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Pesca Profissional Artesanal: um tipo de pesca caracterizada principalmente pela mão de obra familiar, com embarcações de pequeno porte, como canoas ou jangadas, ou ainda sem embarcações, como na captura de moluscos perto da costa. Sua área de atuação está nas proximidades da costa, nos rios, reservatórios, lagos/lagoas, estuários e açudes. Lei Federal 11.959 de 29/06/2009.

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Na terra indígena Massaco, o aumento do desmatamento foi de 263%. Ambientalistas consideram invasões como causadoras do risco iminente de
Na próxima terça-feira (25), o desastre em Brumadinho completa três anos. Em 2019, o rompimento de uma barragem na mina
Rondônia ocupa a quarta posição no ranking dos nove estados mais desmatados em 2021. Ao todo, a Amazônia Legal perdeu
Quadro Amazônia Bonita, que começa a ser exibido neste sábado (15), é um projeto da Rede Amazônica onde vão ser
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Secretaria de Agricultura e Pesca orienta pescadores  saogoncalo.rj.gov.br


Na terra indígena Massaco, o aumento do desmatamento foi de 263%. Ambientalistas consideram invasões como causadoras do risco iminente de genocídio. Terras indígenas de Rondônia com presença de povos isolados.
ISA/Divulgação
Em 2021, desmatamentos e invasões afetaram as Terras Indígenas (TI) de Rondônia onde vivem povos isolados. A TI Uru-Eu-Wau-Wau está entre as que mais apresentaram alerta, totalizando uma área de 340 hectares de floresta derrubada.
Os índices são do boletim anual do Sistema de Alerta de Desmatamento em Terras Indígenas com Registros de Povos Isolados (Sirad), realizado através do Instituto Socioambiental (ISA).
Outro dado apontado no relatório, é o crescimento da destruição na TI Massaco, localizada entre Alta Floresta D’Oeste e São Francisco do Guaporé. Se comparado ao ano anterior, o desmatamento na área cresceu 263%.
A Associação de Defesa Etnoambiental Kanindé, que acompanha as denúncias dos povos indígenas, aponta que nos últimos anos houve um “enfraquecimento dos órgãos públicos de fiscalização” que faz com que os desmatadores e grileiros se sintam “protegidos e empoderados”. A ONG ressalta ainda que a invasão das terras onde vivem os povos isolados é gravíssima.
“Certamente coloca em risco a vida dos indígenas com risco de genocídio”, aponta Ivaneide Bandeira, indigenista que lidera a Kanindé.
TI Uru-Eu-Wau-Wau
A Terra Indígena Uru-Eu-Wau-Wau é a que apresentou mais focos de incêndio em 2021. Junho e julho foram os meses mais marcantes, tanto em focos de calor quanto no desmatamento geral. Conforme o Sirad, a maior parte da área desmatada é transformada em pastagem ou destinada à grilagem.
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Indígenas Uru-Eu-Wau-Wau flagram invasor e o levam para delegacia
No fim de 2021, a Polícia Federal deflagrou uma operação na Terra Indígena que durou cerca de uma semana. O objetivo principal era combater a grilagem de terras, desmatamento e comércio ilegal de madeira.
A ação resultou na prisão em flagrante de pessoas por crimes ambientais, inutilização de dois garimpos ilegais e apreensão de um caminhão carregado de madeira.
PF flagra área de desmatamento ilegal na terra indígena Uru-eu-wau-wau
Divulgação
Atualmente vivem povos de nove etnias na TI Uru-Eu-Wau-Wau, sendo que pelo menos cinco são de povos chamados de isolados, por terem contato mínimo com os demais. A área da TI se expande por 12 municípios rondonienses e a maior parte está localizada em Guajará-Mirim.
Um dos povos indígenas que vivem na TI Uru-Eu-Wau-Wau são os Isolados do Cautário. Eles têm a migração como forma de sobrevivência. Em setembro de 2020, ao se encontrarem com o coordenador da Fundação Nacional do Índio (Funai), Rieli Franciscato, aconteceu um acidente: Rieli foi atingido no tórax por uma flecha. Ele tinha 56 anos e dedicou 30 anos ao cuidado e proteção dos povos isolados.
ENTENDA: Coordenador da Funai morre após levar flechada de indígenas isolados
Sobre esse caso, o Conselho Indigenista Missionário (Cimi) apontou em relatório que em Rondônia as invasões constantes, as presenças de garimpeiros e grileiros têm provocado a mudança de comportamento dos grupos de indígenas isolados da região do Rio Cautário, assustados com a presença cada vez mais próxima de criminosos.
TI Massaco
O Sirad calculou um desmatamento total de 12 hectares na TI Massaco, causado sobretudo pela presença de grileiros, posseiros e garimpeiros. De acordo com o relatório, a região leste do território está “totalmente tomada pelo desmatamento”.
Outubro de 2021 foi marcado com quase todo o desmatamento registrado. Segundo o documento, este foi o período em que a área foi invadida na borda. Além disso, existem cerca de cinco requerimentos em tramitação para exploração de ouro e cassiterita nos arredores da TI.
Atualmente existe apenas uma etnia conhecida vivendo na TI Massaco, os “Massaco Isolados”. No entanto, o ISA não possui informações da quantidade populacional desse povo. A área total da TI possui 422 mil hectares.
VÍDEOS: veja mais notícias de Rondônia

Na próxima terça-feira (25), o desastre em Brumadinho completa três anos. Em 2019, o rompimento de uma barragem na mina do Córrego do Feijão, operada pela Vale, deixou 270 pessoas mortas —sete vítimas ainda não foram encontradas.

Em seu novo livro, “Arrastados“, ​a jornalista e escritora Daniela Arbex reconstitui a tragédia minuto a minuto, com base em depoimentos de quem estava lá, e narra os esforços empreendidos na operação de resgate e os impactos do desastre na vida de centenas de pessoas.

Na conversa com Eduardo Sombini, Arbex conta os detalhes da apuração que deu origem ao livro e aponta por que o rompimento da barragem foi, em sua avaliação, uma tragédia anunciada.

A autora diz que a Vale sabia dos riscos e não tomou as medidas necessárias em Brumadinho e sustenta que, enquanto o modelo de negócio da mineração continuar priorizando o lucro em vez da vida humana, ninguém estará seguro.

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Rondônia ocupa a quarta posição no ranking dos nove estados mais desmatados em 2021. Ao todo, a Amazônia Legal perdeu 10.362 km² de mata nativa em um ano. Desmatamento em região perto de Porto Velho (RO)
Arquivo/Ueslei Marcelino/Reuters
A área desmatada em Rondônia bateu recordes negativos em 2021 e se tornou a maior dos últimos 10 anos. Os dados são do relatório divulgado nesta semana pelo Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD) do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon).
O levantamento analisou a situação dos estados da Amazônia Legal e indicou que 2021 foi o “pior ano de uma década” não só para Rondônia, mas para toda a floresta amazônica. Ao todo, foram destruídos 10.362 km² de mata nativa.
Rondônia ocupa a quarta posição no ranking dos nove estados mais desmatados em 2021, com uma destruição de 1.290 km².
Em 2012, o desmatamento acumulado em Rondônia, entre janeiro e dezembro, foi de 782 km². Já em 2021, o número multiplicou mais de seis vezes, correspondendo a um aumento de 497,2%.
Do total de desflorestamento acumulado nos 12 meses de 2021, 631 km² foram registrados nas florestas públicas federais e 163 km² nas florestas públicas estaduais.
VÍDEOS: veja mais notícias de Rondônia


Quadro Amazônia Bonita, que começa a ser exibido neste sábado (15), é um projeto da Rede Amazônica onde vão ser contadas histórias de pessoas que fazem a diferença na vida de quem mora na região Amazônica. Conheça a história do padre Mássimo que saiu da Itália evangelizar e morar no Acre
O padre Mássimo Lombardi é exemplo de fé, devoção e amor ao próximo. Ele é um personagem que faz parte da história dos acreanos. O religioso saiu da Itália e veio morar no Acre há 47 anos e, desde então, se doa em ajudar famílias carentes do estado.
O quadro Amazônia Bonita é um projeto da Rede Amazônica onde vão ser contadas, todos os sábados, histórias de pessoas que fazem a diferença na vida de quem mora na região Amazônica.
O religioso faz de uma rede do bem que transmite amor por onde passa. De origem italiana, o padre Mássimo nasceu em uma cidadezinha chamada Borgo a Mozzano, tem 52 anos de sacerdócio e vive no Acre há 47 anos. A trajetória dele é inspiradora.
“Quando comecei a descobrir o mundo, eu passava horas olhando o mapa geográfico, eu dizia, vou em um lugar em que realmente eu possa me sentir bem, com o sol nascendo às 5 horas, enfim, encontrei o meu paraíso aqui no Acre.”
Padre Mássimo Lombardi vive no Acre há mais de 40 anos
Reprodução/Rede Amazônica Acre
Um padre que já encontrou o paraíso, Mássimo participou até da formação da capital do Acre. Quando ele chegou na cidade havia o conflito entre fazendeiros e famílias eram expulsas de seringais na região.
“Havia famílias ocupando os bairros ou invadindo, ou como se dizia ocupando áreas abandonadas, então, houve um trabalho muito importante de estar ao lado desta famílias”, afirma.
O padre foi responsável pelo projeto Pastoral Urbana, que levava a palavra de Deus para fora da Catedral Nossa Senhora de Nazaré.
Após oito anos como reitor da igreja, o religioso assumiu os trabalhos religiosos para as famílias que vivem em uma das regiões que mais sofrem com a violência na capital do Acre, a Cidade do Povo.
O padre atua no bairro desde que as primeiras casas do conjunto habitacional foram entregues, em 2014, ajudando várias pessoas em situação de vulnerabilidade social.
Padre Mássimo em comunidade da capital acreana
Reprodução/Rede Amazônica Acre
Ele começou com um projeto de distribuição de cestas básicas para famílias mais carentes e durante a pandemia coordenou um trabalho para confecção de máscaras e distribuição de álcool em gel. O padre também faz acompanhamento de presos monitorados.
“Nós temos, inclusive, uma Pastoral dos Monitorados, aí quando alguém sai do presídio a gente visita, acolhe, cadastra, convida para participar de algumas atividades, ajuda quando precisa, temos alguns projetos para eles não ficarem sem fazer nada, um projeto que leva esperança”, explica.
De segunda à sexta são distribuídas sopas para as famílias carentes na Paróquia da Cidade do Povo. Na casa da dona Maria de Fátima, a sopa é muito aguardada.
E como para fazer o bem ao próximo não tem idade, porque não começar logo cedo? A Janielle Silva tem 14 anos e é voluntária na entrega de sopas. “Acho muito bom conseguir ajudar o próximo, é muito bonito.”
O gesto de ajuda ao próximo é muito bonito, mas, acima de tudo, revela uma característica, a humanidade, humanidade essa que representa o respeito ao outro e para fazer algo por alguém às vezes é só plantar.
Projeto Horta Comunitária leva esperança e renda extra para a comunidade da Cidade do Povo
Reprodução/Rede Amazônica Acre
A dona Maria das Graças trabalha na horta comunitária do Projeto Plantado pelo padre Mássimo. É de lá que ela consegue completar a renda. “Ajuda, porque a gente vende até verdura para o pessoal da comunidade, vende na igreja, vende quando a gente está aqui mesmo.”
Na casa dela moram sete pessoas que sobrevivem com Auxílio Brasil e a horta comunitária serve para toda a comunidade.
E a costura? A costura começa com agulha e linha. Depois do primeiro ponto tudo parece mais fácil, essa lição a Auxiliadora aprendeu no curso de corte e costura na Paróquia da Cidade do Povo. Lá, as mulheres fazem peças para familiares que estão presos e quem criou o projeto foi o padre Mássimo.
Curso de corte e costura realizado na Paróquia da Cidade do Povo
Reprodução/Rede Amazônica Acre
Contra a intolerância
Atualmente, o padre Mássimo também coordena o Instituto Ecumênico Fé e Política do Acre, entidade que reúne membros de diversas religiões combatendo a intolerância religiosa.
“Tolerância é algo que eu suporto, quer dizer que você não vale nada, eu te suporto, mas não é assim, você vale para mim, você é importante, porque o teu testemunho é importante para mim”, fala o religioso.
Os frutos dos projetos do padre Mássimo se multiplicaram em uma rede do bem, seja na entrega de alimentos, em uma horta comunitária, ou com linha e agulha, ele mostra que é sempre possível olhar para o lado e enxergar alguém.
“A pandemia nos ensinou que só você não pode se salvar sozinho, você pode se salvar juntamente com os demais, então, nada de egoísmo, nada de individualismo, você pode trabalhar a coletividade, a solidariedade, generosidade e a partilha”, finaliza.
Padre Mássimo é contra a intolerância
Reprodução/Rede Amazônica Acre
Reveja os telejornais do Acre


Ele é o segundo maior do Brasil e ocupa uma área de quase um quarto do território nacional, mas está em vias de ser deixado à mercê do desmatamento. A partir de abril, o Instituto de Pesquisas Espaciais (Inpe) irá encerrar o projeto que monitora a destruição do Cerrado – cujo custo anual é de R$ 2,5 milhões. Você pode ouvir O Assunto no g1, no GloboPlay, no Spotify, no Castbox, no Google Podcasts, no Apple Podcasts, no Deezer, na Amazon Music, no Hello You ou na sua plataforma de áudio preferida. Assine ou siga O Assunto, para ser avisado sempre que tiver novo episódio.
Ele é o segundo maior do Brasil e ocupa uma área de quase um quarto do território nacional, mas está em vias de ser deixado à mercê do desmatamento. A partir de abril, o Instituto de Pesquisas Espaciais (Inpe) irá encerrar o projeto que monitora a destruição do Cerrado – cujo custo anual é de R$ 2,5 milhões. “Falta visão estratégica”, resume Mercedes Bustamante, professora do departamento de ecologia da UnB e integrante da Academia Brasileira de Ciências, em relação ao fim do monitoramento. Ela explica que a “savana mais biodiversa do mundo” tem uma importância hidrológica que impacta todas as regiões do país. “Garante a segurança hídrica, energética e alimentar do Brasil”. E conclui que o avanço do agronegócio na conversão de terras é um “tiro no pé”. Também neste episódio, Natura Nery entrevista o jornalista Fábio Campos, da TV Anhanguera, afiliada da Globo em Goiás, que há duas décadas trabalha no Cerrado. Ele descreve a paisagem local, com suas “árvores baixas, troncos retorcidos e coloração amarelada” e conta por que os pesquisadores têm tanta urgência em estudar a região – que, informa, está sendo dizimada. “Hoje, as unidades de conservação representam 3% do que é o bioma”, informa. “O resto do Cerrado já não existe mais”.
O que você precisa saber:
Fim do monitoramento: Brasil vai deixar de medir desmatamento no Cerrado
Importância: bioma é fundamental no abastecimento do país
Desmatamento: Cerrado já perdeu 50% da vegetação original
VÍDEO: Globo Repórter mostra o Cerrado, um lugar fascinante e ameaçado
O podcast O Assunto é produzido por: Mônica Mariotti, Isabel Seta, Arthur Stabile, Gabriel de Campos, Luiz Felipe Silva, Thiago Kaczuroski e Eto Osclighter. Neste episódio colaborou também: Ana Flávia Paula. Apresentação: Natuza Nery.

Comunicação/Globo

A matemática Tatiana Roque, professora de história e filosofia da ciência da UFRJ, é a convidada do primeiro episódio de 2022.

Na conversa com o repórter Eduardo Sombini, a autora discute seu livro “O Dia em que Voltamos de Marte” e explica por que as mudanças climáticas rompem o próprio sentido do tempo. Para ela, o futuro, visto como promessa de melhoria das condições de vida e desenvolvimento tecnológico, hoje é símbolo de uma catástrofe iminente, o que vira pelo avesso a experiência da história.

Roque, no entanto, diz que isso não é necessariamente ruim e defende que é preciso parar de pensar sobre o que nós podemos fazer pelo planeta e começar a se perguntar o que as mudanças climáticas podem fazer por nós. Desse ponto de vista, a crise do clima pode ser uma oportunidade de refundar a sociedade.

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Pescadores profissionais devem fazer recadastramento online; veja como  Agência Brasil

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Evento serviu para incentivar o consumo do peixe e gerar renda às comunidades ribeirinhas. Um dos vencedores do festival, o chef Diego Jacob ensina o passo a passo de uma receita estrelada pelo peixe símbolo da Amazônia. Pirarucu curado e defumado em lenha
Restaurante-escola Senac Downtown
O pirarucu selvagem, um dos símbolos da Amazônia, vem ganhando cada vez mais espaço na alta gastronomia. Tanto que fez sucesso e estrelou pratos sofisticados do festival “Gosto da Amazônia”, em Brasília. O objetivo foi incentivar o consumo do maior peixe de escamas de água doce do mundo, além de gerar renda às comunidades tradicionais que contribuem com a conservação da floresta. Cerca de 50 restaurantes participaram do evento na capital federal e cada um criou um cardápio especial com o peixe amazônico.
Dois estabelecimentos foram os campeões de vendas: o restaurante-escola Senac Downtown e o Dona Lenha. Como prêmio, os chefs criadores dos pratos com o peixe foram convidados para conhecer uma comunidade dedicada ao manejo sustentável do pirarucu na Amazônia.
O Gosto da Amazônia é fruto de uma parceria internacional entre o Brasil e os Estados Unidos, executada pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e conta com recursos da Agência para Desenvolvimento Internacional dos EUA (USAID/Brasil). Além de Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo já receberam edições do festival.
“Quando a gente consegue agregar valor a esse produto nesse mercado de uma gastronomia que valoriza mais, o preço pago pelos consumidores, ao longo da cadeia, vai ser revertido a preços melhores para essas pessoas que estão pescando, manejando. Então, o nosso intuito é melhorar a qualidade de vida dessas pessoas. Acessando novos mercados que valorizam esse produto, o preço pago aos manejadores ele duplica, triplica”, explicou Pedro Constantino, coordenador de projetos do Serviço Florestal dos EUA.
Pirarucu Curado e Defumado em Lenha
Mayara Subtil/Rede Amazônica
E para você ter um pedaço do Gosto da Amazônia aí na sua casa, o chef Diego Jacob, do Senac Downtown, refez o passo a passo do requintado prato Pirarucu Curado e Defumado em Lenha, que compôs um dos cardápios vencedores. Segundo o Chef, o tempo de preparo da receita é de pelo menos três horas e serve uma pessoa.
Vamos à receita:
Ingredientes
200 g de pirarucu
100 g de chips de madeira para defumação
1,5 kg de banana da terra
1 L de leite de coco
300 g de manteiga (opcional)
200 g de gengibre
500 ml de água
100 g de feijão manteiguinha cozido
80 g de manga
80 g de pepino caipira
1 g de coentro (a gosto)
20 ml de azeite
10 ml de limão
Sal refinado (a gosto)
60 g de pimenta de cheiro
300 g de óleo de soja
50 g de leite integral
200 g de pão francês amanhecido
150 g de bacon
15 g de alho descascado (opcional)
Ingredientes que compõem prato Pirarucu Curado e Defumado em Lenha
Mayara Subtil/Rede Amazônica
Modo de preparo
Defumação do pirarucu
Tempere o peixe com sal refinado. Você pode acrescentar outros tipos de temperos, mas segundo o chef Diego Jacob, a ideia de usar apenas sal é para acentuar o gosto natural do pirarucu.
Depois, acenda os chips de madeira para defumação e a coloque em um local fechado, como um forno convencional, um forno de pizza, defumador ou até uma churrasqueira de alvenaria. É importante lembrar que o local em que você vai acender os chips para defumação deve estar desligado, senão há risco de formar labaredas.
Deixe o pirarucu defumando por cerca de 40 minutos. Na sequência, asse ou grelhe o peixe por cerca de 15 minutos a 160 graus já sem os chips de madeira.
Farofa de pão com bacon
Primeiro, esquente o bacon (sem couro) no forno até ficar bem tostadinho. Depois, coloque o pão francês amanhecido junto e deixe no forno até que o pão fique seco. Caso você goste de alho, pode colocá-lo junto no forno. Na sequência, bata tudo no liquidificador até obter uma farofinha. Reserve para a montagem do prato.
Maionese de pimenta de cheiro
Esquente o óleo e coloque a pimenta de cheiro cortada em pedaços maiores. Depois que você ouvir aquele barulhinho de tostar do óleo com a pimenta, deixe-a esfriar ainda dentro da frigideira e depois bata no liquidificador ou mixer. Na sequência, acrescente o leite integral no liquidificador ou mixer e bata “pulsando” e acrescentando mais óleo aos poucos. Se bater a mistura de uma vez, a textura ficará semelhante a de um molho, não de uma maionese, segundo o chef Diego Jacob. Pulse o preparo até obter uma textura de maionese. Por fim, coloque sal e reserve para a montagem do prato.
Relish de feijão manteiguinha
Separe o feijão manteiguinha cozido, a manga, a pepino caipira, os limão, o azeite, um pouquinho de coentro para começar o relish. Primeiro, corte a manga e o pepino em cubos pequenos ou médios. Depois, corte o coentro, esprema o sumo de limão e misture todos os ingredientes, incluindo o feijão manteiguinha e o azeite. Acrescente sal e reserve para a montagem do prato.
Purê de banana da terra com gengibre
Coloque a banana para assar ou cozinhar ainda com a casca. Depois desse processo, retire a casca ainda quente e com cuidado. Na sequência, esprema a banana colocando leite de coco e a infusão de gengibre preparada antes, aos poucos. Conforme o chef, você pode usar qualquer processador comum, amassar com o garfo ou até usar um espremedor de batata para fazer o purê.

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