07/01/2026 Após a sanção, portaria publicada hoje fixa o prazo de 5 de fevereiro para regularização O Ministério da Pesca...

Levantamento foi realizado pelo Ipec com brasileiros de 11 a 19 anos; trabalho infantil e dificuldades de aprendizagem são os principais motivos da evasão O Brasil tem mais de uma em cada dez crianças e adolescentes (11%) de 11 a 19 anos fora da escola, aponta pesquisa do Ipec encomendada pelo Unicef. Segundo o levantamento, divulgado nesta quinta-feira, isso representa cerca de 2 milhões de brasileiros nessa faixa etária.
Entre quem não está frequentando a escola, metade (48%) afirma que deixou de estudar porque “tinha de trabalhar fora”. Dificuldades de aprendizagem aparecem em segundo lugar, com 30% afirmando que saiu “por não conseguir acompanhar as explicações ou atividades”.
Em seguida, 29% dizem que desistiram pois “a escola não tinha retomado atividades presenciais” e 28% afirmam que “tinham que cuidar de familiares”. Aparecem na lista, também, temas como falta de transporte (18%), gravidez (14%), desafios por ter alguma deficiência (9%), racismo (6%), entre outros.
Na classe AB, o percentual é de 4% e, na classe DE, chega a 17% – ou seja, quatro vezes maior. O levantamento foi feito em agosto com 1.100 entrevistas presenciais, com autorização dos pais dos respondentes menores de idade.
“A gente estimava que antes da pandemia a gente tinha um milhão de alunos fora da escola. Quando chega essa projeção de dois milhões de crianças entre 11 e 19, é muito grave. Até porque, como entrevistamos diretamente os jovens, não ouvimos aqueles de 4 a 10 anos. Então, o número total é maior ainda”, afirma Mônica Dias Pinto, chefe de Educação do Unicef no Brasil.
O órgão da ONU lançou neste ano a campanha #VotePelaEducação, em parceria com a Agência Artplan, mobilizando a sociedade para que cobre de candidatas e candidatos que priorizem a Educação na hora do voto.
“Temos crianças que precisam ficar em casa para cuidar dos seus familiares se agravou. Crianças que perderam pai, mãe ou os dois. Ou alguma pessoa na família que tinha um papel de cuidadora. Muitas vezes é a menina que assume esse papel”, diz a representante do Unicef.
José Luiz da Conceição/Agência O Globo
Um em cinco alunos pensa em desistir
Entre os estudantes que estão na escola, a evasão é um risco real. Segundo a pesquisa, nos últimos três meses, 21% de quem está na escola pensou em desistir dela. Entre os principais motivos está o fato de não conseguir acompanhar as explicações ou atividades passadas pelos professores – item citado por 50% dos que pensaram em desistir.
“Apesar dos enormes desafios, a maioria dos estudantes está feliz por ter voltado presencialmente para a escola” diz Mônica.
Depois do longo período de fechamento das escolas, que impactou profundamente a vida de alunos, estar na escola é um fator de esperança. Segundo a pesquisa, entre quem está frequentando a escola, 84% dizem estar interessados nos estudos, 71% se sentem animados e 70% estão otimistas com o futuro.
Ao comparar a escola de hoje com a de antes da pandemia, os estudantes apontam pontos positivos. A maioria diz que a escola está mais preocupada com cuidados de higiene (66%), que aumentou o nível de exigência dos professores (56%), que aumentou o quanto aprende nas aulas (55%) e a frequência escolar (52%).
Os estudantes também destacam o esforço da escola em fazer avaliações do que cada um aprendeu durante a pandemia e suas dificuldades (79%) e afirmam que a escola está desenvolvendo atividades que favorecem um bom relacionamento entre os estudantes (71%).
“Os dados mostram a importância da escola pública na vida de meninas e meninos em todo o Brasil. Os estudantes confiam na escola como espaço de aprendizagem e de interação com seus pares. Eles valorizam o esforço dos educadores e estão dispostos a retomar seu direito de aprender”, afirma Mônica.
Quando perguntados sobre questões relacionadas a saúde mental, a grande maioria dos estudantes (80%) dizem que é necessário que a escola ofereça atendimento de profissionais para apoio psicológico aos estudantes, e espaços em que eles possam falar sobre os sentimentos (74%). Esses dois itens, no entanto, nos últimos três meses, só foram oferecidos por 39% e 43% das escolas, respectivamente.
Por fim, a pesquisa mostra que ainda há escolas fechadas, apenas ofertando aulas remotas, no País. Enquanto 92% dos estudantes dizem que sua escola só tem aulas presenciais, ainda há 5% que afirmam ter aulas presenciais e remotas, e 3% que tem apenas aulas remotas. A região Norte é a que apresenta o cenário mais desafiador, com apenas 82% das escolas totalmente presenciais e 11% apenas com aulas remotas.
“Não se pode mais aceitar que escolas continuem fechadas no Brasil em meados de 2022. É urgente tomar as medidas necessárias para que cada criança e adolescente possa estar presencialmente na escola, sem exceção”, defende Mônica.
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A força do dólar no exterior também continua penalizando a commodity, uma vez que ela é indexada em moeda americana O petróleo encerrou a sessão desta quinta-feira (15) recuando mais de 3% em ambos os contratos Brent e WTI, em meio à preocupação do investidor de que a inflação alta se prolongue e estenda o aperto monetário, afetando a atividade econômica e, consequentemente, a demanda pela commodity. Além disso, a força do dólar no exterior continua penalizando o petróleo, uma vez que a commodity é indexada em moeda americana.
No fim das negociações desta quinta-feira, os preços dos contratos do Brent, a referência global, para novembro terminaram em queda de 3,46%, a US$ 90,84 o barril, na ICE, em Londres, enquanto os preços dos contratos do WTI, a referência americana, para outubro recuaram 3,82%, a US$ 85,10 o barril, na Bolsa de Mercadorias de Nova York (Nymex).
Como pontuou a corretora PVM, em nota, as ações e o dólar se estabilizaram com o retorno do apetite ao risco ontem, “mas seria tolice acreditar que a inflação está sob controle e que o Fed recuará de seu programa de aperto quantitativo”. Além de se beneficiar de uma fraqueza do dólar e recuperação dos ativos de risco ontem, a corretora apontou que um suporte para o petróleo vindo da luta pelo enclave de Nagorno-Karabakh, contestado entre a Armênia e o Azerbaijão. A situação “ainda não se transformou em um grande conflito, mas caso as questões aumentem, a produção de petróleo de 600 a 700 mil barris por dia do Azerbaijão pode estar em risco, sem mencionar as interrupções que o fechamento de oleodutos na região pode causar”.
Apesar disso, a corretora lembrou que os temores de inflação e recessão são um perigo muito claro e presente, como revelado na terça-feira, quando o CPI levou a uma venda de 4% nas ações dos EUA e uma reversão significativa da fortuna em dólar, que arrastou o petróleo para baixo com eles.
Hoje, o dólar voltou a crescer no exterior, com o índice DXY avançando 0,10% perto das 16h30, a 109,764 pontos. Assim, a moeda americana se mantém em patamar bastante elevado e continua penalizando a commodity.
Pixabay

Mesmo longe de vitrine do mercado cripto, os jogos relacionados à tecnologia blockchain ainda se mostram relevantes Os games em Web3 tiveram grande destaque no recente ciclo de alta das criptomoedas, ocorrido entre 2020 e 2021. Para os novos investidores que adentravam o mercado cripto em busca de ganhos, esse caso de uso era geralmente a principal escolha. Alguns acontecimentos, contudo, tiraram parte da credibilidade conquistada por esse setor.
Durante o bear market, nome dado ao período de baixa do mercado de ativos digitais, os jogos em Web3 estão longe de serem esquecidos pelos entusiastas. O uso, desenvolvimento e investimento nesse setor seguem fortes. É importante, então, entender o que faz de um jogo uma parte da Web3, e qual o papel eles podem ter no próximo ciclo de alta.
Jogos, NFTs e blockchain
A forma mais fácil de identificar um jogo desenvolvido para a Web3 é observar o uso de NFTs e criptoativos. A nova forma de jogar foi introduzida ao crescente público interessado e logo os títulos desse setor ganharam um grande número de clientes.
O Axie Infinity, talvez o título mais famoso de 2021 desse setor da Web3, deixou a marca de 850 mil jogadores em janeiro daquele ano e atingiu quase 2,5 milhões de usuários ativos em dezembro.
É possível destacar duas grandes razões por trás da rápida ascensão destas aplicações. A primeira é a relação com NFTs, que já estavam em alta no ano passado. A relação com os tokens não-fungíveis, então, fez com que esses usos disruptivos ‘surfassem no hype’. A segunda razão está relacionada ao modelo de “jogue para ganhar”, ou play to earn.
Em suma, o modelo play to earn remunerava os usuários de jogos em Web3 com tokens que possuíam valor na vida real. Ao contrário da indústria tradicional, onde o fluxo de capital ia apenas em direção às aplicações, agora era possível ganhar dinheiro com elas. E muito dinheiro. Apenas em 2021, o Axie Infinity gerou US$ 1,3 bilhão em receita.
“Mas é claro que todo esse valor foi gerado em um sistema que fica refém da volatilidade inerente ao mercado de criptomoedas”, pondera Robson Harada, CMO do Mercado Bitcoin.
Outro ponto sobre esse novo modelo de remuneração é sua capacidade de ser também o ponto fraco desses games. Os consumidores não eram atraídos pelo entretenimento proporcionado, mas pela capacidade de ganhos. Quanto mais jogadores entravam, mais tokens eram gerados, causando uma inflação que impactou negativamente o preço dos criptoativos. A redução nos ganhos, então, foi a causa para a saída dos interessados.
“Ou seja, o modelo de economia dos tokens (tokenomics) mostrou uma fragilidade, gerando muitos aprendizados para coibir isso no futuro”, diz Harada. Ele acredita também na necessidade de esclarecimento sobre o termo. “O ideal seria ‘jogue e talvez ganhe’. Assim, eventuais investidores adentram o segmento cientes das possibilidades. Sim, sei que não é um nome muito comercial, mas seria mais justo.”
Com menos adeptos, a utilidade dos tokens declinou vertiginosamente, sendo a última etapa do processo que colapsou o preço dos ativos digitais vinculados aos jogos em Web3. Não demorou para que membros da comunidade de criptoativos taxassem o modelo de play to earn como insustentável. No fim, essas novas aplicações da Web3 foram classificadas como pirâmides financeiras.
O CMO do Mercado Bitcoin lamenta o desenrolar de eventos que minou a confiança no setor. “Projetos consistentes e com bom intuito foram prejudicados por projetos maliciosos, que afetaram a imagem de todo o segmento.”
A chegada do ciclo de baixa para o mercado de ativos digitais funcionou como empurrão final para os jogos em Web3 deixarem as manchetes. O tema chegou rapidamente ao mainstream e, da mesma forma, deixou de existir para aqueles que não são entusiastas. Uma grande base dentre os entusiastas da Web, porém, foi mantida.
Em julho, aplicações relacionadas a jogos da Web3 representaram 60% de toda a atividade em blockchain, mostram dados do DappRadar. O interesse não vem apenas dos usuários. No primeiro semestre de 2022, projetos relacionados a NFTs receberam US$ 8,6 bilhões, dos quais US$ 4 bilhões estão relacionados essas aplicações, segundo dados de um relatório da Messari publicado no início de agosto. Dados como esses despertam otimismo entre os analistas.
A dúvida que fica é: o que esperar da nova fase deste mercado?
Geração de receitas
Para Harada, do Mercado Bitcoin, o preço da popularidade através do modelo play to earn foi negligenciar o entretenimento, experiência e jogabilidade. Na nova era desse setor, uma das tendências será o foco maior em diversão, avalia Christian Gazzetta, educador sobre Web3 e consultor de tokenomics para jogos cripto.
Reforçando que esse setor da Web3 cresceu muito devido à ideia de ganhar jogando, Gazzetta acredita que a próxima onda será composta de “títulos envolventes o bastante para reter o usuário, mesmo que não se ganhe nada jogando”. Ele considera que até mesmo a ideia de pagar para jogar estará presente, já que “as pessoas têm feito isso desde sempre”.
Gazzetta, porém, ressalta que esse não é o fim do elemento “ganhar para jogar”. “Como o jogador em busca de diversão fideliza mais do que aquele que só quer maximizar ganhos, jogos mais divertidos podem, inclusive, abrir o leque de possibilidades da geração de receita.”
As novas possibilidades de geração de receita ajudarão no fortalecimento da sustentabilidade dos jogos, diz o especialista, algo antes deixado em segundo plano. Um dos exemplos são os tokens de finanças descentralizadas que dão ao detentor uma participação nas taxas transacionais da blockchain, afirma Gazzetta.
Além da diversão e da sustentabilidade, outra tendência para o futuro próximo dos jogos em Web3 é a variedade de experiências. “Outros estilos de jogo, temáticas e novos modelos de captação poderão atrair um público mais amplo do que o que vimos até aqui.”
Na visão de Harada, o modelo focado em captar e recompensar a atenção, o tempo e o engajamento das pessoas é também uma forte narrativa na próxima onda desse setor. “Isso reforça a tese da Web3 sobre descentralização e de devolver para comunidade valor financeiro real, justo e deixando a cadeia de valor mais bem distribuída”, conclui.
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Para a ministra Maria Claudia Bucchianeri, a postagem no YouTube descumpriu as regras previstas para o impulsionamento de conteúdo na internet A ministra Maria Claudia Bucchianeri, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou que seja retirado do ar um vídeo publicado pelo PL, partido do presidente Jair Bolsonaro, com críticas ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Para a magistrada, a postagem no YouTube descumpriu as regras previstas para o impulsionamento de conteúdo na internet.
Na decisão, Maria Claudia aponta que o anúncio publicitário contratado foi feito de forma irregular. “Isso porque não constam do vídeo o número da inscrição do CNPJ contratante e nem mesmo o alerta de se tratar de propaganda eleitoral, o que desatende, por completo, as exigências constantes [na legislação eleitoral]”, disse.
Segundo ela, o filmete foi veiculado sem indicação de que se trataria de “propaganda eleitoral”, com referência aos partidos integrantes da coligação. A ministra apontou ainda que o impulsionamento custou entre R$ 60 mil a R$ 70 mil.
Maria Claudia disse também que, pelas regras atuais, o impulsionamento apenas poderá ser usado para “promover ou beneficiar” candidatos, sem a possibilidade de amplificação de propaganda negativa contra adversários.
Lula
Maria Isabel Oliveira/Agência O Globo
Em seu despacho, porém, ela afirmou que o vídeo pode ser repostado pela legenda caso a nova peça indique que se trata de uma propaganda e liste os partidos políticos que compõem a coligação que apoia Bolsonaro. Por ter conteúdos negativos de adversários, no entanto, a gravação não poderá ser alvo de novos impulsionamentos.
No vídeo de pouco mais de quatro ministros, o PL associava a imagem de Lula a um suposto “sistema inimigo do povo” e às palavras “espertalhões, ladrões, presidiários e assaltantes do dinheiro público” e ao “mensalão e petrolão”.
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O tenista na verdade ganhou ‘apenas’’ US$ 130 milhões com suas vitórias nas quadras. O essencial de sua fortuna vem dos contratos com as marcas, em razão de sua imagem pessoal. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

