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Conheça a história da EJA, hoje um direito constitucional no país, e onde estão os polos de ensino que oferecem essa modalidade aos cidadãos de São Carlos
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Existem diversas razões que levam uma pessoa à interrupção dos estudos, de forma que o analfabetismo entre jovens e adultos no Brasil não têm uma origem única; ele é um sintoma diretamente relacionado à desigualdade social, de raça e de gênero, podendo também estar vinculado a dificuldades de inclusão no sistema educacional.
A seriedade da situação consiste no fato de se tratar de um problema estruturante, que promove a manutenção da desigualdade social, na medida em que impede o acesso a oportunidades de trabalho digno e melhores condições de vida. De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) 2019, a taxa de analfabetismo de pessoas de 15 anos ou mais é estimada em 6,6% da população – o equivalente a 11 milhões de pessoas –, mesmo a alfabetização sendo um direito básico universal.
Desde a Constituição Federal de 1988, a legislação prevê o direito à educação a toda a população, inclusive às pessoas que não tiveram acesso à escola básica nas idades apropriadas, isto é, na infância e na adolescência. Foi no contexto da Constituição Cidadã que a Educação de Jovens e Adultos (EJA) substituiu o modelo anterior, conhecido como supletivo. A EJA procura contemplar uma formação mais ampla e inclusiva no Fundamental I e II (1º ao 5º ano, e 6º ao 9º ano, respectivamente) e também no Ensino Médio.
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Educação para todos em São Carlos
A EJA apresenta especificidades, problemáticas e metodologias próprias ao adaptar o conteúdo aprendido no período da infância para a realidade de jovens e adultos, que, uma vez excluídos do processo de ensino, procuram à escola com o objetivo de iniciar a escolarização ou retomar os estudos de onde pararam. Assim, valoriza-se os conhecimentos prévios que os estudantes carregam consigo, fazendo deles o ponto de partida para a construção do conhecimento.
Em São Carlos, a rede municipal de ensino possui vários polos da EJA, entre os quais alguns oferecem o processo inicial de alfabetização, enquanto outros permitem ao estudante avançar para a conclusão do Ensino Fundamental.
A Escola Municipal de Educação de Jovens e ADULTOS (EMEJA) “Austero Mangerona” atua como A sede administrativa e pedagógica do Fundamental I. Mas existem outras unidades espalhadas pela cidade, como dentro de Escolas Municipais de Ensino Básico (EMEBs) e até em igrejas, de forma a facilitar o acesso a indivíduos de diferentes regiões.
“Os perfis dos alunos que frequentam a EJA são muito variados. Há polos que concentram pessoas mais jovens, outros com mais adultos e idosos. Mas há algo em comum entre todos: a chance de estudar é vista como uma libertação, sinônimo de autonomia e, por isso, é também prazeroso”, destaca o diretor da EMEJA, Eder Zuccolotto.
Ele explica que, atualmente, os polos atendem cerca de 200 pessoas no Ensino Fundamental I (1º, 2º e 3º ano), mas a estimativa é que existam cerca de 23 mil pessoas analfabetas em São Carlos.
“Imagine, por exemplo, uma idosa que não pôde ser alfabetizada porque o companheiro ou os pais não a permitiram. Ou mesmo um trabalhador que tem seu emprego, família, só lhe falta um documento: o diploma. Então, ao retornar aos estudos ele se torna aluno e professor. Todos aprendem, todos crescem”, avalia o diretor.
Onde encontrar
As unidades escolares que atendem à EJA são:
EMEB “Carmine Botta” (Ensino Fundamental do 1º ao 9º Ano no período noturno) para a região da Vila Prado;
EMEB “Professora Dalila Galli” (Ensino Fundamental do 1º ao 9º ano no período noturno) para a região do Jardim Jockey Clube;
EMEB “Arthur Natalino Deriggi” (Ensino Fundamental do 1º ao 9º ano no período noturno) para a região do bairro Antenor Garcia;
EMEB “Affonso Fioca Vitali” (Ensino Fundamental do 1º ao 5º ano no período noturno) para a região da Cidade Aracy;
EMEJA “Austero Mangerona” (Ensino Fundamental do 1º ao 5º ano nos períodos diurno e noturno) para os interessados em estudar no Centro da cidade.
A EMEJA “Austero Mangerona” ainda oferece três polos para o Ensino Fundamental, do 1º ao 5º ano:
EMEB “Ulysses Ferreira Picolo”;
CEMEI “Professor Vicente de Paulo Rocha Keppe” (Loteamento Habitacional São Carlos);
Paróquia Nossa Senhora Aparecida (Vila Boa Vista).

Preocupação com a demanda continua influenciando os negócios O petróleo segue em baixa na manhã desta segunda-feira, estendendo as perdas da semana passada, diante da preocupação do investidor sobre a demanda pela commodity. Com os principais bancos centrais preocupados com a inflação alta e resiliente, o aumento das taxas de juros deve se manter presente no horizonte por algum tempo, o que pode afetar o crescimento das economias e, consequentemente, a compra de petróleo. Assim, o preço da commodity é pressionado para baixo, também com ajuda do dólar fortalecido no exterior, em seu maior patamar em quase 20 anos.
Às 9h45, os preços dos contratos para novembro do Brent, a referência global, cediam 3,01%, a US$ 88,60 o barril, na ICE, em Londres, enquanto os preços dos contratos para outubro do WTI, a referência americana, recuavam 2,93%, a US$ 82,62 o barril, na Bolsa de Mercadorias de Nova York (Nymex).
Nesta semana, o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) deve decidir seu novo movimento em relação à política monetária. Os integrantes do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc) se reúnem nesta terça e quarta-feira e a expectativa é que eles decidam por mais uma alta de 0,75 ponto percentual nas taxas de juros.
Com a aproximação da decisão, o investidor segue apreensivo sobre quais sinais serão emitidos pelo BC americano sobre os próximos passos para controlar a elevação dos preços. Com a política monetária cada vez mais apertada, a apreensão é que em algum momento a economia ceda e a demanda por petróleo recue.
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A companhia diz que se tornará o principal distribuidor de combustível de aviação da Azul, inicialmente em 45 aeroportos do país, e poderá desenvolver iniciativas estratégicas futuras A Raízen anunciou nesta segunda-feira que assinou contrato para fornecer produtos derivados de aviação à Azul. A duração ou valor do acordo não foram divulgados pela empresa.
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De acordo com a empresa, as capacidades de reabastecimento do jato tático KC-390 Millennium serão expandidas A Embraer anunciou nesta segunda-feira que assinou contrato com a L3Harris para o desenvolvimento do “agile tanker”, uma opção de reabastecimento aéreo tático ágil para atender às diretrizes operacionais da Força Aérea dos Estados Unidos. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

Segundo as empresas, a KPMG elaborou parecer sobre os termos do contrato e encontrou divergências em premissas e critérios de cálculo sobre capital de giro e dívida líquida, investimentos e adição líquida A Oi, em recuperação judicial, disse nesta segunda-feira (19) que foi notificada por TIM Brasil, Telefônica Brasil e Claro Brasil que teria de devolver R$ 1,73 bilhão às operadoras por conta de discordâncias encontradas no contrato de venda dos seus ativos móveis assinado em abril.
De acordo com as empresas, a KPMG elaborou parecer sobre os termos do contrato e encontrou divergências em premissas e critérios de cálculo sobre capital de giro e dívida líquida, investimentos e adição líquida quem levariam a ajuste de R$ 3,18 bilhões no contrato.
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As operadoras detém R$ 1,44 bilhão em parcela de valor retido que já considerava potenciais ajustes, mas a análise do assessor econômico-financeiro das companhias mostrou que a diferença foi maior que tal montante, o que possibilitaria a devolução do valor de R$ 1,73 bilhão.
A Oi afirma que discorda veementemente dos achados, dizendo que o parecer elaborado pelas operadoras “apresenta erros procedimentais e técnicos, havendo equívocos na metodologia, nos critérios, nas premissas e na abordagem”. Por conta disso, a empresa afirma que vai exercer seu direito de resposta e elaborar um parecer próprio.
Além das diferenças no contrato, TIM Brasil, Telefônica Brasil e Claro Brasil pedem indenização de R$ 353,2 milhões, referente a perdas conhecidas até o momento, conforme definidas em contrato, por conta de contratos com empresas prestadoras de serviços de infraestrutura móvel. A Oi também irá contestar tais valores.
A Oi diz que agora abre-se um prazo de 30 dias para tentar arranjar uma solução amigável para a situação, sendo que caso isso não aconteça, a diferença passa a ser analisada por uma empresa de auditoria independente a ser contratada por TIM Brasil, Telefônica Brasil e Claro Brasil.
Divulgação
Veja tudo sobre os balanços da Oi, Telefônica, TIM e outros indicadores financeiros, além de todas as notícias sobre as companhias no Valor Empresas 360.

De acordo com a empresa, o cancelamento se tornou necessário devido a um problema operacional que impossibilitou o envio dos boletins de voto a distância dos acionistas A Tenda adiou para o próximo dia 19 de outubro a assembleia geral extraordinária marcada para essa segunda-feira que iria deliberar sobre a retirada dos instrumentos que evitam aquisição de controle, a chamada “poison pill”, do seu estatuto social. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

As operações da IMC no Caribe, incluindo as lojas no Panamá, geraram receita de R$ 51,5 milhões e Ebitda de R$ 18,2 milhões no segundo trimestre A International Meal Company (IMC) assinou contrato com a Inflight Holdings Cayman para venda dos seus ativos no Panamá por US$ 40 milhões. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
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Presidente está em viagem oficial a Londres para participar de cerimônia de despedida à monarca O presidente Jair Bolsonaro disse nesta segunda-feira (19) em Londres, ao comentar o funeral da rainha Elizabeth II, que “todo mundo vai ter um ponto final” e será julgado “pelas suas ações e omissões. E, que, no céu, não tem gente como no Supremo Tribunal Federal (STF) “para descondenar uma pessoa e torná-la elegível” – uma referência ao petista Luiz Inácio Lula da Silva, seu principal rival na eleição.
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A fala ocorreu na frente da residência do embaixador brasileiro em Londres, momentos antes de Bolsonaro se dirigir à solenidade, quando ele foi questionado sobre sua expectativa em relação ao funeral.
“Uma cerimônia de despedida, né. Então não tem expectativa. Participar da missa, ficar calado o tempo todo. Quem crer, lembrar que um dia vai chegar o dia dele. Todo mundo vai ter um ponto final aqui, sem exceção”, disse ele a jornalistas. “E o julgamento vai ser pelas suas ações e omissões. Então, todo aquele que trabalhou contra o próximo, ou se omitiu na hora que podia ajudar, segundo as escrituras, vai ter seu veredito. E lá não tem gente, como alguns do Supremo, para descondenar uma pessoa e torná-la elegível.”
Também nesta segunda-feira, Bolsonaro encerrou uma entrevista coletiva quando jornalistas perguntaram a ele sobre as críticas em jornais brasileiros e estrangeiros de que estaria usando o funeral da rainha para fazer campanha à reeleição.
“Você acha que vim aqui fazer política? Pelo amor de Deus, faça uma pergunta decente”, disse, antes de virar as costas e deixar o local para ir à cerimônia.
Presidente Jair Bolsonaro na saída para o funeral de Estado da rainha Elizabeth II, em Londres
Pablo Uchoa/Agência O Globo

