07/01/2026 Após a sanção, portaria publicada hoje fixa o prazo de 5 de fevereiro para regularização O Ministério da Pesca...

Alguns líderes do setor ficaram desconfortáveis pela exposição da preferência política das pessoas presentes no evento, e optaram por não se manifestar no momento da enquete Na tarde desta terça-feira, em evento da Abras, a associação dos supermercadistas, uma enquete aberta realizada pela direção da entidade mostrou que a maior parte dos varejistas presentes ao encontro apoia o atual presidente Jair Bolsonaro à reeleição. A Convenção Abras é o maior encontro anual do setor, com a presença de lideranças de redes médias e grandes.
De forma pública, enquanto estava no palco, o presidente da entidade, João Galassi, pediu que as pessoas levantassem o braço se fossem votar em Ciro Gomes, Simone Tebet, Luiz Inácio Lula da Siva ou em Bolsonaro. Foram quatro enquetes, feitas separadamente, de cada candidato, e houve maior número de manifestações positivas, com braço levantados e gritos de apoio, ao atual presidente. Algumas pessoas aplaudiram e gritaram “Mito!”, em forma de apoio.
Lula, Bolsonaro e Ciro participaram do encontro da Abras no formato de sabatina. Tebet, até o fim da tarde, não tinha confirmado participação. O encontro termina hoje e ocorre em hotel em Campinas (SP).
Bolsonaro participou de forma virtual da convenção nesta tarde, já que ele está em viagem a Nova York, para a Assembleia Geral da ONU.
O Valor apurou que alguns líderes do setor ficaram desconfortáveis pela exposição da preferência política das pessoas presentes no evento, e optaram por não se manifestar no momento da enquete.
“A convenção é um evento aberto, é uma exposição das pessoas, e da associação, desnecessária”, disse um CEO de uma rede de varejo. Há vídeos circulando nas redes sociais sobre o momento da enquete, conduzida por Galassi.
Durante a pandemia, especialmente entre 2020 e início de 2021, após o fechamento de empresas por determinados períodos, que reduziu fluxo de consumidores, parte das lideranças do varejo apoiavam o retorno da população às atividades, seguindo os protocolos de segurança dos Estados. Certas cadeias apoiavam a linha defendida por Bolsonaro de volta de empregados e empresas ao trabalho presencial, como o Valor noticiou na época.
“Isso acabou gerando um grupo de maior apoio ao Bolsonaro no setor até hoje, e por isso há essa manifestação deles”, disse um executivo de uma rede de supermercados, presente hoje à convenção.
Eleição 2022
Divulgação/TSE

Pesquisa ouviu 800 pessoas entre os dias 17 e 19 de setembro. Margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos, considerando um nível de confiança de 95% Jorginho Mello
Jefferson Rudy/Agência Senado
Pesquisa do Ipec (ex-Ibope) divulgada nesta terça-feira (20) pela NSC Comunicação revela os índices de intenção de voto para o cargo de governador de Santa Catarina. Os candidatos Jorginho Mello (PL) e Carlos Moisés (Republicanos) estão empatados em 20% das intenções de voto.
Eleições 2022: Quem são os candidatos ao governo de Santa Catarina
A disputa segue acirrada segundo o Ipec, pois outros dois candidatos estão atrás, mas tecnicamente empatados no limite da margem de erro, que é de três pontos percentuais.
Carlos Moisés
Ricardo Wolffenbüttel/ SECOM
Veja o resultado da pesquisa estimulada para o 1º turno:
Resposta estimulada e única, em %:
Jorginho Mello (PL): 20% (tinha 16% na pesquisa anterior, de 23 de agosto)
Moisés (Republicanos): 20% (23% na pesquisa anterior)
Esperidião Amin (PP): 15% (15% na pesquisa anterior)
Gean Loureiro (União Brasil): 14% (8% na pesquisa anterior)
Décio Lima (PT): 10% (6% na pesquisa anterior)
Odair Tramontin (Novo): 2% (2% na pesquisa anterior)
Leandro Borges (PCO): 1% (1% na pesquisa anterior)
Professor Alex Alano (PSTU): 1% (1% na pesquisa anterior)
Jorge Boeira (PDT): 1% (1% na pesquisa anterior)
Ralf Zimmer (PROS): 1% (1% na pesquisa anterior)
Brancos e nulos: 6% (10% na pesquisa anterior)
Não souberam: 10% (17% na pesquisa anterior)
Foram ouvidas 800 pessoas entre os dias 17 e 19 de setembro em municípios catarinenses. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos, considerando um nível de confiança de 95%.
A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral do Santa Catarina sob o número SC‐07903/2022 e no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR‐07730/2022.
Veja o resultado da pesquisa estimulada para o 2º turno:
Cenário 1 – Moisés x Jorginho Mello; resposta estimulada e única, em %:
Jorginho Mello (PL): 42%
Moisés (Republicanos): 36%
Brancos e nulos: 12%
Não sabe: 10%
Cenário 2 – Esperidião Amin x Moisés; resposta estimulada e única, em %:
Moisés (Republicanos): 39%
Esperidião Amin (Progressistas): 38%
Brancos e nulos: 14%
Não sabe: 10%
Cenário 3 – Esperidião Amin x Jorginho Mello; resposta estimulada e única, em %:
Jorginho Mello (PL): 42%
Esperidião Amin (Progressistas): 33%
Brancos e nulos: 14%
Não sabe: 11%
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Alckmin já divulgou vídeo dizendo que as falas são usadas por Bolsonaro para confundir o eleitor e que na época fora iludido pela Lava-Jato Por unanimidade, o plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) referendou decisões da ministra Maria Claudia Bucchianeri e manteve no ar propagandas em que a campanha do presidente Jair Bolsonaro (PT) reproduz falas antigas de Geraldo Alckmin (PSB) contra o petista Luiz Inácio Lula da Silva, de quem hoje é vice na chapa. Ao todo, foram analisadas liminares concedidas em uma representação e em quatro pedidos de direito de resposta.
A fala questionada é de 2017. “Depois de ter quebrado o Brasil, Lula diz que quer voltar ao poder. Ele quer voltar à cena do crime. Está também em suas mãos evitar que a corrupção e a roubalheira voltem a comandar o país. Evitar a volta do petrolão. Evitar o fim da Lava-Jato. É você que pode evitar que um preso condenado por corrupção seja solto”, comentou Alckmin à época.
Ao analisar os processos, prevaleceu o entendimento da relatora, que destacou que a veracidade das falas sequer foi questionada pela coligação petista, pois se tratava de um discurso público, apesar de antigo. Na época, Lula e Alckmin eram adversários políticos.
Para a ministra, é normal um candidato mudar de posição e cabe a ele explicar para o eleitor o que aconteceu. Por isso, no seu entendimento, não houve irregularidades na decisão da campanha de Bolsonaro de reproduzir o discurso antigo de Alckmin.
Alckmin já divulgou vídeo dizendo que as falas são usadas por Bolsonaro para confundir o eleitor e que na época fora iludido pela Lava-Jato. O candidato a vice ainda aproveita para questionar as dezenas de imóveis comprados pela família Bolsonaro.
Lula e Alckmin durante Ato pela Democracia em Sao Paulo
Reproducao/FB
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Segundo Emmanoel Campelo, medida cautelar do órgão regulador deve ser expedida ainda nesta terça (20) para obrigar as prestadoras a fazerem o repasse dos descontos aos consumidores, inclusive com valores retroativos A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) decidiu determinar que as operadoras repassem aos clientes a redução da alíquota do ICMS que está sendo dada pelos Estados. Segundo Emmanoel Campelo, diretor da agência, uma medida cautelar do órgão regulador deve ser expedida ainda nesta terça-feira (20) para obrigar as prestadoras a fazerem o repasse dos descontos aos consumidores, inclusive com os valores retroativos, em até 15 dias.
Com a iniciativa, a agência quer garantir a aplicação da Lei Complementar 194/22, proposta pelo Congresso e sancionada em junho, que limita a cobrança de ICMS sobre serviços essenciais. Ao menos 13 Estados cobravam alíquotas de 30% ou mais.
Nas últimas semanas, as operadoras se comprometeram a repassar os descontos, mas não imediatamente. As companhias alegam dificuldade em operacionalizar os descontos pelo setor financeiro. Em entrevista coletiva, Campelo classificou como “grave” a postura assumida pelas empresas, pois resulta em ganho financeiro indevido.
Na semana passada, o presidente da Anatel, Carlos Baigorri, afirmou que a agência já havia feito um alerta às prestadoras e aguardava uma mudança de postura com um “voto de confiança”. A agência exige que os descontos sejam aplicados sobre as faturas de serviços de banda larga fixa e móvel, celular, telefonia fixa e TV por assinatura.
A lei complementar fixou o teto de alíquota do ICMS para 17% ou 18%, a depender do Estado. Além de alcançar os serviços de telecomunicações, o desconto sobre o tributo estadual afeta o comércio de combustíveis, energia elétrica e transporte público. A nova legislação tem sido usada pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) para ganhar o apoio de eleitores e garantir votos para a sua reeleição neste ano.
Na Anatel, a dificuldade em repassar os descontos do ICMS para o consumidor gerou desconforto. Isso porque a agência sempre apoiou o pleito das teles de redução da carga tributária sobre o setor, tendo o ICMS como o principal vilão.
A questão expõe a própria Anatel frente a lideranças do Congresso, pois integrantes da agência foram ao Legislativo defender a inclusão dos serviços de comunicações junto aos de energia, transporte público e combustíveis, como essenciais. A essencialidade das comunicações também foi defendida pela agência em discussão travada no Supremo Tribunal Federal (STF).
O Ministério da Justiça e Segurança Pública já havia notificado as grandes companhias do setor a prestarem esclarecimentos sobre o não repasse do corte do ICMS aos consumidores.
Sede da Anatel, Agência Nacional de Telecomunicações
Divulgação/Anatel
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O presidente precisou fazer parte do caminho a pé até que conseguisse entrar em carro do serviço secreto para chegar na Assembleia Geral Brazilian President Jair Bolsonaro addresses the 77th session of the General Assembly at United Nations headquarters, Tuesday, Sept. 20, 2022. (AP Photo/Mary Altaffer)
Mary Altaffer/AP
Em missão oficial em Nova York, o presidente Jair Bolsonaro (PL) atrasou-se e perdeu a reunião privada que teria com o Secretário-Geral das Nações Unidas, António Guterres, na manhã desta terça-feira (20).
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Essa poderia ter sido a última vez, caso Bolsonaro não venha a ser reeleito, que o presidente teria a oportunidade do encontro com Guterres. De acordo com fontes ligadas ao Itamaraty, um dos principais temas a ser tratado na reunião seria a reforma do Conselho de Segurança com participação permanente do Brasil. O país faz parte do conselho neste e no próximo ano, mas como membro não-permanente.
A saída de Bolsonaro do hotel em Nova York estava prevista para 8h20 (do horário local; 9h20 do horário de Brasília) para que chegasse pontualmente na reunião às 8h40. Porém, ao deixar o prédio, o presidente foi surpreendido duas vezes.
Primeiro, cerca de 40 apoiadores bolsonaristas cercaram a saída. Ao ver Bolsonaro, eles desrespeitaram os limites da área imposta ao grupo pela comitiva presidencial e pelo serviço secreto. Formou-se tamanha confusão na porta do hotel que o presidente acabou decidindo voltar para o lobby.
Apoaidores de Jair Bolsonaro em frente ao hotel em que o presidente se hospedou em Nova York
Natasha Ribeiro
O segundo imprevisto foi mais difícil ainda de contornar. Apesar da rua atrás do hotel estar parcialmente fechada, e contar com forte presença de pessoal e de carros do serviço secreto, não havia nenhum automóvel disponível para Bolsonaro.
Acompanhavam Bolsonaro a primeira-dama, Michelle; o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP); o ex-secretário especial de Comunicação Social (Secom) e coordenador de comunicação da campanha de Bolsonaro à reeleição, Fabio Wajngarten; e o ministro das Comunicações, Fábio Faria.
Quando já eram quase 9h, após um desentendimento entre integrantes do governo e do Itamaraty, Jair Bolsonaro decidiu caminhar até que conseguisse encontrar algum carro do serviço secreto disponível. Além de sua comitiva e jornalistas, seus apoiadores decidiram segui-lo pelas ruas de Manhattan em busca de fotos, vídeos e alguma atenção.
Depois de pouco mais de 5 minutos de caminhada, o presidente finalmente conseguiu um carro para se locomover para a abertura da Assembleia. Porém, a primeira-dama ficou para trás. Fabio Wajngarten ficou responsável por achar um carro para Michelle.
Jair Bolsonaro conseguiu discursar na hora prevista para tal – às 9h40. Após a fala, o presidente encontrou brevemente com o Secretário-Geral apenas para o registro de uma foto em que eles apertam as mãos. Não havia tempo para agendar uma nova reunião com Guterres.
Apoaidores de Jair Bolsonaro em frente ao hotel em que o presidente se hospedou em Nova York
Natasha Ribeiro
A tensão entre o Itamaraty e integrantes do governo ficou clara ao tentarem apontar um culpado. Enquanto o Itamaraty alega que o problema com a suposta disponibilidade dos carros é competência apenas do serviço secreto, membros do governo afirmam que na viagem para o funeral da rainha Elizabeth II em Londres o mesmo tipo de incidente acontecia com frequência.
“Parece que o Itamaraty está decidindo simplesmente jogar contra o governo; o cerimonial do Itamaraty é deplorável”, disse uma fonte do governo que pediu para ter o nome preservado.
Jair Bolsonaro deixa hotel em Nova York, ao lado do pastor Silas Malafaia e de um padre que o acompanharam na viagem
Natasha Ribeiro
Depois do incidente desta manhã, o esquema armado durante a tarde para a saída do presidente e da primeira-dama para o aeroporto JFK sofreu alterações. Além de um maior contingente policial e do serviço secreto, Jair Bolsonaro só deixou o saguão do hotel quando seu carro já estava pronto para a partida. Bolsonaro não parou para falar com jornalistas – a área destinada aos profissionais também sofreu mudanças e ficou ainda mais distante das portas de entrada do hotel.
Bolsonaro e Michelle se despediram dos apoiadores que estavam aglomerados na porta do hotel por volta das 15h20 do horário local (16h20 do horário de Brasília) – mas dessa vez, com muito mais seguranças ao redor e também mais rapidez para conseguirem partir na hora planejada.

Para o ministro Paulo de Tarso Sanseverino, a propaganda “se mantém nos limites da liberdade de expressão” O ministro Paulo de Tarso Sanseverino, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), negou pedido para retirar do ar uma propaganda em que a campanha de Jair Bolsonaro (PL) sugere que o PT, caso o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva seja eleito, vai desviar recursos arrecadados com impostos.
Para a defesa de Lula, a peça feriu a honra do ex-presidente, ao tentar induzir os eleitores a acreditarem que o PT é corrupto. A propaganda foi exibida no último dia 12 de setembro.
Para o ministro, porém, a propaganda “se mantém nos limites da liberdade de expressão, haja vista se referir à pauta anticorrupção, que é tema recorrente nas campanhas eleitorais e que, por esse motivo, deve ser submetida ao livre debate democrático”.
“Não se vislumbra, de imediato, a ocorrência de ofensa abusiva, senão a abertura do tema aos questionamentos públicos sobre condutas pretéritas do candidato e do partido representante, que favorecem o controle social e a responsabilização dos representantes pelo resultado das ações praticadas durante o seu mandato e, por sua vez, o exercício do voto consciente”, escreveu.
Sanseverino também negou um pedido de direito de resposta devido às críticas do material produzida pela campanha de Bolsonaro.
Sede do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em Brasília
Marcelo Camargo/Agência Brasil

