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O pregão é marcado por um movimento de demanda por ativos de proteção no exterior, na esteira da escalada nas tensões geopolíticas entre a Rússia e o Ocidente As taxas dos juros futuros exibem ligeira queda ao longo de toda a estrutura a termo da curva nesta quarta-feira, com os investidores operando em compasso de espera diante das decisões de política monetária do Federal Reserve (Fed) e do Banco Central.
Perto das 13h, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2024 passava de 13,24% para 13,20%; o DI para janeiro de 2025 caía de 11,915% para 11,87%; o DI para janeiro de 2026 recuava de 11,65% para 11,59%; e o DI para janeiro de 2027 passava de 11,565% para 11,525%.
O pregão é marcado por um movimento de demanda por ativos de proteção no exterior, na esteira da escalada nas tensões geopolíticas entre a Rússia e o Ocidente. Na Europa, os bônus dos títulos públicos recuam. O juro do bund alemão de 10 anos cai 4 pontos-base, para 1,889%, enquanto o rendimento do BTP italiano de mesmo prazo cede 5,5 pontos-base, para 4,135%.
Nos Estados Unidos, por outro lado, as taxas de curto prazo continuam sua escalada, com os juros da T-note de 2 anos avançando para além do patamar dos 4%. Há pouco, o rendimento do título subia de 3,971% para 4,019%, em seus maiores níveis desde 2007.
Apesar da movimentação nas taxas, o pregão no exterior é marcado pela espera da decisão de política monetária do Federal Reserve. Há pouco, a probabilidade implícita de uma alta de 1 ponto percentual crescia de 17% da sessão da véspera para 20%, ante 80% de probabilidade de uma alta de 0,75 ponto percentual.
“O rendimento do Tesouro de dois anos, altamente sensível às expectativas de política monetária, vem subindo bastante nas últimas semanas, atingindo níveis vistos pela última vez em 2007 (3,95% atualmente). É importante ressaltar, no entanto, que a curva continua precificando com uma chance de quase 83% de uma alta de 75pb nesta tarde, o que significa que a expectativa do mercado de uma taxa terminal mais alta (4,50%) está elevando os rendimentos. Como tal, os investidores prestarão especial atenção ao gráfico de pontos, a expectativa do Fed para a trajetória futura das taxas de juros”, afirma o estrategista-chefe para Brasil do Mizuho, Luciano Rostagno.
O mesmo cenário é observado no Brasil, onde o Banco Central anuncia sua decisão de política monetária após o fechamento dos mercados. Segundo o mercado de opções de Copom, a probabilidade de uma alta de 0,25 ponto gira em torno de 30%, ante 70% de chance de manutenção da Selic em 13,75%.
Segundo Rostagno, a ponta curta da curva de juros no Brasil segue estável antes da decisão do Banco Central desta quarta-feira. “Apesar das expectativas de que os formuladores de política monetária deixarão as taxas inalteradas, encerrando um ciclo de aperto de 18 meses, o real tem mantido desempenho superior nas últimas sessões em relação ao menor risco fiscal”, aponta o estrategista.
Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Coleta de dados está em curso e as conclusões serão divulgadas em 2023 A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, uma das principais pesquisas domiciliares do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e que trata principalmente do mercado de trabalho, terá um módulo específico para investigar informações de pessoas com deficiência. A coleta de dados está em curso e as conclusões serão divulgadas em 2023, como informou há pouco o instituto durante a apresentação da publicação “Pessoas com deficiência e as desigualdades sociais no Brasil”, com dados referentes a 2019. Hoje se celebra o Dia Nacional da Luta das Pessoas com Deficiência.
“É um módulo que está em campo agora e ano que vem teremos esses dados. A pessoa com deficiência passa a ser enxergada pela Pnad Contínua”, afirmou o diretor de pesquisas do IBGE, Cimar Azeredo.
O questionário do módulo da Pnad Contínua incluirá perguntas sobre as pessoas com deficiência seguindo as recomendações internacionais adotadas na publicação divulgada hoje. Atualmente, a deficiência é caracterizada pelo tipo e/ou grau de interação entre a pessoa e seu corpo e o ambiente, seguindo orientações internacionais do Grupo de Washington para Estatísticas sobre Pessoas com Deficiência (Washington Group on Disability Statistics, em inglês).
Por esta referência, a pessoa com deficiência é aquela que responde “ter muita dificuldade” ou “não conseguir de modo algum” realizar as atividades perguntadas em ao menos um dos quesitos investigados. São consideradas como tipo de deficiências visual, auditiva, física (membros inferiores ou membros superiores), mental ou mais de um tipo de deficiência.
Por enquanto, no entanto, está confirmada apenas a primeira edição do módulo com informações sobre pessoas com deficiência. “Ainda não temos confirmação sobre a periodicidade, mas a expectativa é que a gente possa continuar com esses dados”, afirmou a analista do IBGE Maíra Bonna Lenzi.
“Vai ser uma boa oportunidade de detalhes sobre a inserção no mercado de trabalho, como a questão da subutilização, e as características socioeconômicas”, disse o analista do IBGE Leonardo Mathias.
A publicação “Pessoas com deficiência e as desigualdades sociais no Brasil” divulgada hoje pelo IBGE traz informações oriundas da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), com dados referentes a 2019, e mostra que as pessoas com deficiência têm menor acesso ao mercado de trabalho, enfrentam desemprego maior e menor formalização que as pessoas sem deficiência.
Naquele ano, a parcela das pessoas com deficiência em idade de trabalhar que estava empregada ou procurando trabalho era de 28,3%, parcela bem inferior à de 66,3% entre as pessoas sem deficiência. O indicador é conhecido como taxa de participação e funciona como uma referência para o engajamento da população com o mercado de trabalho. Entre os trabalhadores ocupados, a fatia dos que estavam no mercado formal entre aqueles com deficiência era de 34,3%, patamar também abaixo daqueles sem deficiência (50,9%).
Em vídeo apresentado durante a cerimônia, o secretário nacional dos Direitos das Pessoas com Deficiência, Claudio Panoeiro, reforçou que os dados ajudam na construção de políticas públicas. “Com esses dados, construídos de maneira científica, será possível construir políticas públicas com base em evidências. Temos o compromisso agora de transformar esses dados em realidade”, afirmou.
Tânia Rêgo/Agência Brasil
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- Pai de Viih Tube revela ter ‘caído aos prantos’ após descobrir gravidez da filha Portal Uai
- Viih Tube responde curiosidades sobre gravidez com Eliezer: “Quero tentar parto normal” QUEM Acontece
- Internautas resgatam vídeo de Eliezer no BBB22 falando sobre ser pai após gravidez de Viih Tube Portal do Holanda
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- Viih Tube revela planos sobre gravidez, expectativa para parto e detalha escolha de nomes; assista! Hugo Gloss
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Neste Safra Weekly, explicamos a projeção para a economia dos EUA e a oportunidade para investir em fundos imobiliários A inflação ao consumidor nos EUA subiu 0,1% em agosto, em contraste com a expectativa do mercado por uma deflação de -0,1%
Getty Images
A queda no valor das commodities energéticas trouxe alívio aos preços nos últimos dois meses nos Estados Unidos.
Porém, a inflação ao consumidor por lá subiu 0,1% em agosto, em contraste com a expectativa do mercado por uma deflação de -0,1%.
No último mês, os principais fatores de pressão sobre a escalada dos preços por lá foram os bens e serviços.
O núcleo da inflação, que exclui alimentação e energia, também acelerou e ficou mais de 20 pontos percentuais acima da projeção do Safra (0,35%), chegando a 0,57%. Agora, o núcleo acumula alta de 6,3% nos últimos doze meses.
Esse ritmo de alta está acima do patamar compatível com a meta anual de inflação de 2% estabelecida pelo Federal Reserve, o banco central americano.
Mesmo com o indicador bem elevado, o Safra espera que a inflação de bens industrializados deve desacelerar nos próximos meses.
Devem contribuir para isso o esfriamento do setor imobiliário, cujos preços dos imóveis e valor dos aluguéis têm grande peso sobre a inflação de serviços.
A queda em mais de 20% das vendas de imóveis nos últimos doze meses confirma essa tendência.
Além disso, o aumento dos salários do setor de manufatura tem perdido força, o que ajuda no controle de custos do segmento e a diminuir a demanda por bens e serviços.
Porém, a expansão do mercado de trabalho, com baixo número de pedidos de auxílio-desemprego, indica que o núcleo de inflação continuará em um patamar elevado, devendo convergir para 3,3% apenas no final de 2023.
Nesse cenário, o Safra revisou a projeção de máxima da taxa de juros americana de 4% para 4,5%, a ser alcançada no primeiro trimestre do próximo ano.
Com o maior custo de capital e o aperto fiscal em curso, o banco também prevê agora uma retração de 0,5% do PIB real americano ao fim de 2023.
Essa queda deve reequilibrar o mercado de trabalho e levar a inflação para a meta em 2024.
Oportunidade de entrada em fundos imobiliários
O cenário incerto nos Estados Unidos coloca em evidência o investimento nos títulos do tesouro americano e em outros ativos de menor risco.
Mas no Brasil, os fundos imobiliários trazem uma oportunidade de entrada aos investidores.
Embora estejam no leque de opções em renda variável, alguns fundos de qualidade listados no país estão com os preços das cotas de mercado abaixo de seu valor patrimonial.
Entre as sugestões da carteira estão os fundos JS Ativos Financeiros [JSAF11] e JS Real Estate (JSRE11), geridos pelo próprio Safra.
O JS Ativos Financeiros é o maior pagador de dividendos semestrais do segmento e conta com gestão ativa para aproveitar as oportunidades em diferentes momentos da economia.
A estratégia envolve cotas de outros fundos, certificados de recebíveis imobiliários e ações de empresas do setor.
Já o JS Real Estate é um fundo de escritórios. Os espaços estão em edifícios e regiões de alto padrão. A receita é exposta a inquilinos com baixo risco de crédito e de setores considerados defensivos, como seguros, saúde e tecnologia.
Nesse sentido, uma maneira de investir em fundos imobiliários de qualidade e reconhecidos pelo mercado é pela carteira sugerida do Safra.
Em agosto, o portfólio valorizou 8,12%, enquanto o Ifix, índice de referência da bolsa de valores brasileira, teve alta de 5,77%.
Para este mês, o Safra promoveu apenas uma mudança na carteira. O fundo HSI Malls deu espaço para as cotas do XP Malls. Entre maio e agosto, o HSI acumulou valorização de mais de 23%. [HSML11 e XPML11]
A lista completa de ativos da carteira de fundos imobiliários sugerida pelo Safra pode ser conferida neste link.
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Pela medida cautelar as operadoras são obrigadas a repassar, em até 15 dias, o desconto na alíquota de ICMS recolhida pelos Estados A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) emitiu, nesta quarta-feira (21), a medida cautelar para obrigar as operadoras a repassar, em até 15 dias, o desconto na alíquota de ICMS recolhida pelos Estados. O corte no tributo estadual está previsto na Lei Complementar 194/22, sancionada em junho, que limitou a cobrança sobre serviços essenciais ao patamar de 18%.
Multa
Em caso de descumprimento, as operadoras estão sujeitas à multas de até R$ 50 milhões. Na cautelar, a Anatel coloca que “a demora do repasse dos valores causa dano imediato aos consumidores e pode caracterizar enriquecimento ilícito das prestadoras de serviços de telecomunicações”.
O documento, divulgado pela agência reguladora, indica que a determinação partiu de três superintendências: Competição, Controle e Obrigações e de Relações com consumidores. A decisão de publicar a medida foi anunciada ontem pelo diretor da Anatel Emmanoel Campelo.
Sede da Anatel, em Brasília
Divulgação/Anatel

