O convidado do novo episódio do podcast é Júlio Delmanto, doutor pela USP e autor de “História Social do LSD no Brasil”.
Na conversa com Eduardo Sombini, o autor aborda o papel do LSD nos movimentos de contracultura dos anos 1960, os efeitos da proibição das drogas nas últimas décadas e o atual ressurgimento do interesse pela substância por cientistas e usuários.
O Ilustríssima Conversa volta ao ar com episódios inéditos em parceria com o Itaú Cultural.
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Pesca esportiva está proibida pelo novo Decreto 25.138 e sujeita à fiscalização da Polícia Ambiental Governo de RO
O Ilustríssima Conversa será interrompido até setembro, quando novos episódios voltarão a ser publicados normalmente. Nesse período, confira as mais de 50 entrevistas do acervo do podcast.
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Elena Brugioni, professora da Unicamp e autora do livro “Literaturas Africanas Comparadas” é a convidada desta semana do podcast. Na conversa com o repórter Eduardo Sombini, ela analisa como a amplia��o do espaço das literaturas africanas nos circuitos editoriais globais vem sendo acompanhada, em diversos casos, da persistência de estereótipos sobre a África e de leituras reducionistas sobre o universo literário do continente. No final do episódio, ela indicou autores de países africanos com obras disponíveis no Brasil. Veja a lista:
- João Paulo Borges Coelho, 65, moçambicano
- Pepetela, 78, angolano
- Wole Soyinka, 85, nigeriano
- Tsitsi Dangarembga, 61, zimbabuana
- M. Coetzee, 80, sul-africano
- Doris Lessing (1919-2013), britânica, viveu por mais de duas décadas na Rodésia do Sul, atual Zimbábue
- Nadine Gordimer (1923-2014), sul-africana
- Naguib Mahfouz (1911-2006), egípcio
- Abdulai Sila, 62, guineense
Elena Brugioni, professora da Unicamp e autora do livro “Literaturas Africanas Comparadas”, é a convidada desta semana.
Na conversa com Eduardo Sombini, ela analisa como a ampliação do espaço das literaturas africanas nos circuitos editoriais globais vem sendo acompanhada, em diversos casos, da persistência de estereótipos sobre a África e de leituras reducionistas sobre o universo literário do continente.
Indicações de autores de países africanos com obras disponíveis no Brasil:
- João Paulo Borges Coelho, 65, moçambicano
- Pepetela, 78, angolano
- Wole Soyinka, 85, nigeriano
- Tsitsi Dangarembga, 61, zimbabuana
- M. Coetzee, 80, sul-africano
- Doris Lessing (1919-2013), britânica, viveu por mais de duas décadas na Rodésia do Sul, atual Zimbábue
- Nadine Gordimer (1923-2014), sul-africana
- Naguib Mahfouz (1911-2006), egípcio
- Abdulai Sila, 62, guineense
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Marta Arretche, professora de ciência política da USP, é uma das organizadoras do livro “As Políticas da Política: Desigualdade e Inclusão nos Governos do PSDB e do PT” (Editora Unesp), que oferece um balanço das políticas sociais durante a Nova República. Na conversa com o repórter Eduardo Sombini, ela explica a combina��o particular de medidas progressistas e privilégios tributários da elite. A pesquisadora também discute as perspectivas de desmonte de políticas sociais pelo presidente Jair Bolsonaro e de aumento da pobreza e da desigualdade durante a pandemia de coronavírus.
Marta Arretche, professora de ciência política da USP, é uma das organizadoras do livro “As Políticas da Política: Desigualdade e Inclusão nos Governos do PSDB e do PT”, que oferece um balanço das políticas sociais durante a Nova República.
Na conversa com Eduardo Sombini, ela explica a combinação particular de medidas progressistas e privilégios tributários da elite. A pesquisadora também discute as perspectivas de desmonte de políticas sociais pelo presidente Jair Bolsonaro e de aumento da pobreza e da desigualdade durante a pandemia de coronavírus.
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Sérgio Augusto, um dos ícones do jornalismo cultural brasileiro, publicou recentemente o livro “Vai Começar a Sessão” (Objetiva), reunião de ensaios sobre cinema que Sérgio Augusto publicou nos últimos 20 anos no jornal O Estado De S. Paulo. O livro leva o leitor a uma viagem saborosa pela história do cine, dos filmes mudos aos lançamentos recentes. Nas imagens criadas por cineastas genais, como Hitchcock, Renoir, Lubitch, Kubrick e Dino Risi, entre outros citados no livro, ele encontra um alívio para os tempos turbulentos que vivemos. Já com rela��o ao cinema recente, no qual predominam as adapta��es de HQs, ele anda uma tanto desaminado. O cinema se infantilizou e perdeu seu encanto, diz. E seguirá um rumo incerto com o abalo na experiência coletiva de ver um filme, uma decorrência do fechamento das salas após a eclosão do coronavírus.

