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Segundo o levantamento do consórcio de veículos de imprensa, a média móvel de mortes nos últimos sete dias é de 73 por dia, um recuo de 22% em relação aos óbitos registrados em 14 dias O Brasil registrou 87 mortes por covid-19 nas últimas 24 horas, segundo o levantamento desta terça-feira (20) do consórcio de veículos de imprensa feito junto às secretarias estaduais de Saúde do país. Com isso, o total de óbitos pelo novo coronavírus subiu para 685.569.
A média móvel de mortes nos últimos sete dias é de 73 por dia, um recuo de 22% em relação aos óbitos registrados em 14 dias, indicando tendência de queda do dado e completando duas semanas abaixo da marca de 100.
Acre, Alagoas, Amapá, Espírito Santo, Maranhão, Paraíba, Rondônia, Roraima, Sergipe e Tocantins não registraram mortes nas últimas 24 horas. Já o Estado do Rio Grande do Norte não atualizou suas informações sobre a pandemia nesta terça.
De acordo com o balanço fechado às 20h, o número de novos casos conhecidos de covid-19 de ontem para hoje foi de 7.676, elevando o total de infectados para 34.644.407.
A média móvel de casos do novo coronavírus nos últimos sete dias foi de 7.578 por dia, uma queda de 27% em relação aos casos registrados em 14 dias.
Os dados divulgados pelo consórcio de imprensa foram obtidos após uma parceria inédita entre G1, “O Globo”, “Extra”, “O Estado de S.Paulo”, “Folha de S.Paulo” e UOL, que passaram a trabalhar de forma colaborativa desde o dia 8 de junho de 2020 para reunir as informações necessárias nos 26 Estados e no Distrito Federal.
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A Earnix realizou uma pesquisa com altos executivos de todo o mundo para entender os principais fatores que seguram um grupo de implementar o uso de novas ferramentas digitais O que mais atrasa as companhias de seguros em realizar a transformação tecnológica necessária para se ajustar às novas expectativas do mercado, como consumidores mais exigentes e até as mudanças climáticas, é a infraestrutura antiga de TI, afirma o executivo-chefe de estratégia da Earnix, Dror Pockard, em apresentação no InsurTech Connect (ITC), em Las Vegas. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

Pesquisa ouviu 800 pessoas em 39 municípios, entre os dias 17 a 19 de setembro. Margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos, considerando nível de confiança de 95% Governador do Maranhão, Carlos Brandão (PSB)
Zeca Ribeiro / Câmara dos Deputados
Pesquisa Ipec, divulgada nesta terça-feira (20) pela TV Mirante, mostra os índices de intenção de voto para o governo do Maranhão. O governador e candidato à reeleição Carlos Brandão (PSB) mantém a liderança com 41%.
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Em seguida, aparecem Weverton Rocha (PDT), com 20%, Lahesio Bonfim (PSC), com 16%. Edivaldo Holanda Júnior (PSD) está com 7% das intenções de voto.
A pesquisa ouviu 800 pessoas em 39 municípios, entre os dias 17 a 19 de setembro. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos, sobre os resultados encontrados na amostra.
O nível de confiança da pesquisa é de 95%. A pesquisa foi contratada pela TV Mirante e está registrada no Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão sob o protocolo MA-04923/2022 e no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-08556/2022.
Resposta estimulada e única, em %:
Carlos Brandão (PSB): 41% (na pesquisa anterior, de 23/8, estava com 28%;
Weverton Rocha (PDT): 20% (16% na pesquisa anterior);
Lahesio Bonfim (PSC): 16% (10% na pesquisa anterior);
Edivaldo Holanda Júnior (PSD): 7% (14% na pesquisa anterior);
Enilton Rodrigues (PSOL): 1% (1% na pesquisa anterior);
Joás Moraes (DC): 1% (2% na pesquisa anterior);
Simplício Araújo (Solidariedade): 1% (1% na pesquisa anterior);
Frankle Costa (PCB): 1% (1% na pesquisa anterior)
Branco/Nulo: 5% (9% na pesquisa anterior)
Não sabe/Não respondeu: 8% (19% na pesquisa anterior)
O candidato Hertz Dias (PSTU) não pontuou nesta pesquisa.
Segundo turno
Na simulação para um eventual 2º turno, a pesquisa do Ipec, aponta vitória do candidato ao governo do Maranhão, Carlos Brandão (PSB), com 51%, contra Weverton Rocha (PDT), que aparece com 33%.
Brandão x Weverton; resposta estimulada e única, em %:
Carlos Brandão (PSB): 51%
Weverton Rocha (PDT): 33%
Brancos e nulos: 9%
Não sabem/Não responderam: 7%
A pesquisa também estimulou um eventual 2º turno entre os candidatos Carlos Brandão (PSB) e Lahesio Bonfim (PSC). Neste cenário, Carlos Brandão (PSB) venceria com 56% dos votos, contra 29% de Lahesio Bonfim (PSC).
Brandão x Lahesio; resposta estimulada e única, em %:
Carlos Brandão (PSB): 56%
Lahesio Bonfim (PSC): 29%
Brancos e nulos: 9%
Não sabem/Não responderam: 6%
Senado
A pesquisa Ipec traz também os índices de intenção de voto para o cargo de Senador pelo Maranhão. O candidato Flávio Dino (PSB), mantém a liderança com 59%. Em seguida, aparece Roberto Rocha (PTB), com 21%.
Ex-governador Flavio Dino (PCdoB)
Denio Simoes/Valor
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Chamas destruíram acervos históricos do prédio do instituto de Biociências, em 31 de agosto. Local permanece interditado por tempo indeterminado. Comunidade acadêmica da Unesp Rio Claro tenta recomeçar trabalhos 20 dias após incêndio
Após 20 dias do incêndio que destruiu parte do Instituto de Biociências da Unesp Rio Claro (SP), a comunidade acadêmica tenta retomar as aulas e pesquisas. Professores e alunos buscam alternativas para as atividades práticas.
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O prédio do instituto, atingido pelas chamas no dia 31 de agosto, permanece interditado por tempo indeterminado. O local não tem auto de vistoria dos bombeiros.
O fogo consumiu equipamentos eletrônicos, material de pesquisa e acervo de bichos e insetos catalogados. Os professores analisam se será possível reaproveitar alguma coisa.
“A gente não sabe ainda qual é o comprometimento da parte funcional dos equipamentos. Do que nós mandamos, já tivemos uma resposta meio dura, de que não era recuperável, mas temos muitos que achamos que dá para ser recuperado”, afirmou a professora Maria Aparecida Marin.
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Prejuízos
Estragos em prédio da Unesp de Rio Claro após incêndio
Reprodução/EPTV
Segundo a Unesp, o incêndio atingiu 30% do prédio, frequentado por cerca de 1,6 mil alunos. A suspeita é de que as chamas tenham se iniciado devido a um problema elétrico, mas o caso será investigado.
O aluno de doutorado, Matheus Gonçalves, realizava um estudo sobre os efeitos de herbicidas no solo, mas perdeu a maior parte do trabalho. O solo utilizado na pesquisa era de 2017.
“Nós não teremos mais como analisar o solo que estávamos trabalhando. A alternativa que temos é tentar conseguir verba para comprar herbicida e testá-lo. Mas nosso objetivo, que era saber como ele atua no solo, infelizmente não terá mais êxito (no resultado)”, disse.
Foram dois anos de pesquisa perdidos. Gonçalves terá que esperar um pouco mais pra concluir o doutorado, que já havia sido afetado por causa da pandemia de Covid-19.
“A gente já estava atrasado. Daí quando retornamos e estava tudo desenrolando no laboratório, ai veio o incêndio e a gente perde tudo novamente.”
Fogo destruiu parte do prédio do Instituto de Biociências da Unesp Rio Claro
Paulinho Chiari/EPTV
Alternativas para aulas práticas
O arquivo do Departamento de Biologia estava em uma sala de cerca de 100 m² que foi totalmente atingida pelas chamas. O material estava na instituição desde a década 1960.
“Esse acervo atendia as aulas de Zoologia, e elas estão paradas ou improvisadas com material que já tínhamos de pesquisa, alguma coisa que podíamos emprestar para as aulas”, explicou o docente do Instituto de Biociências, José Paulo Guadanucci.
Entre as soluções estudadas pelos docentes, estão excursões para outros campi no estado. “Estamos com a ideia de ir para outros laboratórios da Unesp, para os alunos poderem usar os materiais”, completou Guadanucci.
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