07/01/2026 Após a sanção, portaria publicada hoje fixa o prazo de 5 de fevereiro para regularização O Ministério da Pesca...

Eleição 2022 Governador MG – Montagem Valor
ATENÇÃO: DEFINIR CRÉDITO!
Pesquisa do Datafolha, encomendada pela TV Globo e pelo jornal “Folha de S.Paulo”, confirmou a vantagem do governador de Minas Gerais e candidato à reeleição, Romeu Zema (Novo), sobre os demais postulantes ao cargo.
Quem são os candidatos ao governo de Minas Gerais nas eleições 2022
Zema tinha 52% das intenções de voto na pesquisa divulgada no dia 1º de setembro e agora atingiu 53%. Considerando a margem de erro, ele tem entre 50% e 56% das intenções de voto, indicando que o candidato pode se reeleger já no primeiro turno das eleições.
O ex-prefeito Alexandre Kalil (PSD), que é apoiado pelo candidato à presidência da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT), teve 25% das intenções de voto, ante 22% na medição anterior.
O senador Carlos Viana (PL), candidato do presidente Jair Bolsonaro (PL), apareceu com 5% das intenções de voto, ante 4% na pesquisa anterior.
Vanessa Portugal (PSTU) registrou 1% das intenções de voto, ante 2% na mediação passada. Renata Regina (PCB), Marcus Pestana (PSDB) e Cabo Tristão (PMB) mantiveram cada um 1% das intenções de voto.
Lourdes Francisco (PCO) e Lorene Figueiredo (Psol) não atingiram 1% das intenções de voto, que foi a pontuação alcançada na pesquisas anterior.
Votos em branco e nulos somaram 7% do total. Indecisos são 7% dos entrevistados.
Segundo turno
O Datafolha fez uma simulação de segundo turno entre os dois principais candidatos. Romeu Zema atingiu 60% das intenções de voto, ante 59% na medição feita no início do mês.
Alexandre Kalil teve 33%, ante 31% na medição anterior.
Votos em branco ou nulos foram 4% do total, ante 6% na medição passada. Indecisos foram 3% do total, queda de 1 ponto percentual.
- Ator José Dumont é preso por armazenar pornografia infantil Globo.com
- Investigado por estupro e pedofilia, ator da Globo é preso no Rio de Janeiro Notícias da TV
- Ator José Dumont é preso em flagrante com pornografia infantil O POVO Online
- Ator José Dumont é preso em flagrante por suspeita de posse de pornografia infantil QUEM Acontece
- José Dumont, ator da Globo, é preso por suspeita de pedofilia TV Foco
- Ver cobertura completa no Google Notícias
- Cova coletiva com mais de 440 corpos é encontrada em Izium, na Ucrânia, diz polícia ISTOÉ
- Zelenski denuncia descoberta de vala comum na cidade de Izium R7
- Vala comum é descoberta em Izium, cidade ucraniana recuperada dos russos, diz Zelensky Globo
- Encontrados 440 corpos em vala comum na cidade reconquistada de Izium Jornal de Notícias
- Ver cobertura completa no Google Notícias

Líder nas pesquisas de intenção de voto pelo governo de São Paulo, o ex-prefeito Fernando Haddad (PT) reforçou hoje a campanha pelo voto útil no ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à Presidência e pediu esforços da militância para diminuir a abstenção no primeiro turno.
Ao lado do vice na chapa presidencial, Geraldo Alckmin (PSB), e da ex-ministra Marina Silva (Rede) em São Carlos (SP), Haddad nacionalizou o discurso e criticou o presidente e candidato à reeleição, Jair Bolsonaro (PL), ao afirmar que o país não aguenta mais quatro anos com “esse maluco” na Presidência.
Haddad pediu empenho de seus apoiadores para tentar virar o voto de quem está pensando em votar em advesários do ex-presidente Lula, e alertou para o alto índice de abstenção no primeiro turno, nas eleições de 2018, quando foi candidato do PT à Presidência. A campanha de Lula teme que se a ausência de eleitores for alta, isso poderá prejudicar o desempenho eleitoral do petista.
“Nós temos que virar voto”, disse Haddad, em São Carlos, no interior paulista. “E mais: um dos fatores que comprometeram 2018 foi o nível de abstenção. Muita gente deixou de votar, porque era tanta gente falando mal de todo mundo que o cara falou: ‘quer saber, é tudo igual’. Não é. Hoje sabemos que não é tudo igual. Faz muita diferença ter um cara comprometido com o país e ter um cara só comprometido com os filhos dele”, afirmou o candidato do PT ao governo paulista.
Na sequência, Haddad fez um apelo à militância. “Temos que chegar e dizer: ‘pelo amor de Deus, vá votar. Não deixe de votar. Exerça a sua cidadania. Vai lá e vota”, disse, ao lado de Alckmin e de Marina Silva, que nesta semana anunciou formalmente seu apoio a Lula.
Na disputa presidencial de 2018, a abstenção foi alta no primeiro turno, de 29,94 milhões de eleitores (20,33%). Os votos em branco chegaram a 3,1 milhões (2,65%) e 7,2 milhões de eleitores (6,14%) anularam o voto no primeiro turno daquela eleição.
O ex-presidente Lula tem feito uma ofensiva para tentar vencer a disputa contra Bolsonaro no primeiro turno. Para isso, o petista precisa obter mais da metade dos votos válidos (excluídos os votos em branco e os votos nulos).
Haddad disse que “é bom” ter dois turnos em uma eleição, para aprofundar o debate, mas afirmou que a disputa presidencial deste ano precisa ser resolvida no primeiro turno porque o país vive uma “situação que não é normal”.
“Está definida a eleição entre duas pessoas: um ex-presidente que saiu com 87% de aprovação e tem o atual presidente que é uma vergonha internacional, mas infelizmente tem apoio. Infelizmente”, disse o ex-prefeito petista. “Digo isso porque na sociedade que imagino, na utopia, Bolsonaro inspiraria cuidados, mas não votos. Só cuidado. Bota três pessoas para cercar o bicho. Mas voto não deveria ter nenhum. Essa é a minha opinião mesmo”, disse.
Haddad continuou a nacionalizar o discurso. “Não há quem aguente mais quatro anos com esse maluco na Presidência. É uma pessoa que não tem empatia, solidariedade com ninguém, realmente não dá”, disse. “[Bolsonaro] é uma pessoa que não está preparada para a convivência pessoal, que não perde uma oportunidade para agredir a outra. Uma pessoa que desperdiçou o 7 de setembro do nosso bicentenário com aquela cena patética”, afirmou, referindo-se indiretamente ao coro de “imbrochável” que o presidente da República pediu paras seus apoiadores nas festividades dos 200 anos da Independência.
O candidato do PT destacou a presença de Alckmin em seu palanque e lembrou que o ex-tucano, que está filiado ao PSB já venceu cinco eleições estaduais em São Paulo — como vice de Mario Covas e como cabeça de chapa. Ressaltou também a companhia de Marina, a quem chamou de “a melhor ex-ministra do meio ambiente”.
Haddad fez atividades de campanha nesta quinta-feira em São Carlos e Araraquara e procurou minimizar a dificuldade do PT no interior paulista. Segundo o petista, “ninguém é conservador” a ponto de não “querer mudar para melhor”. O candidato afirmou que pretende compensar a resistência do eleitorado do interior com uma votação maior na capital e região metropolitana.
Fernando Haddad
Diogo Zacarias/Divulgação

Campanha de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) havia acionado o tribunal acusando o opositor de tentar driblar o veto a apresentar Michelle em mais de 25% da inserção de 30 segundos O ministro Paulo de Tarso Sanseverino, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mandou suspender nesta quinta-feira (15) a divulgação de nova propaganda eleitoral do presidente Jair Bolsonaro (PL) que tem a participação da primeira-dama, Michelle Bolsonaro.
A campanha de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao Planalto havia acionado o tribunal acusando o opositor de tentar driblar o veto a apresentar Michelle em mais de 25% da inserção de 30 segundos.
No pedido, os advogados do petista argumentam que a campanha de Bolsonaro usou uma dubladora para narrar o mesmo texto em vídeo que havia sido derrubado pelo TSE por descumprir o limite de tempo da aparição de apoiadores na propaganda.
O vídeo questionado por Lula usa o mesmo texto de outra propaganda que havia sido vetada pelo TSE. Segundo a campanha do petista, uma dubladora narra inclusive a fala de Michelle, para driblar a decisão do tribunal.
“Tamanha trucagem causa, de forma clara, no eleitor a impressão de que as frases estão sendo ditas pela primeira-dama, uma vez que a narradora não alterou sequer as frases, a título de exemplo, aos 12 segundos do vídeo, a narradora afirma: ‘o meu depoimento não é só de uma esposa que ama o seu marido'”, afirma a campanha de Lula.
Os advogados do petista dizem que “de maneira premeditada” a equipe de Bolsonaro usou “trucagem para distorcer a realidade da narração da propaganda”. “Gerando, com isto, a percepção no eleitor de que as frases estão sendo ditas por Michelle Bolsonaro”.
O ministro Sanseverino não chega a ser assertivo em afirmar que a campanha bolsonarista usou uma dubladora. Mas diz que o teor da fala da primeira-dama é “idêntico ao depoimento proferido por Michelle Bolsonaro” na inserção que havia sido vetada pelo TSE.
“Desse modo, em que pese os ajustes realizados na inserção, entende-se, ao menos neste juízo de cognição sumária, serem insuficientes para atestar o atendimento à regra” sobre a presença de um apoiador não superar 25% do tempo de inserção.
“O fato de a aparição da imagem de Michelle Bolsonaro ter sido reduzida, dando lugar a outras cenas, não afasta a sua participação durante 100% do tempo da inserção via áudio consubstanciado em seu discurso”, escreveu ainda o ministro.
O TSE já havia atendido a pedidos das campanhas de Simone Tebet (MDB) e Lula para interromper a divulgação de inserções que têm Michelle como protagonista.
A campanha de Bolsonaro aposta na imagem da primeira-dama para conquistar o eleitorado feminino.
Michelle se enquadra como “apoiadora” na inserção pelas regras eleitorais. A participação dela não pode superar 25% do tempo total da peça.
Michelle e Bolsonaro nas comemorações do 7 de Setembro em Brasília
Cristiano Mariz/Agência O Globo
- Nubank vai pedir cancelamento de registro de companhia aberta no Brasil Globo
- BREAKING: Nubank fecha capital no Brasil – BrazilJournal Brazil Journal
- Nubank deixará de ser companhia aberta no Brasil; investidor poderá trocar BDR por ação nos EUA InfoMoney
- Nubank seguirá com ações em Nova York, mas decide fechar o capital no Brasil Economia & Negócios Estadão
- Nubank anuncia processo para cancelar listagem no Brasil NeoFeed
- Ver cobertura completa no Google Notícias
- Pesquisa Datafolha em São Paulo: Haddad tem 36%, Tarcísio e Rodrigo empatam Yahoo Noticias
- Pesquisa Datafolha em São Paulo: Haddad tem 36%, Tarcísio, 22%, Rodrigo, 19%, e os dois estão empatados tecnicamente Globo.com
- Haddad e Tarcísio vão usar crise no PSDB para atrair aliados de Garcia Internet Group
- Datafolha: Rodrigo sobe e empata com Tarcísio em 2º; Haddad lidera UOL
- Datafolha: 35% dizem não votar em Haddad de jeito nenhum, ante 27% em Tarcísio e 17% em Rodrigo UOL
- Ver cobertura completa no Google Notícias
- Datafolha no RJ: Witzel tem 47% de rejeição, Freixo, 25% e Castro, 19% Globo
- Datafolha: Castro (31%) e Freixo (27%) lideram disputa ao Governo do Rio UOL
- Moura Brasil: Cláudio Castro pode ter atingido teto ou estar sofrendo desgaste | EXPRESSO CNN CNN Brasil
- Datafolha no RJ: Castro tem 31% e Freixo, 27% Globo
- No Rio, Castro e Freixo seguem em empate técnico, mostra Datafolha Brasil 247
- Ver cobertura completa no Google Notícias

Candidato do PSDB, Rodrigo Garcia cresceu quatro pontos nos últimos 15 dias CANDIDATOS AO GOVERNO DE SP, FERNANDO HADDAD, TARCISIO FREITAS e RODRIGO GARCIA
MONTAGEM VALOR
Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira mostra o ex-prefeito Fernando Haddad (PT) com 36% das intenções de voto, na liderança da disputa. O ex-ministro Tarcísio de Freitas (Republicanos) tem 22% e o governador Rodrigo Garcia (PSDB), 19%.
Quem são os candidatos ao governo de São Paulo nas eleições 2022
Na comparação com o levantamento anterior, de 1º de setembro, Haddad e Tarcísio oscilaram um ponto para cima cada. Rodrigo Garcia cresceu quatro pontos.
Tarcísio e Garcia estão em empatados tecnicamente, dentro da margem de erro da pesquisa, de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
Pontuaram com 1% de intenções de voto cada Gabriel Colombo (PCB), Antonio Jorge (Democracia Cristã); Carol Vigliar (Unidade Popular); Elvis Cezar (PDT); Altino Júnior (PSTU) e Vinicius Poit (Novo).
Edson Dorta (PCO) não pontuou.
Votos em brancos e nulos somam 11%, pessoas que não sabem em quem votar representam 7%.
A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal “Folha de S.Paulo”.
Segundo turno
Em um eventual segundo turno, Haddad venceria Tarcísio por 54% a 36% do ex-ministro. Votos em branco e nulo são 8% e indecisos, 2%.
Se a disputa fosse entre Haddad e Garcia, o petista venceria por uma margem mais apertada, de 47% a 41%. Votos em branco e nulo somam 11% e eleitores indecisos, 2%.
Rejeição
Mais conhecido entre os eleitores, Haddad tem a maior rejeição, de 35%, seguido por Tarcísio, de 27%. Garcia tem rejeição de 17%.
Avaliação do governo
Desde maio no cargo, depois de herdar o governo de João Doria (PSDB), Rodrigo Garcia tem visto a avaliação de seu governo melhorar. Na pesquisa de junho 24% dos eleitores consideravam a gestão ótima ou boa. Em agosto caiu para 22%, mas depois subiu para 27% em 1 de setembro e agora é são 31%.
Aqueles que achavam ruim ou péssima somavam 15% em junho, 17% em agosto, 14% no início de setembro e agora são 13%.
A avaliação regular foi de 47% de junho para 42% agora. Eleitores que disseram não saber somam 13% na pesquisa divulgada nesta quinta-feira.
Metodologia
O Datafolha ouviu 1.808 pessoas entre os dias 13 e 15 de setembro em 74 municípios paulistas. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) como SP-06078/2022.

