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Corregedor-geral do Tribunal determinou que as redes sociais removam os conteúdos no prazo de 24 horas e deu três dias para que o presidente e seu candidato a vice expliquem porque mantiveram as postagens no ar O corregedor-geral do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Benedito Gonçalves, apontou que o presidente Jair Bolsonaro (PL) tem descumprido decisão judicial ao manter no ar imagens oficiais do feriado de 7 de setembro, quando se comemorou o Bicentenário da Independência do Brasil.
De acordo com o ministro, apesar de a equipe jurídica de Bolsonaro ter informado ao TSE que havia sido realizado uma “vigorosa remoção de conteúdos”, o que se pode constatar, na verdade, é que “a campanha continuou a fazer uso ostensivo de material cuja exploração para fins eleitorais foi expressamente vedada”.
O ministro, então, determinou que as próprias redes sociais – Facebook, Instagram, Twitter, Linkedin e Kwai – removam os conteúdos no prazo de 24 horas, sob pena de multa de R$ 10 mil por dia em caso de descumprimento. Ele também deu três dias para que o presidente e o seu candidato a vice, Walter Braga Netto, expliquem porque mantiveram as postagens no ar.
A manifestação de Benedito aconteceu após o PT, que tem como candidato o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, demonstrar que o presidente mantém 40 postagens sobre o assunto em suas redes sociais.
Segundo o ministro, há imagens divulgadas em que Bolsonaro claramente exercia função de chefe de Estado, já que usava faixa presidencial, além de trechos em que ele aparece fazendo o percurso em Brasília entre o desfile militar e o palanque no qual discursou. Também ainda estão no ar imagens dos aviões da Esquadrilha da Fumaça, colorindo o céu com as cores da bandeira brasileira, e da queima de fogos à zero hora de 7 de setembro, duas performances, argumenta Benedito, “custeadas com recursos públicos”.
Benedito proferiu a liminar no dia 10 de setembro, três dias após o feriado, após um pedido da Coligação Brasil da Esperança, de Lula, que apontou abuso de poder político e econômico e uso indevido dos meios de comunicação. Dias depois, a decisão monocrática do ministro foi referendada por unanimidade pelo plenário do TSE.
Alan Santos/PR
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A construção na cidade de Guangan, que pode abrigar 14 mil pessoas, começou em abril A China construiu um enorme centro de isolamento contra a covid-19 composto por fileiras e mais fileiras de prédios temporários em uma enorme região no sul do país. A medida segue o receio das autoridades que continuam tratando o vírus como uma ameaça que precisa ser eliminada. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

O presidente do Federal Reserve reconheceu que é necessário desaquecer o mercado de trabalho americano, que ainda está “extremamente apertado” O presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA), Jerome Powell, abriu a sua entrevista coletiva pós-decisão de juros reiterando a mensagem favorável a mais altas de juros que vem repetindo ao longo das suas últimas aparições públicas, mas reconheceu o custo que isso pode cobrar no mercado de trabalho americano.
Leia também: ‘Não sabemos quais as chances de recessão nos EUA, mas os juros precisam subir mais’, diz presidente do Fed
Powell esclareceu que a sua mensagem básica não mudou em relação aos comentários feitos no simpósio anual de Jackson Hole, no fim de agosto, reiterando que o BC americano está “fortemente comprometido” em levar a inflação de volta à meta de 2% e que “continuaremos com os nossos esforços até estarmos confiantes de que o trabalho está feito”.
Questionado, porém, sobre as projeções do Fed para a taxa de desemprego – que é de uma alta a 4,4% em 2023 – Powell reconheceu que é necessário desaquecer o mercado de trabalho americano, que ainda está “extremamente apertado”, aumentando a taxa de desemprego no país. Ele ressalta, no entanto, que a criação de vagas de trabalho ainda está excessivamente forte.
“Nunca diremos que há pessoas demais trabalhando, mas o que ouvimos das pessoas é que elas estão sendo realmente prejudicadas pela inflação. Gostaria que houvesse um jeito indolor de reduzir a inflação, e ainda não desistimos de que há um caminho de vermos apenas uma alta modesta da taxa de desemprego, mas isso é algo que precisamos fazer”.
Omair Sharif, da Inflation Insights, aponta em nota que “se o Fed atingir a sua projeção de desemprego de 4,4% em 2023, então, se todos os outros fatores forem os mesmos, isso significaria mais 1,23 mihão de desempregados” nos EUA. “Quando você pensa no preço a ser pago para reduzir a inflação, ele inclui pelo menos mais um milhão de desempregados”, complementa.
Jerome Powell, presidente do Federal Reserve
Tom Williams/AP
Com mais de R$ 2 bilhões em dívidas, Justiça decreta falência de Itapemirim UOL EconomiaVer cobertura completa no Google Notícias

Súbito renascimento da rota marítima que leva imigrantes até a fronteira com os EUA mostra uma terrível realidade de pessoas que tentam escapar da fome na Venezuela e em outros países pobres No início do mês passado, Silverio Colmenarez deixou sua casa no centro da Venezuela, escapou pela fronteira com a Colômbia e pegou um voo para a idílica ilha caribenha de San Andrés, onde, em uma noite espetacular e estrelada, se espremeu em um barco frágil com cerca de 20 outros migrantes rumo à Costa do Mosquito, na Nicarágua.
Nunca chegou ao destino.
O barco não estava bem equipado para o mar agitado. Por isso, quando as ondas começaram a bater no casco, a água começou a jorrar sobre a embarcação. Por volta das 3h da manhã, com o barco mal equilibrado a cerca de 161 quilômetros da costa, uma onda enorme deu o golpe final, o que os obrigou a saltar no mar. Quando pescadores nicaraguenses chegaram, uma hora e meia depois, o corpo de Colmenarez havia afundado. Ele e outras três pessoas desapareceram no oceano.
Mais de um mês depois, sua mãe, Elizabeth Sánchez de Colmenarez, se apega à esperança de que ainda esteja vivo. “Se meu filho estivesse morto, eu sentiria”, disse em sua casa na cidade de Barquisimeto.
Essa rota marítima de migrantes – parte da longa jornada ao norte até a fronteira com os EUA – ficou inativa por anos. Seu súbito renascimento ilustra uma terrível realidade para os migrantes que escapam da fome na Venezuela e em outros países pobres.
Por mais perigosa que seja a viagem, o trajeto é cada vez mais visto em alguns grupos como uma rota mais segura do que por terra por meio do chamado Tampão de Darién, uma faixa de 100 quilômetros de selva panamenha tão densa, desorientadora e repleta de predadores (tanto humanos quanto animais) que a mera menção do nome provoca apreensão.
Imigrantes de países da América Central aguardam no México por asilo dos EUA
AP Photo/Gregory Bull
Os perigos de Darién foram bem documentados por exploradores durante séculos. Mas eram todos novos para os 70 mil venezuelanos que o atravessaram neste ano. São inúmeros os relatos de fome, afogamento, picadas de cobra, doenças fúngicas, assassinato e estupro. Dados oficiais colocam o número de mortos em 18, mas o real é provavelmente muito maior.
Para os que conseguem economizar cerca de US$ 2 mil, a viagem de avião para San Andrés – e o subsequente trajeto de barco – lhes permite evitar Darién por completo. Por enquanto, os números são baixos em comparação. Mas só o fato de existirem alarmou autoridades navais e grupos humanitários, para os quais a rota era coisa do passado.
“As pessoas veem essa rota como uma maneira de escapar dos perigos da selva de Darién, mas, na realidade, também estão colocando suas vidas em risco extremo”, disse José Félix Rodríguez, coordenador de migração para as Américas da Federação Internacional da Cruz Vermelha. Estão “expostas a condições climáticas extremas, desidratação, afogamento, agressões, tráfico de pessoas e contrabando”.
Na verdade, o pior da crise migratória na Venezuela, que levou quase 7 milhões de pessoas a deixarem o país em oito anos, parece ter passado. Muitos começaram a voltar para casa depois de o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, ter conseguido frear o colapso da economia, que já durava uma década. No entanto, um fluxo constante, embora menor, continua a sair. Muitos são migrantes recorrentes, que tentaram, sem sucesso, conseguir uma vida melhor em outro país.
“As pessoas voltam para a Venezuela e saem novamente para países mais desenvolvidos”, disse Claudia Vargas Ribas, pesquisadora da Universidade Simon Bolívar, em Caracas. “É parte dessa migração circular – pessoas que vêm e vão, ou embarcam em uma segunda ou terceira migração a partir de países latino-americanos.”
(Colaborou Nicolle Yapur)

O contrato do petróleo Brent para dezembro fechou em queda de 0,67%, a US$ 88,80 por barril, enquanto o do WTI americano para novembro caiu 1,19%, a US$ 82,94 por barril Os contratos futuros do petróleo fecharam em queda, nesta quarta-feira (21), repercutindo a decisão de política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), que manteve o aperto monetário mais agressivo com o aumento de 0,75 ponto percentual na taxa básica de juros dos Estados Unidos. O dólar no exterior segue fortalecido após a reunião e chegou ao seu maior valor em 20 anos, hoje, enquanto os ativos de risco operam em queda.
O contrato do petróleo Brent, a referência global da commodity, para dezembro fechou em queda de 0,67%, a US$ 88,80 por barril, enquanto o do WTI americano para novembro caiu 1,19%, a US$ 82,94 por barril.
O índice dólar DXY, que normalmente tem correlação negativa com a commodity, operava em alta de cerca de 0,47% por volta do horário de fechamento do petróleo, a 110,718 pontos.
“As taxas mais altas são restritivas por natureza e, provavelmente, se tornarão um obstáculo para os gastos do consumidor, incluindo os de produtos refinados, como gasolina e diesel”, afirmou Tyler Richey, coeditor da Sevens Report Research. No entanto, “o anúncio do Fed de hoje não é um divisor de águas para o mercado de petróleo, e ainda precificamos o petróleo na faixa de US$ 70 a US$ 80 por barril”, acrescentou.
O dia foi volátil para a commodity, que apresentou ganhos durante a manhã após o pronunciamento do presidente da Rússia, Vladimir Putin, que pediu aos reservistas do país que se mobilizassem na guerra contra a Ucrânia e sinalizou uma ameaça de usar armas nucleares.
Contudo, na tarde desta quarta, os preços do petróleo entraram em território negativo com a divulgação dos dados dos estoques americanos da commodity, que subiram 1,14 milhão de barris na semana encerrada no dia 16 de setembro, para 430,77 milhões de unidades, de acordo com dados divulgados pelo Departamento de Energia dos EUA (DoE, na sigla em inglês). A alta ficou aquém da expectativa dos analistas consultados pelo “Wall Street Journal”, de aumento de 2,2 milhões de barris no período. Os estoques de gasolina, por sua vez, subiram 1,57 milhão de barris, contrariando a expectativa, que era de recuo de 500 mil unidades.
Pixabay
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O secretário de comércio convocou a fabricante Panini e um sindicato local de jornaleiros para chegar a um acordo sobre a escassez das figurinhas A escassez de figurinhas da Copa do Mundo na Argentina provocou uma comoção pública no país louco por futebol e até forçou o governo a intervir dois meses antes do maior evento esportivo do ano. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

