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Diferença entre os candidatos ao governo caiu para 17 pontos, segundo nova pesquisa O ex-prefeito de Salvador ACM Neto, candidato ao governo da Bahia pelo União Brasil, mantém a liderança das intenções de voto na disputa, com 48%, de acordo com pesquisa Datafolha divulgada nesta quarta-feira (21). O segundo lugar, Jerônimo Rodrigues, apoiado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), chegou a 31%, três pontos percentuais a mais em relação ao levantamento anterior, divulgado na semana passada, quando tinha 28%. Já ACM Neto teve oscilação negativa de um ponto percentual e a diferença entre ambos saiu de 21 para 17 pontos.
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O ex-ministro da Cidadania João Roma (PL), nome do presidente Jair Bolsonaro (PL) na corrida estadual, se manteve estável com 8%. Marcelo Millet (PCO) teve 1%. Kléber Rosa (Psol) e Giovani Damico (PCB) não pontuaram. Votos em branco e nulos somaram 6%. Não sabe ou não responderam são 6%.
ACM Neto
Jorge William/Agência O Globo – 4/4/2019
A pesquisa foi contratada pela rádio Metrópole e ouviu 1.526 eleitores no Estado, em 82 municípios, entre os dias 19 e 21 de setembro. A margem de erro máxima prevista é de três pontos percentuais para mais ou para menos, considerando um nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob o número BA-07738/2022.
A campanha de Jerônimo, nesta reta final, busca colar ainda mais a imagem do baiano à de Lula, estratégia vista como a principal responsável pelo crescimento do petista nas pesquisas. Para isso, o ex-secretário de Educação da Bahia embarca para São Paulo amanhã, quinta-feira (22), para gravar programa eleitoral ao lado do presidenciável.
Em contrapartida, o programa eleitoral de ACM Neto, que seria veiculado na televisão e no rádio, está interrompido há mais de 10 dias em todo o Estado, por causa de ações judiciais da coligação petista contra sua campanha. Nesta quarta, o candidato teve um encontro com o com o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes, em Brasília, onde se queixou de “falta de isonomia” do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA).
Jerônimo Rodrigues
Divulgação

O recuo foi percebido nas tendências de longo (últimas seis semanas) e curto prazo (últimas três semanas) O boletim InfoGripe divulgado nesta quarta-feira (21) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) aponta para queda nos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) nas tendências de longo (últimas seis semanas) e curto prazo (últimas três semanas). Referente à Semana Epidemiológica (SE) 37, período de 11 a 17 de setembro, o boletim tem como base os dados inseridos no Sistema de Informação de Vigilância Epidemiológica da Gripe (Sivep-Gripe) até o dia 19 de setembro.
Por outro lado, o pesquisador Marcelo Gomes alerta para o aumento recente de casos associados à influenza A: o vírus H3N2 gerou um surto fora de época, no final do ano passado, e está aparecendo novamente em São Paulo. Os indícios na capital paulista sinalizam tendência de aumento de SRAG nas últimas semanas, observado especialmente em crianças e adolescentes, e pode estar associado ao aumento de casos de influenza. “Por isso, não podemos esquecer da vacina para ter a melhor proteção possível”, destacou o coordenador do InfoGripe.
Os dados referentes aos resultados laboratoriais por faixa etária seguem apontando para amplo predomínio do vírus Sars-CoV-2 (da covid-19) , especialmente na população adulta, nos casos de SRAG. Nas últimas quatro semanas epidemiológicas, a prevalência entre os casos com resultado positivo para vírus respiratórios foi de 9,7% para influenza A; 0,8% para influenza B; 8,6% para vírus sincicial respiratório (VSR); e 55,8% para Sars-CoV-2.
Entre os óbitos, a presença destes mesmos vírus entre os positivos nesse período foi de 1,9% para influenza A; 0,0% para influenza B; 0,0% para VSR; e 90,3% para o Sars-CoV-2.
Os dados atuais sugerem que a tendência de aumento de casos entre crianças e adolescentes (0 a 17 anos) que se observou na maioria dos Estados a partir do final de julho já dá claros indícios de interrupção na maioria deles, com alguns já apresentando início de processo de queda.
No cenário geral, observa-se queda ou estabilidade na incidência de casos em praticamente todas as faixas etárias da população adulta. A curva nacional segue apontando para um patamar inferior ao observado em abril de 2022, até então o mais baixo desde o início da epidemia no Brasil.
Das 27 unidades federativas, apenas Amapá apresenta crescimento na tendência de longo prazo até a SE 37. No entanto, o cenário mais recente é compatível com oscilação em torno de patamar estável.
Quatro das 27 capitais mostram crescimento na tendência de longo prazo até o mesmo período: Florianópolis (SC), Fortaleza (CE), Macapá (AP), e plano piloto e arredores de Brasília (DF), embora ainda compatíveis com cenário de oscilação em torno de patamares estáveis. Nas demais, o sinal é de queda ou estabilidade na tendência de longo prazo e estabilidade nas semanas recentes (curto prazo).
Edward Jenner/Pexels
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Tendência só foi firmada nos últimos minutos da sessão, após volatilidade intensa durante o discurso do presidente do banco central dos EUA, após anúncio de alta da taxa de juros O dólar encerrou o pregão hoje em alta de 0,38%, negociado a R$ 5,1714 no mercado à vista. A tendência só foi firmada nos últimos minutos da sessão, depois de a moeda exibir volatilidade intensa durante o discurso de Jerome Powell, presidente do Federal Reserve (Fed), após a autarquia anunciar o aumento da sua taxa de juros em 0,75 ponto, para a faixa de 3% a 3,25%. Agora, agentes locais aguardam o anúncio do Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom), após o fechamento, encerrando a “super quarta”.
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Na máxima do dia, o dólar comercial foi a R$ 5,1931 e, na mínima, a R$ 5,1199. Ao fim da sessão, o dólar futuro para outubro avançava 0,47%, a R$ 5,1820. No exterior, o índice DXY, que mede a força do dólar ante uma cesta de seis divisas principais, operava em alta de 0,97%, negociado aos 111,278 pontos, no maior nível em 20 anos.
“Num primeiro momento, houve um alívo pelo Fed não ter subido a taxa em 100 pontos base. Porém, na coletiva, Powell indicou que o risco de uma recessão nos EUA aumentou, mostrando que o cenário de pouso suave está ficando cada vez mais difícil. Isso fez o mercado voltar um pouco”, diz o estrategista-chefe do Banco Mizuho, Luciano Rostagno.
A volatilidade vista na relação da moeda americana contra o real também foi observada entre pares emergentes. Ao fim do dia, o dólar avançava 0,05% ante o peso mexicano; 0,24% ante o rand sul-africano; e 1,51% contra o peso chileno.
Em seu discurso, Powell disse as chances de um crescimento econômico fraco nos Estados Unidos são elevadas, porém, se mostrou confiante de que, qualquer que seja a trajetória de juros a ser definida pelo BC americano no futuro, ela “será suficiente para controlar a inflação”.
“Apesar de duro, o anúncio e a postura de Powell estão em linha com o comportamento esperado diante do tamanho do problema enfrentado atualmente pelos Estados Unidos, que encara uma inflação em patamares históricos e que também vem demonstrando rigidez excessiva mesmo diante de uma política monetária agressiva por parte do Fed”, diz a CM Capital em relatório.
O documento aponta que a redução gradual da perspectiva de crescimento em detrimento de um cenário recessivo e com inflação ainda descontrolada no curto prazo parece ser mais em linha com a realidade do que o observado em projeções anteriores. “Daqui para frente podemos esperar uma economia cada vez mais desaquecida e em busca de um mercado de trabalho menos apertado como forma de, gradualmente, vencer a batalha contra inflação”, completa.
Agora, os investidores vão monitorar o anúncio Copom, que sai a partir das 18h30. Segundo levantamento do Valor, três de cada quatro instituições financeiras aguardam manutenção da taxa Selic pelo BC em 13,75% ao ano, enquanto as restantes projetam novo aumento de 0,25 ponto porcentual, para 14% ao ano. Contudo, o comunicado pode ser mais “hawkish” (agressivo), na linha do que diretores da instituição – em especial o presidente, Roberto Campos Neto, e o diretor de política monetária, Bruno Serra – vinham afirmando em declarações públicas.
“Mesmo uma eventual alta de 0,25 p.p., que parece menos provável, tem potencial pequeno para impactar o mercado [de câmbio]”, afirma o estrategista do Mizuho. “O que pode trazer algum impacto é a sinalização em relação a quanto tempo o juros deve ficar no patamar elevado. Como há muita incerteza no horizonte, acho que o Copom vai ser mais para oficializar o fim do ciclo de aperto e confirmar o comprometimento com o regime de metas de inflação”, completa.
AP Photo/Mark Lennihan, File
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Índice local e os internacionais oscilaram após anúncio de alta de juros nos EUA, até se consolidarem novamente no campo negativo Em pregão marcado por forte volatilidade em torno da decisão de política monetária do Federal Reserve (Fed), o Ibovespa acompanhou a fraqueza dos índices americanos nos últimos negócios do dia e fechou em queda. A exceção positiva foram os ativos ligados à economia local, que subiram acompanhando o fechamento da curva de juros.
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O referencial local registrou queda de 0,52%, aos 111.935 pontos, tocando os 111.380 pontos na mínima intradiária e os 113.294 pontos na máxima. O volume financeiro negociado na sessão foi de R$ 23 bilhões no Ibovespa e R$ 27,90 bilhões na B3. Em Nova York, o S&P 500 recuou 1,71%, aos 3.789 pontos, o Dow Jones perdeu 1,70%, aos 30.183 pontos, e o Nasdaq cedeu 1,79%, aos 11.220 pontos.
Volátil desde a abertura, o pregão foi moldado pela decisão do Fed, que elevou a meta da taxa de juros dos Fed Funds em 0,75 ponto percentual, para o intervalo entre 3,0% e 3,25%. O gráfico de pontos (“dot plot”), documento que compila as projeções individuais dos membros do Fomc para indicadores macroeconômicos, apontou que a mediana das estimativas para a taxa de juros no fim de 2022 subiu para 4,375%, o que sugere um aperto adicional de 1,25 ponto percentual nas duas reuniões restantes do Fed neste ano.
Além disso, quase todos os integrantes do Fed projetam pelo menos mais uma elevação de juros em 2023, com a mediana de juros para o fim do ano que vem indicando projeção de alta para 4,625%, antes de começar a cair em 2024. E, na conferência de imprensa, o presidente da autoridade monetária, Jerome Powell, reiterou seu discurso duro contra a inflação e voltou a afirmar que as taxas de juros devem ser mantidas em território restritivo “por algum tempo”.
“O Powell manteve discurso duro, em linha com o que havia dito em Jackson Hole. Foi a partir daquele discurso que o mercado foi mudando a percepção otimista que tinha em relação às altas de juros que ainda estão por vir. Assim, acredito que os mercados, principalmente as bolsas de valores, vão estender seu movimento de correção, com os investidores entrando mais na renda fixa americana”, diz Gustavo Cruz estrategista da RB Investimentos.
Para o Ibovespa, o executivo enxerga certo fôlego após as eleições e caso o Copom confirme que encerrou seu ciclo de aperto, principalmente para as ações domésticas, mas não enxerga o índice local descolando totalmente dos seus pares americanos. Na sessão, entre as blue chips, Vale ON perdeu 1,44%, Itaú PN caiu 1,05% e Bradesco PN recuou 0,60%. Petrobras ON caiu 0,20% e Petrobras PN subiu 0,26%.
Já na ponta positiva, ações ligadas à economia doméstica lideraram as altas, acompanhando o movimento de fechamento das taxas de juros locais. Para economistas, o adiantamento do ciclo local deve fazer com que investidores sigam aplicando (apostando na queda) das taxas locais. Magazine Luiza ON avançou 6,50%, Via ON ganhou 5,02%, Grupo Soma ON subiu 3,47%.
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