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O suíço é um dos sete atletas que já ganharam mais de US$ 1 bilhão antes de impostos ao longo da carreira, segundo a “Forbes” Roger Federer anunciou nesta quinta-feira que vai se aposentar das competições oficiais de tênis. O atleta suíço de 41 anos deixa os Grand Slams bem longe da primeira colocação do ranking da ATP — lugar que ele ocupou durante anos e que hoje pertence ao jovem Carlos Alcaraz. Ainda assim, ele sai das quatro linhas com o título de tenista mais rico do mundo.
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Desde o US Open de 2021, ele recebeu cerca de US$ 90 milhões antes de impostos e taxas, de acordo com a “Forbes”, mesmo sem jogar uma partida oficial há 14 meses. O dinheiro vem de patrocínios, aparições e outros empreendimentos comerciais. De acordo com o site da ATP, ele acumulou US$ 130,6 milhões em prêmios de competições ao longo da carreira.
Federer é um dos sete atletas que já ganharam mais de US$ 1 bilhão antes de impostos, segundo a “Forbes”. Para se ter ideia, o também tenista Rafael Nadal acumulou cerca de US$ 500 milhões, enquanto Novak Djokovic, mais de US$ 470 milhões.
De acordo com o site da ATP, Roger Federer acumulou US$ 130,6 milhões em prêmios de competições ao longo da carreira
Bloomberg

Fundada em 1976, a Renascença construiu seu negócio como especialista no mercado aberto, fazendo a ponte com outros intermediários e o investidor final nas trocas com lastro em títulos públicos Um ano após a Warren anunciar a compra da Renascença DTVM, a operação foi aprovada agora pelo Banco Central (BC). Os controladores da Warren são André Capitani Gusmão, Tito Capitani Gusmão, Marcelo Maisonnave de Oliveira e Rodrigo Grundig Monteiro.
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Ministros vão decidir se cobrança vale a partir deste ano ou 2023 O Supremo Tribunal Federal (STF) começa a julgar na sexta-feira da próxima semana se a cobrança do diferencial de alíquotas (Difal) do ICMS no comércio eletrônico já poderia estar sendo feita em 2022 ou se apenas a partir do próximo ano. Os Estados estimam que sem essa arrecadação correm o risco de perder, neste ano, R$ 9,8 bilhões. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

Terceiro lugar nas pesquisas de intenção de voto, Ciro Gomes (PDT), disse nesta quinta-feira (15) que o ex-presidente Lula (PT) recorre a memória afetiva “mentirosa” em sua campanha. “Nunca houve esse período em que todo mundo comia picanha e tomava cerveja”, disse o candidato em entrevista à Rádio Jornal, no Recife, onde cumpre agenda de campanha.
Ciro disse que o consumo na era do PT só foi possível devido à expansão do crédito com os juros mais altos do mundo, o que deixou 66 milhões de pessoas “humilhadas” no SPC.
Após a entrevista, em evento para militantes, Ciro voltou a atacar Lula. Segundo ele, o petista não teve “moral” para rebater as denúncias de corrupção feitas pelo presidente Jair Bolsonaro, “um grande picareta com toda a família envolvida em corrupção”, durante debate na Band.
Tentando driblar a polarização da campanha, Ciro disse aos militantes que “um escorregão num debate pode destruir uma candidatura ou fazer uma outra subir. “O povo não está apaixonado por ninguém. O povo está sendo induzido pelo sistema a votar no coisa ruim ou no coisa pior”, disse.
O candidato criticou a escolha de Geraldo Alckmin (PSB) para chapa com Lula e disse que o ex-governador “pensa completamente diferente” do petista.
Sem palanque no Estado, Ciro soma 5% das intenções de voto em Pernambuco, segundo Ipec. Lula tem 62%, Bolsonaro soma 22% e Simone Tebet (MDB), 2%.
Ciro Gomes durante ato de campanha no Recife
Keiny Andrade/Divulgação
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Paralisação aumentaria os gargalos na cadeia de suprimentos da maior economia mundial em meio à inflação alta e os riscos de uma recessão Operadoras ferroviárias e sindicatos dos Estados Unidos que representam mais de 100 mil trabalhadores chegaram, segundo o governo americano, a um acordo provisório para evitar uma greve que poderia aumentar os gargalos na cadeia de suprimentos da maior economia mundial.
Após 20 horas seguidas de negociações, empresas e sindicalistas chegaram a um acordo preliminar que equilibra as necessidades dos trabalhadores, das empresas e da economia, de acordo com comunicado divulgado pelo Departamento do Trabalho dos EUA nesta quinta-feira.
Foi um “acordo árduo e mutuamente benéfico”, disse o comunicado enviado por e-mail. “Nosso sistema ferroviário é parte integrante de nossa cadeia de suprimentos, e uma interrupção teria impactos catastróficos em indústrias, viajantes e famílias em todo o país.”
O pacto estende o período de negociação até que membros do sindicato possam ratificá-lo, disse um funcionário do governo.
Além dos potenciais gargalos no transporte de produtos como milho e veículos, a perspectiva de uma greve colocou o presidente dos EUA, Joe Biden, em um dilema político: pressionar explicitamente por um acordo e arriscar minar suas promessas de campanha pró-sindicato, ou ficar do lado dos trabalhadores durante uma greve e arriscar ser culpado por prejudicar uma economia assolada por uma inflação crescente e problemas na cadeia de suprimentos.
Greve ameaçava causar um prejuízo de US$ 2 bilhões por dia à economia dos EUA
Kevin Wolf/AP
Biden fez sua intervenção na noite de quarta-feira, enquanto as conversas estavam em andamento, tendo enfatizado durante uma ligação com os negociadores a importância de evitar danos a famílias, agricultores e empresas, disse uma autoridade da Casa Branca.
“Esses trabalhadores ferroviários receberão melhores salários, melhores condições de trabalho e paz de espírito em relação aos custos de saúde: tudo conquistado com esforço”, disse Biden em comunicado.
A resolução provisória foi anunciada um dia antes do prazo que vencia nesta sexta-feira e que poderia levar a uma greve dos ferroviários ou que estes fossem impedidos de entrar nas empresas. A paralisação afetaria uma infraestrutura crítica que transporta cerca de 40% de toda a carga de longa distância nos EUA e ameaçaria uma nova onda de caos na cadeia de suprimentos.
O acordo para selar as intermináveis negociações ocorreu depois que um conselho nomeado por Biden no mês passado ter emitido uma série de recomendações para resolver a disputa, incluindo aumentos salariais e melhor cobertura de saúde.
Essa proposta não incluía termos sobre prazo, comparecimento e outras questões importantes para dois grandes sindicatos que ficaram de fora de um acordo aceito por outros: filiados ao sindicato Teamsters e à International Association of Sheet Metal, Air, Rail and Transportation Workers.
(Colaboraram Eric Pfanner e Katia Dmitrieva)

Durante a simulação, Moraes estava acompanhado dos demais ministros do TSE. Fontes do Ministério da Defesa minimizaram o fato de os militares não terem sido chamados e apontaram se tratar de um evento interno da corte Sem a presença de representantes das Forças Armadas, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes, participou da simulação do projeto-piloto que prevê o uso da biometria durante o teste de integridade das urnas, que será realizado no dia das eleições.
A proposta foi apresentada pelos militares no âmbito da Comissão de Transparência das Eleições, criada para discutir aprimoramentos no sistema eleitoral. Inicialmente, a implementação da ideia foi negada pela gestão do ministro Edson Fachin, mas Moraes decidiu colocar em prática o projeto-piloto já no primeiro turno como um gesto em relação às Forças Armadas.
Durante a simulação, Moraes estava acompanhado dos demais ministros do TSE. Fontes do Ministério da Defesa minimizaram o fato de os militares não terem sido chamados e apontaram se tratar de um evento interno da corte.
“É necessário isso [o uso da biometria]? Isso vai melhorar o teste de integridade? É exatamente isso que nós vamos verificar a partir desse projeto-piloto. Nós vamos verificar para ver se vale a pena ampliar isso para todas as seções ou se não há necessidade, se podermos manter o teste de integridade como ele já existe”, disse o ministro.
Em mais de uma momento de sua fala, o presidente do TSE reiterou que se trata de um experimento, que depois vai ser avaliado, para ver se há a necessidade de mantê-lo ou expandi-lo para as próximas eleições.
“A Justiça Eleitoral é aberta a sugestões, mantendo o que vem dando certo, mantendo o que vem garantindo a total lisura das eleições, entre essas medidas, o teste de integridade, mas, repito, vamos testar esse projeto piloto para ver se vale a pena ou não”, apontou.
Moraes também afirmou que, depois de conversar com os representantes dos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs), ficou acertado que o projeto-piloto ocorrerá em 56 urnas, espalhadas por 18 Estados e o Distrito Federal. Inicialmente, a ideia era que o experimento envolvesse entre 5% e 10% do total das 640 urnas destinadas ao teste de integridade, o que significaria algo entre 32 a 64 equipamentos, em pelo menos cinco capitais e o Distrito Federal.
O procedimento ocorrerá com a participação de eleitores voluntários que, após votar no dia do pleito, serão convidados a participar da iniciativa em um local próximo ao da votação.
Segundo Moraes, a novidade em relação ao teste de integridade tradicional é simular um ambiente mais próximo à realidade do dia da votação.
Ele, no entanto, explicou que não será o eleitor que aceitar participar do experimento vai contribuir apenas com a biometria e que todo o resto do procedimento vai ser realizado por servidores do Poder Judiciário, seguindo o modelo do teste de integridade tradicional.
“Por que não é o eleitor que participa do teste e não digita o voto na urna? Porque isso, por óbvio, poderia acarretar quebra do sigilo do voto do eleitor, porque o eleitor poderia eventualmente repetir o voto que ele deu e isso está tudo filmado. Nós podemos quebrar o sigilo do voto do eleitor. Então o eleitor não vota de novo. O eleitor colabora liberando a urna com a sua biometria”, disse.
O teste de integridade tradicional acontece no dia das eleições e é realizado há 20 anos. A diferença para as eleições de 2022 é que o número de urnas foi ampliado de 100 para 640 urnas, para aumentar o alcance, a visibilidade e a transparência do processo.
Os equipamentos testados são escolhidos por sorteio ou por indicação dos partidos. As urnas, então, são retiradas das seções eleitorais e levadas para locais indicados pelos TREs) O teste é colocado em prática por representantes do Poder Judiciário e de outras entidades, e não por eleitores reais.
A ideia do teste é realizar uma espécie de dupla votação, tanto em cédulas de papel quanto nas urnas, para permitir a checagem do que foi depositado nos equipamentos eletrônicos. Os votos em papel são digitados na urna, contados e o resultado comparado à totalização final. Todo o processo é filmado e acompanhado por empresa de auditoria externa.
Moraes
Nelson Jr/SCO/STF

