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Pesca Profissional Artesanal: um tipo de pesca caracterizada principalmente pela mão de obra familiar, com embarcações de pequeno porte, como canoas ou jangadas, ou ainda sem embarcações, como na captura de moluscos perto da costa. Sua área de atuação está nas proximidades da costa, nos rios, reservatórios, lagos/lagoas, estuários e açudes. Lei Federal 11.959 de 29/06/2009.

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Estudiosos do Projeto Golfinho Rotador informam ter feito 44 registros da presença na ilha de animal dessa espécie, desde 2021.
Praia foi fechada em 25 de junho. Nesta quarta (6), o Instituto Chico Mendes da Biodiversidade informou que a área
Projeto Núcleo RO monitora ninhos de harpias para saber mais sobre o comportamento da espécie. Em cena rara, uma harpia
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Informações foram discutidas na reunião extraordinária dos conselhos de Turismo e Gestor da Área de Proteção Ambiental. Praia do Sueste,
De acordo com a coordenadora do Projeto Golfinho Rotador, Priscila Medeiros, os animais são da espécie Jubarte e estão em
Exemplar é o mais preservado encontrado até hoje na América do Norte, dizem especialistas, e apenas o segundo no mundo.


Estudiosos do Projeto Golfinho Rotador informam ter feito 44 registros da presença na ilha de animal dessa espécie, desde 2021. Golfinho em Noronha
Os pesquisadores do Projeto Golfinho Rotador informaram, nesta sexta (8), ter identificado a presença frequente de um animal de uma nova espécie em Fernando de Noronha. Os estudiosos disseram que observaram um “indivíduo solitário” de Tursiops truncatus, popularmente conhecido como golfinho-nariz-de-garrafa (veja vídeo acima).
O registro mais recente aconteceu segunda (4). Segundo os pesquisadores, o animal já foi observado na ilha mais de 40 vezes, desde 2021.
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“Ao todo, já foram 44 observações do indivíduo, que se trata provavelmente de um adulto, com sexo ainda não identificado”, informou a pesquisadora Flávia Weysfield
A estudiosa afirmou que os registros foram feitos pelas equipes do Projeto Golfinho Rotador, no monitoramento de pontos fixos no Mirante da Baía dos Golfinhos e no Forte dos Remédios.
Golfinho-nariz-de-garrafa é identificado em Noronha
Ana Clara Marinho/Reprodução
O Projeto Golfinho Rotador também contabiliza dados repassados por colaboradores, como marinheiros, mergulhadores e condutores de visitantes.
A pesquisadora acredita que, para permanecer em Noronha, esse animal pode ter se adaptado a condições no arquipélago.
Segundos os estudiosos, os golfinhos-nariz-de-garrafa são acinzentados e maiores que os golfinhos-rotadores.
Os animais da nova espécie identificada na ilha podem medir entre três e quatro metros e pesar entre 200 e 500 quilos.
O s rotadores são comuns em Noronha e chegam a ter dois metros de comprimento e a pesar cerca de 75 quilos
Os pesquisadores não acreditam em cruzamento entre o novo golfinho e os animais comuns na ilha. Não há relatados de casos de hibridismo entre as duas espécies.
Relatos anteriores
O projeto registou, em 2004, um grupo de golfinho-nariz-de-garrafa perto das ilhas secundárias. Na ocasião, os golfinhos-rotadores se afastaram rapidamente, quando cruzaram com o grupo com cerca de 50 animais dessa outra espécie.
“Essa interação agonística [de luta] parece se repetir atualmente. Na maioria das observações, o golfinho solitário manteve uma certa distância dos rotadores”, relatou Flávia Weysfield.
A pesquisadora disse, ainda, que a ocorrência de golfinhos-nariz-de-garrafa solitários não é incomum. Flávia Weysfield declarou que é possível encontrar relatos desses indivíduos vivendo sozinhos ao redor do mundo.
“Esses golfinhos solitários tendem a direcionar o comportamento social para humanos e, por isso, é necessária extrema cautela na interação com esses animais, visando a proteção dos golfinhos”, alertou a estudiosa.
Flávia Weysfield informou que, em maio de 2022, foi possível identificar machucados nesse golfinho-nariz-de-garrafa.
Os ferimentos foram vistos entre a dorsal e o pedúnculo caudal do animal. Seriam lesões típicas de colisão com embarcação.
O Projeto Golfinho Rotador monitora os cetáceos em Fernando de Noronha desde 1990 e conta com apoio do Programa Petrobras Socioambiental.
Os ambientalistas também recebem informações dos animais de diversas espécies, no programa de colaboração Ciência Cidadã.
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Praia foi fechada em 25 de junho. Nesta quarta (6), o Instituto Chico Mendes da Biodiversidade informou que a área segue fechada até meados de agosto. ICMBio realiza manutenção nas encostas
Ion David/Divulgação ICMBio
A Baía dos Porcos, uma das praias mais visitadas do Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha, vai permanecer fechada em julho. O local foi interditado para manutenção de segurança, no dia 25 de junho. Nesta quarta (6), o Instituto Chico Mendes da Biodiversidade (ICMBio) informou que a área só será reaberta em meados de agosto, mas ainda não há definição de data.
A direção do instituto informou, ainda, que deu início aos ajustes na Baía dos Porcos para reabertura. Também estuda as alternativas para pedestres e banhistas. O mirante, no início da trilha, está aberto para visita.
“Durante o trabalho de manutenção nas encostas, que visa reduzir o risco de acidentes com pedras soltas, foi identificada instabilidade em um trecho da trilha, logo na entrada da Baía”, apontou o ICMBio, por meio de nota.
A geóloga Joana Sanchez, especialista que realiza estudo na área, afirmou que o intemperismo comum em Noronha, como chuva, tempo seco e sol frequente, provoca, naturalmente, as fraturas nas rochas. Por isso, é necessária maior atenção dos turistas.
Segundo a geóloga, é importante respeitar as placas com informações de risco de desmoronamento e desabamentos.
Especialistas realizam trabalhos no Parque Nacional Marinho
Ion David/Divulgação ICMBio
Sancho e Porcos
Uma análise de segurança realizada em maio pelo geólogo Fábio Reis, na escadaria e na trilha da Praia do Sancho e da Baía dos Porcos, indicou um “risco alto” de desmoronamento nas duas áreas.
Ele também é engenheiro civil e trabalhou na análise da área de Furnas, em Capitólio (MG), onde o desabamento de pedras em um cânion deixou dez mortos.
O profissional foi contratado para avaliação dos riscos. O ICMBio deu início, ainda em maio, ao trabalho de manutenção, quando a visitação ao Sancho foi fechada.
No início do ano, em entrevista ao g1, a geóloga Ingrid Ferreira Lima, da Universidade de Tóquio, alertou para os riscos de acidente no Sancho e ressaltou que esse tipo de estudo deveria ser feito anualmente.
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Projeto Núcleo RO monitora ninhos de harpias para saber mais sobre o comportamento da espécie. Em cena rara, uma harpia foi filmada tomando banho em rio no meio da floresta. Cena rara: harpia é filmada tomando banho em rio de Rondônia
Há 14 anos atuando em Rondônia, o Projeto Harpia Núcleo RO já fez os mais diversos flagrantes do gavião-real no meio da floresta. Um dos mais recentes (e raros) foi o banho de uma harpia dentro de um pequeno rio (veja no vídeo acima).
Dos 21 ninhos de harpias monitorados pelo projeto no estado, atualmente há 10 em atividade. De acordo com o coordenador do projeto, Carlos Tuyama, além da coleta de dados sobre os hábitos do animal, a pesquisa busca evitar a extinção dessa que é considerada uma das maiores aves de rapina do mundo.
O projeto é formado por 15 voluntários que possuem especializações nas mais diversas áreas, como biologia e medicina veterinária. Professores e estudantes de outras áreas também ajudam na preservação.
Projeto Harpia Núcleo Rondônia monitora os ninhos de uma das maiores aves de rapina
Projeto Núcleo Rondônia
O coordenador do projeto em Rondônia, Carlos Tuyama, conta que antes de surgir o Núcleo de Rondônia, os primeiros estudos sobre as harpias no Brasil foram realizados por cientistas ligados ao Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia( INPA). À época, o projeto levava o nome de Programa de Conservação do Gavião-Real.
“Em 2008, um grupo de graduandos de biologia de Cacoal fundou um grupo de trabalho que posteriormente veio a integrar o projeto nacional, tornando-se o Núcleo Rondônia, que é composto por 15 colaboradores voluntários, que de acordo com a possibilidade de cada um, contribui com as ações do projeto. Não é uma atividade remunerada, cada um faz por amor a causa”, conta.
Dos 21 ninhos mapeados pelo Projeto Núcleo Rondônia, apenas 10 estão em atividade
Carlos Tuyama/Divulgação
Além dos 15 colaboradores em Rondônia, o projeto tem o apoio de outros grupos ligados a instituições de pesquisa e universidades em outros estados da Amazônia e da Mata Atlântica.
“São biólogos, veterinários, professores, estudantes e pessoas sem formação específica na área, porém que desejam contribuir com a conservação ambiental e da fauna da região”, fala Tuyama.
Mesmo com os 14 anos do Núcleo Rondônia mostram, Tuyama diz que o projeto é novo. Segundo ele, por haver poucos estudos sobre a ave de rapina (que é uma espécie de baixíssima densidade populacional) e por ela ter hábitos discretos em um território vasto, isso acaba dificultando a captação dos dados.
“Estudar espécies assim é por si só um enorme desafio. Existem aspectos do comportamento que ainda são desconhecidos em função da dificuldade de se observar ou registrar. Além disso, dada a raridade da espécie, algumas conclusões só são possíveis com alguns anos de estudo, já que o número amostral sempre tende a ser bastante baixo. Nesse aspecto, qualquer dado coletado pode ser importante para pesquisas atuais ou futuras, pesquisas essas que em alguns casos nem estão planejadas, mas que surgem em função de descobertas ou evidências que se apresentam até inesperadamente”.
GPS carregados pelo filhotes que tenham sido capturados (ou resgatados), marcados e soltos novamente na natureza, são estratégias para fazer o acompanhamento da ave
Carlos Tuyama/Divulgação
Quanto mais informação, ressalta o coordenador, mais estratégias podem ser adotadas na luta contra a extinção da harpia.
“Evidentemente, a coleção do máximo de aspectos permite um raio-x cada vez mais apurado das características da espécie e da sua relação com o seu habitat, o que é de grande importância também para desenvolver estratégias de ação, visando a conservação”.
Dos 21 ninhos conhecidos pelo Projeto Núcleo Rondônia, somente 10 estão ativos e seguem sendo suporte para a reprodução da espécie. O coordenado destaca que esforços são concentrados para que ninhos alternativos, próximas as localidades, sejam descobertos para serem mapeados.
“Nos sítios reprodutivos ativos fazemos o monitoramento, buscando acompanhar as nidificação [que a ação de construir o ninho] e conhecer o índice de sucesso ou não de cada uma dessas áreas”.
Na luta contra a extinção
A harpia é uma ave em extinção. O objetivo principal do projeto é evitar o fim da espécie. Pra isso, o estudo realizado no projeto analisa os hábitos da ave, que segundo Tuyama, é uma das mais lentas quando se refere a reposição.
“Um casal de harpia cria, em média, um único filhote a cada três anos. O nascimento é apenas uma etapa do desafio. Nos 14 anos que monitoramos ninhos, contabilizamos cerca de duas dezenas de nascimentos ou descobrimentos de ninhos com filhotes”, diz.
Os dados coletados pelo projeto analisam as informações e buscam alguns pontos como: época de acasalamento, nascimento, dispersão do filhote, dieta usada na alimentação, qualidade da floresta do entorno, e interação com as outras espécies.
Os ninhos das harpias ficam em lugares remotos e de difícil acesso, as câmeras ajudam na captura de informações os hábitos dessa ave
Carlos Tuyama/Divulgação
O monitoramento dos ninhos acontece de forma individualizada por causa de suas localizações. Alguns deles mais distantes acabam recebendo a visita dos especialistas uma vez por ano.
“Existem também alguns poucos ninhos que nos permitem fazer uma visita por semana. Portanto, são situações que requerem métodos diferentes de trabalho”, diz Tuyama.
Métodos esses que tem a tecnologia como principal aliada. Câmeras instaladas perto dos ninhos, GPS carregados pelo filhotes que tenham sido capturados (ou resgatados), marcados e soltos novamente na natureza, telemetria ou rádio transmissor são alguns dos equipamentos utilizados pelo grupo.
“Esses diferentes métodos nos trazem informações que nem sempre podem ser comparáveis, contudo, permite-nos uma visão de como a espécie se comporta e quais os riscos que ela corre em ambientes mais ou menos alterados pela ação humana”.
Além das câmeras instaladas próximas dos ninhos, equipamentos tecnológicos são colocados nos filhotes capturados (ou resgatados), para acompanhamento.
Carlos Tuyama/Divulgação
Diante de todo o esforço, dedicação aos estudos, e o objetivo na luta contra a extinção da harpia em Rondônia, quando há o nascimento de um filhote, a equipe de voluntários vibra e comemora.
“É uma vitória da natureza. Afinal, na grande maioria dos casos, essas aves deparam-se com enormes desafios para criar com sucesso seus filhotes. A caça e a perda de habitat promovida pelos desmatamento são os principais motivos do declínio populacional da espécie, o que tem levado a extinção em vários estados do Brasil e em algumas regiões do estado”, fala Tuyama.
Desmatamento que destrói
Além das dificuldades de logísticas, apoio para manutenção de equipamentos, questões financeiras, o desmatamento é a principal ameaça para a extinção do gavião-real.
O coordenador pontua que trabalhar com ações que visam diminuir o risco da extinção do animal em Rondônia é um desafio.
“Estamos encarando hoje exatamente as situações que levaram à extinção da harpia em outras regiões do país, algumas décadas atrás. As causas principais continuam sendo as mesmas: o desmatamento, a caça e o desconhecimento”, revela
O desmatamento é um dos principais fatores que contribuem para a extinção da harpia, ressalta o coordenador do projeto Carlos Tuyama
Carlos Tuyama/Divulgação
Desde o inicio do projeto foram monitorados 21 ninhos da ave. No entanto, com o aumento do desmatamento nas áreas de floresta, cerca da metade desses ninhos foram destruídos.
“Em alguns deles ocorreram a queda da árvore ou o desmatamento da floresta onde se localizavam. Existem ainda aqueles ninhos que não se têm mais a presença das aves. Atualmente, dos 21 ninhos conhecidos, somente 10 estão ativos e seguem sendo suporte para a reprodução da espécie”, pontua.
Harpia tomando banho é registro raro realizado em Rondônia
Carlos Tuyama
A principal estratégia no combate da extinção dessas aves está em atividades de educação ambiental e sensibilização que, segundo Tuyama, é promovido pelo Projeto.
“Talvez estejam entre as mais importantes para que possamos, no futuro, continuarmos tendo as harpias voando entre as copas das árvores nas nossas florestas”, pontua.
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Nos primeiros anos da Guerra Fria, Jacarta dava nome à política de relativa tolerância dos EUA com a neutralidade dos países do chamado Terceiro Mundo. Em pouco tempo, isso mudou: a Casa Branca passou a considerar que governos neutros eram inimigos, e a CIA começou a patrocinar golpes e rebeliões.

A capital da Indonésia, então, virou sinônimo do extermínio de pessoas vistas como comunistas –em 1965, depois de um golpe, de 500 mil a mais de 1 milhão de civis foram assassinados no país. Nos anos seguintes, a eliminação de opositores de esquerda se tornou uma tática de terror empregada em mais de 20 países.

Em “O Método Jacarta”, o jornalista americano Vincent Bevins reconstrói a história global dessa cruzada anticomunista. Neste episódio, ele explica como um evento dessa proporção ainda é tão pouco conhecido e diz que os massacres durante a Guerra Fria indicam que a formação da ordem capitalista de hoje, liderada pelos EUA, teve muito mais violência que as pessoas estão acostumadas a pressupor.

  • Produção e apresentação: Eduardo Sombini
  • Edição de som: Raphael Concli

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Prazo para recadastramento de pescadores é prorrogado para setembro de 2023  www.gov.br

Prazo para recadastramento de pescadores é prorrogado para setembro de 2023  GOV.BR

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Informações foram discutidas na reunião extraordinária dos conselhos de Turismo e Gestor da Área de Proteção Ambiental. Praia do Sueste, em Fernando de Noronha, é liberada para visitação
A faixa de areia da Praia do Sueste vai ser liberada para visitação, a partir de sexta (1º). O local está fechado desde que uma menina de 8 anos foi atacada por um tubarão, em janeiro (veja vídeo acima). Além da liberação, o Instituto Chico Mendes da Biodiversidade (ICMBio) apresentou a posposta de criação de um grupo de trabalho para avaliar a pesca dos tubarões em Fernando de Noronha.
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O banho de mar no Sueste segue proibido, sem previsão para retorno. A prática de mergulho no local ficou suspensa por dois meses, após o ataque, mas voltou a acontecer com novas regras no dia 28 de março.
Placa de sinalização para perigo de ataque de tubarão na Praia do Sueste
Ana Clara Marinho/TV Globo
As novas medidas foram discutidas na reunião extraordinária dos conselhos de Turismo e Gestor da Área de Proteção Ambiental (APA), na terça-feira (28), no auditório do ICMBio.
O ataque de tubarão ocorreu no dia 28 de janeiro. Segundo o Hospital Português, onde a garota atacada por um tubarão foi atendida no Recife, a menina teve a perna amputada.
Mergulho no Sueste deve ser feito com grupo mínimo de quatro pessoas
Ana Clara Marinho/TV Globo
Entre as determinações de segurança, foi decidido que o mergulho só pode ser feito em grupo com boia de sinalização. O Sueste deverá ficar fechado sempre que a água está turva. Quando há avistamento de tubarão-tigre, a praia também não é liberada para mergulho.
Propostas
O tubarão-tigre foi indicado pelos pesquisadores como espécie responsável pelo ataque a menina. Também foi essa espécie que, em 2015, mordeu o turista Márcio de Castro, também na Praia do Sueste. O visitante perdeu a mão e parte do braço.
Depois do ataque à menina, o ICMBio instalou placas com alerta de perigo no Sueste e nas outras praias do Parque Nacional Marinho, como a do Leão e do Sancho.
Conselheiro Ailton Júnior quer a pesca de tubarão em Noronha
Ana Clara Marinho/TV Globo
O conselheiro distrital Ailton Júnior sugeriu que seja realizada a pesca de tubarão para evitar novos ataques. Ao final de reunião, a chefe do ICMBio, Carla Guaitanele, informou que vai criar um grupo de trabalho para estudo para captura de tubarões, numa ação de manejo.
“Nós vamos propor aos conselheiros da APA a criação do grupo de trabalho para analisar o manejo de tubarão. Esse grupo deve levantar informações, conversar com especialistas e gerar relatórios para subsidiar a decisão do Conselho Gestor da APA”, declarou.
A pesquisadora Sibele Alves Mendonça, da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), foi contratada pelo ICMBio para realizar o monitoramento do Sueste com equipe a do instituto e condutores de visitantes da área.
Na reunião, a estudiosa apresentou testes de metodologia para mitigação de incidentes com tubarões em Noronha. Ela relatou ações desenvolvidas na ilha, como observação do Sueste em mergulhos, monitoramento com apoio de drone e gravações submarinas com equipamento remoto.
Pesquisadora Sibele Mendonça apresentou primeiros resultados do estudo
Ana Clara Marinho/TV Globo
A pesquisadora relatou, ainda, experiências para tentar evitar ataques promovidas no Grande Recife e vários pontos do mundo. Sibele Mendonça trabalha com tubarões desde 2007 e realiza estudo em Noronha há três meses, tempo que considera insuficiente para indicar ações prementes.
O engenheiro de pesca, Léo Veras, defendeu a instalação de uma rede de contenção no Sueste com a formação de uma área reservada para o banho.
VÍDEOS: mais vistos de Pernambuco nos últimos 7 dias


De acordo com a coordenadora do Projeto Golfinho Rotador, Priscila Medeiros, os animais são da espécie Jubarte e estão em rota de migração. Baleia fazem acrobacias em Fernando de Noronha
O pescador Robson Rodrigues filmou as acrobacias de duas baleias em Fernando de Noronha, nesta terça-feira (28), e ficou eufórico com o registro. “Eu trabalho no mar na ilha há 15 anos e essa foi a primeira vez que vi as acrobacias das baleias. Estou emocionado até agora”, contou (veja vídeo acima).
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Robson contou que partiu do Porto de Santo Antônio para capturar peixes para consumir na barqueta em homenagem a São Pedro, que vai ser realizada na quarta-feira (29).
O pescador estava em companhia do amigo Wagner Pereira e o encontro com as baleias aconteceu na região entre o Morro do Pico e a Ilha do Frade.
Animais foram vistos nesta terça-feira (28)
Reprodução/Ana Clara Marinho
Jubarte
Segundo a coordenadora do Projeto Golfinho Rotador, Priscila Medeiros, os animais são da espécie Jubarte e estão em rota de migração da Antártica para as regiões tropicais e subtropicais, de águas quentes.
“Acreditamos que essa dupla seja a fêmea com seu filhote nascido na temporada passada (2021), que realiza sua primeira migração acompanhado”, declarou a pesquisadora.
Como o registro não permite constatar o tamanho do segundo animal, a coordenadora do Projeto Golfinho Rotador disse, ainda, que existe a possibilidade de ser uma fêmea com um “scort” , um macho adulto.
“Esse macho acompanha a fêmea e aguarda o momento em que a baleia esteja receptiva para permitir o acasalamento”, afirmou Priscila Medeiros.
VÍDEOS: mais vistos de Pernambuco nos últimos 7 dias
Como registro não deixacA coordenado do Projeto Golfinho Rotador disse, ainda, que existe a possibilidade se ser uma fêmea com um “scort” , um macho adulto.


Exemplar é o mais preservado encontrado até hoje na América do Norte, dizem especialistas, e apenas o segundo no mundo. Exemplar é o mais preservado achado até hoje na América do Norte, dizem especialistas
GOVERNO DE YUKON
Um bebê de mamute lanoso foi encontrado congelado no permafrost do noroeste do Canadá.
É a primeira descoberta desse tipo na América do Norte.
Acredita-se que o mamute mumificado da era do gelo tenha mais de 30 mil anos de idade.
Foi encontrado por garimpeiros na região de Klondike, em Yukon, na terça-feira (21/6).
Segundo a emissora CBC News, um mineiro chamou seu chefe para examinar algo que havia sido atingido por sua escavadeira na lama em Eureka Creek, ao sul de Dawson City.
A área do achado pertence à Primeira Nação Tr’ondek Hwech’in.
O governo de Yukon comparou com essa descoberta com outra feita da Rússia, também de um bebê mamute, que estava no permafrost da Sibéria, em 2007.
O governo disse que este é “o mamute mumificado mais completo encontrado na América do Norte” e apenas o segundo achado no mundo.
O bebê, que se acredita ser do sexo feminino, foi batizado de Nun cho ga
GOVERNO DE YUKON
Tem aproximadamente o mesmo tamanho do bebê siberiano, que tinha cerca de 42 mil anos, disse o governo de Yukon em um comunicado à imprensa.
O bebê, que se acredita ser do sexo feminino, foi batizado de Nun cho ga, que significa “grande bebê animal” na língua Han falada por povos nativos na área.
“Nun cho ga é linda e um dos mais incríveis animais mumificados da era do gelo já descobertos no mundo”, disse o paleontólogo Grant Zazula.
Antes de Nun cho ga, restos parciais de um filhote de mamute foram encontrados em 1948 em uma mina de ouro no Alasca.
– Texto originalmente publicado em http://bbc.co.uk/portuguese/geral-61939639