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Metal precioso não consegue sustentar uma alta desde a divulgação da inflação nos EUA em agosto, que veio mais forte do que o esperado e fez com que o dólar disparasse no exterior Os contratos futuros do ouro fecharam em queda nesta quinta-feira, com a reunião de política monetária do Federal Reserve (Fed) no radar. Este foi o preço mais baixo do ouro na variação diária desde abril de 2020.
O metal precioso não consegue sustentar uma alta dos preços desde a divulgação do índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) dos Estados Unidos, que veio mais forte do que o esperado e fez com que o dólar disparasse no exterior.
No fechamento, os preços dos contratos do ouro para outubro na Comex da Bolsa de Nova York terminaram em retração de 1,86%, a US$ 1.677,30 por onça-troy.
“O momento é muito ruim para o ouro” com as expectativas de um ritmo agressivo contínuo de aumentos das taxas de juros pelo Fed em suas reuniões em novembro e dezembro, afirmou Chintan Karnani, diretor de pesquisa da Insignia Consultants.
Espera-se que o banco central americano entregue seu próximo aumento da taxa de juros na quarta-feira, com expectativas apontando em grande parte para um aumento da taxa básica de juros de 0,75 ponto percentual.
O índice DXY, que mede o comportamento do dólar frente a uma cesta composta por seis moedas de mercados desenvolvidos operava em leve valorização de 0,04%, a 109,705 pontos, às 15h15.
No mesmo horário, o rendimento da T-note de dez anos operava em alta, a 3,455%, de 3,408%. Já o yield do papel de dois anos do Tesouro americano avançava de 3,860% para 3,784%.
Pixabay
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Militares estariam esperando publicação de portaria do presidente do TSE com detalhes sobre “procedimentos técnicos relacionados ao teste” O projeto-piloto do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que prevê o uso de biometria no teste de integridade das urnas, não encerrou as desconfianças no Ministério da Defesa com relação ao sistema eleitoral brasileiro, disseram fontes militares ao Valor sob a condição de anonimato.
Essas fontes dizem ainda esperar detalhes sobre “procedimentos técnicos relacionados ao teste”, sem especificar que detalhes seriam esses. Os militares esperam que esses “detalhes técnicos” sejam publicados em portaria do presidente do TSE, ministro Alexandre de Moraes.
Leia mais:
Entenda como vai funcionar o teste nas urnas eletrônicas proposto pelos militares
Lula fala em ocupar Forças Armadas ‘com coisas mais dignas’, caso seja eleito
A corte realizou nesta quinta-feira (15) a simulação do projeto-piloto, feito com base em uma reivindicação de técnicos do Exército. O teste, no entanto, não contou com a participação dos representantes da Forças Armadas.
“Acredito que seja um evento interno do TSE. Planejar, preparar e simular é o que instituições sérias e competentes como o TSE fazem para cumprir suas missões. Não vejo o porquê de a Defesa ser convidada. Há várias outras entidades fiscalizadoras”, disse uma fonte militar.
Das entidades fiscalizadoras do processo eleitoral, apenas o Tribunal de Contas da União enviou representante. Também houve a participação de membro da Procuradoria-Geral Eleitoral (PGE).
Na segunda-feira (12), reportagem do jornal “Folha de S.Paulo” informando que o TSE autorizaria uma “contagem paralela” dos votos pelas Forças Armadas aumentou um mal-estar entre a Corte e os militaes, que Moraes vinha trabalhando para mitigar.
Esse clima ruim ocorre em um contexto em que o presidente Jair Bolsonaro vêm contestando, sem apresentar nenhuma prova, a idoneidade do sistema eleitoral. Nos últimos dias, ele vêm dando declarações dúbias sobre se reconhecerá uma eventual derrota nas urnas.
Ele tem dito que respeitará o resultado “se houver eleições limpas”.
As falas do presidente têm gerado apreensão dentro e fora do país. Veículos como a “The Economist” e o britânico “The Guardian” já manifestaram essa preocupação. O jornal londrino chegou a escrever que “não importam os eleitores, Bolsonaro planeja vencer”.
O mandatário tenta a reeleição neste ano, mas está atrás do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas pesquisas de intenção de voto. Na segunda-feira, o Ipec mostrou Lula com 46% das intenções de voto, contra 31% de Bolsonaro.
Alejandro Zambrana/Secom/TSE

Militares estariam esperando publicação de portaria do presidente do TSE com detalhes sobre “procedimentos técnicos relacionados ao teste” O projeto-piloto do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que prevê o uso de biometria no teste de integridade das urnas, não encerrou as desconfianças no Ministério da Defesa com relação ao sistema eleitoral brasileiro, disseram fontes militares ao Valor sob a condição de anonimato.
Essas fontes dizem ainda esperar detalhes sobre “procedimentos técnicos relacionados ao teste”, sem especificar que detalhes seriam esses. Os militares esperam que esses “detalhes técnicos” sejam publicados em portaria do presidente do TSE, ministro Alexandre de Moraes.
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“Acredito que seja um evento interno do TSE. Planejar, preparar e simular é o que instituições sérias e competentes como o TSE fazem para cumprir suas missões. Não vejo o porquê de a Defesa ser convidada. Há várias outras entidades fiscalizadoras”, disse uma fonte militar.
Das entidades fiscalizadoras do processo eleitoral, apenas o Tribunal de Contas da União enviou representante. Também houve a participação de membro da Procuradoria-Geral Eleitoral (PGE).
Na segunda-feira (12), reportagem do jornal “Folha de S.Paulo” informando que o TSE autorizaria uma “contagem paralela” dos votos pelas Forças Armadas aumentou um mal-estar entre a Corte e os militaes, que Moraes vinha trabalhando para mitigar.
Esse clima ruim ocorre em um contexto em que o presidente Jair Bolsonaro vêm contestando, sem apresentar nenhuma prova, a idoneidade do sistema eleitoral. Nos últimos dias, ele vêm dando declarações dúbias sobre se reconhecerá uma eventual derrota nas urnas.
Ele tem dito que respeitará o resultado “se houver eleições limpas”.
As falas do presidente têm gerado apreensão dentro e fora do país. Veículos como a “The Economist” e o britânico “The Guardian” já manifestaram essa preocupação. O jornal londrino chegou a escrever que “não importam os eleitores, Bolsonaro planeja vencer”.
O mandatário tenta a reeleição neste ano, mas está atrás do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas pesquisas de intenção de voto. Na segunda-feira, o Ipec mostrou Lula com 46% das intenções de voto, contra 31% de Bolsonaro.
Alejandro Zambrana/Secom/TSE

Declaração usada pela campanha de Jair Bolsonaro e questionada no TSE é de 2017, quando Alckmin afirmou que Lula “depois de ter quebrado o Brasil, quer voltar à cena do crime” A ministra Maria Claudia Bucchianeri, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), negou um pedido para retirar do ar inserções da campanha de Jair Bolsonaro (PL) com falas antigas de Geraldo Alckmin (PSB) contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), de quem hoje é vice na chapa. A magistrada também já negou direito de resposta ao ex-tucano.
A fala questionada é de 2017, quando Alckmin afirmou que Lula “depois de ter quebrado o Brasil, quer voltar à cena do crime”.
“Depois de ter quebrado o Brasil, Lula diz que quer voltar ao poder. Ele quer voltar à cena do crime. Está também em suas mãos evitar que a corrupção e a roubalheira voltem a comandar o país. Evitar a volta do petrolão. Evitar o fim da Lava-Jato. É você que pode evitar que um preso condenado por corrupção seja solto”, comentou à época.
Na decisão de quinta-feira, a ministra Maria Claudia destacou que, “como é de todos sabido”, Lula e Alckmin já foram adversários em outros pleitos eleitorais. “Se é assim, ou seja, se as falas trazidas na inserção não chegam a ser questionadas e, ademais, qualificam-se como públicas e notórias, descabe cogitar a irregularidade da propaganda que as utiliza sob enfoque de crítica política”, disse.
Para a ministra, “não é incomum, na dinâmica que é própria da política, que lideranças, ao longo do tempo, mudem de posição sobre assuntos de interesse coletivo, sobre determinadas políticas públicas ou mesmo sobre seus aliados e suas aliadas”.
“Não é atípico que lideranças políticas, outrora contrárias a determinados projetos, passem a defendê-los, e vice-versa. Também não foge ao corriqueiro que antigos aliados políticos se tornem adversários e que antigos concorrentes se tornem parceiros”, afirmou.
Ela defendeu ainda que, eventuais mudanças de posicionamento político são legítimas e inerentes à própria dinâmica da política, mas que é direito do eleitor “ter amplo conhecimento dessas movimentações e ponderar sobre os motivos que as justificaram”.
“Todos esses fundamentos, portanto, levam-me a entender pela inexistência de irregularidade da propaganda eleitoral veiculada na inserção, o que me impede de deferir o pedido de medida cautelar formulado pelo autor”, escreveu.
Sede do TSE, em Brasília
Marcello Casal Jr./Agência Brasil
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Trata-se da relicitação de duas concessões rodoviárias que chegam ao fim, a Tebe (controlada por empresas de engenharia) e a Triângulo do Sol (do grupo italiano Atlantia e o Bertin) Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

Jair Bolsonaro, presidente da República
CRISTIANO MARIZ/Agência O Globo
O presidente Jair Bolsonaro conseguiu costurar alianças com dois partidos para a campanha à reeleição ao Palácio do Planalto nas eleições de 2022. O PP e o Republicanos formam a coligação com o PL, partido do candidato.
Bolsonaro se filia ao PL e afirma que está se sentindo ‘em casa’ no Centrão
Com discurso religioso, Republicanos homologa apoio à reeleição de Bolsonaro
Quando vão ser as eleições de 2022? Quais os cargos em disputa? Tire suas dúvidas
Em 2018, Bolsonaro se elegeu presidente pelo PSL, com o apoio do PRTB. No ano seguinte, ele deixou o partido com a justificativa de criar uma legenda nova, o Aliança Brasil, que não saiu do papel.
Depois de ficar dois anos sem partido, o chefe do Executivo se filiou ao PL em novembro de 2021. Este é o nono partido de Bolsonaro desde que entrou na vida política.
“Uma filiação é como um casamento. Agora, não seremos marido e mulher, seremos uma família. Mas vocês todos fazem parte dessa nossa família”, disse Bolsonaro, no evento de filiação.
O presidente nacional do PL – Partido Liberal – é Valdemar Costa Neto, condenado e preso por envolvimento no mensalão.
Valdemar e Bolsonaro, quando o presidente filiou-se ao Centrão
Valor
O PP – Progressistas – é comandado por Ciro Nogueira, atual ministro da Casa Civil e articulador da campanha de Bolsonaro.
O presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira
Marcelo Camargo/Agência Brasil
Comandado pelo deputado Marcos Pereira, o Republicanos oficializou o apoio à reeleição de Bolsonaro em julho de 2022.
Marcos Pereira
Bruno Poletti/Folhapress
As legendas fazem parte do “Centrão”, grupo do Congresso que teve cargos em todos os governos desde a redemocratização.

