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Pesca Profissional Artesanal: um tipo de pesca caracterizada principalmente pela mão de obra familiar, com embarcações de pequeno porte, como canoas ou jangadas, ou ainda sem embarcações, como na captura de moluscos perto da costa. Sua área de atuação está nas proximidades da costa, nos rios, reservatórios, lagos/lagoas, estuários e açudes. Lei Federal 11.959 de 29/06/2009.

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Programa desta sexta (25) revela os bastidores do remake da novela ‘Pantanal’. Equipes de reportagem acompanharam a superprodução. Live reúne
Primeiro a ganhar um colar com um chip foi um macho de 103 kg. Ao todo, há 40 câmeras espalhadas
A primeira das duas usinas começou a ser instalada na ilha neste mês de março. Projeto Trilha Verde foi lançado
De acordo com a instituição, a iniciativa segue alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentáveis estabelecidos pela Organização das Nações Unidas.
A antropóloga Debora Diniz, professora da UnB (Universidade de Brasília) e atualmente pesquisadora visitante da Universidade Brown, nos EUA, defende
Projeto permite que pescador firme contrato curto com trabalhadores para atividade temporária  Portal da Câmara dos Deputados
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Projeto permite que pescador firme contrato curto com trabalhadores para atividade temporária - Notícias  Portal da Câmara dos Deputados
Tonica Homangadje Suruí, de 28 anos, se formou em Porto Velho. A intenção é ajudar na área da saúde indígena.
SENAR/SC e Capitania dos Portos oferecem curso de pescador profissional  Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA)


Programa desta sexta (25) revela os bastidores do remake da novela ‘Pantanal’. Equipes de reportagem acompanharam a superprodução. Live reúne Sandra Annenberg e repórteres da RMC sobre edição especial do Pantanal
Em live nas redes sociais na noite de quarta-feira (3), os repórteres Alysson Maruyama e Cláudia Gaigher foram entrevistados por uma das apresentadoras do Globo Repórter, Sandra Annenberg. A transmissão foi uma prévia para o Globo Repórter desta sexta-feira (25), que revela os bastidores da gravação do remake da novela Pantanal, que estreia na próxima segunda-feira (28).
Em um bate-papo descontraído que durou pouco mais de 40 minutos, os repórteres contaram sobre os bastidores das gravações da novela Pantanal, e detalhes e revelações sobre encantamento dos atores pela natureza exuberante que encontraram em Mato Grosso do Sul.
Equipe do Globo Repórter e Juliana Paes
Globo Repórter
O programa foi produzido em parceria entre a Rede Globo e a Rede Matogrossense de Comunicação (RMC). Durante duas semanas, equipes de reportagem acompanharam a superprodução gravada em propriedades rurais de Aquidauana (MS), a 141 quilômetros de Campo Grande.
O programa conversou com atores que fizeram a primeira versão, 32 anos atrás, e também participaram dessa. Com exemplo, o Globo Repórter mostra, com exclusividade, o encontro emocionante da atriz Cristiana Oliveira, que viveu a Juma Marruá da primeira versão, uma das personagens mais marcantes da trama, com a atriz Alanis Guillen, que fará o papel em 2022.
O ator Jesuíta Barbosa em entrevista para o Globo Repórter
Globo Repórter
Entre as curiosidades, o programa mostra o ponto onde começa o Pantanal em Mato Grosso do Sul, em Aquidauana, no morro do Paxixi, região da serra de Maracaju.
Veja vídeos de Mato Grosso do Sul:


Primeiro a ganhar um colar com um chip foi um macho de 103 kg. Ao todo, há 40 câmeras espalhadas pela mata e a ideia é instalar mais 60. A ideia é tomar medidas para a conservação da espécie. Onças são monitoradas no Pantanal de MT
Pesquisadores estão fazendo um trabalho de monitoramento das onças-pintadas no Pantanal, com chips. Os felinos também têm a rotina acompanhada por câmeras de segurança instaladas nas árvores na área de mata. As câmeras flagram imagens da rotina dos felinos.
O primeiro animal que ganhou um colar com um chip de monitoramento foi um macho de 103 kg, em ótimo estado físico. “A principal sensação é a confiança porque é um método seguro que causa nenhum dano ao animal, que não causa dor”, afirma Cristina Cuiabália Neves, que é gerente de Pesquisa do Sesc Pantanal.
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Onça é capturada para colocação de colar com chip
A ideia da pesquisa é identificar a quantidade de onças existentes na região e explorar informações importantes, como o movimento dos indivíduos de maneira mais detalhada.
O comportamento, as tomadas de decisões no uso do espaço, a permanência nos locais e o motivo da movimentação feita com mais frequência, por exemplo, devem ser identificados.
Segundo os pesquisadores, os dados são importantes para conservação da espécie, que está na lista de animais ameaçados de extinção.
Onças-pintadas enfrentaram um incêndio de proporções gigantes
Ernane Junior
O trabalho é realizado em uma reserva de 108 mil hectares, em Barão de Melgaço (MT).
Os dados coletados vão ajudar a monitorar a conservação da espécie ameaçada de extinção. Os pesquisadores querem saber por onde os felinos andam, como se comportam e como interagem com a natureza.
Ao todo, foram montadas nove armadilhas, todas próximas ao acampamento onde estão os pesquisadores. O ambiente é todo preparado com sons e cheiros que vão atrair os felinos para os locais corretos. Além disso, também existe todo um planejamento para evitar ferimentos e traumas dos animais.
Pesquisadores analisam a interação de onças com o pantanal, em Mato Grosso
O pesquisador do Instituto Reprocon, Antônio Carlos Csermak, explica que a partir do monitoramento é possível verificar o estado de saúde de cada animal. “Toda a parte de doenças a gente pode identificar, seja por bactérias, fungo ou vírus, com a coleta de material. A parte de genética é muito importante para nós porque esses animais estão em alguns locais isolados e o cruzamento entre animais aparentados é uma das causas de extinção”, contou.
O objetivo é fazer a pesquisa com mais cinco onças. No topo da cadeia alimentar, elas também fornecem informações importantes para entender qual o nível de conservação da fauna e flora da região.
Os pesquisadores ainda querem instalar mais 60 câmeras trap pela reserva.
A onça vai ser monitorada a partir de uma coleira com chip
Reprodução/Sesc Pantanal
A bióloga Gabirela Schuck de Oliveira afirmou que na área existem diferentes tipos de presas que ela pode usufruir desde os jacarés, cervo do pantanal. “Tem diversos animais que são recorrentes na imagem fotográfica e do animal, do porte e força que ela tem. Ela pode escolher a vontade o que ela vai consumir. Acaba diminuindo muito mais as chances dela sair desse local e buscar algum tipo de conflito”, afirmou.
As maiores onças do Brasil se encontram no Pantanal. Pesquisadores já estudaram um indivíduo macho que pesava 148 kg.
A ‘rainha das matas’ é símbolo da conservação da biodiversidade brasileira, habitando quase todos os biomas do país (exceto o Pampa, onde foi extinta). Um dos animais mais “famosos” da fauna possui características e comportamentos interessantes, por isso o Terra da Gente reuniu cinco curiosidades para você se encantar ainda mais com esse felino extraordinário.
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Seca no Pantanal de MT deixou vários animais mortos
Marcelo Oliveira
Queimadas no Pantanal
Estudo realizado por 30 pesquisadores de órgãos públicos, de universidades e de organizações não-governamentais estima que, ao menos, 17 milhões de animais vertebrados morreram em consequência direta das queimadas no Pantanal no ano passado.
O estudo alerta que as mudanças climáticas provocadas pelas ações do homem têm influenciado a frequência, a duração e a intensidade das secas na região. O impacto de seguidas queimadas pode ser catastrófico e empobrecer o ecossistema, que já é frágil durante o período sem chuvas. O fogo faz parte da dinâmica natural do Pantanal, mas não nessas proporções.
A biodiversidade do Pantanal é composta por mais de 2 mil espécies de plantas, 269 peixes, 131 répteis, 57 anfíbios, 580 aves e pelo menos 174 mamíferos. O número de invertebrados é desconhecido.


A primeira das duas usinas começou a ser instalada na ilha neste mês de março. Projeto Trilha Verde foi lançado nesta segunda-feira (21), no Recife. Uma das usinas está em fase de instalação na região da Vacaria
Ana Clara Marinho/TV Globo
Uma nova usina solar começou a ser instalada em Fernando de Noronha. A implantação da estrutura ocorre na região da Vacaria, às margens BR-363, e faz parte do projeto Trilha Verde, lançado pelo governo estadual nesta segunda-feira (21). O projeto prevê, ainda, a instalação de outra usina solar e 12 ecopostos para abastecimento de veículos elétricos.
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Também está prevista a doação de 18 carros elétricos para a ilha pela iniciativa privada. Segundo o governo, esse veículos vão ser utilizados nas principais atividades econômicas da ilha, incluindo o setor turístico, a Administração do Distrito e a operação da empresa de geração de energia.
Nova usina solar começou a ser instalada na ilha
Ana Clara Marinho/TV Globo
Os 12 novos ecopostos previstos no projeto são instalados em locais considerados estratégicos da ilha e disponibilizados para todos os carros elétricos de Noronha. Serão oito pontos com potência de 22 KW, que possibilitam uma recarga mais rápida, e outros dois com potência de 7,4 KW, de acordo com o governo.
Dois postos terão suporte V2G, ou seja, o veículo pode utilizar a estação para recarga ou para retornar a energia não utilizada, como em eventuais períodos de alta demanda da rede. Ainda de acordo com o governo, o abastecimento desses postos será realizado com energia limpa, fornecida pela geração fotovoltaica das duas novas usinas solares.
Projeto foi lançando na sede do governo, no Recife, nesta segunda-feira (21)
Administração de Fernando de Noronha/Divulgação
O projeto prevê que, até o final de 2023, os veículos elétricos e os recursos energéticos sejam analisados. O governo informou que as informações coletadas serão submetidas a avaliações de viabilidade dos modelos de negócios e, posteriormente, será confeccionado um mapa para orientar futuras ações.
O lançamento do projeto aconteceu no Palácio do Campo das Princesas, a sede do governo de Pernambuco, que fica no bairro de Santo Antônio, na área central do Recife. Segundo o estado, essa cooperação técnica vai possibilitar que a ilha avance com essas soluções tecnológicas e dar contribuições para Pernambuco e para o Brasil.
As ações integram o Programa de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) da Neoenergia e contam com acompanhamento da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A parceria também conta com empresas privadas, a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), o Instituto Avançado de Tecnologia e Inovação (Iati) e o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD).
O governo publicou uma lei que determina a proibição da entrada de veículos a combustão em Fernando de Noronha, a partir de 10 de agosto de 2023, quando só vão poder entrar na ilha carros elétricos. A legislação indica que o prazo final para circulação de veículos a combustão que já estão em Noronha é 2030.
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De acordo com a instituição, a iniciativa segue alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentáveis estabelecidos pela Organização das Nações Unidas. Fazenda Experimental da Universidade Federal de Juiz de Fora
UFJF/Divulgação
A Fazenda Experimental da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) recebeu cerca de 40 mil mudas plantadas no local desde outubro de 2021. A expectativa é de que a primeira etapa dos trabalhos seja finalizada ainda neste mês de março.
Segundo a UFJF, o objetivo é promover o reflorestamento da Mata Atlântica no entorno da represa de Chapéu d’Uvas, que, de acordo com a instituição, é um dos biomas mais ameaçados do Brasil, com a perda de 70% da extensão original.
A iniciativa faz parte do projeto “Raízes para o Futuro”, desenvolvido pelo Núcleo de Integração Acadêmica para Sustentabilidade Socioambiental, em parceria com a concessionário Via 040, junto ao projeto BEF-Atlantic, uma colaboração entre o núcleo e a Universidade Técnica de Munique (TUM), da Alemanha.
Núcleo de Integração Acadêmica para Sustentabilidade Socioambiental
O objetivo do núcleo é buscar soluções de sustentabilidade para a Mata Atlântica, com membros de diversas áreas do conhecimento da UFJF.
De acordo com a pró-reitora de Pós-Graduação e Pesquisa (Propp) da UFJF, Mônica Ribeiro, reflorestar terras devastadas da mata mineira é um desafio que deve ser superado ao aplicar diversos conhecimentos científicos no reflorestamento do local.
“Historicamente, essa região teve seu solo desgastado pela produção de café em larga escala e depois, com seu declínio, essas áreas foram transformadas em pastos e capoeiras”, completou.
O projeto, segundo a pró-reitora, está alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentáveis (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU).
Espécies nativas e benefícios ecológicos
Planta na Fazenda Experimental da UFJF
Reprodução/UFJF
A Mata Atlântica, segundo a Fundação SOS Mata Atlântica, abrange cerca de 15% do território nacional, em 17 estados, ocupando cerca de 70% das áreas em que vive a população e abriga três dos maiores centros urbanos sulamericanos.
Este é o terceiro projeto de reflorestamento focado nas teorias de Biodiversidade e Funcionamento de Ecossistemas realizado no Brasil, o primeiro foi feito na Caatinga, com início em 2016, e o segundo também é relativo à Mata Atlântica, no estado de São Paulo.
Segundo a UFJF, parte das 40 mil plantas foram produzidas no viveiro de mudas da Fazenda Experimental do núcleo e outra parte foi adquirida com produtores de árvores nativas da Mata Atlântica.
Conforme palavras do professor da UFJF, André Amado, é difícil estimar quanto tempo levará para se desenvolver uma floresta madura, pois depende da composição das espécies e da idade que ela chega às mãos do projeto.
Uso de técnicas
O reflorestamento é previsto pela Lei Federal 4.771, desde 1965, com a compensação de áreas devastadas, que, de acordo com a UFJF, é feita por meio dos plantios de sementes ou mudas de árvores nativas ou da manutenção da vegetação já existente.
Mas ainda há diversas outras técnicas para obter um resultado efetivo no reflorestamento dessas áreas. Porém as práticas do mercado não preveem estratégias alinhadas às características de cada espécie e o funcionamento ecológico a longo prazo.
Conforme afirma a UFJF, o diferencial do que é realizado na Fazenda Experimental é a coordenação de diferentes dinâmicas e cenários para a avaliação do processo de crescimento das plantas.
Monitoramento e atividades
A instituição ainda ressalta que haverá varredura em todas as mudas para determinar a taxa de sobrevivência, que, geralmente, fica em torno de 70 a 80%. As plantas que não sobreviverem serão substituídas e acompanhadas durante o desenvolvimento.
As atividades serão executadas por funcionários contratados pela Via 040, com operadores de máquinas e agentes no preparo do solo e na plantação das mudas. Em relação à organização e montagem da parte experimental, a equipe responsável será da UFJF.
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A antropóloga Debora Diniz, professora da UnB (Universidade de Brasília) e atualmente pesquisadora visitante da Universidade Brown, nos EUA, defende que o feminismo deve transformar as perguntas que cercam o aborto e outros temas.

Em vez de questionar quando a vida humana começa, ela diz, é preciso, em uma democracia laica, se perguntar por que mulheres podem ser presas por abortar.

Na conversa com Eduardo Sombini, a antropóloga afirma que o aborto desperta a fúria em uma sociedade patriarcal porque controlar a reprodução das mulheres permite controlar a reprodução social como um todo e aponta que é preciso desafiar o vocabulário político que separa pautas identitárias de lutas por justiça social.

Diniz acaba de lançar, em coautoria com Ivone Gebara, o livro “Esperança Feminista“. Na obra, as autoras apresentam 12 verbos que, para elas, revelam caminhos para uma política feminista.

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Projeto permite que pescador firme contrato curto com trabalhadores para atividade temporária  Portal da Câmara dos Deputados

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Tonica Homangadje Suruí, de 28 anos, se formou em Porto Velho. A intenção é ajudar na área da saúde indígena. Tonica Homangadje Suruí se torna a 1ª biomédica da aldeia Suruí
Tonica Homangadje Suruí, de 28 anos, é a primeira biomédica do povo suruí em Rondônia. A colação de grau aconteceu em Porto Velho na última quarta-feira (9). A intenção é unir a sabedoria ancestral dos povos originários com o conhecimento adquirido na academia para ajudar no campo da saúde indígena.
“Eu escolhi biomedicina porque é muito importante para nossa cultura, nós também usamos plantas medicinais e é uma área muito boa porque a gente precisa de profissionais para cuidar da saúde indígena”, comentou Tonica.
Durante a jornada acadêmica, ela teve que lidar com as diferenças linguísticas, com a distância de casa e com a estrutura social que costumava ditar quem tinha acesso ao ensino superior e quem não tinha.
“Na cidade é muito diferente da aldeia, então eu tinha que enfrentar muitas coisas, além de entender as palavras várias outras dificuldades também”, lembra.
Tonica Homangadje Suruí, a 1ª biomédica da aldeia Suruí em Rondônia
Bitate Uru Eu Juma/Reprodução redes sociais
Para os colegas de turma, ela sempre mostrou coragem para se desenvolver e adquirir conhecimento. E boa parte dessa coragem e força vinha da família. Os parentes que acompanham de perto a caminhada da primeira biomédica do povo se alegram com as conquistas.
“É um momento de muita emoção e muito orgulho para a família inteira e para o povo indígena ter uma mulher de aldeia que estuda, que consegue se formar. É muito difícil se formar hoje em dia”, comentou a indigenista Ivaneide Bandeira.
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