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Pesca Profissional Artesanal: um tipo de pesca caracterizada principalmente pela mão de obra familiar, com embarcações de pequeno porte, como canoas ou jangadas, ou ainda sem embarcações, como na captura de moluscos perto da costa. Sua área de atuação está nas proximidades da costa, nos rios, reservatórios, lagos/lagoas, estuários e açudes. Lei Federal 11.959 de 29/06/2009.

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Após colisão, suspeito caminhou até um bar, onde o Samu foi chamado. Homem furta carro, colide em árvore e cerca
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O curioso campo de oxidação que rodeia nossos corpos e ajuda a ‘limpar o ambiente’  Época NEGÓCIOS

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Após colisão, suspeito caminhou até um bar, onde o Samu foi chamado. Homem furta carro, colide em árvore e cerca e fica gravemente ferido em Araraquara
Milton Filho/acidade on
Um homem de 33 anos, foi levado para a Santa Casa de Araraquara, após furtar um carro e bater o veículo contra uma árvore e depois em uma cerca, na manhã desta quarta-feira (21), no Parque Tropical, em Araraquara (SP). Ele ficou gravemente ferido.
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De acordo com a Polícia Militar, tanto o furto quanto o acidente aconteceram na Rua Ettori Berthi.
Após o acidente e mesmo ferido o homem conseguiu caminhar até o bar de seu pai e pedir ajuda. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi chamado pelo pai que disse que achou que o filho tivesse sido vítima de um atropelamento.
Homem furta carro, colide em árvore e cerca e fica gravemente ferido em Araraquara
Milton Filho/acidade on
A proprietária do veículo presenciou o furto. Ela disse aos policiais que estava fazendo a entrega de queijos quando seu carro foi levado.
A PM acredita que depois de ter cometido o crime, o homem estava a caminho do comércio do pai. Porém, como a estrada estava escorregadia por conta da chuva, ele teria perdido o controle da direção e colidido o veículo.
O suspeito foi levado para a Santa Casa, sob escolta policial.
Veja mais notícias da região no g1 São Carlos e Araraquara.


O pagamento dos juros será realizado em 19 de outubro para acionistas posicionados até o dia 26 de setembro As ações da Romi tinham alta de 6,33% por volta das 10h30, cotadas em R$ 15,29, entre as maiores valorizações no mercado na manhã desta quarta-feira. O volume negociado de R$ 3,86 milhões nos momentos iniciais do pregão já é cerca de 70% do total da sessão de terça-feira. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.


Dado mais recente do Banco Central mostra que atualmente existem 17.348 agências bancárias no país, uma queda de 25,1% desde o pico O número de agências bancárias no Brasil atingiu um pico em março de 2015, com 23.154 unidades. Desde então, vem caindo de maneira praticamente ininterrupta até os dias de hoje. O dado mais recente do Banco Central, de julho, mostra que atualmente existem 17.348 agências no país, uma queda de 5.806 desde o pico, ou 25,1%. Enquanto isso, as unidades das cooperativas de crédito dobraram nesse período.
Leia também: Febraban: Saldo da carteira de crédito deve crescer 1% em agosto

Há sete anos, as maiores redes de agências eram de: Banco do Brasil (5.544), Bradesco (4.654), Itaú (3.847), Caixa (3.401) e Santander (2.641). Hoje os líderes são BB (3.984), Caixa (3.372), Bradesco (2.910), Itaú (2.617) e Santander (2.575).

Além das agências, existem atualmente no país 11.858 postos de atendimento (PA) físicos. Em março de 2015, eram 10.474, ou seja, houve uma alta de 1.384 (ou 13,2%).

Os PAs são estruturas mais simples, subordinados a uma agência, e que não contam, por exemplo, com serviços como câmbio, operações de tesouraria, fundos de investimentos para clientes qualificados, entre outros. Além disso, muitos não são abertos ao público geral, são pontos de atendimento dentro de determinadas empresas, repartições públicas, universidades, etc, destinados única e exclusivamente aos membros daquela instituição.

Com o avanço da tecnologia e a digitalização dos serviços financeiros – impulsionada pela pandemia – os grandes bancos vêm fechando agências, aproveitando a queda na demanda por atendimento físico para reduzir gastos. Muitas são transformadas em PAs, que por ter uma estrutura menor – como não lidam com numerário, não precisam de cofre, porta giratória, entre outras coisas – exigem gastos bem inferiores.

Enquanto isso, as cooperativas vêm ampliando o atendimento presencial. Por não serem bancos, elas não têm agências. As unidades são chamadas de postos de atendimento cooperativo (PAC). Hoje, são 8.593 PACs, de 4.312 em março de 2015, uma diferença de 4.281 (alta de 99,3%).

A maior rede de PACs é do Sicoob, com 4.018 unidades. Desde 2020, o Sicoob já abriu 690 postos e deve entregar mais 100 ainda este ano. “O cooperativismo financeiro é um movimento essencialmente de lugar e proximidade, que preza pelo atendimento humanizado, até porque nas cooperativas as pessoas, por definição, são mais importantes que o capital, e o lucro não faz parte dos objetivos. Como o usuário dos serviços é também o dono da organização, suas expectativas e preferências sobre acolhimento e tratamento devem ser atendidas sem restrições”, diz Ênio Meinen, diretor de Coordenação Sistêmica e Relações Institucionais do Sicoob.
Os grandes bancos vêm fechando agências, aproveitando a queda na demanda por atendimento físico para reduzir gastos
Marcelo Camargo/Agência Brasil


Temporada 2022/2023 promete ser a maior dos últimos dez anos. Mais de 780 mil leitos serão ofertados Passadas as consequências da pandemia, a indústria de cruzeiros volta a navegar por mares mais calmos e planeja um retorno emblemático. Com quase seis meses de duração, a temporada 2022/2023 está prevista para ser a maior dos últimos dez anos e gerar um impacto de R$ 3,8 bilhões na economia nacional. Serão 184 roteiros e 724 escalas em 17 destinos
nacionais e internacionais. Para debater e refletir sobre as tendências e os desafios para o desenvolvi¬ mento do setor de cruzeiros no País, a Associação Brasileira de Cruzeiros Marítimos (Clia) organizou o 4o Fórum Clia Brasil 2022, realizado na sede do Ministério do Turismo, em Brasília, no último dia 14. O evento reuniu autoridades políticas e executivos do segmento, que debateram, principalmente, as soluções para fomentar o mercado de cruzeiros no Brasil.
Mesmo com as previsões de bons números para esta temporada, profissionais do setor admitem que ainda há muito o que fazer para aproveitar o grande potencial turístico do Brasil. Por isso, o fórum foi dividido em quatro pilares considerados fundamentais para a operação do negócio: infraestrutura, custos, regulação/ tributos e sustentabilidade.
Na ocasião, também foi apresentado o Estudo de Perfil e Impactos Econômicos de Cruzeiros Marítimos no Brasil – Temporada 2021/2022, realizado pela Clia Brasil, em parceria com a Fundação Getulio Vargas (FGV), que trouxe um diagnóstico preciso sobre o mercado e as principais lacunas a serem preenchidas, além de mostrar o impacto de R$ 1,5 bilhões na economia e geração de 22 mil empregos. Com tamanha vocação turística e navios de última geração, por que o mercado brasileiro ainda é considerado tímido para o setor?
A indústria tem feito sua parte. Para esta temporada, a Clia confirmou nove navios que garantirão mais de 780 mil leitos, alta de 47% na comparação com os 530 mil ofertados em 2019/2020. A temporada também marca a volta do Brasil à rota de importantes companhias marítimas internacionais. De 7 de outubro de 2022 a 17 de maio de 2023, 35 navios de longo curso farão 309 paradas em 45 destinos localizados em 15 estados brasileiros, como Amazonas, Bahia, Rio de Janeiro, São Paulo e Santa Catarina, com grandes expectativas de geração de impacto econômico para o Brasil.
“Nosso setor está em franco crescimento. Oferecemos experiências únicas e completas para cada tipo de viajante. Além disso, uma temporada de cruzeiros representa uma cartela de oportunidades para o País”, declarou Adrian Ursilli, presidente do Conselho da Clia Brasil e country manager Brazil da MSC Cruzeiros.
Adrian Ursilli, presidente do Conselho da Clia Brasil e country manager Brazil da MSC Cruzeiros
Divulgação
As oportunidades significam movimentar uma cadeia de negócios e serviços que podem fazer a diferença para um município que sedia o destino turístico. De acordo com o estudo da FGV, cada viajante gastou na última temporada, em média, R$ 605,90 nas cidades de escala e R$ 770,97 nas cidades de embarque e desembarque. Só em tributos, foram R$ 213 milhões nas esferas federal, estadual e municipal.
Para os turistas, as vantagens já estão estabelecidas. Por um período de oito dias, o viajante se hospedará em um luxuoso hotel flutuante com todos os serviços disponíveis a bordo em uma experiência única. Mas o Brasil precisa melhorar seu ambiente de negócios, que envolve questões como infraestrutura, custos, regulação, entre outras, para que a indústria cresça e continue oferecendo a melhor experiência a seus clientes.
O debate começa com o Custo Brasil. “É difícil competir com taxações em todas as nossas operações”, avaliou Dario Rustico, presidente executivo para América do Sul e Central da Costa Cruzeiros.
Dario Rustico, presidente executivo para América do Sul e Central da Costa Cruzeiros
Divulgação
Dario também destacou a dificuldade das empresas em desenvolver seus planos de negócios para o mercado brasileiro. “Temos outro problema que é a falta de previsibilidade, pois as regras mudam muito. Como vamos saber de que forma nossos negócios serão impactados daqui a cinco anos?”, declarou.
INFRAESTRUTURA
A maior carência, segundo os empresários do trade, é o baixo número de portos principais (home ports), novos terminais de passageiros e berços de atracação (pontos onde os navios ficam ancorados), principalmente para que navios de grande porte possam operar. “É preciso investir nas instalações para que os navios continuem operando em nossos destinos”, declarou Sueli Martinez, diretora de Operações do Concais Santos.
Sueli Martinez, diretora de Operações do Concais Santos
Divulgação
A infraestrutura dos portos também foi outra questão debatida. Os executivos dos principais portos brasileiros admitem que é possível fazer mais. Há obras de melhorias em andamento nos portos do Rio de Janeiro, de Santos, de Ilhéus e de Salvador. Por ainda atuarem sob legislação estatal, o tempo que se leva para iniciar e concluir uma obra é muito longo dentro de uma lógica de competitividade.
“Nosso modelo precisa ser desestatizante. Somente assim as autoridades portuárias poderão ser mais ágeis para implementar as mudanças necessárias para atrair ainda mais o mercado de cruzeiros”, declarou o secretário nacional de Portos e Transportes Aquaviários, Mario Povía.
Mario Povía, secretário nacional de Portos e Transportes Aquaviários
Divulgação
Presente no evento, o ministro do Turismo, Carlos Brito, considera a indústria de cruzeiros fundamental para a economia brasileira. “Temos trabalhado lado a lado com o segmento, para que a indústria de cruzei¬ros cresça cada vez mais no nosso país. Contamos com a Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo (Embratur), que intensificou a promoção do Brasil no mercado de cruzeiros. Serão gerados 48 mil empregos diretos e indiretos nesta temporada. Estamos confiantes”, declarou.
Carlos Brito, ministro do Turismo
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MEIO AMBIENTE
A sustentabilidade é outro tema prioritário. As empresas associadas à Clia adotam medidas que superam as legislações internacionais e locais, com boas práticas, como a adoção de uma política de tratamento de águas, emissões, lixo e o alto índice de reciclagem, seja com reúso, com desembarque ou com queima, onde os materiais incinerados são transformados em energia.
Até mesmo o design dos navios vem sendo modificado. As novas embarcações saem dos estaleiros prontas para reduzir em até 5% o consumo de combustíveis em relação aos modelos anteriores. Além disso, a Clia confirma que até 2030 irá reduzir em 40% a emissão de carbono dos seus navios e em 100% até 2050.
A novidade é que essa redução será net carbon zero, ou seja, será na operação do navio e também na fabricação do combustível.
LEGISLAÇÃO TRABALHISTA
Outro ponto preocupante entre os empresários é o grande número de ações trabalhistas. O motivo, segundo advogados que estiveram presentes no evento, é que muitos juízes do Trabalho não reconhecem a Convenção sobre Trabalho Marítimo (MLC), criada pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), em 2006.
“A MLC é a legislação trabalhista marítima reconhecida e seguida pelas empresas de cruzeiro em todo o mundo. O problema no Brasil é que muitos juízes decidem que, para casos de trabalhadores brasileiros, é preciso seguir a nossa legislação, a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Além de provocar discriminação aos trabalhadores brasileiros a bordo, a decisão vai de encontro a um entendimento universal”, declarou Renata Azi, advogada especialista em Direito do Trabalho.
Renata Azi, advogada especialista em Direito do Trabalho
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Os advogados lembraram, ainda, que um Termo de Ajuste de Conduta (TAC) foi assinado entre as empresas de cruzeiro e o Ministério Público do Trabalho. O termo possui cerca de 20 cláusulas que instituem os deveres e as garantias dos contratantes aos trabalhadores embarcados. Entre os principais pontos do TAC estão cláusulas referentes à regularização das horas trabalhadas pelos empregados.
“Os cruzeiros estão retomando o mercado, mas temos muito a superar e muita coisa para ser feita. Temos, por exemplo, destinos no mundo que estão se preparando muito rápido para as próximas temporadas. Não podemos ficar para trás”, resumiu Marco Ferraz, presidente executivo da Clia Brasil.
Marco Ferraz, presidente executivo da Clia Brasil
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Fundada como gestora de capital de risco, empresa se expandiu nos últimos anos para segmento de estágio avançado, investindo em mais de 60 negócios A C. Capital, empresa fundada pelo magnata imobiliário de Hong Kong Adrian Cheng, planeja levantar US$ 500 milhões para investir em ativos de blockchain, crédito e private equity nos próximos 18 meses, aproveitando os preços baixos de empresas fechadas e ativos digitais.
Também cofundada pelo ex-banqueiro do Bank of America Merrill Lynch, Ben Cheng, a empresa está promovendo um fundo blockchain de US$ 200 milhões e planeja reunir cerca de US$ 300 milhões para investir em estratégias de private equity e crédito privado no próximo ano, disseram pessoas familiarizadas com o assunto, pedindo para não ser identificadas discutindo detalhes de captação de recursos.
“Enquanto as pessoas estão na defesa, estamos no ataque”, disse Ben Cheng, CEO e presidente da empresa, em entrevista. Esse tipo de ambiente historicamente “dará o melhor resultado. Depois de mais 6 a 9 meses, ele voltará.”
Os novos recursos se somarão aos cerca de US$ 1 bilhão que a C Capital investiu em empresas fechadas, ativos digitais e créditos. Sua estratégia de fundos de hedge se concentra principalmente no trade de criptomoedas. Eles recusaram abordagens de investimento em early stage e investidor-anjo porque os valuations estão elevados e com vantagens limitadas, de acordo com Cheng.
Iniciada como investidora de capital de risco, a gestora de cinco anos se expandiu nos últimos anos para empresas em estágio avançado, investindo em mais de 60 negócios, incluindo a empresa de capas protetoras de telefone CASETiFY e a empresa de jogos blockchain Animoca Brands.
A captação de recursos para o segmento de blockchain ocorre em meio a uma queda acentuada nos preços das criptomoedas que começou no final de 2021. Mesmo assim, Cheng disse que o valor de seus investimentos em criptomoedas aumentou 40% no primeiro semestre, depois de dobrar no ano passado.
As estratégias de private equity e crédito ocupam cerca de 40% do capital, com os 20% restantes alocados na classe de ativos de fundos de hedge, disse Cheng. Seu fundo de crédito oferece empréstimos sênior e mezanino de até 70% do valor dos ativos para famílias, fundos e empresas com garantias residenciais e comerciais. Mais da metade dos ativos estão localizados em Hong Kong, disse ele.
A turbulência prolongada no setor imobiliário da China teve um impacto limitado na empresa, uma vez que se concentra apenas em propriedades de referência em locais privilegiados, de acordo com Cheng. Também está buscando mais oportunidades de crédito em imóveis residenciais e comerciais australianos, disse ele.
A C Capital conta com 25 funcionários, sendo 10 focados em private equity e 10 em fundos de crédito e hedge. A empresa atualmente tem quatro escritórios e está se expandindo globalmente, disse Cheng.
Adrian Cheng, neto do magnata Cheng Yu-tung, é diretor executivo da New World Development Co. e herdeiro da fortuna da família Chow Tai Fook. As participações do desenvolvedor incluem o shopping de luxo K11 de Hong Kong, que combina varejistas sofisticados, restaurantes e instalações de arte.

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