Ebitda ficou em R$ 4,148 bilhões no 2º trimestre deste ano, aumento de 39% sobre o mesmo período do ano anterior. A Centrais Elétricas Brasileiras (Eletrobras) teve lucro líquido de R$ 1,401 bilhão no segundo trimestre deste ano, queda de 45% ante lucro líquido de R$ 2,530 bilhões em igual período do ano 2021, segundo demonstrações financeiras enviadas à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) nesta sexta-feira. Os valores referem-se aos atribuíveis aos acionistas controladores.
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Segundo a companhia, o resultado foi impactado pelos efeitos da variação cambial sobre a dívida e outras posições de balanço em dólar A Paranapanema teve prejuízo líquido de R$ 562,3 milhões no segundo trimestre deste ano, ante lucro líquido de R$ 208,9 milhões em igual período do ano 2021, segundo demonstrações financeiras enviadas à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) nesta sexta-feira. Os valores referem-se aos atribuíveis aos acionistas controladores.
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Justiça concedeu uma tutela antecipada para que R$ 3milhões por mês sejam bloqueados das contas dos Fundos Nacional e Estadual de Saúde A Santa Casa de Belo Horizonte conseguiu um bloqueio judicial R$ 3 milhões, por mês, para arcar com o piso nacional de enfermagem. A justiça concedeu uma tutela antecipada para que esse valor seja bloqueado das contas dos Fundos Nacional e Estadual de Saúde, da Secretaria de Estado da Saúde de Minas Gerais ou das contas mantidas pelo Tesouro do Estado de Minas Gerais e do Fundo Municipal de Saúde de Belo Horizonte.
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Ebitda foi de R$ 5,7 milhões no 2º trimestre deste ano, ante Ebitda negativo de R$ 103,9 milhões no mesmo período do ano anterior A PDG realty S/A Empreendimentos e Participações teve lucro líquido de R$ 350,9 milhões no segundo trimestre deste ano, revertendo prejuízo líquido de R$ 283,9 milhões em igual período do ano 2021, segundo demonstrações financeiras enviadas à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) nesta sexta-feira. Os valores referem-se aos atribuíveis aos acionistas controladores.
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A Companhia Energética de Minas Gerais informou lucro consolidado de R$ 49,9 milhões no período; a receita da companhia cresceu 11,7%, para R$ 8,21 bilhões A Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) registrou lucro consolidado de R$ 49,9 milhões no segundo trimestre deste ano, queda de 97,4% em relação ao mesmo período de 2021.
A Cemig afirma que registrou um acréscimo de pouco menos de R$ 1,99 bilhão no passivo correspondente a créditos fiscais, que deverão ser repassados aos clientes das distribuidoras de energia.
A receita líquida da companhia cresceu 11,7% no comparativo trimestral, para R$ 8,21 bilhões. A receita subtotal com fornecimento bruto de energia elétrica subiu 11,45%, a R$ 6,97 bilhões. Considerando consumo próprio, suprimento a outras concessionárias e suprimento não faturado líquido, o total ficou em R$ 7,84 bilhões, avanço de 14,72%.
O setor industrial somou faturamento de R$ 1,52 bilhão, alta de 19,75%, enquanto o fornecimento comercial somou R$ 1,65 bilhão, avanço de 31,05% ante o segundo trimestre de 2021. Já o segmento rural viu a receita cair 13,88%, para R$ 541,8 milhões.
O Ebitda da companhia somou R$ 353,7 milhões entre abril e junho, queda de 86,34%. No critério ajustado, excluindo itens não recorrentes, a alta foi de 37,02%, para R$ 1,81 bilhão.
Os custos e despesas operacionais somaram R$ 8,49 bilhões, avanço de 37,86% A Cemig destaca fatores como obrigações pós-emprego no resultado operacional, com montante de R$ 3,44 bilhões com energia elétrica comprada para revenda, que cresceu 4,13%.
Veja tudo sobre o balanço da Cemig e outros indicadores financeiros, além de todas as notícias sobre a companhia, no Valor Empresas 360
Divulgação

O ex-deputado Roberto Jefferson, candidato do PTB à Presidência, apresentou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta sexta-feira (12) seu programa de governo. No documento, o ex-deputado exalta o fato de ser de direita e propõe como “única solução possível” para o país a redução do Estado, por meio de privatizações e de uma nova Constituição.
Leia mais:
Leia a íntegra do programa de governo do candidato do PTB
Veja as propostas dos demais candidatos à Presidência
Jefferson declara R$ 745 mil em bens
O ex-deputado está em prisão domiciliar, após ter sido preso ano passado por ataques promovidos nas redes sociais à democracia e às instituições. O pedido de candidatura foi formalizado pelo PTB nesta sexta-feira. A prisão não o impede de se candidatar, mas, segundo especialistas em direito, os efeitos de uma condenação imposta a ele por envolvimento no mensalão pode barrar a postulação.
A apresentação do programa de governo atende aos requisitos da legislação eleitoral. O documento entregue ao TSE tem 12 páginas. Jefferson se apresenta como um político de direita, “defensor da liberdade”, contra o aborto, à favor do direito à posse e porte de arma de fogo, e contra a legalização do plantio, cultivo e venda de maconha. Ele sugere ainda, sem dar detalhes, a “criminalização da Cristofobia”.
O candidato prega um “Estado mínimo”, definido como aquele que presta os serviços essenciais, como saúde, educação, proteção social e segurança. Para redefinir o tamanho e os papéis do Estado, Jefferson propõe convocar uma Assembleia Constituinte para reformular a Carta de 1988. Entre as mudanças, o programa lista regime único de Previdência, fim da estabilidade para servidores e redução da carga tributária. O candidato sugere ampliar as privatizações, mas não menciona quais estatais venderia.
Jefferson também sugere mudar o modelo de indicações de juízes para cortes superiores, que passaria a ser por meio de concurso público.
Ex-deputado Roberto Jefferson, candidato pelo PTB à Presidência
Folhapress

Ex-deputado está em prisão domiciliar O PTB apresentou nesta sexta-feira (12) o pedido de candidatura de Roberto Jefferson à Presidência. Em prisão domiciliar, o ex-deputado declarou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ter R$ 745.323,00 em bens.
O partido aprovou no início do mês o lançamento da candidatura de Jefferson, aliado do presidente Jair Bolsonaro, candidato à reeleição pelo PL. Na ocasião, integrantes do partido afirmaram que a postulação do ex-deputado é em apoio a Bolsonaro.
Ao TSE, Jefferson declarou ter R$ 716,9 mil em fundos, não detalhados. O sistema de divulgação do TSE neste ano traz menos informações sobre os patrimônios dos candidatos com base numa interpretação da corte sobre a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais. O ex-deputado informou ter também R$ 23,3 mil em uma conta corrente, R$ 3,1 mil em aplicações e R$ 1,8 mil em uma poupança.
O vice na chapa é o Padre Kelmon (PTB), apresentado pelo partido como um “homem cristão, conservador e de direita”. O candidato a vice declarou ao TSE ter R$ 8.548, soma de duas poupanças.
Jefferson foi preso em agosto do ano passado pela Polícia Federal numa investigação sobre a suspeita de uma organização criminosa com atuação nas redes sociais para promover ataques às instituições.
Em janeiro deste ano, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), transformou a prisão preventiva em prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica.
O pedido de registro da candidatura é uma exigência da legislação eleitoral e caberá ao TSE deliberar sobre o pedido. O prazo final para os partidos solicitarem os registros é nesta segunda-feira (15).
Especialistas em direito eleitoral ouvidos pelo portal “g1” afirmam que a prisão domiciliar não proíbe a candidatura, mas sim uma condenação imposta a Jefferson por envolvimento no mensalão, que pode enquadrar o ex-deputado na Lei da Ficha Limpa.

BlueBenx Finance é uma fintech fundada em 2017 e tem como principal negócio investimento em moeda digital; Secretaria da Segurança Pública diz que caso está na Divisão de Investigações sobre Infrações contra o Consumidor Clientes da empresa BlueBenx Finance relatam ter sido vítimas de um golpe milionário envolvendo investimentos em criptomoedas. Nesta quinta-feira (11), eles receberam um e-mail da companhia em que foi anunciada a “suspensão imediata das operações, incluindo saques, resgates, depósitos e transferências” sob a alegação de ter sofrido um ataque hacker.
Alguns deles foram pessoalmente à sede da empresa, na capital paulista, em busca de esclarecimentos, mas não encontraram ninguém. Pelo menos 15 pessoas registraram a ocorrência na tarde desta sexta (12) no Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania (DPPC).
A advogada Pamella Passos foi uma delas. “Quando cheguei, falei com a recepcionista. Falei que precisava ir ao 15º andar. Ela e o segurança tentaram ligar para a empresa, e ninguém atendeu. Outras pessoas já estavam na recepção esperando um posicionamento. O administrador do prédio corporativo conversou com a gente e disse que o aluguel da BlueBenx estava há alguns meses em atraso e que já tinham agendado a retirada de móveis da sala neste final de semana”, conta.
Ela diz que começou a investir em novembro de 2021. O maior atrativo foi a alta rentabilidade do valor aplicado. Inicialmente, Pamella investiu R$ 10 mil. Depois de alguns meses, fez outros aportes, totalizando cerca de R$ 49 mil. “O meu marido viu ontem o e-mail e não quis me acordar. Quando eu soube, eu perdi o ar e vim chorando o caminho inteiro.”
A BlueBenx Finance é uma fintech brasileira fundada em 2017 e tem como principal negócio o investimento em criptomoedas. A TV Globo tentou contatar a empresa por telefone e por e-mail, mas, até a última atualização desta reportagem, não obteve resposta.
No e-mail enviado aos clientes, eles afirmam estar “tomando essa ação hoje para reestruturar a BlueBenx Finance, visando em um futuro próximo honrar com todas as nossas obrigações”.
A BlueBenx Finance é uma fintech brasileira fundada em 2017 e tem como principal negócio o investimento em criptomoedas
Notebook com representações de criptomoedas (crédito: Alesia Kozik/Pexels)
Investimentos de anos
Uma outra pessoa que não quer ser identificada diz ter investido R$ 680 mil na empresa. “Eu estou investindo neles há seis anos. Para mim, eles tinham credibilidade e confiança. Eu não tinha tido nenhum tipo de problema. Agora, estou com medo de não conseguir ter o dinheiro de volta. São muitas pessoas envolvidas. No grupo que temos em uma rede social, são mais de 200”, afirmou.
Um outro cliente que também não será identificado explicou que tinha saldo de R$ 740 mil na manhã desta sexta, agora aparece apenas R$ 200 mil. “Estou investindo em criptomoedas nessa empresa há quatro anos. Era um investimento que eu tinha proveniente de tudo que eu construí na minha carreira e de parte da venda do meu apartamento. Investi tudo que eu tinha na BlueBenx. De uma hora para outra, meu saldo sumiu.”
O bloqueio dos valores de saldos nas contas da companhia também atingiu o casal Júlio e Gabriela Guimarães. Eles contam que investem na empresa há dois anos e meio. Juntos, têm cerca de R$ 400 mil.
“Enviaram um email às 23h52min desta quinta, e eu só consegui ver hoje de manhã. É um choque. São investimentos que temos de uma vida. É o maior investimento que tínhamos. Era o maior porque tinha mais rentabilidade”, contam.
Em 2019, teve início na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) um processo de investigação de indícios de oferta pública irregular pela internet realizado pela BlueBenx. Em janeiro deste ano, segundo informações do jornal “O Estado de S. Paulo”, a CVM rejeitou uma proposta de acordo com a empresa e o sócio Roberto de Jesus Cardassi por não ter existido “cessação das irregularidades” apontadas.
Em nota, a Secretaria da Segurança Pública informou que o caso está sendo registrado pela Divisão de Investigações sobre Infrações contra o Consumidor, do DPPC. “A autoridade policial está ouvindo as vítimas para registro do boletim de ocorrência e devidas providências de polícia judiciária”, afirmou.
Email enviado aos clientes pela Bluebenx:
“Estamos escrevendo uma mensagem muito importante para comunicar a suspensão de todas as atividades relativas ao BlueBenx Finance.
Na última semana sofremos um Hack extremamente agressivo em nossos pools de liquidez na rede de criptomoedas, após tentativas incessantes de resolução, hoje iniciamos nosso protocolo de segurança com a suspensão imediata das operações dos produtos do BlueBenx Finance, incluindo saques, resgates, depósitos e transferências.
Estamos tomando essa ação hoje para reestruturar a BlueBenx Finance, visando em um futuro próximo honrar com todas as nossas obrigações.
Desde sempre atuamos na transparência das nossas informações e principalmente no interesse de nossos clientes e parceiros. Buscando essa continuidade de informações e visando melhorar as respostas e dúvidas sobre esse momento, criamos uma estrutura de gerenciamento de riscos junto com a empresa Nicolia Dos Anjos Sociedade de Advocacia que estará a frente dessa reestruturação e informações ao mercado e em especial aos nossos clientes, iniciando as respostas em 15/08/2022. A BlueBenx possui ativos valiosos e estamos trabalhando diligentemente para cumprir nossas obrigações.
Estamos tomando essa ação necessária para o benefício de todos os nossos clientes, a fim de recuperar a liquidez das operações enquanto tomamos medidas para preservar e proteger os ativos.
Entendemos que esta notícia é difícil, mas acreditamos que nossa decisão de pausar saques, depósitos e transferências entre contas é a ação mais responsável que podemos tomar para proteger nossa comunidade.
Há muito trabalho pela frente, pois consideramos várias opções, esse processo levará tempo, mínimo de 180 (cento e oitenta) dias para retorno às operações.
A BlueBenx foi construída através da confiança de nossos clientes, a dedicação incessante de nosso time, mas sobretudo, por enfrentar as barreiras e dificuldades de um negócio como o nosso em um mercado desafiador e incrédulo.
Agradecemos por seu apoio hoje e buscamos sua compreensão. Nós iremos superar isso tudo com dedicação e esforço e hombridade.
Sinceramente,
Equipe BlueBenx”

Escritor sofreu atentado nesta sexta-feira, antes de um evento nos Estados Unidos O autor anglo-indiano Salman Rushdie deve perder um olho, além de ter nervos de seu braço e o fígado comprometidos após atentado nesta sexta-feira, antes de um evento nos Estados Unidos. A informação foi confirmada por seu agente, Andrew Wylie, nesta noite, em nota atualizada à imprensa, afirmando ainda que o autor está em um respirador e não consegue falar.
“As notícias não são boas. Salman provavelmente perderá um olho; os nervos de seu braço foram cortados; e seu fígado foi esfaqueado e danificado”, disse Wylie.
Hadi Matar, de 24 anos, invadiu o palco da Chautauqua Institution, localizado na cidade de mesmo nome, a cerca de sete horas de carro de Nova York, e esfaqueou o escritor de 75 anos no pescoço e abdômen, segundo a polícia. Uma testemunha contou à agência Associated Press que viu o autor receber de 10 a 15 golpes.
O autor, que recebe ameaças de morte do governo do Irã desde os anos 1980, caiu no chão, foi socorrido e levado ao hospital de helicóptero. Em nota à tarde, seu agente, Andrew Wylie, disse que o autor passava por uma cirurgia.
Salman Rushdie
Grant Pollard/Grant Pollard/Invision/AP
O entrevistador que o acompanhava no evento também foi ferido. Ainda segundo a polícia nova-iorquina, o suspeito de atacar o escritor foi detido e está sob custódia –Matar estava vestido de preto e mascarado durante o ataque. Ainda não se sabe a nacionalidade ou motivação do agressor e o FBI está envolvido na investigação.
Havia agentes policiais no auditório onde Rushdie foi atacado, com capacidade para milhares de pessoas, mas não um esquema especial de segurança com detector de metais.
Um dos maiores escritores de sua geração e conhecido por suas posições libertárias, Rushdie é perseguido por autoridades iranianas por blasfêmia desde a publicação de “Os Versos Satânicos” em 1988, romance de fantasia considerado ofensivo a Maomé e à fé islâmica.
À época do lançamento do livro, o aiatolá Khomeini defendeu que o escritor fosse assassinado, e a perseguição foi mantida em vigor pelas mais altas autoridades religiosas do Irã.
Salman Rushdie é socorrido após ataque
Joshua Goodman/AP

Número de mortes também teve redução e atinge o menor patamar em onze semanas. Região de São carlos tem queda nos casos de Covid
Getty Images/Via BBC
São Carlos, Araraquara e outras 40 cidades da região registram 2.651 casos de Covid-19 entre sábado (6) e esta sexta-feira (12), uma queda de 34,8% em relação a semana anterior.
Foi a quarta semana conscutiva de casos, chegando ao menor patamar desde o início de maio quando a doença voltou a crescer, na quarta onda da doença (veja gráfico abaixo).
Em sete dias também foram registradas 13 mortes, uma a menos do que na semana passada. É o menor número de óbitos em 11 semanas.
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Ao todo, as 42 cidadess da região somavam, até a publicação dessa reportagem, 466.073 casos, sendo que 6.340 deles morreram. Veja a situação de cada cidade na tabela abaixo.
Os dados foram levantados pelo g1 com base nos boletins epidemiológicos das prefeituras. Em virtude da redução da doença, muitas cidades deixaram de disponibilizar boletins diários com os dados de Covid-19 e passaram a divulgar apenas uma vez por semana.
Casos
Até a publicação dessa reportagem, das 35 cidades que divulgaram boletins essa semana, 26 tiveram redução de casos e 9 apresentaram aumento em relação ao número divulgado na semana anterior.
A cidade que registrou mais casos na semana foi Araraquara, com 726 infecções, número que representa uma diminuição de -8,1% na sexta semana consecutiva de queda.
Mortes
Entre sábado (6) e esta sexta-feira (12), foram registradas as mortes de 13 pessoas em 10 cidades:
Duas mortes em São Carlos:
mulher de 89 anos com comorbidades, que foi internada no domingo (7) e morreu na terça (9). Ela havia recebido duas doses da vacina;
homem de 77 anos com comorbidades (hipertensão, Parkson, asma e doença pulmonar obstrutiva crônica), que foi internado em 3 de julho, em hospital público e morreu na quarta (10) Ele havia tomado 3 doses da vacina.
Duas mortes em São João da Boa Vista:
mulher de 73 anos, com doença cardiovascular e hipertensão arterial. O sintomas iniciaram em 10 de julho. A paciente foi internada um dia depois na Santa Casa de Mococa, onde faleceu em 13 de julho. De acordo com informações da Vigilância Epidemiológica, a vítima havia sido imunizada com duas doses da vacina contra a Covid-19.
homem de 97 anos, portador de imunodepressão. Iniciou os sintomas em 5 de agosto e foi internado na Santa Casa de Mococa no domingo (7), onde morreu na segunda (8). De acordo com informações da Vigilância Epidemiológica, ele havia sido imunizada com as quatro doses da vacina.
Aguaí – mulher de 85 anos, com comorbidades, que estava internada
Águas da Prata – os dados do paciente não foram divulgados
Casa Branca – mulher de 92 anos
Itobi – os dados do paciente não foram divulgados
Porto Ferreira – Na manhã de sábado foi registrado o óbito de um homem de 81 anos, com comorbidade. Ele não estava internado e faleceu no pronto-socorro.
Ribeirão Bonito – os dados do paciente não foram divulgados
Rincão – os dados do paciente não foram divulgados
Santa Rita do Passa Quatro – um paciente que estava internado em outra cidade faleceu na segunda-feira. A idade e o sexo não foram revelados.
Situação de casos e mortes pela Covid-19 nas cidades da região
Veja mais notícias da região no g1 São Carlos e Araraquara.

