
Montante representa alta de 38,6% na comparação anual; as receitas da rede de supermercados somaram R$ 5,2 bilhões entre abril e junho O Grupo Mateus registrou lucro líquido de R$ 264 milhões no segundo trimestre, alta de 38,6% na comparação anual. As receitas da rede de supermercados que atua no Norte e Nordeste somaram R$ 5,2 bilhões entre abril e junho, crescimento de 39,7% sobre o mesmo período de 2021.
O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) foi de R$ 357,3 milhões no segundo trimestre, alta de 43,8% em um ano. A margem Ebitda ficou em 6,9%, melhora de 0,2 ponto percentual. Em critérios ajustados, o Ebitda foi de R$ 353,2 milhões e a margem Ebitda em 6,8%.
A companhia destaca que a melhora nos indicadores operacionais é resultado do plano de expansão da companhia, que contou com quatro inaugurações de novas lojas no segundo trimestre, além da maturação das lojas já existentes, com vendas mesmas lojas crescendo 16,7% em um ano.
As despesas do Grupo Mateus subiram 34,7% em um ano, a R$ 884,1 milhões, com impacto da expansão da empresa, assim como aumento de frete e combustíveis, além da forte inflação no período. O resultado financeiro foi negativo em R$ 32,6 milhões, ante despesas de R$ 13,3 milhões um ano antes.
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Loja do Grupo Mateus
Reprodução

O Ministério da Economia enviou ofício reiterando a indicação do procurador-geral da Fazenda Nacional (PGFN) para o conselho de administração da companhia A Petrobras informou na noite desta quinta-feira (11) que recebeu ofício do Ministério da Economia reiterando a indicação do procurador-geral da Fazenda Nacional (PGFN) Ricardo Alencar para o conselho de administração da companhia.
A assembleia geral extraordinária que vai definir novos nomes para o colegiado da empresa acontece na próxima semana e o nome de Alencar vem causando controvérsia no mercado após ter sido considerado inelegível pelo Comitê de Elegibilidade (Celeg).
Na última semana, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) disse que “causa estranheza” o fato da União ter mantido as indicações de candidatos ao conselho de administração depois que os nomes foram considerados inelegíveis.
A Federação Única dos Petroleiros (FUP) e a Associação Nacional dos Petroleiros Acionistas Minoritários da Petrobras (Anapetro) ingressaram com ação popular na Justiça Federal do Rio de Janeiro para tentar barrar a realização da assembleia.
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Leo Pinheiro/Valor

A receita líquida da companhia avançou 40% entre abril e junho, para R$ 1,3 bilhão A Eneva registrou no segundo trimestre lucro líquido de R$ 147 milhões, alta de 24,7% em relação ao apurado no segundo trimestre do ano passado. A receita líquida da companhia avançou 40% entre abril e junho, na comparação anual, para R$ 1,3 bilhão. Já o lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações (Ebitda, na sigla em inglês), foi de R$ 503 milhões, aumento de 33% em relação a igual período em 2021.
Segundo o diretor financeiro e de relações com investidores da Eneva, Marcelo Habibe, três fatores influíram no Ebitda ajustado. O principal foi a exportação de energia para a Argentina, que teve impacto de R$ 114 milhões, seguido pelo início da operação comercial da térmica Jaguatirica II, em Roraima, com reflexo de R$ 61 milhões, e pelas atividades de comercialização da Focus Energia, adquirida pela Eneva no início do ano, que impactou em R$ 61 milhões.
No caso da exportação de energia para a Argentina, com maior demanda puxada pela calefação no inverno, o executivo frisou que no ano passado as receitas com geração foram puxadas pelos despachos térmicos demandados para combate à crise hídrica, que não se repetiram neste ano, levando a empresa a se reinventar, de acordo com Habibe.
“De fato, perderíamos receita sem o despacho térmico. Esse ano, não precisamos despachar porque choveu muito e os reservatórios estão cheios. A gente usou nossa capacidade termelétrica para vender à Argentina”, disse.
Com relação à Focus, os contratos de comercialização foram incorporados à área de compra e venda de energia da Eneva após a aquisição da empresa, impulsionando o Ebitda ajustado.
Habibe salientou que a aquisição da termelétrica Termofortaleza, firmada com a Enel em junho, deve contribuir com os resultados da Eneva “muito provavelmente” a partir de setembro, quando está prevista a conclusão do negócio, no valor de R$ 431,5 milhões. Já a compra da térmica Porto do Sergipe deve trazer reflexos nas receitas da empresa a partir do quarto trimestre, com a conclusão do negócio firmado com a Centrais Elétricas de Sergipe (Celse) previsto para outubro. A usina tem 1,5 GW, com mais 3,2 GW a serem desenvolvidos, e foi negociada por R$ 6,1 bilhões.
Habibe destacou ainda que as operações relativas à venda de gás natural liquefeito (GNL) para Suzano e Vale, anunciadas, respectivamente, em maio e no início de julho, demandarão investimentos de R$ 1 bilhão em Parnaíba, de onde virá o insumo, para cumprimento dos contratos, que terão início a partir de meados de 2024. Os investimentos envolvem a aquisição de equipamentos para a liquefação e caminhões para transporte do GNL, entre outros itens. A medida significará a diversificação dos negócios da Eneva, afirmou o executivo. “Hoje, 100% de nossa receita é venda de energia elétrica”, ressaltou.
Na área de exploração e produção, Habibe ressaltou a certificação das reservas do campo de Azulão, em abril, que apontou, no primeiro trimestre, para 14 bilhões de metros cúbicos (m³) de gás natural e 4,7 milhões de barris de óleo. “É mais gás e mais óleo para serem monetizados”, concluiu.
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Complexo Parnaíba da Eneva
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Montante representa queda de 9,1% no resultado líquido atribuído a controladores; a receita líquida saltou 71%, para R$ 944,75 milhões Depois de uma sequência de trimestres com crescimento no lucro, a empresa de moda Arezzo &Co registrou queda de 9,1% no resultado líquido atribuído a controladores, para R$ 120,45 milhões, refletindo itens não recorrentes relacionados um ano antes.
O resultado foi afetado pelo aumento de 290% das despesas operacionais, para R$ 405,7 milhões, em especial as comerciais, que saltaram 92,9%, e por efeito de itens não recorrentes. O lucro líquido ajustado avançou 160% ante o segundo trimestre de 2021 e 247% contra o mesmo período de 2019, para R$ 123 milhões.
O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) caiu 26%, para R$ 156,9 milhões, mas o resultado ajustado foi um crescimento de 93%, para R$ 162,37 milhões, com margem de 17,2%, dois pontos percentuais acima do mesmo período do ano anterior. No resultado de 2021, a companhia registrou créditos fiscais de R$ 141,8 milhões, o que explica a queda no resultado reportado.
No período, a companhia conseguiu mais um trimestre de fortes vendas, com a receita líquida saltando 71% contra o segundo trimestre de 2021, para R$ 944,75 milhões. Os custos subiram 60%, mas o lucro bruto ainda foi 80% maior, a R$ 528,6 milhões.
No dia das mães, importante data para o varejo de moda, as vendas em todas as marcas do grupo, como Arezzo, Schutz e AnaCapri, bateram recorde de faturamento, destaca a companhia em seu relatório.
O volume de pares vendidos cresceu 30,7%, o de bolsas, 88,7% e o de peças de roupas, 65,8%. O número de funcionários aumentou 67%, para 6.559 pessoas.
A companhia destaca que as vendas digitais seguiram avançando. Em doze meses, somaram R$ 2 bilhões já representando 44,6% das vendas em lojas físicas.
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A agilidade de Bolsonaro em definir os nomes chamou a atenção, já que as listas para preencher vagas no TRF-4 e no TRF-5 estão com ele há mais tempo, mas ainda não foram examinadas Entre os nomeados pelo presidente Jair Bolsonaro para o Tribunal Regional Federal da 6ª Região (TRF-6), que será inaugurado em Minas Gerais no dia 19, estão o secretário-geral do Supremo Tribunal Federal (STF), Pedro Felipe Santos, e o juiz Klaus Kuschel, que atualmente integra a equipe do ministro Kassio Nunes Marques.
As indicações foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU) nesta quinta-feira, apenas dois dias após o Superior Tribunal de Justiça (STJ) formar as listas e as encaminhar à Presidência da República. A agilidade de Bolsonaro chamou a atenção, já que as listas para preencher vagas no TRF-4 e no TRF-5 estão com ele há mais tempo, mas ainda não foram examinadas.
Kassio Nunes Marques
Fellipe Sampaio/SCO/STF
Dos 18 desembargadores que integrarão o novo tribunal de segunda instância, Bolsonaro pôde escolher dez, sendo seis com base no chamado critério de merecimento. Nessa categoria, além de Santos e Kuschel, o presidente oficializou os nomes de André Prado de Vasconcelos, Luciana Pinheiro Costa, Miguel Angelo Lopes e Simone Lemos Fernandes.
Simone é juíza instrutora lotada no gabinete do ministro João Otávio de Noronha, do STJ, enquanto Lopes é o atual secretário-geral do Conselho da Justiça Federal (CJF). Luciana é magistrada federal no TRF-1. Já Vasconcelos foi diretor da Justiça Federal em Belo Horizonte, onde será a sede do TRF-6.
A partir das listas tríplices, Bolsonaro também escolheu os procuradores da República Álvaro Cruz e Edilson Lima para as duas vagas destinadas a representantes do Ministério Público Federal (MPF). Para as outras duas da cota da advocacia, foram nomeados o ex-auditor do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) Flávio Gambogi e o procurador federal Gregore Moura.
As outras vagas não dependiam da discricionariedade do presidente. Uma é da desembargadora do TRF-1 Mônica Sifuentes, que pediu remoção para o TRF-6. Outros sete juízes foram nomeados com base na chamada promoção de antiguidade, entre eles Vallisney Oliveira, responsável pelos casos da Operação Lava-Jato na Justiça Federal de Brasília.
Entre as escolhas de Bolsonaro e as nomeações estabelecidas previamente, a composição do TRF-6 ficará com 15 homens e três mulheres. Na primeira sessão do tribunal, na próxima semana, os novos desembargadores vão formar a sua primeira mesa diretiva. Serão eleitos o presidente, o vice-presidente e o corregedor.

A empresa informou lucro líquido de R$ 104,5 milhões no período; as receitas líquidas do conglomerado industrial somaram R$ 2,77 bilhões entre abril e junho, alta de 31,2% A Randon registrou lucro líquido de R$ 104,5 milhões no segundo trimestre, queda de 14,4% na comparação anual. As receitas líquidas do conglomerado industrial somaram R$ 2,77 bilhões entre abril e junho, alta de 31,2% sobre o mesmo período de 2021.
O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) da companhia no segundo trimestre foi de R$ 362 milhões, alta de 12,2% na comparação anual. A margem Ebitda foi de 13,1%, queda de 2,2 pontos percentuais em um ano.
Os custos de vendas e serviços da Randon subiram 33,5% em um ano, a R$ 2,12 bilhões. O resultado financeiro da companhia foi negativo em R$ 68,6 milhões, piora ante os R$ 29,9 milhões negativos de um ano antes.
“Embora tenhamos registrado um início de ano com boa dinâmica de vendas e de rentabilidade, neste trimestre nossas margens foram mais afetadas, principalmente, em função do aumento de custos e da dificuldade de repassar preços nas principais linhas de produtos”, comenta a Randon.
As venda para o mercado interno somaram R$ 2,21 bilhões no segundo trimestre, alta de 28% na comparação anual, enquanto as vendas para o exterior foram de R$ 554,5 milhões, incremento de 45,4% em um ano.
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Randon
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A empresa de logística do grupo Cosan reportou lucro líquido de R$ 30 milhões no período; a receita subiu 11,2% no trimestre, chegando a R$ 2,465 bilhões A Rumo, empresa de logística do grupo Cosan, registrou lucro líquido de R$ 30 milhões no segundo trimestre deste ano, uma queda de 90,4% na comparação com o mesmo período de 2021. O lucro atribuído aos acionistas controladores foi de R$ 33,9 milhões, uma retração de 89,2%.
A receita operacional líquida da companhia subiu 11,2% no trimestre, chegando a R$ 2,465 bilhões. O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ficou em R$ 1,198 bilhão, em linha com o resultado do ano passado, com leve alta de 0,2%.
O volume transportado pela empresa foi de 18,633 bilhões de TKU (tonelada por kkm útil), um aumento de 4,1% em relação ao segundo trimestre de 2021. Essa alta foi impulsionada pelo avanço de 6,5% no segmento industrial e de 3,6% nos produtos agrícolas, considerando a operação consolidada da empresa. A Operação Norte, principal negócio do grupo, teve um aumento de 15,4% na movimentação, tanto pelo maior fluxo de produtos agrícolas nas Malhas Norte e Paulista quanto pela Malha Central, concessão mais recente da Rumo.
Porém, os custos consolidados e despesas da companhia subiram 18,2% no período, para R$ 1,768 bilhão. O maior salto se deu pelo aumento de gastos com combustível, tanto pela alta de volumes como pela disparada de 42% no preço do combustível.
O resultado financeiro do segundo trimestre também teve impacto negativo de R$ 592 milhões, uma alta de 68,5% na comparação anual.
A dívida abrangente líquida do grupo foi de R$ 9,57 bilhões, com ligeira queda de 0,2% em relação ao mesmo período do ano passado. A alavancagem financeira (medida pelo endividamento líquido pelo Ebitda) se manteve estável em 2,7 vezes.
Os investimentos totais do trimestre caíram 35%, para R$ 678 milhões. A redução se dá pelos menores gastos com locomotivas e terminais na Malha Central, após o início da operação em São Simão e Rio Verde.
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Trem da Rumo, empresa de logística da Cosan
Reprodução

A Raízen registrou lucro líquido de R$ 605,9 milhões no primeiro trimestre fiscal, queda de 25,2% na comparação anual. Considerando ajustes, o lucro líquido foi de R$ 1,08 bilhão no período, praticamente o dobro em um ano.
A receita líquida da companhia do setor de combustíveis foi de R$ 66,2 bilhões entre abril e junho, alta de 71,8% na comparação anual. O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) foi de R$ 3,83 bilhões, alta de 4,1% em um ano.
A companhia destaca que no segmento de combustíveis, o volume total vendido foi de 8,48 milhões de metros cúbicos, alta de 5,8% na comparação anual, com lucro bruto subindo 53,2%, a R$ 2,14 bilhões.
Raízen registrou lucro líquido de R$ 605,9 milhões no primeiro trimestre fiscal, queda de 25,2% na comparação anual
Reprodução / Facebook Raízen
Em açúcar, o volume de vendas foi de 2,71 milhões de toneladas, alta de 37% em um ano, com a receita líquida de R$ 9,08 bilhões, alta de mais de 100%, sustentada pelos preços da commodity.
Já no segmento de renováveis, o volume de vendas de etanol foi de 1,4 milhão de metros cúbicos, alta de 53,7% em um ano, com receita líquida de R$ 7,02 bilhões, alta de 96% na comparação anual.
A dívida líquida da Raízen subiu 42,8% em um ano, a R$ 23,1 bilhões, acompanhada pelo crescimento do Ebitda, que incorpora as aquisições recentes, mantendo alavancagem em 1,9 vez a dívida líquida sobre o Ebitda.
O resultado financeiro líquido foi negativo em R$ 678,2 milhões, mais que o dobro na comparação anual, refletindo o aumento na taxa de juros em um ano. Maiores custos com captação também influenciaram o indicador.
A empresa também anunciou um programa de recompra de ações de até 100 milhões de ações preferenciais, representando 8,29% do total em circulação. O programa tem início em 12 de agosto e terá duração de 18 meses, até fevereiro de 2024.

A Track & Field, empresa de vestuário esportivo, reportou lucro líquido de R$ 17,3 milhões no segundo trimestre de 2022, em alta de 29,1% em relação ao ganho de R$ 13,4 milhões registrado um ano antes.
Na mesma base de comparação, a receita líquida da companhia cresceu 39,2%, totalizando R$ 131,4 milhões. O Ebitda (resultado antes de juros, impostos, depreciação e amortização) da empresa atingiu R$ 25,2 milhões no período, uma alta de 41% em relação ao mesmo período do ano anterior.
A empresa ressalta que foram inauguradas 10 novas lojas no trimestre, sendo uma própria e 9 franquias, com a rede alcançando um total de 310 lojas ao final do período. Outro destaque do período, segundo dados do balanço divulgado nesta quinta-feira (11), foi o aumento das vendas através do ship from store no total das vendas geradas pelo e-commerce, que passou de 27% ao final de junho do passado para 67% ao final de junho deste ano.
Track & Field: empresa ressalta que foram inauguradas 10 novas lojas no trimestre, sendo uma própria e 9 franquias
Reprodução/Facebook Track & Field
No segundo trimestre, acrescenta a Track & Field, 270 lojas já contavam com o sistema de ship from store/pick up in store e com a entrega super expressa (prazo máximo de 2 dias úteis.

Empresa registra alta em receitas no 2º tri, mas registra prejuízo contábil com alta em custos e despesas financeiras A Unidas registrou prejuízo líquido de R$ 49,9 milhões no segundo trimestre, revertendo o lucro líquido de R$ 239,5 milhões de um ano antes. Em termos ajustados, houve lucro líquido de R$ 213 milhões, queda de 11,7% na comparação anual.
A receita líquida da companhia do setor de aluguel de veículos somou R$ 1,94 bilhão entre maio e junho, alta de 23,8% na comparação anual. As receitas da unidade de locação foram de R$ 1,1 bilhão, alta de 49,8%, enquanto que em seminovos houve crescimento de 0,8%, a R$ 838,8 milhões.
No segmento de aluguel de carros, a tarifa média atingiu R$ 103,9 no trimestre, alta de 41,9% na comparação anual. O número de diária foi de 4,9 milhões, alta de 8,9% no ano. Na terceirização de frotas, o número de diárias foi de 10,1 milhões, recorde, alta de 27,6%. Em seminovos, houve venda de 12,5 mil veículos, a R$ 67,1 mil por carro.
Unidas: na terceirização de frotas, o número de diárias foi de 10,1 milhões, recorde, alta de 27,6%; em seminovos, houve venda de 12,5 mil veículos, a R$ 67,1 mil por carro
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O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado foi recorde em R$ 843 milhões, alta de 51,3%, impactado por provisão de imposto de renda não recorrente. A margem Ebitda ajustada foide 76,2% no trimestre, alta de 0,8 ponto percentual em um ano.
Os custos e despesas da Unidas subiram 38,7% em um ano, a R$ 698,5 milhões. Os custos operacionais subiram 51,3% no trimestre, em decorrência dos aumentos no custo de depreciação de veículos que foi reajustada para refletir o balanceamento entre o mix de veículos antigos e as novas aquisições.
O resultado financeiro no segundo trimestre foi negativo em R$ 341,3 milhões, forte alta na comparação anual, impactado negativamente pela alta na taxa de juros nos últimos trimestres, bem como aumento da dívida líquida da companhia, que chegou a R$ 9,4 bilhões no fim de junho.

