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Pesca Profissional Artesanal: um tipo de pesca caracterizada principalmente pela mão de obra familiar, com embarcações de pequeno porte, como canoas ou jangadas, ou ainda sem embarcações, como na captura de moluscos perto da costa. Sua área de atuação está nas proximidades da costa, nos rios, reservatórios, lagos/lagoas, estuários e açudes. Lei Federal 11.959 de 29/06/2009.

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Analista da WWF analisou o potencial que a Amazônia tem para gerar energia renovável e como esse tipo de energia
Engenheiro de pesca Léo Veras esteve no Hospital São Lucas e na Praia do Sueste para colher informações sobre o
Na terra indígena Massaco, o aumento do desmatamento foi de 263%. Ambientalistas consideram invasões como causadoras do risco iminente de
Na próxima terça-feira (25), o desastre em Brumadinho completa três anos. Em 2019, o rompimento de uma barragem na mina
Rondônia ocupa a quarta posição no ranking dos nove estados mais desmatados em 2021. Ao todo, a Amazônia Legal perdeu
Quadro Amazônia Bonita, que começa a ser exibido neste sábado (15), é um projeto da Rede Amazônica onde vão ser
Ele é o segundo maior do Brasil e ocupa uma área de quase um quarto do território nacional, mas está
A matemática Tatiana Roque, professora de história e filosofia da ciência da UFRJ, é a convidada do primeiro episódio de
Pescadores profissionais devem fazer recadastramento online; veja como  Agência Brasil
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Analista da WWF analisou o potencial que a Amazônia tem para gerar energia renovável e como esse tipo de energia poderia melhorar a vida de quem mora em regiões de difícil acesso. Analista do WWF-Brasil fala sobre potencial da energia limpa no Acre
Energia limpa na Amazônia e todo o potencial na região amazônica. Esse é um dos desafios das cidades: levar energia para os locais de difícil acesso para que todos tenham acesso à energia de qualidade e a um custo justo.
Em entrevista ao Jornal do Acre 1ª edição, a analista da WWF Brasil Alessandra Mathys avaliou o potencial que a Amazônia tem para gerar energia renovável e explicou como esse tipo de energia pode ser tão importante para melhorar a vida de quem mora em regiões de difícil acesso, como muitas comunidades isoladas da Amazônia. Mas, para ela, é preciso políticas públicas e investimento.
A plataforma Amazônia Que Eu Quero vai realizar, na primeira semana de fevereiro, o segundo fórum da plataforma com a temática Energias Limpas. O evento vai ocorrer no dia 8 de fevereiro, a partir da 19h30 (horário local), com transmissão simultânea no Youtube e também no canal de TV Amazon Sat. Esse é o segundo evento de uma série de cinco fóruns previstos em 2022 da Plataforma Caminhos da Democracia.
A analista diz que outra dificuldade na Amazônia são os problemas com logística.
“É preciso aproveitar o potencial renovável local e apostar na geração que é distribuída na Amazônia. O que é a geração distribuída? É gerar eletricidade perto do ponto de consumo, então, no caso da solar, pode ser nas telhas das casas, de postos de saúde, prefeituras, escolas, comércio, enfim”, explicou.
‘Energia da mandioca, couro de peixe e ouriço de castanha’
Mas, ela afirma que realmente a logística pode acabar sendo uma problemática para que essa energia chegue até essas comunidades. Ela diz que tudo pode partir de investimentos.
“É o complicador de não gerar energia, por exemplo, da mandioca que toda a Amazônia produz, que pode gerar etanol tanto para carro quanto para a eletricidade, gerar biogás dos restos de alimentos ou do couro de peixe ou em uma térmica. A gente pode queimar uns ouriços de castanha ao invés de diesel, então, essas são soluções que fecham localmente o ciclo da economia local e que não geram resíduos e poderiam demandar mão de obra local e incentivar ainda mais localmente as fontes. Então, é preciso acreditar e depois investir”, acrescenta.
A especialista afirma que já existem alguns projetos pilotos sobre energias renováveis na Amazônia que estudam a viabilidade de o projeto seguir em frente. “Agora é preciso dar os passos necessários, se não a Amazônia vai ser eternamente dependente do petróleo e a necessidade de transporte.”
Especialista da WWF fala sobre alternativas para a chegada da energia limpa nas comunidade isoladas da Amazônia
Divulgação/Petrobras
O Acre e a energia limpa
Sobre o Acre, Alessandra explica como é que seria possível chegar às comunidades mais afastadas.
“O Acre hoje tem uma potência instalada de quase 169 megawatts e 99% disso é de térmica, dessas térmicas 137 megawatts são fósseis, ou seja, mais de 25 empreendimentos a diesel. O óleo combustível só tem dois empreendimentos de biomassa, pouco mais de 30 megawatts e solar menos ainda, então, usina de 770 quilowatts e aí vários pequenos sistemas nas cidades, alguns de campo, que somam, no máximo, 15 megawatts. Isso deixa o estado do Acre na antepenúltima colocação na geração solar distribuída no país, há muitos desafios, mas o potencial da Amazônia é muito grande.”
Ela fala que a energia renovável e sustentável é a saída para que se possa chegar com energia elétrica até as comunidades isoladas. A forma de chegar com uma rede de distribuição tradicional como na cidade já aconteceu, segundo ela, e que não tem como cruzar rios e florestas para levar uma energia por fio, existem limitações.
“Do ponto de vista socioambiental e econômico, a energia renovável e de geração distribuída hoje as comunidades isoladas são reféns do combustível para manter mais ou menos três horas noturnas na cidade ou meia hora para uma bomba de água. Em alguns lugares o litro do combustível passa de R$ 10 nos postos fluviais que tem nas comunidades dentro dos rios,” explica.
A especialista da WWF Brasil diz que a Amazônia tem várias fontes de energia renovável que podem ser aproveitadas, seja a solar, a biomassa, como a caroço de açaí, por exemplo.
“A energia solar cresceu muito no mundo, mas, na Amazônia, ela carece de cadeias produtivas. Hoje há programas para levar eletricidade aos isolados e remotos como programas do governo federal, seja pelo Luz Para Todos, seja pelo Luz para a Amazônia, mas eles não dão conta de forma ágil para a necessidade das populações. A energia é um direito de todos e uma obrigação do estado e é uma pena que em pleno século 21 as comunidades isoladas da Amazônia ainda usem a energia dos séculos passados, tipo a lenha, querosene, diesel, é muito atraso e não precisa ser assim,” avalia.
Instalação de placas solares seriam alternativas para a chegada da energia limpa ns comunidades, diz especialista da WWF
Pixabay
Investimento
Alessandra fala que para que todo tipo de projeto piloto em comunidades seja colocado em prática é necessário investimento, políticas locais regionais, apoio das prefeituras e governos.
“Hoje a energia solar renovável, por exemplo, ela já é mais acessível economicamente. Se você comparar o preço que se paga por algumas horas por dia da energia com gasolina e ter o seu próprio sistema solar ele se paga em menos de três anos. Não se paga tão rápido, mas sabendo que são sistemas que duram mais de 10 anos e os painéis, as placas duram muito mais, eles geram energia por 25 anos.”
Outro problema para que esse tipo de energia limpa possa chegar até as comunidades é a manutenção.
“Mas, para isso funcionar, não basta instalar um monte de placas solares pela Amazônia e nas comunidades remotas se isso não vir acompanhado por um programa. Tem que ter troca de baterias, capacitação local para ter em cada cidade técnicos habilitados para manutenção, além de ter a oferta de equipamentos também próxima. Se isso não for organizado, o barato sai caro”, acrescenta.
Para ela, a energia renovável na Amazônia só vai ser possível se essa rede funcionar. “Só vale a pena se esse tripé funcionar, a capacidade técnica e o financiamento precisam andar juntos, é claro, isso tudo ancorado em políticas públicas não só do governo federal, mas dos governos estaduais e municipais.”
Educação, emprego e saúde
Além de todo o conforto que as comunidades terão se a energia limpa chegar até as comunidades, Alessandra ressalta que tem o mais importante que é o acesso à informação, educação, saúde e geração de emprego e renda.
“Tem uma questão de saúde, quando a pessoa tem a eletricidade 24 horas em casa ela tem acesso a uma água de melhor qualidade, tem refrigeração e, com essa refrigeração, elas podem tanto guardar como estocar alimentos. Isso facilita o trabalho dos monitores de saúde dos locais mais isolados, você pode ter telemedicina, por exemplo, que hoje as cidades com a pandemia fizeram tanto uso, mas foi um dificultador nas comunidades remotas.”
Com a energia nas comunidades seria mais fácil as pessoas terem acesso ao estudo sem precisar se deslocar para outras cidades, ela diz.
“Sobre a educação, tem lugares que têm energia 24 horas e que foram abertas turmas de jovens e adultos em comunidades isoladas, são pessoas que não querem mais sair das suas comunidades, porque agora elas podem trabalhar e estudar à noite, porque agora elas têm acesso não só à eletricidade no local da sua aula como também podem acessar televisão, vídeo e materiais didáticos fornecidos por governos e secretarias de educação,” finaliza.
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Engenheiro de pesca Léo Veras esteve no Hospital São Lucas e na Praia do Sueste para colher informações sobre o ataque que ocorreu nesta sexta (28). Léo Veras avaliou o ataque de tubarão
Ana Clara Marinho/TV Globo
O engenheiro de pesca Léo Veras, pesquisador de tubarões há mais de 30 anos em Fernando de Noronha, esteve no Hospital São Lucas para colher informações do estado de saúde da menina de 8 anos que foi atacada por um tubarão nesta sexta-feira (28). O estudioso acredita que a ação foi de um animal da espécie tigre.
O pesquisador também esteve na Praia do Sueste e avaliou a ocorrência. “O que consegui colecionar de informações é suficiente para dizer que a garota foi atacada por um tubarão tigre. A gente tem mais de 90% nesta indicação, por causa do comportamento e do tipo de corte provocado na vítima”, declarou.
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Veras confirmou que se trata de um ataque e não incidente, como outras ocorrências registradas na ilha.
“Foi um ataque. A vítima não fez nada que estimulasse o animal a ter esse tipo de comportamento. Foi iniciativa do tubarão de morder a pessoa”, avaliou o pesquisador.
Léo Veras disse, ainda, que esse é um ataque considerado grave. “Houve uma amputação de um membro e risco de vida. É uma situação bem grave. Esse comportamento do tubarão tigre que se repete com as tartarugas. O tigre morte e amputa a nadadeira das tartarugas”, falou o estudioso.
Por meio de nota, o Comitê Estadual de Monitoramento de Incidentes com Tubarões (Cemit) disse que “está monitorando as informações sobre o incidente ocorrido em Fernando de Noronha, nesta sexta”.
O comitê também informou que vai se reunir nos próximos dias para avaliar o caso. “Apenas após a análise de documentos será possível identificar a espécie do tubarão”. informou.
Após o ataque desta sexta-feira o Instituto Chico Mendes da Biodiversidade (ICMBio) interditou a Praia do Sueste para avaliar a situação. Não há data para reabertura da praia, que faz parte do Parque Nacional Marinho.
A menina que sofreu o ataque em Noronha foi atendida no Hospital São Lucas e transferida em um avião de salvamento para o Recife. A garota está em um hospital particular.
Outros casos
Em dezembro de 2015 o turista paranaense Márcio de Castro Palma, de 32 anos, foi atacado por um tubarão, também na Praia do Sueste. O visitante deve a mão e parte do braço direito amputados.
Na época, Léo Veras e outros especialista indicaram que um tubarão da espécie tigre teria sido responsável pelo ataque.
Também na nota, o comitê disse que identificou seis incidentes com tubarões na ilha, nenhum com morte.
Das seis vítimas, todas eram adultas, sendo dois banhistas e quatro surfistas. Todos os casos aconteceram entre dezembro e março, segundo o Cemit.
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Na terra indígena Massaco, o aumento do desmatamento foi de 263%. Ambientalistas consideram invasões como causadoras do risco iminente de genocídio. Terras indígenas de Rondônia com presença de povos isolados.
ISA/Divulgação
Em 2021, desmatamentos e invasões afetaram as Terras Indígenas (TI) de Rondônia onde vivem povos isolados. A TI Uru-Eu-Wau-Wau está entre as que mais apresentaram alerta, totalizando uma área de 340 hectares de floresta derrubada.
Os índices são do boletim anual do Sistema de Alerta de Desmatamento em Terras Indígenas com Registros de Povos Isolados (Sirad), realizado através do Instituto Socioambiental (ISA).
Outro dado apontado no relatório, é o crescimento da destruição na TI Massaco, localizada entre Alta Floresta D’Oeste e São Francisco do Guaporé. Se comparado ao ano anterior, o desmatamento na área cresceu 263%.
A Associação de Defesa Etnoambiental Kanindé, que acompanha as denúncias dos povos indígenas, aponta que nos últimos anos houve um “enfraquecimento dos órgãos públicos de fiscalização” que faz com que os desmatadores e grileiros se sintam “protegidos e empoderados”. A ONG ressalta ainda que a invasão das terras onde vivem os povos isolados é gravíssima.
“Certamente coloca em risco a vida dos indígenas com risco de genocídio”, aponta Ivaneide Bandeira, indigenista que lidera a Kanindé.
TI Uru-Eu-Wau-Wau
A Terra Indígena Uru-Eu-Wau-Wau é a que apresentou mais focos de incêndio em 2021. Junho e julho foram os meses mais marcantes, tanto em focos de calor quanto no desmatamento geral. Conforme o Sirad, a maior parte da área desmatada é transformada em pastagem ou destinada à grilagem.
Txai Suruí denuncia criação de gado em cima de cemitério indígena
Indígenas Uru-Eu-Wau-Wau flagram invasor e o levam para delegacia
No fim de 2021, a Polícia Federal deflagrou uma operação na Terra Indígena que durou cerca de uma semana. O objetivo principal era combater a grilagem de terras, desmatamento e comércio ilegal de madeira.
A ação resultou na prisão em flagrante de pessoas por crimes ambientais, inutilização de dois garimpos ilegais e apreensão de um caminhão carregado de madeira.
PF flagra área de desmatamento ilegal na terra indígena Uru-eu-wau-wau
Divulgação
Atualmente vivem povos de nove etnias na TI Uru-Eu-Wau-Wau, sendo que pelo menos cinco são de povos chamados de isolados, por terem contato mínimo com os demais. A área da TI se expande por 12 municípios rondonienses e a maior parte está localizada em Guajará-Mirim.
Um dos povos indígenas que vivem na TI Uru-Eu-Wau-Wau são os Isolados do Cautário. Eles têm a migração como forma de sobrevivência. Em setembro de 2020, ao se encontrarem com o coordenador da Fundação Nacional do Índio (Funai), Rieli Franciscato, aconteceu um acidente: Rieli foi atingido no tórax por uma flecha. Ele tinha 56 anos e dedicou 30 anos ao cuidado e proteção dos povos isolados.
ENTENDA: Coordenador da Funai morre após levar flechada de indígenas isolados
Sobre esse caso, o Conselho Indigenista Missionário (Cimi) apontou em relatório que em Rondônia as invasões constantes, as presenças de garimpeiros e grileiros têm provocado a mudança de comportamento dos grupos de indígenas isolados da região do Rio Cautário, assustados com a presença cada vez mais próxima de criminosos.
TI Massaco
O Sirad calculou um desmatamento total de 12 hectares na TI Massaco, causado sobretudo pela presença de grileiros, posseiros e garimpeiros. De acordo com o relatório, a região leste do território está “totalmente tomada pelo desmatamento”.
Outubro de 2021 foi marcado com quase todo o desmatamento registrado. Segundo o documento, este foi o período em que a área foi invadida na borda. Além disso, existem cerca de cinco requerimentos em tramitação para exploração de ouro e cassiterita nos arredores da TI.
Atualmente existe apenas uma etnia conhecida vivendo na TI Massaco, os “Massaco Isolados”. No entanto, o ISA não possui informações da quantidade populacional desse povo. A área total da TI possui 422 mil hectares.
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Na próxima terça-feira (25), o desastre em Brumadinho completa três anos. Em 2019, o rompimento de uma barragem na mina do Córrego do Feijão, operada pela Vale, deixou 270 pessoas mortas —sete vítimas ainda não foram encontradas.

Em seu novo livro, “Arrastados“, ​a jornalista e escritora Daniela Arbex reconstitui a tragédia minuto a minuto, com base em depoimentos de quem estava lá, e narra os esforços empreendidos na operação de resgate e os impactos do desastre na vida de centenas de pessoas.

Na conversa com Eduardo Sombini, Arbex conta os detalhes da apuração que deu origem ao livro e aponta por que o rompimento da barragem foi, em sua avaliação, uma tragédia anunciada.

A autora diz que a Vale sabia dos riscos e não tomou as medidas necessárias em Brumadinho e sustenta que, enquanto o modelo de negócio da mineração continuar priorizando o lucro em vez da vida humana, ninguém estará seguro.

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Rondônia ocupa a quarta posição no ranking dos nove estados mais desmatados em 2021. Ao todo, a Amazônia Legal perdeu 10.362 km² de mata nativa em um ano. Desmatamento em região perto de Porto Velho (RO)
Arquivo/Ueslei Marcelino/Reuters
A área desmatada em Rondônia bateu recordes negativos em 2021 e se tornou a maior dos últimos 10 anos. Os dados são do relatório divulgado nesta semana pelo Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD) do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon).
O levantamento analisou a situação dos estados da Amazônia Legal e indicou que 2021 foi o “pior ano de uma década” não só para Rondônia, mas para toda a floresta amazônica. Ao todo, foram destruídos 10.362 km² de mata nativa.
Rondônia ocupa a quarta posição no ranking dos nove estados mais desmatados em 2021, com uma destruição de 1.290 km².
Em 2012, o desmatamento acumulado em Rondônia, entre janeiro e dezembro, foi de 782 km². Já em 2021, o número multiplicou mais de seis vezes, correspondendo a um aumento de 497,2%.
Do total de desflorestamento acumulado nos 12 meses de 2021, 631 km² foram registrados nas florestas públicas federais e 163 km² nas florestas públicas estaduais.
VÍDEOS: veja mais notícias de Rondônia


Quadro Amazônia Bonita, que começa a ser exibido neste sábado (15), é um projeto da Rede Amazônica onde vão ser contadas histórias de pessoas que fazem a diferença na vida de quem mora na região Amazônica. Conheça a história do padre Mássimo que saiu da Itália evangelizar e morar no Acre
O padre Mássimo Lombardi é exemplo de fé, devoção e amor ao próximo. Ele é um personagem que faz parte da história dos acreanos. O religioso saiu da Itália e veio morar no Acre há 47 anos e, desde então, se doa em ajudar famílias carentes do estado.
O quadro Amazônia Bonita é um projeto da Rede Amazônica onde vão ser contadas, todos os sábados, histórias de pessoas que fazem a diferença na vida de quem mora na região Amazônica.
O religioso faz de uma rede do bem que transmite amor por onde passa. De origem italiana, o padre Mássimo nasceu em uma cidadezinha chamada Borgo a Mozzano, tem 52 anos de sacerdócio e vive no Acre há 47 anos. A trajetória dele é inspiradora.
“Quando comecei a descobrir o mundo, eu passava horas olhando o mapa geográfico, eu dizia, vou em um lugar em que realmente eu possa me sentir bem, com o sol nascendo às 5 horas, enfim, encontrei o meu paraíso aqui no Acre.”
Padre Mássimo Lombardi vive no Acre há mais de 40 anos
Reprodução/Rede Amazônica Acre
Um padre que já encontrou o paraíso, Mássimo participou até da formação da capital do Acre. Quando ele chegou na cidade havia o conflito entre fazendeiros e famílias eram expulsas de seringais na região.
“Havia famílias ocupando os bairros ou invadindo, ou como se dizia ocupando áreas abandonadas, então, houve um trabalho muito importante de estar ao lado desta famílias”, afirma.
O padre foi responsável pelo projeto Pastoral Urbana, que levava a palavra de Deus para fora da Catedral Nossa Senhora de Nazaré.
Após oito anos como reitor da igreja, o religioso assumiu os trabalhos religiosos para as famílias que vivem em uma das regiões que mais sofrem com a violência na capital do Acre, a Cidade do Povo.
O padre atua no bairro desde que as primeiras casas do conjunto habitacional foram entregues, em 2014, ajudando várias pessoas em situação de vulnerabilidade social.
Padre Mássimo em comunidade da capital acreana
Reprodução/Rede Amazônica Acre
Ele começou com um projeto de distribuição de cestas básicas para famílias mais carentes e durante a pandemia coordenou um trabalho para confecção de máscaras e distribuição de álcool em gel. O padre também faz acompanhamento de presos monitorados.
“Nós temos, inclusive, uma Pastoral dos Monitorados, aí quando alguém sai do presídio a gente visita, acolhe, cadastra, convida para participar de algumas atividades, ajuda quando precisa, temos alguns projetos para eles não ficarem sem fazer nada, um projeto que leva esperança”, explica.
De segunda à sexta são distribuídas sopas para as famílias carentes na Paróquia da Cidade do Povo. Na casa da dona Maria de Fátima, a sopa é muito aguardada.
E como para fazer o bem ao próximo não tem idade, porque não começar logo cedo? A Janielle Silva tem 14 anos e é voluntária na entrega de sopas. “Acho muito bom conseguir ajudar o próximo, é muito bonito.”
O gesto de ajuda ao próximo é muito bonito, mas, acima de tudo, revela uma característica, a humanidade, humanidade essa que representa o respeito ao outro e para fazer algo por alguém às vezes é só plantar.
Projeto Horta Comunitária leva esperança e renda extra para a comunidade da Cidade do Povo
Reprodução/Rede Amazônica Acre
A dona Maria das Graças trabalha na horta comunitária do Projeto Plantado pelo padre Mássimo. É de lá que ela consegue completar a renda. “Ajuda, porque a gente vende até verdura para o pessoal da comunidade, vende na igreja, vende quando a gente está aqui mesmo.”
Na casa dela moram sete pessoas que sobrevivem com Auxílio Brasil e a horta comunitária serve para toda a comunidade.
E a costura? A costura começa com agulha e linha. Depois do primeiro ponto tudo parece mais fácil, essa lição a Auxiliadora aprendeu no curso de corte e costura na Paróquia da Cidade do Povo. Lá, as mulheres fazem peças para familiares que estão presos e quem criou o projeto foi o padre Mássimo.
Curso de corte e costura realizado na Paróquia da Cidade do Povo
Reprodução/Rede Amazônica Acre
Contra a intolerância
Atualmente, o padre Mássimo também coordena o Instituto Ecumênico Fé e Política do Acre, entidade que reúne membros de diversas religiões combatendo a intolerância religiosa.
“Tolerância é algo que eu suporto, quer dizer que você não vale nada, eu te suporto, mas não é assim, você vale para mim, você é importante, porque o teu testemunho é importante para mim”, fala o religioso.
Os frutos dos projetos do padre Mássimo se multiplicaram em uma rede do bem, seja na entrega de alimentos, em uma horta comunitária, ou com linha e agulha, ele mostra que é sempre possível olhar para o lado e enxergar alguém.
“A pandemia nos ensinou que só você não pode se salvar sozinho, você pode se salvar juntamente com os demais, então, nada de egoísmo, nada de individualismo, você pode trabalhar a coletividade, a solidariedade, generosidade e a partilha”, finaliza.
Padre Mássimo é contra a intolerância
Reprodução/Rede Amazônica Acre
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Ele é o segundo maior do Brasil e ocupa uma área de quase um quarto do território nacional, mas está em vias de ser deixado à mercê do desmatamento. A partir de abril, o Instituto de Pesquisas Espaciais (Inpe) irá encerrar o projeto que monitora a destruição do Cerrado – cujo custo anual é de R$ 2,5 milhões. Você pode ouvir O Assunto no g1, no GloboPlay, no Spotify, no Castbox, no Google Podcasts, no Apple Podcasts, no Deezer, na Amazon Music, no Hello You ou na sua plataforma de áudio preferida. Assine ou siga O Assunto, para ser avisado sempre que tiver novo episódio.
Ele é o segundo maior do Brasil e ocupa uma área de quase um quarto do território nacional, mas está em vias de ser deixado à mercê do desmatamento. A partir de abril, o Instituto de Pesquisas Espaciais (Inpe) irá encerrar o projeto que monitora a destruição do Cerrado – cujo custo anual é de R$ 2,5 milhões. “Falta visão estratégica”, resume Mercedes Bustamante, professora do departamento de ecologia da UnB e integrante da Academia Brasileira de Ciências, em relação ao fim do monitoramento. Ela explica que a “savana mais biodiversa do mundo” tem uma importância hidrológica que impacta todas as regiões do país. “Garante a segurança hídrica, energética e alimentar do Brasil”. E conclui que o avanço do agronegócio na conversão de terras é um “tiro no pé”. Também neste episódio, Natura Nery entrevista o jornalista Fábio Campos, da TV Anhanguera, afiliada da Globo em Goiás, que há duas décadas trabalha no Cerrado. Ele descreve a paisagem local, com suas “árvores baixas, troncos retorcidos e coloração amarelada” e conta por que os pesquisadores têm tanta urgência em estudar a região – que, informa, está sendo dizimada. “Hoje, as unidades de conservação representam 3% do que é o bioma”, informa. “O resto do Cerrado já não existe mais”.
O que você precisa saber:
Fim do monitoramento: Brasil vai deixar de medir desmatamento no Cerrado
Importância: bioma é fundamental no abastecimento do país
Desmatamento: Cerrado já perdeu 50% da vegetação original
VÍDEO: Globo Repórter mostra o Cerrado, um lugar fascinante e ameaçado
O podcast O Assunto é produzido por: Mônica Mariotti, Isabel Seta, Arthur Stabile, Gabriel de Campos, Luiz Felipe Silva, Thiago Kaczuroski e Eto Osclighter. Neste episódio colaborou também: Ana Flávia Paula. Apresentação: Natuza Nery.

Comunicação/Globo

A matemática Tatiana Roque, professora de história e filosofia da ciência da UFRJ, é a convidada do primeiro episódio de 2022.

Na conversa com o repórter Eduardo Sombini, a autora discute seu livro “O Dia em que Voltamos de Marte” e explica por que as mudanças climáticas rompem o próprio sentido do tempo. Para ela, o futuro, visto como promessa de melhoria das condições de vida e desenvolvimento tecnológico, hoje é símbolo de uma catástrofe iminente, o que vira pelo avesso a experiência da história.

Roque, no entanto, diz que isso não é necessariamente ruim e defende que é preciso parar de pensar sobre o que nós podemos fazer pelo planeta e começar a se perguntar o que as mudanças climáticas podem fazer por nós. Desse ponto de vista, a crise do clima pode ser uma oportunidade de refundar a sociedade.

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