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Pesca Profissional Artesanal: um tipo de pesca caracterizada principalmente pela mão de obra familiar, com embarcações de pequeno porte, como canoas ou jangadas, ou ainda sem embarcações, como na captura de moluscos perto da costa. Sua área de atuação está nas proximidades da costa, nos rios, reservatórios, lagos/lagoas, estuários e açudes. Lei Federal 11.959 de 29/06/2009.

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O convidado do novo episódio do podcast é Júlio Delmanto, doutor pela USP e autor de "História Social do LSD
Pescador artesanal poderá apresentar protocolo de requerimento do registro para ter acesso a financiamentos  Instituto Nacional de Tecnologia da Informação -
Pesca esportiva está proibida pelo novo Decreto 25.138 e sujeita à fiscalização da Polícia Ambiental  Governo de RO
O Ilustríssima Conversa será interrompido até setembro, quando novos episódios voltarão a ser publicados normalmente. Nesse período, confira as mais
O Ilustríssima Conversa será interrompido até setembro, quando novos episódios voltarão a ser publicados normalmente. Nesse período, confira as mais
Elena Brugioni, professora da Unicamp e autora do livro "Literaturas Africanas Comparadas" é a convidada desta semana do podcast. Na
Elena Brugioni, professora da Unicamp e autora do livro “Literaturas Africanas Comparadas”, é a convidada desta semana. Na conversa com
Marta Arretche, professora de ciência política da USP, é uma das organizadoras do livro "As Políticas da Política: Desigualdade e
Marta Arretche, professora de ciência política da USP, é uma das organizadoras do livro “As Políticas da Política: Desigualdade e
Sérgio Augusto, um dos ícones do jornalismo cultural brasileiro, publicou recentemente o livro "Vai Começar a Sessão" (Objetiva), reunião de ensaios

O convidado do novo episódio do podcast é Júlio Delmanto, doutor pela USP e autor de “História Social do LSD no Brasil”.

Na conversa com Eduardo Sombini, o autor aborda o papel do LSD nos movimentos de contracultura dos anos 1960, os efeitos da proibição das drogas nas últimas décadas e o atual ressurgimento do interesse pela substância por cientistas e usuários.

O Ilustríssima Conversa volta ao ar com episódios inéditos em parceria com o Itaú Cultural.

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Pescador artesanal poderá apresentar protocolo de requerimento do registro para ter acesso a financiamentos  Instituto Nacional de Tecnologia da Informação – ITI

Pesca esportiva está proibida pelo novo Decreto 25.138 e sujeita à fiscalização da Polícia Ambiental  Governo de RO

O Ilustríssima Conversa será interrompido até setembro, quando novos episódios voltarão a ser publicados normalmente. Nesse período, confira as mais de 50 entrevistas do acervo do podcast.

O Ilustríssima Conversa será interrompido até setembro, quando novos episódios voltarão a ser publicados normalmente. Nesse período, confira as mais de 50 entrevistas do acervo do podcast.

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Elena Brugioni, professora da Unicamp e autora do livro “Literaturas Africanas Comparadas” é a convidada desta semana do podcast. Na conversa com o repórter Eduardo Sombini, ela analisa como a amplia��o do espaço das literaturas africanas nos circuitos editoriais globais vem sendo acompanhada, em diversos casos, da persistência de estereótipos sobre a África e de leituras reducionistas sobre o universo literário do continente. No final do episódio, ela indicou autores de países africanos com obras disponíveis no Brasil. Veja a lista:

  • João Paulo Borges Coelho, 65, moçambicano
  • Pepetela, 78, angolano
  • Wole Soyinka, 85, nigeriano
  • Tsitsi Dangarembga, 61, zimbabuana
  • M. Coetzee, 80, sul-africano
  • Doris Lessing (1919-2013), britânica, viveu por mais de duas décadas na Rodésia do Sul, atual Zimbábue
  • Nadine Gordimer (1923-2014), sul-africana
  • Naguib Mahfouz (1911-2006), egípcio
  • Abdulai Sila, 62, guineense

Elena Brugioni, professora da Unicamp e autora do livro “Literaturas Africanas Comparadas”, é a convidada desta semana.

Na conversa com Eduardo Sombini, ela analisa como a ampliação do espaço das literaturas africanas nos circuitos editoriais globais vem sendo acompanhada, em diversos casos, da persistência de estereótipos sobre a África e de leituras reducionistas sobre o universo literário do continente.

Indicações de autores de países africanos com obras disponíveis no Brasil:

  • João Paulo Borges Coelho, 65, moçambicano
  • Pepetela, 78, angolano
  • Wole Soyinka, 85, nigeriano
  • Tsitsi Dangarembga, 61, zimbabuana
  • M. Coetzee, 80, sul-africano
  • Doris Lessing (1919-2013), britânica, viveu por mais de duas décadas na Rodésia do Sul, atual Zimbábue
  • Nadine Gordimer (1923-2014), sul-africana
  • Naguib Mahfouz (1911-2006), egípcio
  • Abdulai Sila, 62, guineense

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Marta Arretche, professora de ciência política da USP, é uma das organizadoras do livro “As Políticas da Política: Desigualdade e Inclusão nos Governos do PSDB e do PT” (Editora Unesp), que oferece um balanço das políticas sociais durante a Nova República. Na conversa com o repórter Eduardo Sombini, ela explica a combina��o particular de medidas progressistas e privilégios tributários da elite. A pesquisadora também discute as perspectivas de desmonte de políticas sociais pelo presidente Jair Bolsonaro e de aumento da pobreza e da desigualdade durante a pandemia de coronavírus.

Marta Arretche, professora de ciência política da USP, é uma das organizadoras do livro “As Políticas da Política: Desigualdade e Inclusão nos Governos do PSDB e do PT”, que oferece um balanço das políticas sociais durante a Nova República.

Na conversa com Eduardo Sombini, ela explica a combinação particular de medidas progressistas e privilégios tributários da elite. A pesquisadora também discute as perspectivas de desmonte de políticas sociais pelo presidente Jair Bolsonaro e de aumento da pobreza e da desigualdade durante a pandemia de coronavírus.

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Sérgio Augusto, um dos ícones do jornalismo cultural brasileiro, publicou recentemente o livro “Vai Começar a Sessão” (Objetiva), reunião de ensaios sobre cinema que Sérgio Augusto publicou nos últimos 20 anos no jornal O Estado De S. Paulo.   O livro leva o leitor a uma viagem saborosa pela história do cine, dos filmes mudos aos lançamentos recentes. Nas imagens criadas por cineastas genais, como Hitchcock, Renoir, Lubitch, Kubrick e Dino Risi, entre outros citados no livro, ele encontra um alívio para os tempos turbulentos que vivemos.   Já com rela��o ao cinema recente, no qual predominam as adapta��es de HQs, ele anda uma tanto desaminado. O cinema se infantilizou e perdeu seu encanto, diz. E seguirá um rumo incerto com o abalo na experiência coletiva de ver um filme, uma decorrência do fechamento das salas após a eclosão do coronavírus.