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Pesca Profissional Artesanal: um tipo de pesca caracterizada principalmente pela mão de obra familiar, com embarcações de pequeno porte, como canoas ou jangadas, ou ainda sem embarcações, como na captura de moluscos perto da costa. Sua área de atuação está nas proximidades da costa, nos rios, reservatórios, lagos/lagoas, estuários e açudes. Lei Federal 11.959 de 29/06/2009.

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Entre a liderança e funcionários, profissional vive demanda e pressão intensas que chegam por todos os lados Em sua função
Profissionais levam a troca de figurinhas para as empresas, e tem até RH apoiando a iniciativa, dando uma força para
No mês passado, valor pago ao produtor subiu 11,8%, para R$ 3,57, em média, diz Cepea No mês passado, o
Empresa obteve liminar para depositar em juízo valor que defende ser o necessário para cumprir sua obrigação de descarbonização sem
Teles e o ICMS A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) emitiu nesta quarta-feira uma medida cautelar para obrigar as operadoras
Catena-X tem mais prazo O Tribunal do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aceitou o pedido de mais tempo, feito
Farmacêutica brasileira captou em 2021 R$ 40 milhões destinados a expandir sua força de vendas A brasileira GreenCare, farmacêutica controlada
Minério tem nova queda Os preços do minério de ferro marcaram a quarta queda consecutiva no mercado à vista, em
Prati-Donaduzzi, Biolab e Hypera investem no segmento Araújo, da BR Cann, diz que farmácias serão o principal canal de vendas
Levantamento global mostra que país passou da 54ª para a 18ª posição entre os 119 mais generosos Paula Fabiani, do

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Entre a liderança e funcionários, profissional vive demanda e pressão intensas que chegam por todos os lados Em sua função de gerente de nível intermediário, Catherine diz ter enfrentado mais pressões do que nunca desde o começo da pandemia. Trabalhando para uma companhia de serviços financeiros em Zurique, ela tenta lidar com uma rigidez no tom do alto escalão da empresa contra as demandas por salários mais altos e os modelos de trabalho híbridos. “Nos últimos dois anos, a companhia deu muito apoio. A percepção é que isso acabou”, diz. “Estamos entrando em um capítulo diferente, um outro contexto econômico e um esforço para trazer as pessoas de volta ao escritório.” Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.


Profissionais levam a troca de figurinhas para as empresas, e tem até RH apoiando a iniciativa, dando uma força para o pessoal completar a coleção mais rápido Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

No mês passado, valor pago ao produtor subiu 11,8%, para R$ 3,57, em média, diz Cepea No mês passado, o preço do leite pago ao produtor no campo subiu 11,8% no país em relação a julho, para R$ 3,57, em média, informou ontem o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea Esalq/USP) na nova edição de seu boletim mensal. Trata-se de um novo recorde na série histórica do Cepea, iniciada em 2004. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

Empresa obteve liminar para depositar em juízo valor que defende ser o necessário para cumprir sua obrigação de descarbonização sem ser punida pela ANP A distribuidora de combustíveis Mar Azul, de pequeno porte, questiona na Justiça a forma de cálculo das metas de descarbonização que as empresas do segmento têm de cumprir no programa RenovaBio. A companhia conseguiu uma decisão liminar que a permitiu fazer um depósito em juízo para evitar ser punida pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), de um valor que ela entende ser o correto para cumprir com sua obrigação de descarbonização. A demanda ainda não foi julgada no mérito. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

Teles e o ICMS
A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) emitiu nesta quarta-feira uma medida cautelar para obrigar as operadoras de telefonia a repassar, em até 15 dias, o desconto na alíquota de ICMS recolhida pelos Estados. O corte no tributo estadual está previsto na Lei Complementar 194/22, sancionada em junho, que limitou a cobrança sobre serviços essenciais ao patamar de 18%. Em caso de descumprimento, as operadoras estão sujeitas à multas de até R$ 50 milhões. Na medida cautelar, a Anatel mencionou que “a demora do repasse dos valores causa dano imediato aos consumidores e pode caracterizar enriquecimento ilícito das prestadoras de serviços de telecomunicações”. Após a subida de tom da Anatel sobre a necessidade de repasse dos descontos, as maiores prestadoras de serviço reiteram nesta quarta-feira o compromisso de garantir o benefício aos clientes. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

Catena-X tem mais prazo
O Tribunal do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aceitou o pedido de mais tempo, feito pelo relator, para analisar a plataforma Catena-X, joint venture mundial formada pelas principais montadoras alemãs e seus maiores fornecedores para troca de dados no âmbito da cadeia produtiva do setor automotivo. O pedido para transformar a análise do rito sumário para o ordinário – ou seja, de 30 dias para 240 dias – foi aprovado na sessão de quarta-feira (21). Por enquanto, há pouca informação no Cade sobre os detalhes do projeto. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

Farmacêutica brasileira captou em 2021 R$ 40 milhões destinados a expandir sua força de vendas A brasileira GreenCare, farmacêutica controlada pelo fundo Greenfield Global Opportunities que se especializou em produtos à base de cannabis, está elevando as apostas no varejo farmacêutico. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

Minério tem nova queda
Os preços do minério de ferro marcaram a quarta queda consecutiva no mercado à vista, em meio à piora das expectativas para a demanda chinesa e ao aumento na oferta da commodity a partir do Brasil. Em relatório, analistas do banco UBS apontaram que os embarques brasileiros subiram 6% na semana passada, para 7,4 milhões de toneladas, embora no ano os volumes despachados estejam 3% abaixo do visto no mesmo período de 2021. Segundo índice Platts, da S&P Global Commodity Insights, o minério com teor de 62% recuou 0,3% no norte da China, a US$ 96,40 por tonelada. A principal matéria-prima do aço acumula queda de 4,5% até setembro e de 19% no ano. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.


Prati-Donaduzzi, Biolab e Hypera investem no segmento Araújo, da BR Cann, diz que farmácias serão o principal canal de vendas em breve
Silvia Costanti/Valor
Ainda que timidamente, os grandes laboratórios brasileiros estão ampliando a oferta de produtos à base de cannabis nas farmácias, mercado que também começa a ser explorado por empresas especializadas em maconha medicinal, como GreenCare e VerdeMed.
Depois da paranaense Prati-Donaduzzi, que foi pioneira nas drogarias nacionais em 2020 e obteve a primeira aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a Biolab estreou no segmento em agosto e, em breve, será a vez da Hypera. As três estão entre as grandes nacionais.
“Vamos ter toda a linha de produtos à base de canabidiol. Por enquanto, estamos importando, mas quando houver escala, a ideia é produzir no Brasil”, disse ao Valor o presidente da Biolab, Cleiton de Castro Marques. Para o empresário, o potencial do mercado de cannabis para uso terapêutico é grande e, em três ou quatro anos, pode alcançar R$ 1 bilhão ao ano. Mas a competição será “feroz”, diz.
Hoje, a Biolab oferece no varejo o Promediol, extrato de Cannabis sativa com concentração de 200 miligramas por mililitro, produzido na Suíça. Além do canabidiol (CBD), o extrato, que tem sido usado no tratamento de epilepsia refratária, transtorno de ansiedade e dores crônicas, entre outras indicações, leva tetrahidrocanabinol (THC) em sua composição, dentro do limite previsto na legislação.
Com a oferta do fitoterápico, a Biolab reforça o portfólio na área de sistema nervoso central. “Talvez em dois anos seja possível iniciar a produção local”, disse Marques.
A Hypera ainda não atua no segmento, mas trabalha para isso. “Já estamos nos preparando para lançar em breve medicamentos à base de cannabis, investindo continuamente em inovação”, informou, em nota. Conforme a farmacêutica, a entrada nesse mercado está em linha com a estratégia de lançar tratamentos inovadores no Brasil e o peso da área de sistema nervoso central em seu portfólio de medicamentos de prescrição.
“Identificamos a oportunidade de desenvolver uma opção ainda pouco disponível no Brasil, mas que pode ser transformacional para médicos e pacientes”, afirmou.
Com o reforço do lado da oferta e a chegada de empresas que contam com as maiores equipes de vendas do setor, a expectativa é de aceleração nas vendas de produtos à base de cannabis no varejo farmacêutico. Em 12 meses até agosto, segundo dados da IQVIA, foram R$ 48,6 milhões, comparáveis a R$ 15,9 milhões um ano antes. Esses valores não incorporam a importação de produtos à base de cannabis pelas empresas especializadas para pessoas físicas.
“A importação cresce 100% ao ano há quatro anos. É um mercado pujante e, com a pandemia, teve picos de crescimento”, afirmou Tarso Araújo, diretor executivo da Associação Brasileira da Indústria de Canabinoides (BR Cann). Conforme levantamento da entidade, em 2021, foram concedidas 40.191 novas autorizações para importação de produtos à base de cannabis no país, contra 19.150 no ano anterior. O número total de pacientes ativos estava em 75 mil.
Segundo o executivo, diante da facilidade de acesso, o varejo farmacêutico tende a se tornar o principal canal de vendas da cannabis medicinal – a importação, com autorização da Anvisa, ainda é um processo moroso. Mas preço mais alto e sortimento limitado são barreiras ao avanço das vendas desses produtos nas farmácias.
Dois temas em discussão neste momento podem mudar esse cenário. A revisão da Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 327 da Anvisa, que regula o acesso dos produtos derivados de cannabis às farmácias, e o pedido de desoneração do ICMS para a cannabis medicinal, em tramitação na Assembleia Legislativa de São Paulo, poderiam fornecer condições mais favoráveis às vendas no varejo. Mas as expectativas não são elevadas.


Levantamento global mostra que país passou da 54ª para a 18ª posição entre os 119 mais generosos Paula Fabiani, do Idis: aumento da fome e de pessoas morando nas ruas leva as pessoas a serem mais compassivas
Silvia Zamboni/Valor
Surpreendentemente, o mundo se tornou um lugar mais solidário em 2021, e o Brasil subiu várias posições no ranking do World Giving Index (WGI) 2022, o mais respeitado estudo que mede a generosidade global praticada por meio de três quesitos: atos de bondade em relação a desconhecidos, doações em dinheiro e ações de voluntariado. Pelo quarto ano consecutivo, o Brasil subiu no ranking geral da pesquisa, pulando da 54ª para a 18ª posição, sua melhor colocação até agora. O crescimento aconteceu em todas as categorias de avaliação, sendo ainda mais expressivo na “ajuda a um desconhecido”, na qual foi de 36º para o 11º lugar.
O WGI é produzido pela organização britânica Charities Aid Foundation (CAF), especializada em doações internacionais. O estudo será lançado hoje durante a 77ª Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York, num encontro que irá debater o papel do setor privado no alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU.

O WGI é uma das maiores pesquisas sobre doações já produzidas, com quase 2 milhões de pessoas entrevistadas desde 2009. Este ano inclui dados de 119 países, representando mais de 90% da população adulta global.
No dado geral, em 2020, 35% dos brasileiros afirmaram ter praticado algum gesto de solidariedade, percentual que subiu para 47% em 2021. Na ajuda a estranhos, o indicador aumentou de 63% para 76%; nas doações em dinheiro, foi de 26% para 41%, e no voluntariado, de 15% para 25%.
Paula Fabiani, CEO do Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social (Idis), que representa a CAF no Brasil, avalia que a performance do país é uma excelente notícia para o movimento que promove a cultura de doações, e indica maior engajamento da sociedade, com destaque para a ajuda a estranhos. “É a forma mais básica de solidariedade. A pesquisa pergunta – você ajudou um estranho no último mês? Não pode ser ajuda a alguém da família, nem pode ser em dinheiro. Foram 76% da população, ou seja, três em cada quatro brasileiros fizeram esse gesto”, afirma. Para ela, o aumento da fome e de pessoas morando nas ruas são evidências das necessidades sociais crescentes, o que leva as pessoas a serem mais compassivas.
Em 2021, os dez países mais generosos do mundo foram Indonésia, Quênia, Estados Unidos, Austrália, Nova Zelândia, Mianmar, Serra Leoa, Canadá, Zâmbia e Ucrânia. Este último subiu de 20º lugar para 10º, sendo o único país europeu entre os dez primeiros. Note-se que a pontuação se dá nos dados coletados antes do conflito com a Rússia, o que reflete, segundo a pesquisa, as novas formas de engajamento surgidas com o aumento nos padrões de vida e as necessidades criadas pela pandemia.
Pelo quinto ano consecutivo, o país mais generoso do mundo é a Indonésia, onde 84% da população afirma ter feito doação em dinheiro em 2021, 63% praticaram o voluntariado e 58% ajudaram uma pessoa desconhecida. Segundo Fabiani, a boa performance do país possivelmente está ligada à religião. Com a maior população muçulmana do planeta, proporcionalmente, a Indonésia pode liderar o ranking, segundo Fabiani, por conta da obrigatoriedade do pagamento do zakat, uma espécie de dízimo dos muçulmanos, uma ação de caridade para com os menos favorecidos que deve ser feita pelo menos uma vez ao ano.
Para Neil Heslop, CEO da Charities Aid Foundation, “a generosidade assume diferentes formas ao redor do mundo, e até mesmo suas definições diferem entre as culturas”, diz ele no relatório. “A covid-19 afetou mais os mais pobres e vulneráveis do mundo, o que também interrompeu o progresso em direção aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU. Doadores privados e empresas provavelmente serão chamados para preencher lacunas de financiamento e organizações da sociedade civil precisarão descobrir a melhor forma de direcionar seus recursos limitados para o maior impacto. No entanto, após dois anos difíceis e com mais desafios que provavelmente virão, continuamos a ver grandes exemplos de generosidade global.”