07/01/2026 Após a sanção, portaria publicada hoje fixa o prazo de 5 de fevereiro para regularização O Ministério da Pesca...
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A Super Quarta chegou e, com ela, a expectativa da nova taxa de juros brasileira A Super Quarta chegou e, com ela, a decisão de juros no Brasil. O Comitê de Política Monetária anuncia nesta quarta (21) a taxa Selic válida para os próximos 45 dias. Apesar de a maior parte do mercado ainda apostar que o ciclo de alta da Selic chegará ao fim, o presidente do Banco Central voltou a abrir a porta para a possibilidade de um ajuste residual nos juros, de 0,25 ponto percentual.
A notícia, claro, é bastante esperada pelo mercado. Isso porque a Selic mexe com tudo, inclusive com os investimentos. Para falar mais sobre o impacto na renda fixa, Isabella Carvalho, repórter da IF, conversou com Lucas Queiroz, estrategista do Research voltado para pessoa física do Itaú BBA.
Enquanto isso, no Twitter…
O Manhã Inteligente desta quarta trouxe um post feito pelo Fernando sobre a relação entre os resgates nos fundos de ações e multimercado e a captação de fundos de renda fixa.
Em períodos de juros altos, como agora, tem acontecido o seguinte movimento: esses fundos de renda variável tem apresentado um resultado negativo, com um grande volume de resgates, enquanto os fundos de renda fixa estão captando muito dinheiro.
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Aqui, ali, em todo lugar: juros altos definem nova era no mercado global
Maioria aposta em manutenção da Selic em 13,75% nesta semana

Segundo a pesquisa, que considera informações referentes a 2019, a maioria dessas pessoas foram atendida pelo SUS Um quinto (21,9%) das pessoas com deficiência no país passaram por algum tipo de serviço de reabilitação no país em 2019. Desse total, a maioria foi atendida pelo Sistema Único de Saúde (SUS) – que respondeu por 58,1% desses tratamentos, enquanto o restante ficou a cargo de planos de saúde, de forma particular ou por outra modalidade. A publicação “Pessoas com deficiência e as desigualdades sociais no Brasil”, com dados referentes a 2019, foi divulgada nesta quarta-feira (21) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e traz informações sobre o acesso a saúde de pessoas com deficiência no país.
O estudo do IBGE mostra que pessoas com deficiência mental e/ou física quanto ao uso dos membros superiores utilizaram mais esses serviços, com diferença relevante em relação à cobertura pelo SUS. No caso da deficiência mental, o SUS representou 65,3% dos canais de acesso, percentual que foi de 55,6% para a deficiência física quanto ao uso dos membros superiores. A pesquisa mostrou, também, maior percentual de uso de serviços de reabilitação para pessoas com deficiência de cor ou raça branca (24,0%) em comparação com aquelas de cor ou raça preta ou parda (20,4%).
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Ainda em relação ao atendimento, 90,6% das pessoas com deficiência consultaram médico ou dentista nos últimos 12 meses anteriores à data da pesquisa, percentual esse superior ao encontrado para as pessoas sem deficiência (83,9%). Esse percentual foi maior para as pessoas com deficiência em todos os grupos de idade e nos recortes por cor ou raça e sexo.
Outro aspecto abordado pela pesquisa é a cobertura de plano de saúde: as pessoas com deficiência mostraram ter menos cobertura, o que tende a indicar um menor acesso potencial, uma vez que a contratação de tais planos representa uma dupla cobertura, já que a pessoa tanto poderia buscar o SUS, quanto a rede conveniada do seu plano.
Entre as pessoas de dois anos ou mais com deficiência, 18% tinham acesso a plano de saúde em 2019, ante percentual de 26,7% entre aquelas sem deficiência. Nos recortes por sexo e cor ou raça, estima-se que 10,6% dos homens com deficiência pretos ou pardos tinham algum plano de saúde, contra 38,7% das mulheres com deficiência brancas. Entre as pessoas com deficiência de 60 anos ou mais de idade, 21,4% possuíam algum plano de saúde, o que representa 10,5 pontos percentuais a menos do que a proporção observada entre as pessoas sem deficiência desse mesmo recorte etário (31,9%).
Os dados da publicação são oriundos da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) de 2019 e não podem ser comparados com os de anos anteriores por causa de mudanças na metodologia da pesquisa e na forma de identificar as pessoas com deficiência. Pelos parâmetros usados pelo IBGE, a pessoa com deficiência é aquela que responde “ter muita dificuldade” ou “não conseguir de modo algum” realizar as atividades perguntadas em ao menos um dos quesitos investigados. São consideradas como tipo de deficiências visual, auditiva, física (membros inferiores ou membros superiores), mental ou mais de um tipo de deficiência.
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Investidores também estão atentos às notícias sobre a guerra na Ucrânia O dólar comercial iniciou a sessão desta quarta-feira com volatilidade, mas passou a operar em baixa ainda nesta manhã, refletindo o avanço do petróleo no mercado internacional diante de novas notícias do conflito na Ucrânia. Já as taxas dos juros futuros exibiam recuo modesto, enquanto investidores aguardam os anúncios de política monetária do Federal Reserve (Fed, banco central americano), às 15h (de Brasília), e do Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom), a partir das 18h30.
Às 10h25, o dólar comercial recuava 0,14%, a R$ 5,1446, após mínima em R$ 5,1199 e máxima em R$ 5,1584.
Os comentários do presidente russo, Vladimir Putin, indicando uma escalada da guerra contra a Ucrânia, ameaçando um conflito nuclear, pressionaram os preços do petróleo no exterior, o que acabou dando alguma sustentação ao real nesta manhã. “O posicionamento russo alimenta alguma cautela com commodities, que aceleram e garantem alguma resiliência a moedas de economias com relevante exportações dessas, o que se coloca como fator positivo ao Real”, diz a Commcor DTVM em nota para clientes.
Na comparação com divisas emergentes, o dólar avançava 0,04% ante o peso mexicano; 1,64% contra o peso chileno; e recuava 0,11% ante o rand sul-africano.
Contudo, as mesmas falas de Putin impulsionaram a divisa américa, que opera nos maiores níveis em 20 anos. O índice DXY, que mede a força do dólar ante uma cesta de seis divisas principais, operava em alta de 0,43%, negociado aos 110,69 pontos.
Ao mesmo tempo, as expectativas pelos anúncios do Fed e do Copom trazem volatilidade para a moeda e impactam também o mercado de juros, com as taxas exibindo leves altas nesta manhã.
No horário mencionado acima, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2024 recuava de 13,239% para 13,21%; a do DI para janeiro de 2025 recuava de 11,917% para 11,895%; a do DI para janeiro de 2026, de 11,605% para 11,60%; e a do DI para janeiro de 2027 de 11,563% para 11,52%.
“Os mercados se dividem entre a espera pelo Fed e Copom, ao mesmo tempo que elevam o receio de uma escalada geopolítica com Putin mobilizando tropas e citando ameaças nucleares”, diz o trader de renda fixa da Renascença, Luís Felipe Laudisio.
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Proporção de pessoas que frequentavam o nível de ensino adequado à sua faixa etária era de 86,6% entre as crianças com deficiência, abaixo daquelas sem deficiência, cuja taxa era de 96,1% em 2019 Crianças com mais de uma deficiência, com deficiência física e mental são as que têm menor frequência escolar na faixa de 6 a 14 anos de idade quando se considera o tipo de deficiência, mostra a publicação “Pessoas com deficiência e as desigualdades sociais no Brasil”, com dados referentes a 2019, divulgada nesta quarta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A pesquisa mostra que a taxa de frequência escolar líquida ajustada (proporção de pessoas que frequentam o nível de ensino adequado à sua faixa etária) é de 86,6% entre as crianças com deficiência, abaixo daquelas sem deficiência (96,1%). Mas o percentual pode ser pior para alguns tipos de deficiência: física quanto ao uso de membros inferiores (66,3%), superiores (68,8%) e deficiência mental (71,5%), além da existência de mais de uma deficiência (59,3%).
Pelos parâmetros da pesquisa, a pessoa com deficiência é aquela que responde “ter muita dificuldade” ou “não conseguir de modo algum” realizar as atividades perguntadas em ao menos um dos quesitos investigados. São consideradas como tipo de deficiências visual, auditiva, física (membros inferiores ou membros superiores), mental ou mais de um tipo de deficiência.
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O trabalho do IBGE também mostra uma diferença expressiva na taxa de conclusão do ensino médio das pessoas de 20 a 22 anos de idade. Entre as pessoas com deficiência, o índice era de 48,3%, bem abaixo dos 71% das pessoas sem deficiência. Adicionando-se os recortes por sexo e cor ou raça, os piores indicadores foram encontrados para os homens com deficiência de cor ou raça preta ou parda (34,0%).
Em domicílios situados abaixo da linha de pobreza de US$ 5,5 por dia, em 2019, apenas 20,6% dos homens e 42,4% das mulheres com deficiência de 20 a 22 anos de idade tinham concluído o ensino médio.
O indicador de conclusão de ensino médio é um dos presentes nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), conjunto de medidas elaboradas pela Organização das Nações Unidas (ONU) para proteção do meio ambiente, diminuição da pobreza e melhora da qualidade de vida na sociedade, isso em nível global.
Os dados da publicação são oriundos da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) de 2019 e não podem ser comparados com os de anos anteriores por causa de mudanças na metodologia da pesquisa e na forma de identificar as pessoas com deficiência.
Para além da PNS, o trabalho do IBGE também usou dados do Censo Escolar 2019, realizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), o que permitiu mostrar a condição de infraestrutura das escolas para receber alunos com deficiência.
A proporção de escolas dos anos iniciais do ensino fundamental com infraestrutura adaptada para alunos com deficiência atingiu 55%. Para as escolas dos anos finais do ensino fundamental, essa proporção foi 63,8%, e, nas escolas do ensino médio, 67,4%.
Os dados mostram desigualdades regionais classificadas como relevantes pelo IBGE: apenas 33,0% das escolas do ensino médio de São Paulo, por exemplo, eram adaptadas, contra 96,1% em Santa Catarina, no ano de 2019.
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Com isso, o superávit anual da categoria avançou para R$ 70,24 bilhões Os investidores estrangeiros aportaram R$ 549,8 milhões em recursos no segmento secundário da B3 (ações já listadas) em 19 de setembro, dia em que o Ibovespa subiu 2,33%. Com isso, o superávit anual da categoria avançou para R$ 70,24 bilhões. No mês, o saldo passou a ser positivo em R$ 86,5 milhões.
Já o investidor institucional sacou R$ 12,2 milhões no mesmo dia. Com isso, o saldo anual do grupo é negativo em R$ 96,86 bilhões. O saldo mensal é negativo em R$ 2,79 bilhões.
E o investidor individual sacou R$ 734,3 milhões no dia 19, levando o superávit de 2022 para R$ 155,9 milhões. No acumulado do mês, a categoria aportou R$ 1,06 bilhão.
As informações foram divulgadas pela B3.
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O requisito mínimo de capital para exchanges de criptomoedas será gradualmente dobrado para 100 bilhões de rúpias (US$ 6,7 milhões), de acordo com seu crescimento A Indonésia exigirá que suas exchanges domésticas de criptomoedas sejam lideradas principalmente por seus cidadãos, à medida que endurece as regras para proteger os consumidores.
Pelo menos dois terços dos diretores e comissários das bolsas de criptomoedas devem ser indonésios residentes no país, disseram autoridades do Ministério do Comércio e da agência reguladora de negociação de futuros de commodities em uma audiência parlamentar em Jacarta na terça-feira.
“Dessa forma, pelo menos, podemos impedi-los de fugir do país se surgir algum problema”, disse o chefe interino da agência, Didid Noordiatmoko. Ele não disse quando o regulamento revisado seria publicado.
O governo está apertando a regra enquanto as autoridades na Ásia lutam para conseguir que os fundadores de startups de criptoativos cooperem com as investigações. Por exemplo, Do Kwon, cofundador do ecossistema Terraform Labs que está no centro do colapso cripto de US$ 60 bilhões, deixou Cingapura, enquanto os promotores sul-coreanos buscam a ajuda da Interpol para prendê-lo.
O vice-ministro do Comércio da Indonésia, Jerry Sambuaga, detalhou outras revisões planejadas para a regra:
O requisito mínimo de capital para exchanges de criptomoedas será gradualmente dobrado para 100 bilhões de rúpias (US$ 6,7 milhões), de acordo com seu crescimento;
Exchanges serão proibidas de reinvestir ativos criptográficos;
O dinheiro dos usuários deve ser armazenado em contas bancárias de terceiros;
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Parcela das pessoas com deficiência em idade de trabalhar que estava empregada ou procurando trabalho em 2019 era de 28,3%, fatia bem inferior à de 66,3% entre as pessoas sem deficiência As pessoas com deficiência têm menor acesso ao mercado de trabalho, enfrentam desemprego maior e menor formalização que as pessoas sem deficiência. O retrato aparece na publicação “Pessoas com deficiência e as desigualdades sociais no Brasil”, com dados referentes a 2019, divulgada nesta quarta-feira (21) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Hoje se celebra o Dia Nacional da Luta das Pessoas com Deficiência.
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Naquele ano, a parcela das pessoas com deficiência em idade de trabalhar que estava empregada ou procurando trabalho era de 28,3%, fatia bem inferior à de 66,3% entre as pessoas sem deficiência. O indicador é conhecido como taxa de participação e funciona como uma referência para o engajamento da população com o mercado de trabalho. Entre os trabalhadores ocupados, a fatia dos que estavam no mercado formal entre aqueles com deficiência era de 34,3%, patamar também abaixo daqueles sem deficiência (50,9%).
O desemprego é outro indicador pior para o grupo das pessoas com algum tipo de deficiência: a taxa é de 10,3%, ante 9% para os trabalhadores sem deficiência. Para ser classificada como desempregada, a pessoa precisa ter tomado alguma atitude para buscar trabalho, como entregar currículo ou procurar anúncios de vagas, por exemplo.
Na publicação, os pesquisadores destacam que, embora possa parecer pequena, a diferença é relevante. Isso porque as pessoas com deficiência são relativamente mais idosas que as pessoas sem deficiência. O Brasil tinha, em 2019, um total de 17,2 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência, o que correspondia a 8,4% da população naquele momento. Desse total, mais da metade (8,5 milhões) são de pessoas com 60 anos ou mais.
E, quanto maior a idade, menor é a taxa de desemprego. Quando se considera apenas o grupo entre 14 e 29 anos, o desemprego era de 25,9% entre as pessoas com deficiência e de 18,1% entre aquelas sem deficiência. Na faixa etária de 60 anos ou mais, o desemprego era de 5,1% entre as pessoas com deficiência e 2,6% para as pessoas sem tal condição.
“Há uma diferença muito grande de como pessoas com deficiência se engajavam no mercado de trabalho em relação às pessoas sem deficiência. A taxa de formalização também é bem distante. E vemos diferenças entre os diferentes tipos de deficiência”, diz o analista do IBGE Leonardo Athias.
Quando se considera os tipos de deficiência, a taxa de participação das pessoas no mercado de trabalho é maior entre aquelas com deficiência visual (37%) e auditiva (28%) e menor entre aqueles com deficiência mental (5,3%), com mais de uma deficiência (12,9%) ou com deficiência física (16,9% no caso das deficiências em membros inferiores e 17,9% na de membros superiores).
Em termos de formalização, as pessoas com deficiência auditiva apresentaram o melhor indicador (40,4%), ao passo que o pior foi identificado para as pessoas com mais de uma deficiência (27,3%). As maiores taxas de desocupação foram registradas entre as pessoas com deficiências mental (12,4%) e visual (11,9%), enquanto as menores, entre aquelas com deficiência física nos membros superiores (8,9%).
Outro aspecto abordado na pesquisa é o rendimento do trabalho. As pessoas com deficiência recebiam em 2019, em média, R$ 1.639 mensais, isto é, cerca de dois terços do rendimento das pessoas sem deficiência (R$ 2.619). Os valores menores das pessoas com deficiência aparecem em todos os grupos de atividades econômicas. As pessoas nesta condição estavam mais concentradas nos segmentos com rendimentos médios relativamente menores, como serviços domésticos, agropecuária e alojamento e alimentação.
Os dados da publicação são oriundos da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) de 2019 e não podem ser comparados com os de anos anteriores. Embora haja informações sobre deficiências desde o primeiro Censo Demográfico realizado no país, em 1872, a identificação das pessoas com deficiência foi mudando ao longo do tempo.
Atualmente, a deficiência é caracterizada pelo tipo e/ou grau de interação entre a pessoa e seu corpo e o ambiente, seguindo orientações internacionais do Grupo de Washington para Estatísticas sobre Pessoas com Deficiência (Washington Group on Disability Statistics, em inglês). Por esta referência, a pessoa com deficiência é aquela que responde “ter muita dificuldade” ou “não conseguir de modo algum” realizar as atividades perguntadas em ao menos um dos quesitos investigados.
Agência Brasil

A agenda de TI segue robusta no setor bancário, com investimentos crescentes em novas tecnologias como segurança cibernética, Inteligência Artificial, 5G, cloud pública e big data, aponta a 30ª edição da Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária Em 2021, o orçamento dos bancos em tecnologia foi de R$ 30,1 bilhões, valor 13% superior ao apurado em 2020. A estimativa é a de que esse orçamento chegue a R$ 35,5 bilhões em 2022, 18% a mais do em 2021.Essa é uma das conclusões da “Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária 2022”, realizada pela Deloitte para a Federação Brasileira de Bancos (Febraban).
O levantamento, que neste ano chega a sua 30ª edição, aponta que o valor será distribuído em uma série de operações como, por exemplo, tecnologias voltadas a segurança cibernética e privacidade de dados e a Inteligência Artificial (IA), que estão no topo das prioridades de investimentos, além de Big Data, cloud pública e 5G. No levantamento, foram identificados que para 78% dos bancos a análise e a exploração dos dados obtidos via Open Finance e a transformação cultural das instituições financeiras são movimentos prioritários, marcando assim um novo momento da indústria e da relação do banco com o seu cliente.
“Os bancos têm percebido que, para a transformação digital ocorrer de maneira efetiva, são necessárias mudanças de dentro para fora, no que tange conhecimento, valores, cultura, modo de operar e servir. Para isso, é necessário um time com conhecimentos técnicos e de negócios, inserido em uma cultura focada na agilidade, centralidade do cliente e produtividade”, avalia Sérgio Biagini, sócio-líder para a indústria de Serviços Financeiros da Deloitte.
Dessa forma, os bancos identificam que uma mudança cultural, necessária para viabilizar e acelerar a transformação digital, é prioridade. E mais: 91% decidiram alavancar os canais digitais como principal meio de relacionamento, entregando uma melhor experiência ao cliente.
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Softwares e capacitação
A pesquisa destaca as ações prioritárias em tecnologia para o setor em 2022, analisando também os investimentos feitos e as transações realizadas pelos brasileiros em 2021.
Em relação à movimentação do ano anterior, o levantamento apontou que foi mantida a tendência de priorizar os softwares. Em 2021, foi investido R$ 17,4 bilhões nessa área, ou 58% do total, enquanto os hardwares receberam 27%.
De acordo com Rodrigo Mulinari, diretor do Comitê de Inovação e Tecnologia da Febraban, esses dados reforçam o compromisso da indústria bancária no desenvolvimento de novas funcionalidades em serviços e produtos, além da expansão dos canais de atendimento. “Algumas frentes têm impulsionado essa ampliação, como a implementação do Open Finance, a crescente digitalização do consumidor e também a modernização do legado tecnológico dos bancos”, avalia.
Essas inovações que aceleram a digitalização de processos e operações bancárias têm um efeito multiplicador tanto no aumento de produtividade como nas melhorias da experiência dos clientes finais. “Cada vez mais empresas do setor financeiro buscam prover experiências extraordinárias nas jornadas de seus clientes e colaboradores, eliminando as barreiras entre os silos tradicionalmente formados ao redor de áreas/sistemas produto, automatizando processos manuais para reduzir custos e ganhando agilidade no lançamento de novos produtos e serviços”, afirma o head de Vendas para Contas Estratégicas da ServiceNow, Raul Miyazaki.
Pandemia impacta modelos de trabalho
O trabalho remoto cresceu como tendência: 82% dos bancos adotaram home office para profissionais das agências e 73% das unidades reduziram o horário de atendimento ao público. Além disso, 45% dos bancos pensam em manter modelos alternativos de trabalho, ao mesmo tempo que 53% pretendem investir em equipamentos e programas para facilitar a atuação profissional a partir de fora do escritório.
Para melhorar, garantir e viabilizar a conexão do profissional em suas atividades remotas, espera-se que os investimentos somem mais de R$ 46 milhões. “A oferta de trabalho no modelo virtual ou híbrido tem sido avaliada pelos bancos como uma forma de atrair e reter os melhores talentos em tecnologia”, avalia Biagini.
Também se manteve em alta a aposta em capacitação de pessoal. Quase 140 mil profissionais de diferentes áreas das empresas receberam treinamento em metodologias ágeis. Já os cursos de segurança cibernética, específicos para profissionais de TI, alcançaram 6.900 pessoas (ante 5.400 no ano anterior).
Acesso por smartphone
A pesquisa aponta que os canais digitais caíram no gosto dos brasileiros: seu uso cresceu 23% em relação à pesquisa de 2021. Sete em cada dez das 119,5 bilhões de operações bancárias realizadas no País foram realizadas por internet banking ou mobile banking. As transações digitais ligadas a pagamentos experimentaram um crescimento de 66 %. E o cliente acessa o aplicativo do banco, em média, 40 vezes ao mês – em 2020, a média era 24 vezes.
Quando se trata do uso do Pix, entre março de 2021 e março de 2022, a base geral de usuários cadastrados cresceu 72% e o número de clientes que realizaram mais de 30 transações via Pix por mês saltou 809%. Além disso, 95% dos consumidores pessoa física estão dispostos a consentir com o compartilhamento de dados no Open Finance por 12 meses.
“Ao longo das últimas três décadas, os bancos brasileiros estiveram e continuam na vanguarda da tecnologia bancária mundial. Investimentos robustos em tecnologias de ponta têm proporcionado a criação de produtos e soluções bancárias inovadoras para o mercado. Iremos continuar ajudando o cliente na inclusão digital para que ele tenha, de forma ininterrupta, acesso a serviços com mais eficiência e maior valor agregado”, afirma Rodrigo Mulinari, diretor do Comitê de Inovação e Tecnologia da Febraban.

