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Pesca Profissional Artesanal: um tipo de pesca caracterizada principalmente pela mão de obra familiar, com embarcações de pequeno porte, como canoas ou jangadas, ou ainda sem embarcações, como na captura de moluscos perto da costa. Sua área de atuação está nas proximidades da costa, nos rios, reservatórios, lagos/lagoas, estuários e açudes. Lei Federal 11.959 de 29/06/2009.

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Elena Brugioni, professora da Unicamp e autora do livro "Literaturas Africanas Comparadas" é a convidada desta semana do podcast. Na
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Pesca profissional artesanal está liberada em Guaratuba. Confira as regras.  Correio do Litoral
O podcast Ilustríssima Conversa fará uma pausa nos dois próximos sábados (11 e 18 de abril), em razão dos feriados

Elena Brugioni, professora da Unicamp e autora do livro “Literaturas Africanas Comparadas” é a convidada desta semana do podcast. Na conversa com o repórter Eduardo Sombini, ela analisa como a amplia��o do espaço das literaturas africanas nos circuitos editoriais globais vem sendo acompanhada, em diversos casos, da persistência de estereótipos sobre a África e de leituras reducionistas sobre o universo literário do continente. No final do episódio, ela indicou autores de países africanos com obras disponíveis no Brasil. Veja a lista:

  • João Paulo Borges Coelho, 65, moçambicano
  • Pepetela, 78, angolano
  • Wole Soyinka, 85, nigeriano
  • Tsitsi Dangarembga, 61, zimbabuana
  • M. Coetzee, 80, sul-africano
  • Doris Lessing (1919-2013), britânica, viveu por mais de duas décadas na Rodésia do Sul, atual Zimbábue
  • Nadine Gordimer (1923-2014), sul-africana
  • Naguib Mahfouz (1911-2006), egípcio
  • Abdulai Sila, 62, guineense

Elena Brugioni, professora da Unicamp e autora do livro “Literaturas Africanas Comparadas”, é a convidada desta semana.

Na conversa com Eduardo Sombini, ela analisa como a ampliação do espaço das literaturas africanas nos circuitos editoriais globais vem sendo acompanhada, em diversos casos, da persistência de estereótipos sobre a África e de leituras reducionistas sobre o universo literário do continente.

Indicações de autores de países africanos com obras disponíveis no Brasil:

  • João Paulo Borges Coelho, 65, moçambicano
  • Pepetela, 78, angolano
  • Wole Soyinka, 85, nigeriano
  • Tsitsi Dangarembga, 61, zimbabuana
  • M. Coetzee, 80, sul-africano
  • Doris Lessing (1919-2013), britânica, viveu por mais de duas décadas na Rodésia do Sul, atual Zimbábue
  • Nadine Gordimer (1923-2014), sul-africana
  • Naguib Mahfouz (1911-2006), egípcio
  • Abdulai Sila, 62, guineense

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Marta Arretche, professora de ciência política da USP, é uma das organizadoras do livro “As Políticas da Política: Desigualdade e Inclusão nos Governos do PSDB e do PT” (Editora Unesp), que oferece um balanço das políticas sociais durante a Nova República. Na conversa com o repórter Eduardo Sombini, ela explica a combina��o particular de medidas progressistas e privilégios tributários da elite. A pesquisadora também discute as perspectivas de desmonte de políticas sociais pelo presidente Jair Bolsonaro e de aumento da pobreza e da desigualdade durante a pandemia de coronavírus.

Marta Arretche, professora de ciência política da USP, é uma das organizadoras do livro “As Políticas da Política: Desigualdade e Inclusão nos Governos do PSDB e do PT”, que oferece um balanço das políticas sociais durante a Nova República.

Na conversa com Eduardo Sombini, ela explica a combinação particular de medidas progressistas e privilégios tributários da elite. A pesquisadora também discute as perspectivas de desmonte de políticas sociais pelo presidente Jair Bolsonaro e de aumento da pobreza e da desigualdade durante a pandemia de coronavírus.

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Sérgio Augusto, um dos ícones do jornalismo cultural brasileiro, publicou recentemente o livro “Vai Começar a Sessão” (Objetiva), reunião de ensaios sobre cinema que Sérgio Augusto publicou nos últimos 20 anos no jornal O Estado De S. Paulo.   O livro leva o leitor a uma viagem saborosa pela história do cine, dos filmes mudos aos lançamentos recentes. Nas imagens criadas por cineastas genais, como Hitchcock, Renoir, Lubitch, Kubrick e Dino Risi, entre outros citados no livro, ele encontra um alívio para os tempos turbulentos que vivemos.   Já com rela��o ao cinema recente, no qual predominam as adapta��es de HQs, ele anda uma tanto desaminado. O cinema se infantilizou e perdeu seu encanto, diz. E seguirá um rumo incerto com o abalo na experiência coletiva de ver um filme, uma decorrência do fechamento das salas após a eclosão do coronavírus.      

Sérgio Augusto, um dos ícones do jornalismo cultural brasileiro, publicou recentemente o livro “Vai Começar a Sessão”, reunião de ensaios sobre cinema que Sérgio Augusto publicou nos últimos 20 anos no jornal O Estado de S. Paulo.

O livro leva o leitor a uma viagem saborosa pela história do cine, dos filmes mudos aos lançamentos recentes. Nas imagens criadas por cineastas genais, como Hitchcock, Renoir, Lubitch, Kubrick e Dino Risi, entre outros citados no livro, ele encontra um alívio para os tempos turbulentos que vivemos.

Já com relação ao cinema recente, no qual predominam as adaptações de HQs, ele anda uma tanto desaminado. O cinema se infantilizou e perdeu seu encanto, diz. E seguirá um rumo incerto com o abalo na experiência coletiva de ver um filme, uma decorrência do fechamento das salas após a eclosão do coronavírus.      

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No episódio desta semana, o repórter Eduardo Sombini conversa com o historiador Sidney Chalhoub, professor da Universidade Harvard e autor de “Cidade Febril: Cortiços e Epidemias na Corte Imperial” (Companhia das Letras). Chalhoub discute linhas de continuidade entre a saúde pública do Rio de Janeiro em meados do século 19 e a situa��o do Brasil de 2020, paralisado pela pandemia de coronavírus, e afirma que a estigmatiza��o de negros e pobres perdura até hoje, fazendo com que se tornem mais vulneráveis à Covid-19. O historiador trata também de episódios de politiza��o de epidemias no passado, como a resistência a medidas de quarentena.

No episódio desta semana, Eduardo Sombini conversa com o historiador Sidney Chalhoub, professor da Universidade Harvard e autor de “Cidade Febril: Cortiços e Epidemias na Corte Imperial“.

Chalhoub discute linhas de continuidade entre a saúde pública do Rio de Janeiro em meados do século 19 e a situação do Brasil de 2020, paralisado pela pandemia de coronavírus, e afirma que a estigmatização de negros e pobres perdura até hoje, fazendo com que se tornem mais vulneráveis à Covid-19.

O historiador trata também de episódios de politização de epidemias no passado, como a resistência a medidas de quarentena.

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Pesca profissional artesanal está liberada em Guaratuba. Confira as regras.  Correio do Litoral

O podcast Ilustríssima Conversa fará uma pausa nos dois próximos sábados (11 e 18 de abril), em razão dos feriados da Páscoa e de Tiradentes (21), e voltará com entrevista inédita em 25 de abril.

Até lá e um grande abraço a todos!