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Software que ajuda a diminuir o tempo sem energia elétrica já está sendo utilizada por uma companhia de energia do Estado do Paraná. USP de São Carlos cria tecnologia que reduz tempo sem energia em caso de falhas na rede elétrica
Divulgação/EESC
Pesquisadores da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da Universidade de São Paulo (USP) de São Carlos (SP) desenvolveram um software que utiliza inteligência artificial para otimizar os serviços de manutenção de redes elétricas danificadas.
A tecnologia, que é capaz de reduzir em 20% o tempo de execução de reparos, já está sendo utilizada por uma companhia de energia do Estado do Paraná.
O objetivo do sistema é reduzir o período que os consumidores ficam sem energia elétrica e que pode gerar diversos impactos socioeconômicos, além de multas para as concessionárias.
“Do ponto de vista do cliente, é menos tempo sem energia, enquanto aos olhos da concessionária, serão multas bem menores a pagar”, disse o professor Carlos Maciel, que orienta a pesquisa.
Mais agilidade
USP de São Carlos cria tecnologia que reduz tempo sem energia em caso de falhas na rede elétrica
Divulgação/EESC
Falhas no sistema de distribuição de energia elétrica podem ocorrer por diversos motivos e conhecer o histórico das ocorrências pode ajudar a agilizar o trabalho das equipes técnicas.
O software faz uma avaliação da situação, considerando as condições meteorológicas das localidades, a posição das equipes de manutenção, o congestionamento das estradas e vias utilizadas para locomoção, identificando possíveis obstruções, além do histórico de reparos e problemas ocorridos no local.
“Não existia um algoritmo capaz de reunir dados, interpretá-los e transformá-los em uma informação traduzida e em tempo real para o operador, que precisa tomar uma decisão rápida”, afirma Henrique Caetano, um dos autores do estudo que deu origem ao sistema.
Pesquisadores criam tecnologia que reduz tempo sem energia em caso de falhas na rede elétrica.
Divulgação/EESC
“O sistema consegue avaliar as regiões que são mais suscetíveis a alagamentos, os equipamentos ou locais que mais apresentam falhas, quais são os problemas mais recorrentes. Com os dados, sabendo com antecedência que haverá uma tempestade, por exemplo, podemos até mesmo deslocar equipes para posições estratégicas antes que uma falha ocorra”, explica Matheus Fogliatto, um dos autores da pesquisa.
Além disso, os códigos definem o melhor trajeto com base nos reparos necessários para a solução das falhas, diferenciando-se dos aplicativos convencionais de GPS.
“Basicamente, os APPs de mapas traçam rotas considerando apenas dois pontos, o de origem e o do destino final, indicando o caminho mais rápido para uma simples locomoção. No entanto, no caso do conserto de uma rede elétrica o cenário é diferente porque, muitas vezes, as inspeções precisam ser feitas em mais de um ponto da rede, em diferentes localidades”, explica o pesquisador Luiz Desuó Neto, também autor do estudo.
A tecnologia levou cerca de cinco anos para ser desenvolvida e usa um sistema meteorológico desenvolvido pela NASA.
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Segundo levantamento do IBEF com a PwC Brasil, antecipada ao Prática ESG, diretores financeiros reconhecem a importância do tema, mas ainda há desafios a vencer para operacionalizar a agenda
Um levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças (IBEF) com apoio da consultoria e auditoria PwC Brasil mostrou que a sustentabilidade está na agenda dos executivos de finanças. Isso porque 64% dos CFOs (do inglês Chief Financial Officer, traduzido como diretor financeiro) ouvidos afirmaram que participam de programas sobre o tema dentro das organizações em que trabalham.
Para grande parte dos participantes (49%), quem ocupa o cargo é protagonista na definição e no acompanhamento da agenda ESG (sigla para Ambiental, Social e Governança Corporativa), enquanto 38% consideram que sua função quanto ao assunto é dar apoio às demais áreas da organização. Apenas 14% acreditam que o CFO não tem papel relevante dentro deste cenário.
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A pesquisa foi feita com base em respostas fornecidas por representantes de 80 companhias de diferentes portes e setores diversos, entre maio e junho de 2022. Do total de respondentes, 80% têm mais de 20 anos de experiência no mercado financeiro.
Na avaliação de Luis Cerresi, primeiro vice-presidente do IBEF- SP, “como os CFOs estão participando cada vez mais da construção das estratégias das empresas e sendo efetivamente agentes de transformação, tem sido visível seu engajamento e liderança nas diversas iniciativas de ESG”.
Mauricio Colombari, sócio da PwC Brasil, compartilha da mesma visão. “A pesquisa foi positiva no sentido de mostrar uma participação dos CFOs em construir, de fato, a agenda e não apenas em comunicar ao mercado aquilo que já havia sido feito por outras áreas da organização. Nas entrelinhas, estes executivos estão mais abertos a colocar valor nos compromissos sustentáveis e atuar na pauta social, por exemplo”, afirma.
Desafios
No entanto, Colombari chama atenção para o fato de que há desafios com relação à maneira de reportar o que as organizações têm feito, sobretudo no dia a dia daquelas de menor porte. “As grandes empresas listadas na bolsa de valores brasileira (Ibovespa), que preparam relatórios de sustentabilidade com excelência ainda representam uma amostra reduzida do nosso mercado. Para a maior parte das pequenas e médias empresas, inclusive familiares, ter um documento do tipo ainda é uma realidade muito distante.”
Mais da metade (59%) dos entrevistados disseram que não publicam relatórios de sustentabilidade com informações tributárias. Paralelamente, quando perguntados sobre se emitem reporte ESG, 35% responderam que “não”; 33% afirmaram que “sim”; 18% disseram “sim, na matriz no exterior” e 15% não emitem, mas “pretendem” fazê-lo.
Para Meily Franco, vice-presidente do IBEF-SP e coordenadora da pesquisa, “mais importante do que reportar o que faz é ter uma noção clara de onde está”. Segundo ela, muitas companhias têm emitido reporte ESG com as próprias ferramentas disponíveis, mas ainda falta uma uniformização, principalmente das métricas utilizadas para compor este material. A padronização, para Franco, é fundamental para gerar uma base de comparação e auxiliar na tomada de decisões.
Meily Franco, vice-presidente do IBEF-SP
Divulgação
Frameworks considerados
O instituto também identificou que o papel das organizações no combate às desigualdades sociais é visto como “muito relevante” por 63% dos executivos ouvidos e mapeou a importância da temática ESG por setor, sendo que o segmento de Tecnologia e Utilidades Públicas foi preponderante, seguido do setor de Agronegócio e Bens Industriais.
O levantamento trouxe, ainda, insights sobre metas de redução de impactos ambientais. Os resultados são vistos com preocupação pelos pesquisadores, já que 38% dos respondentes disseram que as organizações em que trabalham não têm compromissos de descarbonização e 21% ainda estão avaliando assumir tais compromissos. Outros 23% têm como meta ser net zero (quando o nível de emissões de gases geradores de efeito estufa é zero); 10% querem e tornar “carbono neutro” (termo que está ligado à compensação de carbono) e 9% não souberam responder.
Principais barreiras à ESG
Estudos corroboram
Os dados sobre cuidados com o meio ambiente estão em linha com o que demonstrou uma pesquisa da Deloitte, divulgada neste ano, com mais de 350 membros de comitês de auditoria de 40 países pesquisados, segundo a qual quase 60% dos entrevistados não abordam o assunto das mudanças climáticas durante as reuniões nas companhias em que atuam. Aproximadamente metade dos respondentes disse não ter conhecimento adequado para tomar decisões sobre os riscos relacionados ao clima – sendo que a maioria das pessoas ouvidas ainda precisa definir como as questões ligadas ao clima afetarão as operações, a cadeia de suprimentos e os clientes das empresas que integram.
As informações foram compiladas no relatório The ESG Imperative: turning words into action, liderado pelo Project Management Institute (PMI). De acordo com o estudo, a pandemia de Covid-19 pode revelar-se um momento crucial para as questões ambientais, sociais e de governança, na medida em que os executivos se veem diante de uma espécie de “acerto de contas”.
Enquanto o levantamento do IBEF e da PwC sublinha o papel dos executivos de finanças na construção de uma agenda ESG, o relatório do PMI destaca a importância dos gerentes de projeto para encabeçar as mudanças necessárias. São estes profissionais que farão “as ideias se concretizarem em práticas contínuas, assertivas e sustentáveis a longo prazo”, segundo Ricardo Triana, diretor-geral do Project Management Institute no Brasil e na América Latina.
Cabe a eles, ainda, integrar as metas em indicadores-chave de desempenho e alavancar os resultados para todos os públicos-estratégicos. A principal conclusão do documento é que grande parte dos líderes em geral está despreparada para lidar com questões sobre ESG, por falta de conhecimento e de governança. Todavia, o relatório do PMI também conclui que um forte compromisso com a temática “é o que a sociedade exige dos negócios modernos – e isso significa mostrar evidências claras de progresso.”
Veja outros dados do relatório do IBEF e PwC:
Relevância dos incentivos fiscais para impulsionar agenda ESG
Impostos verdes para fomentar agenda ESG
Programas de remuneração dos executivos consideram metas socioambientais
Finanças sustentáveis são alternativa de captação?
Mauricio Colombari – Sócio PwC Brasil
Divulgação/ Divulgação
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Mecanismo protege depositantes e investidores no âmbito do Sistema Financeiro Nacional O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) é uma entidade privada, sem fins lucrativos, criada em 1995 para proteger depositantes e investidores no âmbito do Sistema Financeiro Nacional (SFN), dentro de determinados limites.
Esse mecanismo de proteção é acionado em caso de intervenção e liquidação extrajudicial e reconhecimento, pelo Banco Central, do estado de insolvência de uma instituição associada. Assim, faz parte da missão do fundo contribuir para a manutenção da estabilidade do SFN e para a prevenção de crises bancárias sistêmicas.
Além de depósitos à vista e investimentos populares como poupança e CDB, o FGC cobre instrumentos financeiros como operações compromissadas.
Os recursos do fundo são formados a partir das contribuições das instituições associadas a ele.
Quais depósitos ou investimentos são cobertos pelo FGC?
Têm garantia do FGC os depósitos à vista ou em poupança; depósitos a prazo, como CDB e RDB; letras de câmbio (LC); letras hipotecárias (LH); letras de crédito imobiliário (LCI); e letras de crédito do agronegócio (LCA).
Também são cobertas pelo FGC operações compromissadas que têm como objeto títulos emitidos após 8 de março de 2012 por empresa ligada; e depósitos mantidos em contas não movimentáveis por cheques destinadas ao registro e controle do fluxo de recursos referentes a prestação de serviços de pagamento de salários, vencimentos, aposentadorias, pensões e similares.
LIG tem garantia do FGC?
A Letra Imobiliária Garantida (LIG), criada pela resolução 4.598/2017 do CMN, não tem garantia do FGC. O fundo só cobre os instrumentos financeiros definidos no seu regulamento.
Letras Imobiliárias (LI) também não têm cobertura do FGC.
Fundo de investimento é coberto pelo FGC?
Créditos de titularidade de instituições financeiras, de entidades de previdência complementar, de sociedades de capitalização, seguradoras, clubes de investimento e fundos de investimento não são cobertos pelo FGC.
Os fundos de investimento são entidades constituídas na forma de condomínios e as suas cotas não têm garantia do FGC.
Da mesma forma, depósitos em VGBL e PGBL não têm garantia do FGC, pois são fundos de investimento.
Também não têm garantia do FGC os depósitos, empréstimos ou outros recursos captados ou levantados no exterior, assim como depósitos judiciais.
Qual o valor máximo garantido pelo FGC?
O FGC cobre até R$ 250 mil por pessoa contra uma instituição associada, ou contra todas as instituições associadas de um mesmo conglomerado financeiro.
Em que prazo o FGC paga o credor?
Segundo o FGC, não é possível estipular um prazo, porque isso depende de informações passadas pelo interventor ou liquidante da instituição financeira. Mas, uma vez recebidas as informações e documentos, o pagamento se inicia entre 10 e 15 dias.
Quais instituições financeiras são associadas ao FGC? Fintechs participam?
Bancos em geral e fintechs que recebem depósitos e captam recursos com determinados instrumentos são obrigatoriamente associados ao FGC.
A lista completa, disponível para consulta no site do FGC, contempla bancos de diversos perfis – múltiplos, comerciais, de investimento e de desenvolvimento –, públicos e privados; sociedades de crédito, financiamento e investimento; sociedades de crédito imobiliário; companhias hipotecárias; e associações de poupança e empréstimo em funcionamento no Brasil que:
recebam depósitos à vista, em contas de poupança, ou depósitos a prazo;
realizem aceite em letras de câmbio;
captem recursos mediante emissão e colocação de letras imobiliárias, letras hipotecárias, letras de crédito imobiliário (LCI) e letras de crédito do agronegócio (LCA);
captem recursos por meio de operações compromissadas tendo como objeto títulos de emissão de empresa ligada.
De onde vêm os recursos do FGC? Como são definidas as contribuições?
O FGC é mantido pelas contribuições das instituições financeiras associadas, que contribuem mensalmente com 0,01% do total de seus depósitos elegíveis à garantia ordinária.
No caso dos depósitos a prazo com garantia especial (DPGE), a contribuição é de 0,025% ao mês para emissões com alienação de recebíveis. Para o estoque de DPGE sem alienação de recebíveis, a contribuição é de 0,0833% ao mês.
A contribuição é, portanto, proporcional ao montante de depósitos elegíveis que cada instituição possui.
Marcos Santos/USP Imagens
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