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Pesca Profissional Artesanal: um tipo de pesca caracterizada principalmente pela mão de obra familiar, com embarcações de pequeno porte, como canoas ou jangadas, ou ainda sem embarcações, como na captura de moluscos perto da costa. Sua área de atuação está nas proximidades da costa, nos rios, reservatórios, lagos/lagoas, estuários e açudes. Lei Federal 11.959 de 29/06/2009.

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Prazo para recadastramento de pescadores é prorrogado para setembro de 2023  www.gov.br
Prazo para recadastramento de pescadores é prorrogado para setembro de 2023  GOV.BR
Prazo para recadastramento de pescadores é prorrogado para setembro de 2023  GOV.BR
Informações foram discutidas na reunião extraordinária dos conselhos de Turismo e Gestor da Área de Proteção Ambiental. Praia do Sueste,
De acordo com a coordenadora do Projeto Golfinho Rotador, Priscila Medeiros, os animais são da espécie Jubarte e estão em
Exemplar é o mais preservado encontrado até hoje na América do Norte, dizem especialistas, e apenas o segundo no mundo.
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Prazo para recadastramento de pescadores é prorrogado para setembro de 2023  www.gov.br

Prazo para recadastramento de pescadores é prorrogado para setembro de 2023  GOV.BR

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Informações foram discutidas na reunião extraordinária dos conselhos de Turismo e Gestor da Área de Proteção Ambiental. Praia do Sueste, em Fernando de Noronha, é liberada para visitação
A faixa de areia da Praia do Sueste vai ser liberada para visitação, a partir de sexta (1º). O local está fechado desde que uma menina de 8 anos foi atacada por um tubarão, em janeiro (veja vídeo acima). Além da liberação, o Instituto Chico Mendes da Biodiversidade (ICMBio) apresentou a posposta de criação de um grupo de trabalho para avaliar a pesca dos tubarões em Fernando de Noronha.
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O banho de mar no Sueste segue proibido, sem previsão para retorno. A prática de mergulho no local ficou suspensa por dois meses, após o ataque, mas voltou a acontecer com novas regras no dia 28 de março.
Placa de sinalização para perigo de ataque de tubarão na Praia do Sueste
Ana Clara Marinho/TV Globo
As novas medidas foram discutidas na reunião extraordinária dos conselhos de Turismo e Gestor da Área de Proteção Ambiental (APA), na terça-feira (28), no auditório do ICMBio.
O ataque de tubarão ocorreu no dia 28 de janeiro. Segundo o Hospital Português, onde a garota atacada por um tubarão foi atendida no Recife, a menina teve a perna amputada.
Mergulho no Sueste deve ser feito com grupo mínimo de quatro pessoas
Ana Clara Marinho/TV Globo
Entre as determinações de segurança, foi decidido que o mergulho só pode ser feito em grupo com boia de sinalização. O Sueste deverá ficar fechado sempre que a água está turva. Quando há avistamento de tubarão-tigre, a praia também não é liberada para mergulho.
Propostas
O tubarão-tigre foi indicado pelos pesquisadores como espécie responsável pelo ataque a menina. Também foi essa espécie que, em 2015, mordeu o turista Márcio de Castro, também na Praia do Sueste. O visitante perdeu a mão e parte do braço.
Depois do ataque à menina, o ICMBio instalou placas com alerta de perigo no Sueste e nas outras praias do Parque Nacional Marinho, como a do Leão e do Sancho.
Conselheiro Ailton Júnior quer a pesca de tubarão em Noronha
Ana Clara Marinho/TV Globo
O conselheiro distrital Ailton Júnior sugeriu que seja realizada a pesca de tubarão para evitar novos ataques. Ao final de reunião, a chefe do ICMBio, Carla Guaitanele, informou que vai criar um grupo de trabalho para estudo para captura de tubarões, numa ação de manejo.
“Nós vamos propor aos conselheiros da APA a criação do grupo de trabalho para analisar o manejo de tubarão. Esse grupo deve levantar informações, conversar com especialistas e gerar relatórios para subsidiar a decisão do Conselho Gestor da APA”, declarou.
A pesquisadora Sibele Alves Mendonça, da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), foi contratada pelo ICMBio para realizar o monitoramento do Sueste com equipe a do instituto e condutores de visitantes da área.
Na reunião, a estudiosa apresentou testes de metodologia para mitigação de incidentes com tubarões em Noronha. Ela relatou ações desenvolvidas na ilha, como observação do Sueste em mergulhos, monitoramento com apoio de drone e gravações submarinas com equipamento remoto.
Pesquisadora Sibele Mendonça apresentou primeiros resultados do estudo
Ana Clara Marinho/TV Globo
A pesquisadora relatou, ainda, experiências para tentar evitar ataques promovidas no Grande Recife e vários pontos do mundo. Sibele Mendonça trabalha com tubarões desde 2007 e realiza estudo em Noronha há três meses, tempo que considera insuficiente para indicar ações prementes.
O engenheiro de pesca, Léo Veras, defendeu a instalação de uma rede de contenção no Sueste com a formação de uma área reservada para o banho.
VÍDEOS: mais vistos de Pernambuco nos últimos 7 dias


De acordo com a coordenadora do Projeto Golfinho Rotador, Priscila Medeiros, os animais são da espécie Jubarte e estão em rota de migração. Baleia fazem acrobacias em Fernando de Noronha
O pescador Robson Rodrigues filmou as acrobacias de duas baleias em Fernando de Noronha, nesta terça-feira (28), e ficou eufórico com o registro. “Eu trabalho no mar na ilha há 15 anos e essa foi a primeira vez que vi as acrobacias das baleias. Estou emocionado até agora”, contou (veja vídeo acima).
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Robson contou que partiu do Porto de Santo Antônio para capturar peixes para consumir na barqueta em homenagem a São Pedro, que vai ser realizada na quarta-feira (29).
O pescador estava em companhia do amigo Wagner Pereira e o encontro com as baleias aconteceu na região entre o Morro do Pico e a Ilha do Frade.
Animais foram vistos nesta terça-feira (28)
Reprodução/Ana Clara Marinho
Jubarte
Segundo a coordenadora do Projeto Golfinho Rotador, Priscila Medeiros, os animais são da espécie Jubarte e estão em rota de migração da Antártica para as regiões tropicais e subtropicais, de águas quentes.
“Acreditamos que essa dupla seja a fêmea com seu filhote nascido na temporada passada (2021), que realiza sua primeira migração acompanhado”, declarou a pesquisadora.
Como o registro não permite constatar o tamanho do segundo animal, a coordenadora do Projeto Golfinho Rotador disse, ainda, que existe a possibilidade de ser uma fêmea com um “scort” , um macho adulto.
“Esse macho acompanha a fêmea e aguarda o momento em que a baleia esteja receptiva para permitir o acasalamento”, afirmou Priscila Medeiros.
VÍDEOS: mais vistos de Pernambuco nos últimos 7 dias
Como registro não deixacA coordenado do Projeto Golfinho Rotador disse, ainda, que existe a possibilidade se ser uma fêmea com um “scort” , um macho adulto.


Exemplar é o mais preservado encontrado até hoje na América do Norte, dizem especialistas, e apenas o segundo no mundo. Exemplar é o mais preservado achado até hoje na América do Norte, dizem especialistas
GOVERNO DE YUKON
Um bebê de mamute lanoso foi encontrado congelado no permafrost do noroeste do Canadá.
É a primeira descoberta desse tipo na América do Norte.
Acredita-se que o mamute mumificado da era do gelo tenha mais de 30 mil anos de idade.
Foi encontrado por garimpeiros na região de Klondike, em Yukon, na terça-feira (21/6).
Segundo a emissora CBC News, um mineiro chamou seu chefe para examinar algo que havia sido atingido por sua escavadeira na lama em Eureka Creek, ao sul de Dawson City.
A área do achado pertence à Primeira Nação Tr’ondek Hwech’in.
O governo de Yukon comparou com essa descoberta com outra feita da Rússia, também de um bebê mamute, que estava no permafrost da Sibéria, em 2007.
O governo disse que este é “o mamute mumificado mais completo encontrado na América do Norte” e apenas o segundo achado no mundo.
O bebê, que se acredita ser do sexo feminino, foi batizado de Nun cho ga
GOVERNO DE YUKON
Tem aproximadamente o mesmo tamanho do bebê siberiano, que tinha cerca de 42 mil anos, disse o governo de Yukon em um comunicado à imprensa.
O bebê, que se acredita ser do sexo feminino, foi batizado de Nun cho ga, que significa “grande bebê animal” na língua Han falada por povos nativos na área.
“Nun cho ga é linda e um dos mais incríveis animais mumificados da era do gelo já descobertos no mundo”, disse o paleontólogo Grant Zazula.
Antes de Nun cho ga, restos parciais de um filhote de mamute foram encontrados em 1948 em uma mina de ouro no Alasca.
– Texto originalmente publicado em http://bbc.co.uk/portuguese/geral-61939639


RJ1 pernoitou na maior ilha das Cagarras para acompanhar o trabalho dos biólogos e arqueólogos. Equipe passa a noite na Ilha Redonda e registra pés de batata doce plantados há séculos
A llha Redonda, a maior do Monumento Natural Cagarras, foi local para rituais dos povos indígenas que habitaram a costa do Rio de Janeiro no século 16. Não foram só cerâmicas que os tupis-guaranis deixaram pelas escarpas da ilha. Pés de batata-doce plantados pelos nativos dão frutos até hoje.
Massimo Bovini, pesquisador de flora do Jardim Botânico, achou que se tratava de uma espécie nova. “Levei para o laboratório, e batemos o martelo: nada mais é do que a batata-doce. O interessante é que ela só ocorre aqui nesse cume”, detalhou.
Pesquisadores registram morcegos pela primeira vez na ilha
Batata-doce extraída da Ilha Redonda
Reprodução/TV Globo
Leonardo Waisman, arqueólogo do Museu Nacional, disse que os tubérculos serviam não só para alimentação, mas também para produzir bebidas.
Pedaços de objetos já comprovaram que há um sítio arqueológico tupi-guarani na Ilha Redonda. “A gente encontra fragmentos de vasilhas por todo o sítio. É um material que não é orgânico, não é perecível. Não só resiste ele, como resiste o que a gente consegue recuperar dele. A gente pode ter microvestígios vegetais de uma batata-doce cozida aqui dentro”, disse.
“A nossa hipótese é que eles vinham para cá para desenvolver atividades rituais. Ligadas a suas questões simbólicas, cosmológicas, sua religiosidade, e que esse era um lugar sagrado para eles, um lugar especial”, detalhou Waisman.
O Ilhas do Rio também localizou na Redonda uma árvore que foi considera extinta na cidade por mais de 70 anos. A Gymnanthes nervosa não era vista no Rio desde 1940.
Fotos do segundo episódio
Anoitecer na Ilha Redonda
Reprodução/TV Globo
Orla da Zona Sul iluminada vista das Cagarras
Reprodução/TV Globo
Atobás e fragatas sobrevoam a Ilha Redonda
Reprodução/TV Globo
O primeiro episódio
Equipe do RJ1 acompanha cientistas em pesquisa na Ilha Redonda
Nesta quinta (23), o RJ1 mostrou que a Ilha Redonda é das fragatas, dos atobás e agora dos morcegos.
O RJ1 acompanhou a descoberta de que ”morcegos bioindicadores” habitam a parte alta da ilha. Júlia Luz, coordenadora da pesquisa de mamíferos terrestres, explica a importância do achado:“Essa espécie é um sinal de uma área bem preservada”.
Morcego na Ilha Redonda
Reprodução/TV Globo
As Cagarras abrigam atualmente mais de 600 espécies de animais e plantas, algumas raras, endêmicas e inéditas para a ciência. Os pesquisadores estimam haver, só na Ilha Redonda, cinco mil fragatas — fazendo do Mona um dos maiores ninhais da espécie do Atlântico do Sul.
A Redonda fica a 9 km da Praia de Ipanema e não tem nenhuma área plana, muito menos praias. O desembarque tem que ser a nado, e todo o material precisa ser rebocado dentro de bombonas — cestos que podem ser tampados — para que não molhe.
Desembarque na Ilha Redonda
Reprodução/TV Globo
Em terra firme, tudo é inclinado. Em vários trechos é necessário usar cordas de escalada. Também é preciso ter cuidado com o cocô das aves, que deixam o chão escorregadio e tingem a ilha de branco — as manchas são vistas até do continente.
Waisman disse que os vestígios da presença indígena na ilha são “uma espécie de tesouro”. “São pedaços de vasilhas, provavelmente vasilhas muito grandes, que as populações indígenas que dominavam toda essa costa antes do século 16 traziam para cá”, emendou.
Fotos do primeiro episódio
Cerâmica indígena no alto da Ilha Redonda, nas Cagarras
Reprodução/TV Globo
Ilha Redonda, nas Cagarras
Reprodução/TV Globo
Desembarque de materiais em bombonas
Reprodução/TV Globo
Filhote em ninho na Ilha Redonda
Reprodução/TV Globo
Vista do Rio, do alto das Cagarras
Reprodução/TV Globo


Apenas um caso foi confirmado por exame de laboratório, segundo o Idaf, mas 18 animais morreram no período e a suspeita é que tenha sido com a doença transmitida pelo morcego. Foco da raiva bovina é identificado em propriedade rural no interior do AC; 18 animais morreram com sintomas da doença
Arquivo/Idaf
Um foco de raiva bovina foi detectado em uma propriedade rural, na cidade de Sena Madureira, no interior do Acre, onde 18 animais morreram com suspeita da doença. As informações foram confirmadas pelo Instituto de Defesa e Agropecuária Florestal (Idaf), que faz o monitoramento.
Ainda conforme o Idaf, só foi possível fazer a coleta de um dos animais, que teve o caso confirmado por exame laboratorial, mas considera como foco devido às outras mortes terem ocorrido no mesmo período e os animais terem apresentado sintomas.
LEI TAMBÉM:
Acre registra 7 casos de raiva bovina e Idaf acompanha vacinação e monitora cidades
A raiva em bovinos é transmitida pela mordida do morcego, que além de matar o animal infectado pela doença, também pode ser transmitida para humanos.
Em junho do ano passado, o Idaf tinha registrado a morte de sete animais da área rural de quatro cidades no interior do Acre nos meses de dezembro de 2020 e maio de 2021. Os casos deste ano foram informados ao Instituto no início de junho.
“Nessa área, nós temos um foco de raiva, com um caso positivo laboratorial e na investigação foi detectado que na propriedade morreram 18. Não podemos afirmar porque não foi possível fazer o exame, mas, pelo período da doença, é detectado como raiva. Se morrer algum animal, em um período de três meses com os mesmos sintomas, a gente considera que ainda seja raiva, pelo período de incubação da doença”, disse a chefe do Programa de Combate da Raiva do Idaf, a veterinária Maria do Carmo Portela.
Quando o veterinário foi até a propriedade, foi feita a orientação aos moradores sobre a vacinação do rebanho, além de investigar se as pessoas tiveram contato com o animal infectado, com a saliva, que é o que a via de transmissão.
“A saliva é o que contém o vírus, e quem trabalha na área rural, pode ter machucado nas mãos, então, é feita a investigação para ver se a pessoa teve contato com a saliva e, no caso, é enviado para a secretaria de saúde do município para a pessoa tomar a vacina. Também é solicitado ao proprietário faça a vacinação do rebanho”, acrescentou.
O trabalho do Idaf, nestes casos é orientar quem teve contato com o animal doente busque a unidade de saúde, e também faça a vacinação do rebanho. Se tiver muitos sinais de mordidas de morcego, ainda é feita a captura dos animais para tentar amenizar a situação, com o controle da colônia dos morcegos.
A propriedade está sob monitoramento e deve receber mais uma visita técnica, com um levantamento se houve mais alguma propriedade com sinais de espoliações de morcego e ou morte com sintomas de raiva, para que seja feito um trabalho de educação sanitária na área.
Animal espoliado por morcego
Arquivo/Idaf
Sintomas
Entre os sintomas estão o isolamento do animal, perda de apetite, salivação abundante, perda de equilíbrio, quedas e estiramento do pescoço.
Caso um animal apresente os sintomas, o caso deve ser comunicado ao Idaf e as pessoas devem evitar o contato.
Além disso, a veterinária orienta a população que em caso de agressão do animal, e vale até mesmo para cães e gatos, procure a unidade de saúde para tomar a vacina.
Reveja os telejornais

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RJ1 pernoitou na Ilha Redonda, a maior do arquipélago, para acompanhar o trabalho dos biólogos. Equipe do RJ1 acompanha cientistas em pesquisa na Ilha Redonda
Hoje, a Ilha Redonda, a maior do Arquipélago das Cagarras, é das fragatas e dos atobás — e agora, dos morcegos.
Um sítio arqueológico já tinha sido descoberto em meio à Mata Atlântica pelas equipes do Ilhas do Rio, que há 10 anos estuda o Monumento Natural (Mona) Cagarras, protegido por lei federal. Cerâmicas dos povos tupi-guarani estão até hoje espalhadas pelo arquipélago.
O RJ1 acompanhou a descoberta de que ”morcegos bioindicadores” habitam a parte alta da ilha. Júlia Luz, coordenadora da pesquisa de mamíferos terrestres, explica a importância do achado:“Essa espécie é um sinal de uma área bem preservada”.
Morcego na Ilha Redonda
Reprodução/TV Globo
As Cagarras abrigam atualmente mais de 600 espécies de animais e plantas, algumas raras, endêmicas e inéditas para a ciência. Os pesquisadores estimam haver, só na Ilha Redonda, cinco mil fragatas — fazendo do Mona um dos maiores ninhais da espécie do Atlântico do Sul.
A Redonda fica a 9 km da Praia de Ipanema e não tem nenhuma área plana, muito menos praias. O desembarque tem que ser a nado, e todo o material precisa ser rebocado dentro de bombonas — cestos que podem ser tampados — para que não molhe.
Desembarque na Ilha Redonda
Reprodução/TV Globo
Em terra firme, tudo é inclinado. Em vários trechos é necessário usar cordas de escalada. Também é preciso ter cuidado com o cocô das aves, que deixam o chão escorregadio e tingem a ilha de branco — as manchas são vistas até do continente.
Leonardo Waisman, arqueólogo do Museu Nacional e do Ilhas do Rio, disse que os vestígios da presença indígena na ilha são “uma espécie de tesouro”. “São pedaços de vasilhas, provavelmente vasilhas muito grandes, que as populações indígenas que dominavam toda essa costa antes do século 16 traziam para cá”, emendou.
Fotos da expedição
Cerâmica indígena no alto da Ilha Redonda, nas Cagarras
Reprodução/TV Globo
Ilha Redonda, nas Cagarras
Reprodução/TV Globo
Desembarque de materiais em bombonas
Reprodução/TV Globo
Filhote em ninho na Ilha Redonda
Reprodução/TV Globo
Vista do Rio, do alto das Cagarras
Reprodução/TV Globo