previsão do Banco Central (BC).
Os pilotos da CBDC brasileira foram adiados para o ano que vem, após uma greve de servidores do BC, que tem um presidente apoiador das inovações tecnológicas da Web3.
Durante uma apresentação – O Futuro da Regulamentação dos Criptoativos no Brasil – feita em Brasília em agosto, Roberto Campos Neto ressaltou ser necessária “uma postura que combine segurança, eficiência e fomento à inovação”.
“A regulação deve levar em consideração alguns aspectos como uma postura proativa em relação aos criptoativos, entender como podem transformar a intermediação financeira e como irão interagir com o mercado financeiro tradicional e com outros mercados, além de permitir que essas inovações ocorram com segurança e tragam mais eficiência ao sistema financeiro”, disse o presidente do BC.
Um relatório recente do Banco Central Europeu chamou a atenção por analisar diversas opções de pagamentos e chegar à conclusão de que os métodos atuais são lentos, caros e altamente ineficientes.
Em meio à nova realidade digital, as autoridades monetárias estão percebendo que a adoção de criptoativos é um caminho sem volta para a economia global e o que resta é saber lidar e aprender sobre esse universo para garantir o melhor uso desses recursos.
Projeto de Lei Cripto
Com o Projeto de Lei que regulamenta os criptoativos, o Brasil dá passos largos para avançar a pauta do ecossistema web3. Já que, com o mercado regulado, abrem-se mais portas para o futuro desse ecossistema, que já está acontecendo.
Enquanto isso, as exchanges – principalmente as que estão em conformidade com as leis do País – saem na frente porque precisam reportar para a Receita Federal todas as operações realizadas pelos clientes, independentemente do valor. Caso do Mercado Bitcoin, a maior da América Latina.
“Com a aprovação do projeto, o Brasil se junta a outros países, como a Alemanha e os Estados Unidos, e se torna vanguardista de uma regulação estratégica que cria condições para o setor se desenvolver e ampliar a proteção dos investidores”, comenta Julien Dutra, diretor de Relações Governamentais da 2TM/ Mercado Bitcoin.

  1. Bolsonaristas tentam impedir show de João Gomes após polêmica no Rock in Rio  Brasil 247
  2. Após críticas a Bolsonaro, João Gomes tem show barrado no Maranhão  Metrópoles
  3. Sindicato recusa show de João Gomes no MA após RiR: ‘Tratou mal Bolsonaro’  UOL
  4. Show de João Gomes ganha novo local no MA após recusa de sindicato por declaração contra Bolsonaro no Rock in Rio  Globo.com
  5. Cidade de sindicato que recusou show de João Gomes é reduto bolsonarista no Maranhão  Globo.com
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Instituições financeiras consultadas pelo Valor Data esperavam alta de 0,1% no período O volume de vendas no varejo registrou queda de 0,8% em julho, na série com ajuste sazonal, segundo a Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira. Em junho, frente a maio, o comércio tinha caído 1,4%, dado que não sofreu revisão.

O resultado foi pior do que a mediana das estimativas coletadas pelo Valor Data junto a 28 consultorias e instituições financeiras, que era de alta de 0,1%, com um amplo intervalo de projeções, de queda de 1% a alta de 2%.

Na comparação com julho de 2021, o varejo cedeu 5,2%. A expectativa mediana do Valor Data era de queda de 3,5%, com intervalo entre redução de 5,8% a crescimento de 0,2%.
O comércio acumula queda de 1,8% no resultado acumulado em 12 meses até julho. Nos primeiros sete meses de 2022, houve variação positiva de 0,4% frente a igual período do ano anterior.

A receita nominal do varejo restrito acumulou baixa de 1,6% em julho, ante junho. Na comparação com julho de 2021, houve alta de 10,3%.

No varejo ampliado, que inclui as vendas de veículos e motos, partes e peças, e material de construção, o volume de vendas diminuiu 0,7% na passagem entre junho e julho, já descontados os efeitos sazonais.

Os analistas de 26 bancos e consultorias esperavam estabilidade, segundo a mediana. O intervalo das projeções ia de queda de 0,9% a aumento de 2,1%.

Ante julho de 2021, o volume de vendas do varejo ampliado caiu 6,8%. A expectativa mediana, pelo Valor Data, era de retração de 5,2%. O intervalo das projeções ia de queda de 7,2% a retração de 1,1%.

Já a receita nominal do varejo ampliado recuou 0,1% em julho, frente a junho, na série com ajuste sazonal. Na comparação com julho de 2021, houve alta, de 7,8%.

Edilson Dantas/Agência O Globo
As vendas do comércio recuaram em sete das oito atividades pesquisadas no varejo, sem contar com automóveis e material de construção.
Na passagem entre junho e julho, os destaques negativos foram tecidos, vestuário e calçados (-17,1%), móveis e eletrodomésticos (-3%), livros, jornais, revistas e papelaria (-2%), equipamentos e material para escritório informática e comunicação (-1,5%), artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (-1,4%), hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-0,6%), e outros artigos de uso pessoal e doméstico (-0,5%).
A única atividade a registrar crescimento foi a de combustíveis e lubrificantes, com alta de 12,2%.
“Esse perfil negativo do comércio varejista em julho está bastante disseminado pelas atividades. Em combustíveis, houve deflação, diminuição dos preços de combustíveis em julho. E isso acaba impactando”, diz o gerente da pesquisa, Cristano Santos.
No varejo ampliado, que inclui automóveis e peças e material de construção, houve queda de 8,5% em veículos, motos, partes e peças e de 13,7% no material de construção, na série com ajuste sazonal.
Das 27 unidades da federação, 20 apresentaram queda no volume de vendas de junho para julho, com destaque para Bahia (-3,1%), Rio de Janeiro (-3,1%) e Maranhão (-2,8%).
Por outro lado, sete unidades apresentaram variação positiva, sobressaindo Mato Grosso (3,5%), Paraná (1,7%) e Amapá (1,5%).
Frente a julho de 2021, foram cinco das oito atividades com queda e houve retração no volume de vendas em 20 das 27 unidades da federação. Chamam atenção os resultados de Rondônia (-24,1%), Tocantins (-11,4%) e Acre (-11,3%). Por outro lado, pressionando positivamente, figuram sete UFs, com destaque para Roraima (10,1%), Alagoas (5,8%) e Ceará (2,5%).

Com a efetivação do projeto, a capacidade total do polo petroquímico será de 20 mil toneladas de cloro e 22 mil toneladas de soda cáustica A Unipar anunciou nesta quarta-feira que seu conselho de administração aprovou um investimento de R$ 94 milhões para elevar a produção de cloro e soda no Polo Petroquímico de Camaçari, na Bahia, em 10 mil toneladas por ano.

Com a efetivação do projeto, a capacidade total do polo petroquímico será de 20 mil toneladas de cloro e 22 mil toneladas de soda cáustica. A companhia não informou quando a expansão será concluída.


De acordo com a companhia, o segundo poço deverá entrar em operação em seguida e, até o fim de setembro, está previsto o retorno da produção do terceiro poço do campo A Enauta informou em comunicado a retomada da produção no Campo de Atlanta por meio do poço 7-ATL-2HP-RJS.
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Poucos analistas esperam contratempos relevantes com as aplicações hospedadas na blockchain do ethereum O bitcoin e o ether, as duas maiores criptomoedas em capitalização de mercado, chegam enfraquecidos nesta quarta ao momento mais aguardado nos últimos anos pelo mercado de ativos digitais, a atualização do funcionamento da blockchain do Ethereum. O evento era visto, até então, pelos mais otimistas como capaz de suavizar o atual inverno dos criptoativos, alimentando uma onda de recuperação que agora se mostra frustrada.

Como nos demais ativos de risco, as perdas estão mais relacionadas à resiliência da inflação e à possível necessidade de um aperto monetário ainda mais rigoroso do que a questões ligadas ao universo dos tokens digitais, como a própria “Merge”, como é conhecida a atualização da rede blockchain de maior utilidade comercial.

Perto das 9h10 (horário de Brasília), o bitcoin tinha baixa de 10,2% nas últimas 24 horas, negociado a US$ 20.290,08, e o ether, moeda digital da rede ethereum, recuava 8,1% para US$ 1.598,35, conforme dados do CoinGecko. O valor de mercado somado de todas as criptomoedas era de US$ 1,04 trilhão. Em reais, o bitcoin registrava baixa de 8,25% a R$ 105.501,10 e o ethereum tinha desvalorização de 6,58% a R$ 8.300, de acordo com valores fornecidos pelo MB.

Para Charlie McElligott, estrategista macro da Nomura, o Fed não terá alternativas a não ser “apertar os freios” e as condições financeiras. “Isso vai esmagar os ativos de risco”, disse à Bloomberg.

André Franco, chefe de análise do MB, afirma que a surpresa com a inflação nos EUA comprovou mais uma vez a máxima de que as criptomoedas “sobem de escada, mas descem de elevador”, amplificando a volatilidade dos solavancos dos demais mercados de risco.

“Ontem os dados de inflação americana foram atualizados e as expectativas, que eram positivas, foram contrariadas. Consequentemente, o bitcoin caiu quase 10% e voltou a ser negociado próximo dos US$ 20 mil. O ether, devido à proximidade do ‘Merge’, caiu menos, cerca de 8%. Nos dados on-chain houve um pequeno decréscimo de investidores de longo prazo de ontem para hoje, em resposta aos dados de inflação negativos”, disse.

Na terça, as bolsas americanas tiveram o pior pregão em mais de dois anos após o CPI (Índice de Preços ao Consumidor) de agosto surpreender com uma inflação ainda resiliente, o que pode levar o Federal Reserve a ampliar o aperto monetário, com estrategistas vendo a possibilidade de uma alta de juros de 1 ponto percentual agora em setembro.

Com a proximidade da atualização do Ethereum, os investidores já estavam cautelosos com o ether diante de eventuais contratempos. Dados de negociações de derivativos mostravam uma procura por proteção para perdas do ether no pós-Merge.

Poucos analistas, no entanto, esperam contratempos relevantes com as aplicações hospedadas na blockchain do ethereum. Mesmo assim, a maioria das corretoras de criptomoedas decidiram suspender as negociações envolvendo ether poucas horas antes e depois da atualização da rede.

“Houve tantos testes que a Merge em si provavelmente será muito tranquila”, disse Joseph Lubin, cofundador da Ethereum, à Bloomberg, fazendo uma comparação com uma atualização noturna do iPhone. Os principais serviços baseados em Ethereum estão prontos para a atualização, mas alguns menores podem precisar ter alguns ajustes, acrescentou.