07/01/2026 Após a sanção, portaria publicada hoje fixa o prazo de 5 de fevereiro para regularização O Ministério da Pesca...

Expectativa é que o investimento se pague ao longo do tempo por meio de uma combinação de economia no preço da energia e menores pagamentos em compensações A mineradora australiana Fortescue Metals Group Ltd. investirá mais de US$ 6 bilhões em energia renovável e deixará de usar combustíveis fósseis até 2030, informou a companhia. A expectativa é que o investimento se pague ao longo do tempo por meio de uma combinação de economia no preço da energia e menores pagamentos em compensações. Espera-se uma economia de US$ 3 bilhões até 2030 e cerca de US$ 820 milhões anualmente depois disso.
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Oxygea foi criada para fomentar o surgimento e desenvolvimento de novas iniciativas empresariais voltadas para a sustentabilidade e transformação digital A Braskem anunciou há pouco o lançamento da Oxygea, empresa criada para fomentar o surgimento e desenvolvimento de novas iniciativas empresariais voltadas para a sustentabilidade e transformação digital. O hub, que busca interação com startups no mercado, contará com o investimento de US$ 150 milhões para o desenvolvimento de novos negócios em até cinco anos.
“Tal lançamento está alinhado com os compromissos ESG (governança ambiental, social e corporativa) da companhia para 2030 e 2050, buscando inovar com foco em soluções sustentáveis”, diz a petroquímica em comunicado.
A iniciativa tem dois pilares principais. O primeiro é a atuação como “venture builder”, ou seja, um veículo de incubação e aceleração de novos negócios, inclusive aqueles nascidos dentro da Braskem. O segundo é o de “corporate venture capital”, para investimento em startups mais maduras. Do total, serão destinados US$ 50 milhões à vertical de incubação e US$ 100 milhões para a linha de investimento.
Veja tudo sobre o balanço da Braskem e outros indicadores financeiros, além de todas as notícias sobre a companhia no Valor Empresas 360
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O Colégio Nacional de Procuradorias-Gerais dos Estados e do Distrito Federal (Conpeg) havia pedido um prazo maior alegando dificuldades operacionais de implementar a medida O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça prorrogou por 30 dias o prazo para que os Estados implementem o regime monofásico do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre combustíveis.
O Colégio Nacional de Procuradorias-Gerais dos Estados e do Distrito Federal (Conpeg) pediu mais 30 dias de prazo alegando “dificuldades operacionais e sistêmicas inerentes à adoção da monofasia no ICMS-combustível, tendo como ponto de partida a metodologia de substituição tributária em contexto de plurifasia”.
Apesar da decisão liminar favorável aos Estados, o ministro afirma que é “grave” o fato de os entes estarem “descumprindo” a implantação do regime monofásico “não apenas desde” liminar anterior, mas também desde a aprovação da Lei Complementar 192, em março.
“Compreendo imprescindível reiterar entendimento de que a transição pretendida pelas autoridades e agentes públicos e privados, presentes em termos processuais neste feito, em direção a um regime tributário monofásico dotado de alíquota uniforme consiste em desafio republicano e federativo de vultosa complexidade”, diz Mendonça.
A decisão também determina que Estados ajustem a alíquota de ICMS sobre etanol hidratado ou então “adotem medida” que garanta “a manutenção do diferencial competitivo com a gasolina”. Nesse caso, o diferencial levado em conta é o de 15 de maio deste ano.
Mendonça ainda reforçou que a União precisará compensar as quedas de arrecadação dos Estados com os combustíveis até o fim de 2022. Além disso, prorrogou também por 30 dias o prazo para que o Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) publique o PMPF (preço médio ponderado ao consumidor final, usado no cálculo do ICMS) levando em conta a média móvel dos 60 meses anteriores para o anidro e o biodiesel.
André Mendonça, ministro do STF
Nelson Jr./SCO/STF

A agenda inclui respeito ao Estado Democrático de Direito e às instituições, preservação dos avanços trazidos pela lei das estatais e tratamento do cenário atual como de emergência climática O Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) realiza amanhã evento para discutir suas propostas aos candidatos à Presidência da República e ao Congresso Nacional. A agenda inclui respeito ao Estado Democrático de Direito e às instituições, preservação dos avanços trazidos pela lei das estatais e tratamento do cenário atual como de emergência climática.
Segundo o instituto, o objetivo é que o conjunto de propostas seja inserido em um plano de governo que “fomente a adoção de princípios básicos e de boas práticas de governança corporativa”. O IBGC destaca que não se trata de uma agenda partidária e que a expectativa é que as medidas “sejam o início de um fórum permanente de diálogo após as eleições”.
A agenda, enviada a todos os candidatos a presidente, está dividida em sete frentes. A primeira é a de “promoção de princípios e boas práticas de governança corporativa para melhoria do ambiente de negócios”. Além do zelo ao Estado democrático, o IBGC também propõe o desenvolvimento de políticas públicas considerando as boas práticas de governança e o maior engajamento do país no diálogo e na cooperação com organismos internacionais no que diz respeito ao tema.
Outras frentes propõem o aprimoramento das práticas de governança das empresas estatais e o compromisso com a transição para a economia de baixo carbono, contemplando as perspectivas social e ambiental.
A entidade também pede o fortalecimento de práticas de integridade e combate à corrupção, com preservação da Lei Anticorrupção, promoção, na alta administração pública, de uma cultura de integridade e de transparência e garantia de que os órgãos de controle, fiscalização e investigação atuem de forma autônoma.
Outras medidas dizem respeito ao fortalecimento da atratividade do mercado de capitais por meio de reforço dos investimentos no órgão regulador; à promoção da ciência, tecnologia e inovação e ao fomento à cultura de diversidade, inclusão e equidade.
A ideia, diz o IBGC, é fomentar “um ambiente de negócios sadio, valorizar empresas estatais e órgãos reguladores, reforçar o compromisso brasileiro com o combate à emergência climática e incentivar uma administração pública íntegra, inovadora e inclusiva”.
Nova sede do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC)
Divulgação

Ideia é que a Monetare continue responsável pela parte comercial e que a Wiz entre com a expertise estrutural para alavancar os processos internos A Wiz fechou um acordo comercial com a Monetare, fintech brasiliense que atua como correspondente bancário digital, para comercialização de crédito imobiliário. A ideia é que a Monetare continue responsável pela parte comercial e que a Wiz entre com a expertise estrutural para alavancar os processos internos.
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Além do prejuízo por ter transferido o dinheiro para os criminosos, continua com a dívida. Golpistas emitem boletos falsos para enganar quem está tentando limpar o nome
Estelionatários estão usando o nome da Serasa para aplicar golpes em pessoas endividadas. Eles se aproveitam do momento em que elas estão tentando limpar o nome e emitem boletos falsos no nome da empresa.
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Em São Carlos, um homem, que não quis ser identificado, acabou caindo na história dos criminosos. Ao todo, ele perdeu mais de R$ 4 mil, e, além do prejuízo por ter transferido o dinheiro para os criminosos, continua com a dívida.
“A pessoa trabalha tanto para conseguir as coisas. Vem uma pessoa e faz uma sacanagem dessa né? Sempre fui bem criterioso em entrar em sites. Acho que faltou um pouquinho de cautela”, disse a vítima.
Golpe por WhatsApp
Morador de São Carlos cai em golpe do Serasa
Reprodução/EPTV
Ele estava com o nome ‘sujo’ no Serasa por causa de uma dívida. Chegou a acessar o site da empresa para fazer o pagamento, mas foi redirecionado para uma conversa de Whatsapp. O que ele não imaginava é que, do outro lado, alguém se passava por funcionário.
“Ele fez um boleto de R$ 1,5 mil, eu paguei. Ai ele falou que eu tinha que fazer um segundo boleto para pagar os custos do cartório, fiz o pagamento também”, disse o homem.
No dia seguinte do contato com o suposto ‘funcionário’, ele percebeu que o nome ainda estava sujo, mesmo com o pagamento da dívida.
“Entrei em contato de novo. Falou que eu tinha que fazer um valor de boleto fixo de R$ 2 mil, porque o cartório não iria aceitar esse valor em dois boletos, tinha que ser um boleto único”.
Mesmo desconfiado, o homem realizou o novo depósito exigido pelo golpista.
Alerta
Gerente da Serasa explica sobre como não cair em golpes
Reprodução/EPTV
A gerente da Serasa, Ana Clara Aguiar, afirmou que esse tipo de golpe, envolvendo o nome da empresa, vem crescendo e que a promessa é sempre limpar o nome de forma rápida, assim que o pagamento for efetuado.
“Eles criam perfis fakes com a nossa foto, colocam o nome parecido para enganar as pessoas, e ai eles dizem que são funcionários da Serasa e que eles podem limpar o seu nome, ou aumentar o seu score ou liberar algum crédito em troca de dinheiro”, explicou a gerente.
Ainda segundo Ana Clara, os criminosos pedem PIX, mandam boleto para a pessoa pagar em troca dos ‘serviços’ que nunca vai ser realizado. Ela lembrou que existem canais oficiais para a renegociação das dívidas com o Serasa.
“Baixar nosso aplicativo e negociar por lá. Qualquer pessoa que entre em contato por WhatsApp ou por redes sociais oferecendo algum serviço desse, pode desconfiar porque é golpe. Não entr4amos em contato por esses meios”, finalizou.
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