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Pesca Profissional Artesanal: um tipo de pesca caracterizada principalmente pela mão de obra familiar, com embarcações de pequeno porte, como canoas ou jangadas, ou ainda sem embarcações, como na captura de moluscos perto da costa. Sua área de atuação está nas proximidades da costa, nos rios, reservatórios, lagos/lagoas, estuários e açudes. Lei Federal 11.959 de 29/06/2009.

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Verificação de informações do local de votação é simples e pode ser feita pela internet O Brasil conta com 496.512 seções eleitorais e 2.637 zonas eleitorais espalhadas por todo o país. De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a seção eleitoral é o local onde fica a urna eletrônica, onde o eleitor efetivamente exerce o seu direito de escolher seus representantes políticos.
Leia mais:
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Já a zona eleitoral é a região geográfica que “centraliza e coordena” os eleitores que residem naquele local, que pode ser composto ou por um município ou parte dele.
Para consultar qual sua zona ou seção eleitoral, a pessoa interessada pode acessar o site do TSE e clicar na seção “eleitor”, depois “titulo de eleitor” e, na sequência, “como consultar seu local de votação”.
Para ter acesso aos dados, será preciso informar:
nome ou número do título de eleitor ou CPF;
data de nascimento;
nome da mãe.
Além dos números da zona e da seção, a página também oferece o endereço completo do local de votação.
Página do TSE para pesquisa de locais de votação
Reprodução


Favela Beta é um programa que tem o objetivo de conectar empresas privadas à força de trabalho em regiões economicamente vulneráveis Potencial econômico que impressiona: as comunidades brasileiras movimentam cerca de R$ 119 bilhões anualmente
Getty Images
Promover mudanças sociais significativas viabilizando o potencial da força trabalhadora das comunidades carentes. Com esse propósito, o projeto Favela Beta, uma iniciativa da Accenture com a organização não governamental Gerando Falcões, inova a forma de construir parcerias para o mercado de trabalho.
Com um movimento financeiro estimado em mais de R$ 119 bilhões por ano, era de se esperar que as favelas já estivessem no centro do planejamento estratégico para o desenvolvimento de ações rentáveis e eficazes das companhias privadas. De acordo com a base de dados Aglomerados Subnormais, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), essa potência econômica é maior do que 20 das 27 unidades da Federação.
Frente a esse cenário, o programa inédito e pioneiro no Brasil, desenvolvido pela Accenture, realiza ações junto a empresas privadas e a ONG Gerando Falcões para resgatar e incentivar a força das comunidades com a criação e desenvolvimento de novos negócios.
Hoje, 89% das comunidades estão nas regiões metropolitanas. Com mais de cinco milhões de domicílios e 14 milhões de pessoas, se as favelas brasileiras fossem um Estado, seriam o quinto maior em população e o sétimo em renda. Uma fatia de mercado que não pode ser ignorada e que está a um passo de ser transformada pela inovação.
A ideia é interromper o ciclo da pobreza e trazer benefícios não somente para a favela, mas para as empresas envolvidas na iniciativa. A Gerente de Inovação Responsável da Accenture, Nathália Tavares explica que “o (projeto) Favela Beta vai acelerar a aplicação de soluções inovadoras do mercado para resolver os problemas essenciais da comunidade e garantir acesso a saúde, moradia digna, educação, geração de renda, entre outras demandas e desafios”.
Ela trabalha com inovação há mais de uma década e reforça que o programa não é assistencial, focado em caridade e doações, e sim um meio para atender às necessidades da população. Além disso, tem capacidade de gerar lucro para as empresas e parceiros envolvidos com soluções financeiramente viáveis, garantindo que todos tenham acesso a oportunidades de negócio que impulsionem a vida dos moradores.
Para Edu Lyra, fundador e CEO da organização Gerando Falcões, “unindo forças entre empresas, empreendedores com grandes ideias e os moradores das favelas, conseguiremos encontrar a solução para gerar emprego e tornar essa população economicamente ativa. Mudando a estrutura, a raiz do problema, é que acabaremos com a pobreza da favela no Brasil”.
As soluções do Favela Beta foram desenhadas para integrarem-se de forma sistêmica e também para englobar vários pilares abordados no programa, pois todos estão conectados entre si. Conforme já citado por Nathália, são eles: moradia digna; acesso à saúde; cidadania e cultura de paz; direito à educação; primeira infância; autonomia da mulher; cultura, esporte e lazer; e geração de renda.
“Não adianta ter saneamento básico sem acesso à saúde ou vice-versa. Tudo está interligado, e a inovação é a nossa principal ferramenta”, explica a gerente.
Projeto-piloto em Maceió
O projeto-piloto está em processo de definição, com implementação prevista para ser executada em uma comunidade de Maceió (AL).
“Em alguns locais, as mulheres gastam oito horas por dia para buscar água e eliminar os dejetos de toda a família. Essas mulheres ainda trabalham, cuidam da casa e dos filhos”, conta Nathália.
Uma jornada que será transformada com a instalação de uma infraestrutura de fornecimento de água e de tratamento de esgoto. ”O processo todo exige microetapas que trazem outros parceiros e novas empresas para compor as diferentes soluções e endereçar outros desafios”, explica Nathália.
Favela, origem da solução
Líder de Inovação e Novos Negócios da Accenture para América Latina, Vinicius Fontes conta que o projeto representa uma oportunidade de levar a inovação para as comunidades e estimular o desenvolvimento de favelatechs.
Um ponto que converge para o olhar necessário e urgente sobre ações voltadas à sustentabilidade. Quando se fala em ambiente, sustentabilidade e governança corporativa, temas representados pela sigla ESG em inglês, as comunidades carentes parecem excluídas.
Segundo o IBGE, US$ 53 trilhões de investimentos são prospectados para 2025, dos quais os fundos de ESG brasileiros possuem R$ 7 bilhões em ativos sob gestão, o que representa menos de 1% do total dos fundos de ações.
Um cenário que poderia ser outro se as favelas estivessem incluídas nos planos da iniciativa privada. Hoje, a Gerando Falcões atua em mais de seis mil favelas em estados diferentes, com um potencial ilimitado para todos os envolvidos. “Especificidades geográficas e culturas diferentes acabam trazendo mais musculatura para as novas soluções”, diz Nathália.
Para as empresas e os investidores, o programa traz a oportunidade de criar e ampliar portfólios ligados às boas práticas socioambientais, além de gerar impacto positivo para a sociedade e ajudar a transformar a vida de quem mora nas zonas de vulnerabilidade.
Trazendo inovação para o contexto das comunidades, os moradores ganham em inclusão, acessibilidade, qualidade de vida e podem, inclusive, trabalhar na implementação das soluções na própria comunidade, o que também significa mais renda.
Como funciona
Segundo a gerente de Inovação Responsável da Accenture, as soluções são perenes e sustentáveis no longo prazo e qualquer empresa que seja global ou nacional pode investir. Incluem-se nesse rol as pequenas companhias em projetos secundários.
Ao longo do projeto, são mobilizados diferentes  players, como grandes empresas, os moradores da favela, líderes sociais e a Accenture. Esses atores cocriam soluções inovadoras de impacto, dando origem a negócios sustentáveis, reduzindo as dificuldades das comunidades e expandindo o ecossistema corporativo. A Accenture e Gerando Falcões tem equipes dedicadas e engajadas nas soluções do dia a dia.
Para as empresas participantes, um dos benefícios é poder acessar imediatamente recursos até então indisponíveis. A contrapartida é que façam investimentos em projetos-piloto para construir parcerias transformadoras.
A associação da marca a ações positivas também agrega valor para as companhias envolvidas. “É importante assumir uma postura de resiliência, com viés consciente e cientes de que estamos propondo novos negócios”, conclui Nathália.
Para saber mais sobre o projeto, acesse www.accenture.com.br/favelabeta

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Levantamento do Conselho Regional de Farmácia apontou que 65% das empresas farmacêuticas estão sem matéria-prima para fabricar antibióticos, analgésicos e antialérgicos. Falta de matéria-prima afeta distribuição de medicamentos do SUS
Vários medicamentos distribuídos pelo Serviço Único de Saúde (SUS) estão em falta na rede pública de Saúde de São Carlos (SP).
Somente no programa “Dose Certa” faltam três medicações, duas delas são antibióticos. Ao todo, nove remédios estão em falta nos postos de saúde e não têm previsão de chegada. Veja a lista das substâncias:
Amoxicilina 500 Mg + Clavulanato de Potássio (comprimido)
Amoxicilina 250 Mg/5ml + Clavulanato de Potássio (suspensão)
Ambroxol Xarope 15mg/5ml
Budesonida 32 Mcg (spray nasal)
Benzilpenicilina Benzatina
Dexametasona 0,1 Mg/Ml (xarope)
Diclofenaco Sódico (injetável)
Prednisolona 3mg/Ml (solução oral)
Aminofilina 24mg/Ml (solução injetável)
Um levantamento do Conselho Regional de Farmácia (CRF) feito no começo deste mês apontou que 65% das empresas farmacêuticas estavam sem matéria-prima para fabricar antibióticos, analgésicos e antialérgicos. O motivo principal é a falta do IFA (Insumo Farmacêutico Ativo), substância que é o princípio ativo dos medicamentos.
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A Secretaria Estadual de Saúde informou que enfrenta dificuldades de conseguir alguns medicamentos por conta da distribuição irregular do Ministério da Saúde devido à falta de matéria-prima e que alguns medicamentos já estão sendo repostos na rede estadual, entre elas a amoxicilina, que deve ser entregue no início de outubro.
Almoxarifado em São Carlos também armazena medicamentos que são distribuídos nas farmácias dos postos de saúde municipais
Reprodução/EPTV
População é afetada
A falta de medicamentos, alguns de uso contínuo, afeta o tratamento de pacientes.
Há dois meses, ao menos três vezes na semana, o consultor de seguros Luiz Paulo Izaías vai à farmácia popular em busca de Sulfato de Salbutamol, medicamento usado para doenças respiratórias, mas a medicação não está disponível.
“Não acha, tenho contato com outras farmácias também não têm”, disse Izaías.
Pacientes levam Brometo de Ipratrópio para substituir outras medicações
Reprodução/EPTV
O remédio também está em falta em farmácias privadas do município. Como alternativa, os pacientes têm usado Brometo de Ipratrópio, também fornecido pela farmácia popular, mas o medicamento não tem a mesma eficácia.
“Consultamos todos os dias na distribuidora para ver se tem disponível, mas como não tem estamos aguardando. Fazemos substituição pela falta de opção mesmo, ele ajuda um pouco, mas não são iguais”, disse a farmacêutica Sabrina Leite.
Remédios estão em falta em São Carlos
Reprodução/EPTV
A dona de casa Rosimar Carvalho Brito foi buscar medicamentos para o filho diagnosticado com esquizofrenia, toque e autismo no almoxarifado administrado pela prefeitura.
Os medicamentos que ele usa, foram garantidos por uma decisão judicial, mas ainda não chegaram, por causa disso, a família precisa desembolsar mais de R$ 400 a cada 20 dias.
“Desde julho estou esperando. Sem os medicamentos ele surta. Minha expectativa é que ou tragam o remédio ou me deem o dinheiro para comprar”, disse Rosimar.
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